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Posts com a Tag ‘Sollys/Nestlé’

Vaivém: Sollys/Nestlé renova com duas selecionáveis e pega muita gente de surpresa

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O assunto contratações/dispensas torna perigosa essa época do ano. É o momento ideal para que especulações se transformem em verdades absolutas. Uma delas caiu por terra no início da noite desta quinta-feira.

O Sollys/Nestlé anunciou a renovação de contrato com Sheilla e Thaisa. O acerto com a oposto derrubou muita gente do cavalo, já que o nome dela era citado por 7 entre 10 pessoas como “certo” nas mudanças obrigatórias após a divulgação do ranking. Ela até já tinha um novo destino. Devagar, meus caros. Tratar o mercado assim é muito perigoso.

Para quem está mais afastado do vôlei, uma explicação necessária. O time de Osasco tem no elenco quatro jogadores que valem 7 pontos no ranking para a temporada 2013/2014, mas o regulamento permite que apenas três sejam inscritas. Além da dupla que renovou o vínculo, estão na mesma situação as pontas Jaqueline e Fernanda Garay. Uma delas vai sobrar. E não será Sheilla.

A oposto festejou a renovação pelo Twitter.

- Mais uma ano!! – escreveu, acompanhado por uma foto de uma comemoração de ponto pelo Sollys.

A renovação de Thaisa já era aguardada. Não surpreende e trata-se de outra excelente notícia para os torcedores de Osasco. Manter duas titulares da Seleção é um ponto de partida importante para iniciar a montagem do novo time.

Mas é importante também que Sheilla e Thaisa voltem a jogar em um nível mais alto em jogos decisivos. Aquela ressaca após o título olímpico em Londres, onde elas foram muito importantes, já ficou para trás.

PS: Depois de publicar o post, li postagens de Adenízia e Camila Brait nas redes sociais festejando também a renovação de contrato com o Sollys. Mais duas boas notícias para o torcedor de Osasco.

 

Que virada!

domingo, 7 de abril de 2013

Incrível, fantástica, sensacional! A virada da Unilever sobre o Sollys/Nestlé é digna de todos os elogios.

Uma reação difícil de acreditar, pela forma com que o jogo se desenrolava até o início do terceiro set. O passe do time carioca estava ruim, Fofão corria de um lado para o outro para se virar (isso aos 43 anos e com uma lesão na panturrilha), Fabi se desdobrava para defender (e muito)… Mas a virada de bola estava ruim e o bloqueio sumido.

Até ali, o jogo do Sollys era perfeito. Saque na jovem Gabi, um sistema defensivo bem montado e jogadoras importantes na virada de bola, como Thaisa, Sheilla e Fernanda Garay. Mas o jogo mudou.

Desculpe para quem me acompanhou na transmissão da CBN, mas preciso ser repetitivo em alguns pontos agora: a virada começou com uma estratégia de saque, voltada para Fernanda Garay. Não que ela passe mal, muito pelo contrário. Mas era a “melhor opção”, já que Camila Brait e Jaqueline possuem aproveitamento melhor, além de limitá-la ofensivamente. E passou a funcionar. Muito mérito para Bernardinho, que sem Logan Tom não tinha opções para mudar esse panorama no banco de reservas. E fez o jogo mudar mesmo assim.

Sem a bola na mão, Fabíola pecou em alguns momentos. Deixou Jaqueline muito tempo sem atacar, perdeu a bola de segurança com Adenízia e Thaisa, não teve Sheilla inspirada nas bolas de segurança que a oposto recebe nestas horas.

Some-se a tudo isso a regularidade que Sarah Pavan teve em grande parte do duelo, o absurdo crescimento de Natália, que voltou a ser aquela que muitos já viram e desconfiavam se veriam de novo, a eficiência de Juciely no ataque e no bloqueio… Por fim, todas elas lideradas por Fofão. A levantadora foi guerreira ao jogar no sacrifício e teve enorme colaboração ao escolher com maestria suas atacantes nos últimos três sets.

É um breve resumo do jogo. Concordam em quais pontos? Discordam? Quais outros pontos vocês inserem para discussão?

Vou almoçar e curtir parte da “folga” de domingo com a família. Mais tarde volto para escrever um texto especial para a edição do LANCE! de amanhã e falar mais da final no Ibirapuera com vocês aqui no blog.

Vídeos da LANCE!TV sobre as finais da Superliga feminina

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Pessoal, bom dia.

A expectativa dos torcedores de Unilever e Sollys/Nestlé deve estar aumentando para a decisão de domingo.

No LANCE! hoje uma reportagem de Ivo Felipe e Guilherme Cardoso com a Fofão. Ela estava na última final que não foi vencida pelos times de Osasco ou do Rio. Vale a leitura.

Aproveito ainda para linkar alguns vídeos feitos pela LANCE!TV nos últimos dias em São Paulo, palco da final.

Fofão relembra títulos e comenta volta a final da Superliga após 11 anos
Final da Superliga reúne musas do vôlei. Veja as beldades!

Meninas de Sollys e Unilever comentam nona final seguida

Vote nos duelos por posição de Unilever x Sollys/Nestlé

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Passou tanto tempo desde as semifinais que parece que a Superliga feminina já acabou, né?

Está, finalmente, chegando a hora da verdade para Unilever e Sollys/Nestlé.

Como já faz um bom tempo que pedi para vocês fazerem tais comparações no blog, vou repetir a dose.

Quem são as melhores em cada posição. Sei que o clubismo vai pesar, mas tentem fazer uma análise do momento de cada atleta. Vamos lá:

Fofão x Fabíola

Sarah Pavan x Sheilla

Jaqueline x Natália

Fernanda Garay x Gabi

Thaisa x Juciely

Adenízia x Valeskinha

Camila Brait x Fabi

 

Coluna de domingo: Direto do túnel do tempo

domingo, 17 de março de 2013

Pessoal, boa tarde. Após curtir o fim de sábado e o início de domingo com os filhos, uma pausa para o blog. Está no ar a Coluna Saque publicada neste domingo, dia 17, no LANCE!

De novo, mais uma vez, novamente. O filme mais repetido dos últimos tempos no esporte brasileiro vai acontecer no dia 7 de abril, no Ibirapuera, em São Paulo.

Unilever e Sollys/Nestlé vão decidir pela NONA vez seguida a Superliga feminina. As cariocas levam vantagem com cinco títulos no duelo com as paulistas de Osasco. No geral, os dois principais rivais do país já fizeram 69 jogos na História do torneio. E a Unilever leva a melhor outra vez: 38 a 31. Nesta temporada, um 3 a 2 para cada lado, com o time que jogou em casa levando a melhor.

Os dois páragrafos acima não têm nada de originais. Foram os mesmos que usei no ano passado para relatar a final da Superliga feminina. Logicamente, atualizei as estatísticas de cada um, além do local e data do novo encontro.

Difícil falar algo diferente, né? São os times que mais investem, que possuem a base da Seleção atual (e também da geração anterior da Seleção), que talvez protagonizam a maior rivalidade do vôlei mundial… E, também, são os times que transformam a competição quase em um jogo de cartas marcadas, já que outros times são criados e depois fecham as portas com a mesma constância do que Unilever e Sollys/Nestlé disputam as decisões.

Tamanha repetição já não faz tão bem ao esporte. E, de uma vez por todas, deve forçar a CBV a mexer em seus critérios de ranqueamento. Se o mecanismo foi criado para equilibrar e evitar concentração de grandes jogadoras em um mesmo time, não está mais funcionando. Precisa de acertos para devolver um pouco do elemento-surpresa à competição nacional.

 

E vamos lá para mais um Unilever x Sollys/Nestlé

sábado, 16 de março de 2013

Terminei de escrever agora minha coluna Saque, que será publicada neste domingo, 17 de março, no LANCE!. Acho que nem preciso citar o tema, né?

Admito que demorei para conseguir encerrá-la. Pensei, pensei, pensei, escrevi, apaguei, recomecei… Felizmente, meu arquivo me ajudou a encontrar um rumo para mais um Unilever x Sollys/Nestlé, que já foi Rexona x BCN, Rexona-Ades x Finasa… Mudaram os nomes, algumas peças, mas a essência é a mesma. Ontem, já imaginando essa possibilidade, resolvi esperar o fim das duas semifinais para atualizar o blog, inclusive. Quem esteve aqui antes e nada encontrou, me desculpe.

Sei que neste blog existem fãs dos dois times, talvez sejam até a maioria aqui. Alguns mais fervorosos, outros mais críticos, alguns mais ácidos. E, sinceramente, gostaria de ler/ouvir as diferentes correntes hoje.

Vocês já estão cansados desta reprise constante na decisão? Logicamente, ambos possuem muitos méritos. Ninguém chega à final por acaso. Assim como nenhum projeto de sucesso dura tanto sem competência. Acerto na hora de contratar, renovar, lanças atletas…  Verdade. Mas a imagem que a Superliga feminina tem hoje é a do “Eu já sabia”. E quanto isso é ruim para a competitividade, para o encorajamento de novos patrocinadores investirem no vôlei?

Perguntas que soam como desafios, principalmente para a CBV, dona do produto. Uma reformulação no ranqueamento é assunto antigo também. Somente isso resolveria? Difícil cravar, mas arrisco a dizer que ajudaria bastante.

Zé Roberto Guimarães, técnico do Vôlei Amil, tocou nesse ponto assim que seu time foi eliminado pelo Sollys. Talvez ali não fosse o momento ideal, já que o discurso parece ser apenas uma desculpa pela derrota. Mas o assunto deve, sim, ser discutido. Pelo bem do esporte no país, eu diria. 

O fórum está aberto para a discussão. E ideias são muito bem-vindas!

 

 

 

Depois do susto, a facilidade

sábado, 9 de março de 2013

O Sollys/Nestlé está a uma vitória de mais uma final de Superliga.

Nesta manhã, em Osasco, triunfo de virada sobre o Vôlei Amil, por 3 a 1. As parciais dizem bem o que foi a abertura desta série semifinal.

O time de Zé Roberto, com boa virada de bola, principalmente com Ramirez, fechou o primeiro set por 25 a 22. Com um saque eficiente, o Vôlei Amil tirou Fernanda Garay do ataque, conseguiu defender com eficiência e abriu um 1 a 0. Em tese, o peso da responsabilidade iria para os ombros da equipe da casa, certo? Nem tanto.

Do segundo set em diante, o Sollys/Nestlé jogou solto, enquanto as rivais travaram. O que dizer de um 25 a 10 numa semifinal para empatar o placar? Do lado de Osasco, Garay entrou no jogo, Jaqueline assumiu a responsabilidade em momentos importantes e Sheilla apareceu com destaque no bloqueio.

Tudo igual no marcador, mas o tal equilíbrio não se mostrou nas parciais seguintes. 25-16 e 25-20 para o Sollys fechar o jogo. Sheilla marcou 19 pontos, seis deles no block.  Garay fez 15, Thaisa, 14, e Jaqueline, mais 11, para ser eleita a melhor em quadra. Pelo lado campineiro, a búlgara Vasileva marcou apenas oito pontos. E esse número explica, em parte, o desnível técnico em parte do duelo.  Walewska, com 12 acertos, acabou sendo a melhor do Vôlei Amil.

Vale lembrar também que Fernandinha ficou no banco, entrou nos dois primeiros sets, mas ainda não tem condições físicas para voltar a ser titular no levantamento.

Sem a titular e com as atacantes virando poucas bolas, fica muito difícil para o Vôlei Amil impedir o Sollys de chegar a mais uma final.

 

 

 

 

 

Em grande estilo, Banana Boat/Praia Clube iguala playoff

sábado, 2 de março de 2013

Na abertura do playoff entre Banana Boat/Praia Clube e Sesi, o assunto mais discutido foi a levantadora. Talmo usou Carol Albuquerque no lugar de Dani Lins, surpreendeu e venceu. No segundo jogo, o tema principal pode ser o mesmo. Desta vez, a jovem Juliana Carrijo deu um show na distribuição e deixou o placar da série empatado em 1 a 1, após o 3 a 0 (26-24, 25-20 e 25-22). O tira-teima que decidirá a semifinalista acontecerá na segunda-feira, às 18h30, novamente em Uberlândia.

A boa atuação de uma levantadora, às vezes, pode ser comprovada pelo equilíbrio na pontuação das demais jogadoras do time. Na sexta-feira, as centrais Angélica e Dani Scott lideraram a pontuação do Praia, com 11 acertos cada. Cada uma recebeu 16 bolas no ataque, com a americana colocando oito no chão, uma a mais do que a companheira. Logo atrás delas na pontuação apareceram Monique e Dayse, com nove pontos, e Michelle, com oito.  Números muito próximos.

Era algo bem difícil ver algo semelhante com Herrera em quadra, por exemplo. Com essa divisão quase perfeita, o técnico Spencer Lee conseguiu superar a ausência de sua principal atacante.

A temporada mostra a evolução de Juliana. No ínício da Superliga, a levantadora Camila Torquete era a capitã do time de Uberlândia, que ainda contratou a experiente Camila Adão. E a titular não se abalou com a concorrência e faz uma Superliga de afirmação no cenário nacional. Olho na garota!

Pelo lado do Sesi, Tandara fez 15 pontos. A jogadora deu um susto no segundo set, após ter uma queda de pressão. Ficou um tempo fora, voltou no terceiro, mas sem a mesma força no ataque.

No outro jogo de sexta, nenhuma surpresa. Sollys/Nestlé 3 a 0 na Usimimas/Minas, carimbando o passaporte para a semi. Com exceção do segundo set, o único que foi equilibrado, domínio total das paulistas.

Sheilla e Jaqueline foram bem no ataque e terminaram com 17 pontos cada. A ponta, porém, teve um aproveitamento bem melhor: 56% x 42%.

O Minas, surpresa na temporada passada, fica nas quartas, algo já “previsto” pelo tamanho do investimento. Nos bastidores, comenta-se uma mudança de patamar para a próxima temporada. A fanática torcida mineira merece,

O time de Luizomar de Moura agora espera o vencedor da série entre Amil Vôlei x Pinheiros.

Unilever e Sollys/Nestlé caminham para o óbvio 2 a 0

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Será surpreendente ver algo diferente do acontecido ontem nos duelos Unilever x Rio do Sul e Sollys/Nestlé x Usiminas/Minas.

3 a 0 para os favoritos, sem qualquer susto nas parciais, deixando assim os dois gigantes que dominam a Superliga há quase uma década bem próximos da semifinal.

No Tijuca, no Rio, Gabi voltou a se destacar pela Unilever. Foram 14 pontos e o troféu de melhor em quadra para a jovem ponta. Hoje acho que já vale colocar em discussão: a contratação de Logan Tom foi desnecessária? Pelo que Gabi está jogando, a americana não teve o impacto que se esperava no retorno para o Brasil. Quando estiver recuperada da contusão, Tom poderá esquentar o banco. Uma cena até certo ponto rara, não?

No sábado, às 16h, em Rio do Sul (SC), a série deverá terminar. E a Unilever vai esperar o vencedor de Sesi x Banana Boat/Praia Clube.

Em Osasco, o Sollys/Nestlé finalmente contou com uma atuação sem altos e baixos de Sheilla na vitória sobre o Minas. O 25 a 11 do terceiro set talvez tenha sido exagerado, mas demonstra a diferença dos times na temporada.

A oposto terminou o duelo com 19 pontos e admitiu depois que estava devendo uma atuação convincente. Se Sheilla mantiver o crescimento nos playoffs, será um diferencial neste estrelado time de Luizomar de Moura.

O segundo jogo da série será na sexta, às 18h30, na Arena Vivo, em BH.

 

Sollys/Nestlé 3 x 2 Unilever: comentem

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Galera, bom dia!

O encerramento da fase de classificação da Superliga feminina teve cara de final no Ginásio José Liberatti, não? Vamos aos motivos:

- Algumas grandes jogadas dignas da quantidade de selecionáveis em quadra

- Emoção de sobra

- Parciais equilibradas

-  Alternância no placar. Com o 2 a 0, o Sollys/Nestlé caminhava para roubar o primeiro lugar da Unilever, que conseguiu o empate e assim a confirmação da liderança.

- Atuações individuais destacadas. Jaqueline e Garay pelo time da  casa. Juciely e Regiane pelas visitantes.

E, infelizmente, também não faltaram:

- Desentendimento entre as comissões técnicas

- Provocações

- Troca de farpas após o jogo

- Jogadoras que estavam abaixo do nível conhecido. Natália é o principal exemplo

- Falhas de arbitragem (por um lapso, havia esquecido um tópico muito importante)

Dentro de todos esse contexto, o que mais vocês destacam do clássico?

E vocês não acham que a rivalidade está próxima de um nível perigoso? Eu temo que estejamos bem próximo de uma grande confusão. Espero estar equivocado.