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Posts com a Tag ‘Wallace’

O melhor time venceu. E já virou case de sucesso

domingo, 13 de abril de 2014

Com autoridade, o Sada/Cruzeiro conquistou neste domingo o título da Superliga masculina. Não deu qualquer chance para o Sesi, vencendo por 3 a 0, em uma grande festa no Mineirinho (mas a decisão merecia acontecer em melhor de três jogos e com 25 pontos, diga-se de passagem!).

Título que reforça um sentimento que muita gente no meio do vôlei tem: esse time se transforma, ano após ano, em um caso (case para quem gosta de usar termos em inglês) de sucesso e uma referência para quem quiser entrar em qualquer esporte. Hoje mesmo vi Nalbert, no Twitter, escrevendo que é “um dos melhores times já formados no país em todos os tempos”. E concordo com ele.

E esse é o ponto que quero abordar. Este Sada/Cruzeiro tem uma base formada há várias temporadas por Marcelo Mendez, um baita treinador. E vai, a cada ano, arrumando uma posição aqui, outra ali, como fez agora com Eder e Isac, e no passado com Leal. Não é um projeto que despeja um caminhão de dinheiro, junta um monte de estrelas e ponto final. Ou alguém vai dizer  que apostaria em Wallace, William, Filipe, Serginho e Douglas Cordeiro cinco anos atrás? Formar um time não é coisa fácil. Tê-lo na mão é ainda mais complicado. E Marcelo Mendez, um sujeito que não usa os holofotes de uma conquista para aparecer, fez uma coisa e a outra.   

E esse conjunto, que foi ganhando corpo com o passar dos anos, fez toda a diferença hoje, como já havia feito no último Mundial de Clubes e por aí vai… Pode fechar a temporada 2013/2014 com 100% de aproveitamento caso vença novamente o Mundial, desta vez no Mineirinho. E será possível, para os rivais, aprender e aplaudir!

Bom, falando sobre o jogo. Contra um Sesi que abusou dos erros (o saque no terceiro set foi algo bizarro), o Sada/Cruzeiro teve sempre o controle das ações. Incomodou a linha de passe selecionável (Murilo, Lucarelli e Escadinha), teve mais volume de jogo de jogo e foi quase impecável no contra-ataque. Neste último aspecto, mérito, em parte, para a distribuição do levantador William, eleitor o melhor da final. Mas não seria maluquice dar o prêmio para Filipe, Wallace ou Eder… E assim se vê novamente a força de um grupo. Neste caso, um grupo supercampeão!

 

21 a 11 numa semifinal. Sinônimo de jogo perfeito?

domingo, 23 de março de 2014

O resultado do primeiro set da semifinal deste sábado, em Contagem, certamente foi atípico. Estamos falando da briga por vaga na decisão de um dos campeonatos mais equilibrados do mundo, além de ser um clássico regional. Por tudo isso, o 21 a 11 que o Vivo/Minas levou chama demais a atenção.

Após o jogo, perguntei para Marcelo Mendez, Wallace, William e Serginho sobre a parcial. “É difícil de falar em perfeição. Mas a atuação do Sada/Cruzeiro no primeiro set pode ser considerada próxima da perfeição?” Veja o que eles responderam:

MARCELO

- Foi quase perfeita, sim. O time jogou muito bem no contra-ataque. Tivemos oito chances e fizemos sete pontos assim. Tivemos ainda quatro pontos no bloqueios.

WALLACE

- Jogo perfeito? É muito raro acontecer, a gente ouve falar, mas… Para mim, perfeito é 21 a 0, sem errar nada.

WILLIAM

- É, chegou próximo da perfeição, sim. Fizemos muito bem o saque/bloqueio e conseguimos anular bem o time deles. Nossa característica é essa. Chegou perto (perfeição) no primeiro set, mas no jogo todo em si não foi assim.

SERGINHO

- Set bem jogado, a gente conseguiu minar alguns pontos estudados e isso fez muito efeito. Moralmente, depois que se ganha por 21 a 11, você faz com que o outro time já fique com um pé atrás. Saio muito feliz do jogo.

 

 

 

Em bom teste, Brasil se aquece para as finais

sábado, 13 de julho de 2013

A Seleção masculina iniciou com vitória o última semana da fase de classificação da Liga Mundial. Na manhã deste sábado, 0 3 a 1 sobre os Estados Unidos (25-22, 25-18, 20-25 e 28-26) serviu para Bernardinho fazer testes e observações para o Final 6, na Argentina, na próxima semana.

Sem Bruno, com virose, o técnico iniciou o duelo com William. Como Leandro Vissotto também foi poupado, Wallace ganhou chance no time. E a dupla levantador/oposto pôde utilizar todo o entrosamento que carrega do Sada/Cruzeiro. Depois de um início nervoso e com muitos erros, eles foram importantes na construção do triunfo. William, inclusive, foi responsável por muito volume de jogo, com defesas em vários momentos do jogo. Já Wallace terminou com 16 pontos, atrás apenas de Lucarelli, que fez 17.

Para quem tinha sido importante em inversões de 5-1 durante a competição, foi bom comprovar de que podem, também, ser decisivos com maior tempo em quadra. Acho que a Seleção vai precisar bastante deles nas finais na Argentina.

A outra mudança no time não funcionou. Sem Dante, também poupado, Bernardinho optou por Thiago Alves, até então pouco utilizado na Liga. Mas com baixo aproveitamento no ataque e um pouco inconstante no passe, ele foi substituído por Maurício. O Brasil ganhou na recepção, mas o ponta ainda precisa crescer na parte ofensiva, ponto que mais pecou neste sábado.

Vale ressaltar ainda uma sequência de quatro aces seguidos de Lucão no segundo set, algo raro. Ainda mais quando a recepção não consegue sem sequer tocar na bola… Vocês se lembram de algo parecido? O central terminou o confronto com 16 pontos.

Por fim, um comentário sobre o time dos Estados Unidos. Com a formação que jogou hoje, os americanos terão dificuldades para manutenção no grupo dos melhores do mundo. Anderson é quase uma ilha de excelência na equipe atualmente.

 

Sada/Cruzeiro mais forte e encorpado para 2013/2014

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O Sada/Cruzeiro também voltou ao trabalho na manhã desta segunda-feira e mostrou apenas parte de suas caras novas em Belo Horizonte.

O atual vice-campeão da Superliga apresentou o levantador Vinhedo, ex-Benfica (POR), e o oposto Paulo Vitor, ex-RJX. Os centrais Eder e Isac, que estão com a Seleção Brasileira, e o ponta venezuelano Luis Diaz, que ainda regulariza sua documentação, foram as ausências.

Acrescente então a base que levou os mineiros ao topo do vôlei nacional: o levantador William, o oposto Wallace, o líbero Serginho, o central Douglas Cordeiro e os pontas Filipe e Leal. E tenha uma equipe mais forte, na minha opinião, do que a da temporada passada.

O bloqueio foi o fundamento com pior aproveitamento do Sada/Cruzeiro na Superliga. E o problema deverá ser sanado com o experiente Eder e promissor Isac. Não por acaso, a dupla foi titular da Seleção nos jogos contra a Argentina, no último fim de semana, em Mendoza, pela Liga Mundial.

Vi uma frase do argentino Marcelo Mendez na apresentação e acho que ela resume bem o que será o novo Sada/Cruzeiro:

- Grupo homogêneo para que eu possa trocar as peças e não ter diferença.

Pelos nomes que terá à disposição, o hermano poderá ter um grupo com mais do que sete titulares.

 

Vaivém: Quem pode voltar para o Sesi?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Alguns leitores bem informados já se anteciparam aqui. E eles têm razão.

O oposto Wallace Martins, que está no Japão, está na lista de reforços do Sesi.

A negociação existe, mas não está concluída. Questões financeiras ainda estão sendo discutidas.

Destaque do time anos atrás, Wallace chegaria para disputar a posição com Renan Buiatti,  reforço já contratado pelo time paulista.

Vaivém: Wallace e mais duas confirmações

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O Sada/Cruzeiro oficializou a permanência de mais três titulares do elenco: Wallace (como divulgado aqui no blog na quarta-feira http://blogs.lancenet.com.br/volei/2013/04/24/vaivem-renovacao-importante-no-sadacruzeiro/ ), Douglas Cordeiro e Serginho.

Assim, o atual vice-campeão nacional já garante a permanência de seis dos sete titulares na temporada: some-se ao trio acima William, Filipe e Leal, que já tinha mais um ano de contrato.

Nos próximos dias, o time mineiro vai confirmar a contratação de Isac, central que defendia o São Bernardo.

Outro central que pode pintar no Sada/Cruzeiro é Eder, caso a negociação de Lucão com o Sesi avance.

Vaivém: Renovação importante no Sada/Cruzeiro

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Sada/Cruzeiro vai confirmar nos próximos dias a manutenção de mais um titular.

O oposto Wallace terá o contrato renovado por mais um ano.

Ele se junta ao levantador William e aos pontas Leal e Filipe, que já tinham vínculo até o fim da temporada 2013/2014.

Wallace, que deverá ter mais chances na Seleção Brasileira a partir das competições de 2013, passou a contar com a pontuação máxima do ranking na lista divulgada semanas atrás.

 

Colunista convidado: o levantador William, do Sada/Cruzeiro

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

“Vou confessar que escrever na coluna de Daniel Bortoletto é uma responsabilidade tremenda, mas jamais recusaria o convite, ainda mais se tratando de um jornalista imparcial, respeitado e acima de tudo amante do nosso querido voleibol.

Muitas coisas passaram pela minha cabeça, porém acredito que citar um pouco da minha vivência nesses 16 anos como profissional seria bastante curioso para os leitores e amantes desse esporte.

Tudo começa em 1996 na extinta equipe do Report/Suzano, de lá pra cá, muita coisa aconteceu, tragédias familiares, mudança de regras, experiência internacional, e a volta a um grande clube mineiro chamado Sada/Cruzeiro que me repatriou, acolheu, e que hoje mora dentro do meu coração.

Ao longo desses anos tive o prazer de jogar ao lado de grandes craques, que com certeza moldaram e construíram um pouco da minha identidade e o que sou hoje como atleta profissional. Poderia citar uma lista imensa, mas darei alguns nomes como exemplo: Max, Pampa, Schwanke, Olikhver, Ive, Maurício, Diago, Ricardinho, Marcelinho e o eterno capita Carlão. Nunca deixando de lado o mais importante de todos eles o Sr. William Arjona Chong, meu pai.

Tive o prazer e o privilégio de defender a camiseta da Seleção Brasileira em todas as categorias de base, onde encontrei pelo caminho grandes mestres como Percy Oncken e Marcos Lerbach. Treinadores que me ensinaram muito e sou muito grato a eles pela oportunidade que me deram. E é daí que dou um pulo direto a minha experiência em terras “hermanas”.

Em 2006 recebi o telefonema de Carlos Weber, excelente levantador e que já começara a escrever seu nome como treinador vitorioso. Era um convite para atuar no voleibol argentino, em uma equipe que seria formada para fazer história, com grandes nomes de lá, mais três brasileiros: Badá, Wallace e eu. Confesso que me pegou desprevenido, mas não titubeei por saber que estaria sendo treinado por um dos melhores da história e com ótimas referências dos atletas que ja haviam trabalhado com ele.

Sem sombra de dúvidas eu estava entrando até então na melhor fase da minha vida, não só como profissional, mas como pessoa. Meu crescimento foi notável, foram 28 torneios disputados com 27 títulos, uma marca incrível na vida de qualquer atleta que vive de vitórias e derrotas. Mas o mais legal de tudo isso foi a experiência de viver em uma cidade como Buenos Aires, cheia de cultura, de vida e de lugares incríveis. São essas possibilidades que eu agradeço todos os dias ao vôlei por me proporcionar.

Na Argentina me tornei uma pessoa mais politizada, um país com tantos problemas, e esse problemas eram discutidos todos os dias entre os jogadores, pessoas que frequentavam o clube, na fisioterapia e em cafés tradicionalíssimos por lá. Começei a enterder que, como cidadão, não poderia me omitir das barbáries que acontecem na frente de nossos olhos, e voltei ao Brasil com uma visão muito mais crítica em relação à nossa política, exercendo meu papel principalmente por ser hoje uma pessoa pública. Os que me seguem pelas redes sociais sabem que sou um cara que fala o que pensa, mas sempre buscando uma melhor solução para todos, visando o lado positivo da coisa.

Hoje defendendo as cores celestes do Sada/Cruzeiro minha carreira como profissional continua no mesmo rumo. Já são 3 anos de equipe com 10 torneios disputados e 8 títulos. Alguma coisa boa eu fiz durante todos esses anos pra merecer isso, mas é preciso se preocupar com o futuro. Afinal a vida de jogador de vôlei um dia vai acabar, infelizmente, mas o meu papel como cidadão de bem deverá permanecer por muitos e muitos anos”.

Segue o link para o primeiro texto da seção, escrito pelo cubano Jurquin, do Medley/Campinas: http://wp.me/p1b2tr-1dD

E aguardem que mais craques das Superligas masculina e feminina já aceitaram o desafio e vão dividir as experiências com vocês.

É o renascimento do Sesi no masculino?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Na noite de quinta-feira, após ver o 3 a 0 aplicado pelo Sesi no Sada/Cruzeiro, na casa do rival, fiquei imaginando a seguinte situação: se eu tivesse lançado um bolão antes da partida, quantos teriam apostado na vitória dos visitantes, que faziam até então campanha muito irregular, em sets diretos, contra o então invicto time mineiro?

Acho que seriam poucos. Ou quase nenhum.

O triunfo pode ser um divisor de águas para o time do Sesi na Superliga. Até o clássico contra o Sada/Cruzeiro era apenas 1 vitória e quatro derrotas, uma campanha muito abaixo do esperado pelo elenco que Giovane tem em mãos. É fato que os problemas físicos impediram a escalação da força máxima em alguns jogos, que improvisações foram necessárias, que jovens entraram em algumas fogueiras… Mas ainda assim eu, particularmente, esperava mais. Ontem, o time jogou muito.  E deu a impressão de que vai se recuperar na competição, chegando com muita força aos playoffs.

No ataque, o percentual de acerto de alguns atletas do time paulista foi alto. Sidão colocou nove de 11 bolas no chão. Murilo pontuou em 11 das 18 bolas levantadas. Cleber foi outro com atuação decisiva em momentos-chave. Já o Sada/Cruzeiro teve uma noite muito abaixo da média neste fundamento. Wallace, homem de segurança, fez apenas sete pontos (dois no saque). Leal fez um pontinho a mais no total. Os centrais Douglas Cordeiro e Acácio, que costumam ser muito acionados por William, também não apareceram tanto. Apenas Filipe, que terminou com 12 pontos, teve uma atuação dentro dos padrões.

Na classificação, o Sesi ainda está muito distante dos líderes. Soma nove pontos, na oitava posição, o limite para entrar nos playoffs. O líder invicto RJX tem 17, três a mais do que o Sada.

Na rodada, vale destacar mais uma vitória do Móveis Kappesberg/Canoas, desta vez sobre o Funvic/Midia Fone, em Pindamonhangaba, no tie-break. O time de Gustavo ocupa uma surpreendente terceira posição, com 11 pontos. É uma boa gordura para quem traçou como meta brigar pelas últimas vagas nos playoffs. Outro que está acumulando pontuação contra rivais diretos é o Volta Redonda, quinto colocado com dez pontos.

Já quem deve abrir o olho é o Vôlei Futuro, com apenas cinco pontos, em décimo lugar. Depois de vencer o Sesi, criou-se uma expectativa de melhoria do time de Araçatuba. Mas o esperado não se concretizou.

Sada/Cruzeiro na final. Mari e Paula fora

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Encerrei as semifinais do Mundial de Clubes com 50% de acerto nos palpites. Na mosca, o placar dos brasileiros: o óbvio 3 a 0 do Sollys/Nestlé sobre o Lancheras e o difícil Sada/Cruzeiro 3 x 2 Belchatow. Já Trentino e Rabita não estavam entre os meus finalistas.

No masculino, teremos nesta sexta, às 13h, a reprise do duelo ítalo-brasileiro, vencido pelos atuais tricampeões do mundo no tie-break na fase de classificação.  Equipes que jogam juntas há várias temporadas e têm no entrosamento um diferencial. Pelo jogo passado, impossível fazer um prognóstico. O Trentino, pelo histórico no Mundial de Clubes, por estar invicto até agora e por ter jogado uma semifinal impecável contra o Zenit Kazan, tem um ligeiro favoritismo.

Já os mineiros suaram, como já imaginado, na semi contra os então invictos poloneses. Diferentemente de outras partidas em Doha, Wallace não brilhou e chegou a ser substituído pelo cubano Sanchez. E o time se virou sem ele.  Leal, que foi novamente titular, também não teve atuação destacada, sendo trocado por Maurício nos dois sets finais. O levantador William, com as extremidades marcadas e sem a bola de segurança com o oposto, optou pelos centrais Douglas Cordeiro e Acácio. E eles deram conta do recado. Douglas foi o maior pontuador do time com 15 acertos (13 no ataque – em 15 tentativas – e dois no bloqueio), seguido por Acácio, com 11 (sete no ataque, dois no bloqueio e dois no saque). William também foi decisivo no quinto set, com uma sequência de saques que determinou a abertura da vantagem que garantiu a vitória.

Pelo Belchatow, o oposto sérvio Atanasijevic foi quase imparável, terminando com 29 pontos, 25 deles no ataque.

A presença na final já é um grande resultado para o Sada/Cruzeiro, já que o trio europeu no Mundial é de primeiro nível. Mas conquistar o título não é um sonho distante pelo desempenho que o time já mostrou no Qatar.

No feminino, outra reprise, às 11h desta sexta. Na fase de classificação, deu Sollys contra o Rabita. E, pesando os dois elencos e o momento no Mundial, as brasileiras vão entrar em quadra como favoritas.

O time do Azerbaijão não tomou conhecimento do Fenerbahce.  A oposto Seda errou tudo o que podia, fazendo apenas seis pontos. Muito acionada, Mari colocou no chão sete das 30 bolas que recebeu e desta vez não desequilibrou no saque. Já Paula Pequeno, com 14 pontos, liderou o Fener, tendo um aproveitamento razoável no setor ofensivo, com dez acertos em 25 bolas levantadas.  Para completar a semifinal desastrosa das turcas, o bloqueio não achou a colombiano Montaño, autora de 22 pontos para o Rabita. O Sollys já sabe em quem foca para ter sucesso na decisão.