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Posts com a Tag ‘Sidão’

Vaivém: Dani Lins e Sidão garantidos no Sesi

terça-feira, 16 de abril de 2013

Outra notícia oficializada nesta terça-feira foi a renovação do casal Dani Lins e Sidão com o Sesi.

No time feminino, Fabiana, Bia e Suelle já estavam garantidas. No masculino, o central é o primeiro nome anunciado na nova formação que terá Marcos Pacheco como técnico.

Até o fim da semana, reforços serão anunciados pelo time.

Vaivém: Casal mantido e outras possibilidades no Sesi

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A renovação de contrato de Dani Lins e Sidão deverá ser sacramentada ainda nesta sexta-feira.

As negociações do casal com o Sesi estão me adiantadas e somente uma zebra daquelas seria capaz de mudar a situação.

No masculino, mudanças mais radicais só irão acontecer na próxima semana, quando o campeão da Superliga estará definido. O Sesi está de olho em alguns craques que estarão em quadra domingo, no Maracanãzinho. E o mercado daria uma baita sacudida caso duas das opções já ouvi se tornassem reais.  Não adianta citar os nomes hoje, já que todos serão desmentidos até segunda-feira. Voltarei ao assunto com mais detalhes no domingo, já que o resultado vai definir também os rumos que o RJX seguirá na próxima temporada.

Outro alvo do Sesi é o ponta Lucarelli, o grande nome da geração que ganhará espaço na Seleção Brasileira para o próximo ciclo olímpico. Em Minas, os dirigentes do MTC e da Vivo sabem que a tarefa de segurá-lo é muito difícil.

 

 

Vivo/Minas fecha série. Em Canoas, Sesi sobrevive

sexta-feira, 15 de março de 2013

A quinta-feira de Superliga começou com mais um equilibrado duelo entre Móveis Kappesberg/Canoas x Sesi, no Rio Grande do Sul, e terminou com o Vivo/Minas eliminando o Medley/Campinas, em BH.

Após 3h, com direito a mais um apagão (até o narrador do SporTV deu uma cornetada ao falar no assunto que está virando recorrente no vôlei), o time de Giovane Gavio sobreviveu na série ao vencer no tie-break, parciais de 25-23, 19-25, 25-23, 18-25 e 15-13.

Prestem atenção na diferença de pontos nos sets vencidos pelo Sesi. Todos no sufoco. Em vários jogos que vi do time, a superação e a experiência de alguns atletas falaram mais alto em momentos decisivos, já que o conjunto ainda deixa a desejar.

Sem Sidão e Tiago Barth, o jovem Aracaju foi escalado como titular no meio e logicamente sentiu o peso do jogo, fazendo apenas quatro pontos.  O companheiro Eder, por sua vez, apareceu bem em momentos-chave do jogo, totalizando 15 pontos (11 no ataque, dois no bloqueio e dois no saque). Ficou atrás apenas de Lorena (19) e Murilo (16).

Já o Canoas deu uma aula de bloqueio com Salsa (oito pontos) e Gustavo (seis). O restante do time colaborou com mais quatro. Mas deixou a desejar na rodada de bola, perdendo alguns contra-ataques. Gostei da entrada de Enoch a partir do quarto set. Ele foi mais eficiente neste jogo do que Minuzzi e Dentinho, os ponteiros titulares. Mas faltou algo à equipe de Paulão. Talvez o time com média de idade mais alta da competição (quase 31 anos) tenha ficado ansioso demais em alguns momentos, já que tinha a chance de conseguir a vaga na semifinal jogando em casa.

Não vi todo o jogo, mas li algumas críticas de Gustavo aos árbitros. A atuação deles comprometeu?

Sobre o terceiro e decisivo jogo, em São Paulo, não arrisco palpite. A série está muito equilibrada.

Em BH, com a transmissão do SporTV entrando já no fim do primeiro set, após o atraso da partida em Canoas, o Vivo/Minas viveu alguns altos e baixos, mas conseguiu carimbar o passaporte para a semifinal.

Olhando os números do jogo, fiquei me perguntando se Rodriguinho e Murilo Radke não usaram pouco dois jogadores em especial: Jurquin e Gustavão. Eles tiveram um altíssimo aproveitamento: o cubano colocou 12 de 17 bolas no chão (70%), enquanto o central pontuou em 13 de 19 ataques (68,4%). Não sou levantador, mas acho que faltaram bolas para a dupla.

Marcelinho foi eleito o melhor em quadra. E concordo com um comentário feito pelo Marco Freitas: aos 38 anos, ele vive a melhor fase, tecnicamente falando, da carreira. Já ajudou demais na campanha do terceiro lugar na temporada passada e está repetindo o alto nível nesta Superliga.

Para equilibrar os duelos com o RJX, o Minas precisará ter Filip saudável. Ele é um oposto que faz a diferença quando está fisicamente bem, além da regularidade de Lucarelli, que me chamou a atenção por algumas defesas incríveis e por ter conseguido controlar muitos saques pesadíssimos.

O que acham desta série semifinal?

É o renascimento do Sesi no masculino?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Na noite de quinta-feira, após ver o 3 a 0 aplicado pelo Sesi no Sada/Cruzeiro, na casa do rival, fiquei imaginando a seguinte situação: se eu tivesse lançado um bolão antes da partida, quantos teriam apostado na vitória dos visitantes, que faziam até então campanha muito irregular, em sets diretos, contra o então invicto time mineiro?

Acho que seriam poucos. Ou quase nenhum.

O triunfo pode ser um divisor de águas para o time do Sesi na Superliga. Até o clássico contra o Sada/Cruzeiro era apenas 1 vitória e quatro derrotas, uma campanha muito abaixo do esperado pelo elenco que Giovane tem em mãos. É fato que os problemas físicos impediram a escalação da força máxima em alguns jogos, que improvisações foram necessárias, que jovens entraram em algumas fogueiras… Mas ainda assim eu, particularmente, esperava mais. Ontem, o time jogou muito.  E deu a impressão de que vai se recuperar na competição, chegando com muita força aos playoffs.

No ataque, o percentual de acerto de alguns atletas do time paulista foi alto. Sidão colocou nove de 11 bolas no chão. Murilo pontuou em 11 das 18 bolas levantadas. Cleber foi outro com atuação decisiva em momentos-chave. Já o Sada/Cruzeiro teve uma noite muito abaixo da média neste fundamento. Wallace, homem de segurança, fez apenas sete pontos (dois no saque). Leal fez um pontinho a mais no total. Os centrais Douglas Cordeiro e Acácio, que costumam ser muito acionados por William, também não apareceram tanto. Apenas Filipe, que terminou com 12 pontos, teve uma atuação dentro dos padrões.

Na classificação, o Sesi ainda está muito distante dos líderes. Soma nove pontos, na oitava posição, o limite para entrar nos playoffs. O líder invicto RJX tem 17, três a mais do que o Sada.

Na rodada, vale destacar mais uma vitória do Móveis Kappesberg/Canoas, desta vez sobre o Funvic/Midia Fone, em Pindamonhangaba, no tie-break. O time de Gustavo ocupa uma surpreendente terceira posição, com 11 pontos. É uma boa gordura para quem traçou como meta brigar pelas últimas vagas nos playoffs. Outro que está acumulando pontuação contra rivais diretos é o Volta Redonda, quinto colocado com dez pontos.

Já quem deve abrir o olho é o Vôlei Futuro, com apenas cinco pontos, em décimo lugar. Depois de vencer o Sesi, criou-se uma expectativa de melhoria do time de Araçatuba. Mas o esperado não se concretizou.

Confusão pode desfalcar o Sesi

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A confusão ocorrida em Campinas durante o primeiro jogo da final do Paulista masculino pode atrapalhar ainda mais a vida do Sesi.

O time da capital, que precisa vencer o segundo duelo contra o Medley/Campinas, sábado, para se manter vivo na briga pelo título, terá quatro jogadores julgados nesta quinta-feira: Lorena, Sidão, Leozão e Cleber.

Eles podem pegar até nove jogos de suspensão. Três integrantes da comissão técnica campineira também serão julgados, podendo pegar o mesmo gancho.

A dupla vitória do Brasil no sábado

sábado, 9 de junho de 2012

Boa tarde, pessoal!

Gostaram da atuação das Seleções masculina e feminina neste sábado? Hoje, vai um texto “misto” para vocês.

Em Lodz, na Polônia, triunfo do time de Zé Roberto sobre a Sérvia por 3 a 2, parciais de 21-25, 25-18, 25-23, 23-25 e 15-5.

Algumas coincidências em relação ao jogo com a Itália:

1) Adenízia voltou a fazer oito pontos no bloqueio. O fundamento, inclusive, foi responsável por 24 pontos para o Brasil, um número fantástico.

2) Fernanda Garay liderou o time na pontuação outra vez. Agora, com 22 acertos, mesmo número de Paula Pequeno.  A capitã vai brigar por vaga de titular em Londres. Hoje, está merecendo um lugar.

3) Mari jogou apenas o primeiro set, anotou dois pontos e não voltou mais. Tandara, a substituta, fez 14. Já vou me preparar para os defensores e para os críticos da loira…

4) Mais uma atuação acima da média no tie-break, minimizando erros, dominando as ações e não dando chance para o rival. 15 a 6 sobre a Itália e 15 a 5 sobre a Sérvia. Raro de acontecer. E de repetir.

Diferentemente da estreia, Fernadinha foi titular. Dani Lins entrou apenas na inversão, no segundo e quarto sets. As chances para a “novata” estão sendo dadas e a briga por um lugar em Londres está aberta.

Em São Bernardo do Campo, mais um 3 a 0 do masculino, desta vez sobre o Canadá, parciais de 25-22, 25-17 e 25-11.

Também parecido com o enredo do duelo anterior, com a Finlândia. Dificuldades do início, jogo fluindo melhor com o passar do tempo. Wallace, de novo, foi o maior pontuador, com 14 acertos.

Bernardinho deu chance para Thiago Alves, sacando Dante. Rodrigão também iniciou o duelo, no lugar de Lucão.

Entre os titulares, Sidão foi outro que se destacou. Marcou cinco pontos no bloqueio, mais de 50% da pontuação da Seleção no fundamento. Murilo teve uma atuação bem mais firme do que na véspera. É um jogador importantíssimo no time atual e precisa crescer de produção até a Olimpíada.

Brasil 3 x 0 Finlândia. Gostaram da atuação da Seleção?

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Uma vitória por 3 a 0 costuma ser, quase sempre, incontestável. No triunfo brasileiro sobre a Finlândia, na manhã desta sexta, o quase merece ser destacado.

A atuação da Seleção ainda não foi de encher os olhos na totalidade da partida, algo que costuma ser perigoso contra adversários mais fortes.

No primeiro set, as falhas na virada de bola, principalmente com os ponteiros, ficaram claras. Ricardinho ainda busca encontrar o tempo de bola com Murilo e Dante. O capitão do time teve uma atuação bem apagada, anotando apenas um ponto (e no bloqueio). No segundo set, foi substituído por João Paulo Bravo, que não havia sido aproveitado até agora na Liga Mundial. Já Dante cresceu no jogo, aparecendo com mais precisão nas bolas de fundo pelo meio.

Depois de sair do enrosco na parcial inicial, vencida por 25 a 21, o Brasil cresceu. O saque passou a funcionar, principalmente com os centrais Lucão e Sidão. A dupla também pareceu mais à vontade com Ricardinho. O levantador, inclusive, tornou público antes da etapa de São Bernardo de Campo que estava tendo dificuldade para achar as melhores bolas de Lucão e Sidão. Os dois, pela altura, precisam de levantamentos mais altos, bem diferente, por exemplo, do estilo mais rápido de Gustavo e André Heller, que se davam muito bem com o camisa 17.

Vale uma menção também para outra boa atuação de Wallace, jogador que até agora melhor se entende com Ricardinho. Com 14 acertos, o oposto foi o maior pontuador brasileiro.

Já o atípico 25-9 no terceiro set mostra o abismo real que existe entre as seleções. E talvez faça com que o Brasil, que ainda busca encontrar um ritmo mais constante na temporada, tenha certeza de que seu nível de jogo pode (e precisa) ser muito mais alto.

Primeira lista de convocados para a Liga Mundial

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A CBV divulgou em seu site a primeira lista de convocados para a Liga Mundial. Ela não apresenta jogadores de Sada/Cruzeiro e Vôlei Futuro, finalistas da Superliga, RJX, eliminado na sexta-feira, além de selecionáveis que estão no exterior. Estes só serão chamados na próxima semana.

A novidade é a presença dos jovens Lucarelli, ponta do Vivo/Minas, e Renan, oposto do BMG/São Bernardo.

Dois acertos na lista de Bernardinho. A dupla tem muito talento, fez uma ótima Superliga e com certeza terá muitas oportunidades no ciclo olímpico para o Rio-2016.

Além dos dois, que iniciam os treinos em Saquarema hoje, foram chamados Murilo, Sidão, Rodrigão e Escadinha, do Sesi, Giba, Bruninho e Eder, que eram da Cimed.

Alguns nomes que foram convocados no ano passado ficaram fora. Wallace, oposto do Sesi, e Gustavo, central da Cimed, são dois exemplos.

Coluna de domingo: RJX deixa a má impressão para trás

domingo, 25 de março de 2012

Pessoal, a coluna Saque publicada neste domingo, 25 de março de 2012, no LANCE!, com o primeiro semifinalista da Superliga masculina.

O RJX atraiu todos os holofotes do mundo do vôlei ao ser criado, em abril de 2011. Com aporte do bilionário empresário Eike Batista, o time carioca logo ganhou o rótulo de mais rico do país, com o maior orçamento entre todos os participantes da Superliga. O investimento beira  R$ 13 milhões para manter um elenco estelar, com os selecionáveis Dante, Marlon, Lucão e Theo, ações de marketing com a cidade olímpica como pano de fundo, sem esquecer a área social, com escolinhas de vôlei apadrinhadas por Bernardinho em comunidades pacificadas do Rio. Tudo muito bonito no papel.

Depois de quase um ano de existência, o RJX passa a ser o centro das atenções novamente, mas graças aos resultados obtidos dentro de quadra. Neste sábado, com oito mil pessoas no Maracanãzinho, o time carioca fechou o playoff contra o Sesi por 2 a 0 e é o primeiro semifinalista da Superliga 2011/2012. Pode parecer pouco, mas não é.

O adversário é o atual campeão nacional e possui um elenco tão caro e estelar quanto o RJX. Murilo, Escadinha, Rodrigão e Sidão possuem títulos mundiais e olímpicos no currículo. O resultado afasta também a má impressão deixada pelo milionário time carioca na fase de classificação. O sétimo lugar, atrás de rivais com metade do investimento anual, como Vivo/Minas e Medley/Campinas, aumentou a pressão sobre o RJX. O técnico Marcos Miranda e alguns jogadores foram colocados em xeque. Muita  gente ligada ao mercado passou a acreditar que o patrocínio para as próximas temporadas fosse cair drasticamente. Por enquanto, esqueçam.

O time superou os problemas de entrosamento, ganhou corpo e tem chances reais de transformar a Superliga em ouro, algo que Eike “Midas” Batista sabe muito bem o que é.

Viradas em dois jogaços em Araçatuba!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Quem pôde acompanhar os dez sets disputados, na noite de ontem, no Ginásio Plácido Rocha, não se arrependeu.

Na preliminar masculina, o Sesi virou para cima do Vôlei Futuro, parciais de 25-27, 25-23, 21-25, 25-23 e 15-7.

Vale ressaltar que o time da capital segue sem os opostos Wallace e Leozão. Sidão, com 17 pontos, sendo sete no bloqueio, foi eleito o melhor em quadra. Já o time da casa sentiu a falta do cubano Camejo, obrigando Ricardinho a centralizar os ataques em Lorena, que fez 25 pontos.

O resultado deixou Vôlei Futuro, Sesi e Sada/Cruzeiro empatados na primeira posição com 44 pontos. Bela briga!

No jogo de fundo, a Unilever, até então invicta e cheia de predicados, abriu 2 a 0 e parecia caminhar para outra vitória sem perder parciais. Até parte da torcida do Vôlei Futuro deixou o ginásio mais cedo. E estes torcedores não puderam ver a incrível virada, com vários rallies sensacionais e Paula Pequeno desequilibrando na reta final do tie-break.

Como o Sollys/Nestlé fez 3 a 0 no Sesi, a última rodada ganhou em emoção. A Unilever foi para 57 pontos, dois a mais do que o rival de Osasco. Assim, o clássico de sexta-feira, no Maracanãzinho, valerá a primeira posição da fase de classificação. Imperdível!