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Posts com a Tag ‘Usiminas/Minas’

Em grande estilo, Banana Boat/Praia Clube iguala playoff

sábado, 2 de março de 2013

Na abertura do playoff entre Banana Boat/Praia Clube e Sesi, o assunto mais discutido foi a levantadora. Talmo usou Carol Albuquerque no lugar de Dani Lins, surpreendeu e venceu. No segundo jogo, o tema principal pode ser o mesmo. Desta vez, a jovem Juliana Carrijo deu um show na distribuição e deixou o placar da série empatado em 1 a 1, após o 3 a 0 (26-24, 25-20 e 25-22). O tira-teima que decidirá a semifinalista acontecerá na segunda-feira, às 18h30, novamente em Uberlândia.

A boa atuação de uma levantadora, às vezes, pode ser comprovada pelo equilíbrio na pontuação das demais jogadoras do time. Na sexta-feira, as centrais Angélica e Dani Scott lideraram a pontuação do Praia, com 11 acertos cada. Cada uma recebeu 16 bolas no ataque, com a americana colocando oito no chão, uma a mais do que a companheira. Logo atrás delas na pontuação apareceram Monique e Dayse, com nove pontos, e Michelle, com oito.  Números muito próximos.

Era algo bem difícil ver algo semelhante com Herrera em quadra, por exemplo. Com essa divisão quase perfeita, o técnico Spencer Lee conseguiu superar a ausência de sua principal atacante.

A temporada mostra a evolução de Juliana. No ínício da Superliga, a levantadora Camila Torquete era a capitã do time de Uberlândia, que ainda contratou a experiente Camila Adão. E a titular não se abalou com a concorrência e faz uma Superliga de afirmação no cenário nacional. Olho na garota!

Pelo lado do Sesi, Tandara fez 15 pontos. A jogadora deu um susto no segundo set, após ter uma queda de pressão. Ficou um tempo fora, voltou no terceiro, mas sem a mesma força no ataque.

No outro jogo de sexta, nenhuma surpresa. Sollys/Nestlé 3 a 0 na Usimimas/Minas, carimbando o passaporte para a semi. Com exceção do segundo set, o único que foi equilibrado, domínio total das paulistas.

Sheilla e Jaqueline foram bem no ataque e terminaram com 17 pontos cada. A ponta, porém, teve um aproveitamento bem melhor: 56% x 42%.

O Minas, surpresa na temporada passada, fica nas quartas, algo já “previsto” pelo tamanho do investimento. Nos bastidores, comenta-se uma mudança de patamar para a próxima temporada. A fanática torcida mineira merece,

O time de Luizomar de Moura agora espera o vencedor da série entre Amil Vôlei x Pinheiros.

Unilever e Sollys/Nestlé caminham para o óbvio 2 a 0

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Será surpreendente ver algo diferente do acontecido ontem nos duelos Unilever x Rio do Sul e Sollys/Nestlé x Usiminas/Minas.

3 a 0 para os favoritos, sem qualquer susto nas parciais, deixando assim os dois gigantes que dominam a Superliga há quase uma década bem próximos da semifinal.

No Tijuca, no Rio, Gabi voltou a se destacar pela Unilever. Foram 14 pontos e o troféu de melhor em quadra para a jovem ponta. Hoje acho que já vale colocar em discussão: a contratação de Logan Tom foi desnecessária? Pelo que Gabi está jogando, a americana não teve o impacto que se esperava no retorno para o Brasil. Quando estiver recuperada da contusão, Tom poderá esquentar o banco. Uma cena até certo ponto rara, não?

No sábado, às 16h, em Rio do Sul (SC), a série deverá terminar. E a Unilever vai esperar o vencedor de Sesi x Banana Boat/Praia Clube.

Em Osasco, o Sollys/Nestlé finalmente contou com uma atuação sem altos e baixos de Sheilla na vitória sobre o Minas. O 25 a 11 do terceiro set talvez tenha sido exagerado, mas demonstra a diferença dos times na temporada.

A oposto terminou o duelo com 19 pontos e admitiu depois que estava devendo uma atuação convincente. Se Sheilla mantiver o crescimento nos playoffs, será um diferencial neste estrelado time de Luizomar de Moura.

O segundo jogo da série será na sexta, às 18h30, na Arena Vivo, em BH.

 

Rodada termina com bate-boca entre Zé e Ramirez

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A antepenúltima rodada da fase de classificação da Superliga feminina terminou com temperatura alta em Campinas.

Durante a difícil vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros por 3 a 2, Roberto Guimarães e a cubana Ramirez discutiram no quarto set, vencido pelo time da capital. Na ocasião, o técnico substituiu a atacante. E ela não gostou. Aos gritos, sentou no banco nitidamente incomodada. Bem descontrolada, começou a chorar copiosamente. Recebeu “conselhos” de um integrante da comissão técnica, mas não parou de gritar. Zé pediu para que ela deixasse o banco.

No caminho para a área de aquecimento das reservas, ela tirou os tênis. Vale lembrar que Ramirez vinha de um problema no tornozelo, que a deixou fora de rodadas anteriores. Aparentemente, o técnico quis poupá-la para os playoffs, mas ela queria ter ficado em quadra, já que o duelo com o Pinheiros estava muito equilibrado.

Por mais que o motivo fosse nobre, vamos escrever assim, Ramirez não precisava explodir daquela forma. Criou-se um clima ruim para o time, quebra-se a hierarquia. E as imagens da transmissão ao vivo levam o escândalo para os quatro cantos do país.

Com certeza a conversa no vestiário aconteceu para evitar um estrago ainda maior na sequência da Superliga. Vale lembrar que mesmo fora do tie-break Ramirez terminou como maior pontuadora do time: 18 pontos. Andreia, a última colunista convidada do blog, anotou 19 para o Pinheiros.

Apesar da derrota o Pinheiros comemora o pontinho ganho na luta contra a Usiminas/Minas, que surpreendeu o Banana Boat/Praia Clube, pelo sexto lugar, na véspera. As paulistam somam 21 pontos, dois a mais do que as mineiras. O duelo entre Amil e Pinheiros, inclusive, pode se repetir no playoff, caso as posições atuais sejam mantidas. Na disputa pelo terceiro lugar, o time de Campinas soma 33 pontos, o Praia Clube tem 32 e o Sesi parou nos 31 após a derrota para o Sollys/Nestlé por 3 a 1. A Unilever segue na frente com 42, três pontos a mais do que a maior rival.

Quero ouvir os mineiros

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Fanática torcida de Minas Gerais, por favor, me explique o 25-8 que a Usiminas/Minas, aquela mesma que derrotou a Unilever, levou do Pinheiros, no primeiro set, na noite de quarta-feira.

Obrigado!

Vaivém: O mercado ainda se movimenta

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Alguns times brasileiros ainda aproveitam oportunidades do mercado para se reforçarem.

Nesta terça-feira, o central Gustavo revelou por intermédio do Twitter que o oposto André Nascimento, titular por vários anos da Seleção, é esperado em Canoas.

Canha, como é conhecido, jogou a última temporada no Japão. Um excelente nome para os gaúchos.

Na segunda-feira, a Usiminas/Minas havia anunciado a contratação da ponta Thaisinha, ex-São Bernardo, Pinheiros e Mackenzie.

Vaivém: mercado feminino no Brasil é um jogo de xadrez

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Os grandes times brasileiros mexem as mesmas peças, muitas delas simultaneamente, e novos movimentos dependem do que o rival fará.

Por enquanto, o xeque-mate que será confirmado em breve é a transferência de Sheilla da Unilever para o Sollys/Nestlé. A verba que era usada para manter Hooker no Brasil vai sustentar a operação. Será um duro golpe no time carioca, que, por enquanto, é o mais calado no mercado.

Jaqueline é outra peça que está prestes a definir o futuro. Além da proposta de renovação com o atual campeão, ela é desejada pelo Sesi, com quem esteve prestes a fechar na temporada passada e onde joga o marido Murilo.

Na mesma posição, outro movimento muito aguardado é o de Paula Pequeno. O Vôlei Futuro espera a final masculina para oficializar a montagem do time feminino. Enquanto isso não acontece, ela recebe propostas de vários rivais. O mesmo acontece com Mari, apesar do ano irregular que teve na Unilever.

Depois de um bom ano em Osasco, Tandara vai reforçar o Sesi. O time da capital tem um orçamento melhor do que o da última temporada. A tendência é estar bem mais forte.

Olho grande também nas cubanas Ramirez e Herrera, que não ficam na Usiminas/Minas.

No levantamento, a mexida das peças envolve ainda mais times. Unilever, Vôlei Futuro e o novo time de Campinas estão no mercado. Fofão está e sempre esteve na mira de todos. É o nome que mais agrega a qualquer projeto, apesar de estar terminando um ano sabático. Fernandinha, em alta após reaparecer em uma convocação da Seleção, ganhou espaço no projeto campineiro.

Por fim, dirigentes fazem contas para que o time planejado, no papel, caiba dentro do limite de pontuação do ranking. E chovem especulações de todos os lados.

Vaivém: O que esperar da Usiminas/Minas?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Grande surpresa da Superliga feminina, a Usiminas/Minas vai ter muitas dificuldades para se manter entre as tops na próxima temporada, caso o cenário atual se confirme.

Com a saída do Habib´s como co-patrocinador, o clube de BH teve um corte de quase metade do orçamento. A busca por uma outra empresa continua, mas vai complicar no acerto com reforços, já que o mercado está em ebulição e as principais contratações acontecerão nos próximos dias.

Sem dinheiro em caixa para contratar, a Usiminas/Minas já vê como impossível também a manutenção das cubanas Herrera e Ramirez. Natasha e Mari Paraíba devem ser outras baixas. Assim, a espinhal dorsal do time semifinalista em 2011/2012 será quebrada. Claudinha, Fernanda Ísis e Tássia, as outras titulares, renovaram.

Para piorar a vida do Minas, o mercado vê a entrada de um outro patrocinador forte (Amil) no novo time de Campinas. Assim, a disputa pelas principais atletas fica com Unilever, Sollys/Nestlé, Vôlei Futuro e Sesi.

Vaivém: Usiminas/Minas anuncia três renovações e um reforço

terça-feira, 17 de abril de 2012

A Usiminas/Minas iniciou a formação do time para a temporada 2012/2013.

A equipe anunciou, nesta terça-feira, a renovação com a levantadora Claudinha, a meio de rede Fernanda Isis e a líbero Tássia.

O primeiro reforço também está garantido: a ponta Thaís, que estava na Itália, e já passou pelo próprio Minas, São Caetano, Rexona, BCN/Osasco e Brasil Telecom.

Sollys/Nestlé comprova favoritismo e está na final. No fim, desentendimento

sexta-feira, 30 de março de 2012

Sem maiores problemas, o Sollys/Nestlé se garantiu em mais uma decisão da Superliga, ao vencer a desfalcada Usiminas/Minas, em Belo Horizonte, na noite desta sexta-feira.

Um resultado lógico, que não diminui em nada a boa campanha das mineiras na competição e apenas ratifica a força do time de Osasco, sempre apontado como candidato ao título e que ganhou corpo do returno aos playoffs.

Só achei desnecessário o jogo terminar em mais um bate-boca.  No cumprimento entre os times na rede, Ivna, do Sollys/Nestlé, tirou a mão ao cruzar com a cubana Herrera. A caribenha se irritou e questionou a atitude da jovem atacante, ex-Minas. Na minha opinião, com razão.

Atitudes assim só diminuem o espetáculo. Rivalidade sadia é bacana, mas exagerar na dose faz o jogo perder seu foco principal, aumentando o espaço para polêmicas, birras e briguinhas.

 

Sollys/Nestlé aproveita erros mineiros e está com um pé e meio na final

sábado, 24 de março de 2012

Deu a lógica. Neste sábado, em casa, o Sollys/Nestlé, melhor time da fase de classificação, fez 3 a 1 na Usiminas/Minas, quarta colocada, e e ficou a um triunfo de mais uma final da Superliga.

Vale lembrar que esta foi a 14ª vitória seguida do time de Luizomar de Moura e mostra o quanto este grupo cresceu do início do returno até os playoffs.

Já a comemoração merecida das mineiras pela vaga na semifinal da Superliga se estendeu mais do que deveria. O time só se lembrou de que enfrentava o Sollys/Nestlé, na abertura do playoff por um lugar na decisão, no segundo set. Tomou um vareio no primeiro, digno de confronto entre uma equipe profissional e outra juvenil. O placar de 25 a 7 que não combina com o equilíbrio dos playoffs até agora.

Depois, o jogo foi mais parelho. O Sollys teve uma atuação brilhante no bloqueio: foram 19 pontos. Individualmente, porém, o destaque no fundamento foi Fernanda Ísis, jogadora mais comentada após o duelo com o Sesi, com oito dos 11 pontos do Minas.

Adenízia, que foi aprovada apenas no aquecimento do jogo após torcer o tornozelo na véspera, foi eleita a melhor em quadra. Foram 13 pontos, sendo quatro deles no bloqueio. Acabou sendo decisiva.

Jarbas Soares sentiu muito a ausência da ponta Mari Paraíba e viu seu sistema de passe sofrer bastante. E ainda vai lamentar muito o fato de a cubana Ramirez levar um cartão amarelo no quarto set e virar desfalque para o jogo em BH. O lance da advertência já virou assunto nas redes sociais. Ela marecia ou não a advertência? Eu fiquei em dúvida.

Com Mari sem as melhores condições e com Ramirez fora, a Usiminas/Minas vai precisar de uma milagre para forçar o terceiro jogo.