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Posts com a Tag ‘Sada/Cruzeiro’

Sada/Cruzeiro mais forte e encorpado para 2013/2014

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O Sada/Cruzeiro também voltou ao trabalho na manhã desta segunda-feira e mostrou apenas parte de suas caras novas em Belo Horizonte.

O atual vice-campeão da Superliga apresentou o levantador Vinhedo, ex-Benfica (POR), e o oposto Paulo Vitor, ex-RJX. Os centrais Eder e Isac, que estão com a Seleção Brasileira, e o ponta venezuelano Luis Diaz, que ainda regulariza sua documentação, foram as ausências.

Acrescente então a base que levou os mineiros ao topo do vôlei nacional: o levantador William, o oposto Wallace, o líbero Serginho, o central Douglas Cordeiro e os pontas Filipe e Leal. E tenha uma equipe mais forte, na minha opinião, do que a da temporada passada.

O bloqueio foi o fundamento com pior aproveitamento do Sada/Cruzeiro na Superliga. E o problema deverá ser sanado com o experiente Eder e promissor Isac. Não por acaso, a dupla foi titular da Seleção nos jogos contra a Argentina, no último fim de semana, em Mendoza, pela Liga Mundial.

Vi uma frase do argentino Marcelo Mendez na apresentação e acho que ela resume bem o que será o novo Sada/Cruzeiro:

- Grupo homogêneo para que eu possa trocar as peças e não ter diferença.

Pelos nomes que terá à disposição, o hermano poderá ter um grupo com mais do que sete titulares.

 

Vaivém: O segundo gringo do Sada/Cruzeiro pode ser um venezuelano

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Sada/Cruzeiro está de olho nos vizinhos latino-americanos para contratar o segundo estrangeiro para a temporada 2013/2014, que será companheiro do cubano Leal.

O blog apurou que um dos nomes estudados (e que agrada muito) é o de Luis Diaz, ponta venezuelano de 29 anos. Alguém se lembra dele? Eu, como setorista de vôlei do LANCE! em 2002, estive em vários jogos dele pelo Suzano, de Ricardo Navajas, no Ginásio Paulo Portela. Logo depois, em 2003, o acompanhei no Pan-Americano de Santo Domingo, na República Dominicana, onde a Venezuela liderada por Gomez surpreendeu o mundo ao eliminar o Brasil na semifinal da competição. Uma das ou a maior zebra da era Bernardinho.

O jogador, de 2,05m, disputou a última temporada pelo Hallbank, da Turquia. Antes, teve várias passagens pelo vôlei italiano: Modena, Padova, Vibo Valentia.

Admito ter ficado surpreso com o interesse do Sada/Cruzeiro no venezuelano. Nunca o coloquei como um ponta acima da média. E não acho que ele tenha bola para roubar a vaga dos titulares Filipe e Leal, por exemplo.  Estou exagerando?

 

Vaivém: Sada/Cruzeiro oficializa oposto

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Uma nota oficial do Sada/Cruzeiro confirmou a contratação do oposto Paulo Victor, ou Da Silva, como preferirem.

Ele foi campeão pelo RJX na última temporada e se destacou em alguns momentos. Falei sobre o assunto dias atrás: http://blogs.lancenet.com.br/volei/wp-admin/post.php?post=5493&action=edit

Vaivém: Vinhedo confirmado no Sada/Cruzeiro

terça-feira, 7 de maio de 2013

O Sada/Cruzeiro confirmou, nesta terça, o acerto com o levantador Vinhedo.

Na última semana de abril escrevi sobre o interesse mineiro no atleta, que estava no Benfica, de Portugal.

Vinhedo chega para substituir Daniel e ser reserva de William.

- Eu chego no Sada Cruzeiro totalmente consciente do meu papel, ciente de que a equipe tem o melhor levantador do Brasil como titular. Pretendo aprender muito com ele e com essa grande equipe que é tão vitoriosa – comentou o levantador de 1,85m.

 

BH fatura o Mundial de Clubes

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Belo Horizonte será confirmada futuramente pela FIVB como sede das próximas edições do Mundial masculino de clubes.

A cidade venceu a disputa interna, que tinha São Paulo como outra forte pretendente.

O Ginásio Felipe Drummond, o popular Mineirinho, precisará passar por uma grande reforma para receber as partidas. Durante a Superliga, com a possibilidade de uma final entre Sada/Cruzeiro e Vivo/Minas, foi feito um orçamento apenas para “retoques e maquiagens” no local. E o valor chegava a R$ 200 mil, segundo o blog apurou. Ou seja, o Governo de Minas Gerais precisará desembolsar uma boa grana para as obras.

Nesta temporada, o Mundial acontecerá em outubro. A partir de 2014, a competição será disputada em maio.

PS – Para quem me perguntou sobre a presença de Aécio Neves, no Maracanãzinho, na final da Superliga masculina entre RJX x Sada, parte da resposta está dada acima. A outra, que era apenas a versão oficial, é que ele é torcedor do Cruzeiro.

Vaivém: Sada/Cruzeiro de olho em oposto do visado RJX

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O oposto Paulo Victor, também conhecido por Da Silva, interessa ao Sada/Cruzeiro.

Reserva do RJX na campanha do título da Superliga, ele apareceu bem em vários momentos da competição e deu conta do recado ao substituir Theo.

O jogador tem 26 anos e 1,97m. Ele, caso a negociação caminhe, chegaria para o lugar do cubano Sanchez.

Nos últimos dias, o RJX se movimentou bastante para tentar manter a sua base campeã. Após a confirmação da manutenção do investimento da EBX, empresa do grupo de Eike Batista, o time tem negociado com seus atletas, já que vários possuem propostas de rivais do país e também do exterior.

Bruninho e Lucão, por exemplo, foram procurados pelo Sesi. Hoje, a apuração aponta para a permanência do levantador no Rio de Janeiro, enquanto o central partirá para o time paulista. Porém, com a disputa do Sul-Americano se aproximando, confirmações só aconterão após o fim da competição que dará vaga no Mundial.

Vaivém: Marcelo Mendez mantido no Sada/Cruzeiro

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mais um clube mineiro, mais um técnico argentino garantido na próxima temporada.

Depois de o Vivo/Minas confirmar Horacio Dileo, o Sada/Cruzeiro confirmou que Marcelo Mendez treinará o time pelo quinto ano consecutivo.

Nos dois casos, decisões acertadas.

Marcelo Mendez tem muitos méritos na formação da equipe que esteve nas finais das três últimas edições da Superliga, com um título e dois vices.

O hermano já sabe que parte da base do time será mantida, casos de William, Filipe e Leal, que possuem mais um ano de contrato.

Email bombástico de dirigente do Sada/Cruzeiro para a CBV

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O blog teve acesso a um email enviado, no domingo, por Vittorio Medioli, e empresário dono do Grupo Sada, que patrocina o Cruzeiro, aos dirigentes da CBV.

Ele critica abertamente a entidade e a forma com que a Superliga é dirigida. Medioli ainda reclama do poderio econômico de RJX e Sesi, que , segundo ele, monopolizam a base da Seleção e são privilegiados.

Em um texto repleto de ironias, diretas e indiretas (publicado na íntegra e sem correções gramaticais), o mandatário do Sada/Cruzeiro demonstra toda sua insatisfação.

Procurada, a CBV disse que sabia do teor do documento, mas não iria se pronunciar.

Prezados Ary, Renato, Fabio e demais dirigentes do vôlei nacional,

Parabéns a vocês da CBV. Atingiram todos os objetivos fixados para esta Superliga. Venceram, mesmo entre vitimas que terão, agora, que enterrar.

Deixo-lhes algumas ponderações tardias que deveria ter tido a coragem de fazer no ano passado, mas que a vitória e minha saúde me dissuadiram em fazer:

- 6 atletas de seleção num time com orçamento de R$ 17 mi

- 5 atletas de seleção num time com orçamento acima de R$ 12 mi que é mantido por contribuição sindical compulsória, por força de lei,  inclusive da minhas empresas. Recursos destinados legalmente e estatutariamente ao amparo social e educacional dos trabalhadores e de seus filhos.

- o trabalhador da minha empresa não torce pelo Sesi, torce pelo Sada; não é amparado pelo Sesi,  e se vê a disputar contra o SESI. Minhas empresas contribuem ao SESI por força de lei, nossos fundos são doações expontaneas e comerciais. Um patrocinador privado investe no que é sustentável,  não numa loucura sem parâmetro econômico e responsabilidade social, certamente não para enfrentar que tem recursos sem limites, desviados das finalidades constitucionais.

- CBV, com seus equívocos, conseguiu realizar uma divisão nítida no vôlei brasileiro. Um vôlei bilionário, estratosférico, sem compromissos com gastos,   que pode pagar mais que times russos, poloneses, italianos e arrematar toda a seleção; outro vôlei barnabé cujos patrocinadores, intimidados, fogem espantados por tanta irracionalidade.

- Os times por imposição de CBV/Globo  não possuem nome, quem decide o nome ridiculo do time é a rede que levou os direitos televisivos, sem pagá-los aos clubes. Pelo menos, pagasse para fazer o que quer!, mas é de graça.

- Não existe premiação de entrada e de resultado, nem direitos de televisionar. Se Não tem espaço na grade de programação, também não existe vontade de CBV se acordar com mais canais de tevê (mesmo de graça como é com a rede Globo (?), unica titular. Globo cobra para ceder a transmissão para outros canais?

- Nem meu time, dispondo do atrativo de títulos nacionais e internacionais conseguiu algum patrocinador. Perdeu ou BMG que pagava suadamente R$ 600 mil por uma temporada inteira. Não se sentiu retribuido pelo titulo mineiro, nacional, Sul Americano!  Imagine os demais times o que podem esperar nessa situação.

- a final da Superliga se disputa numa manha de domingo. A grade não permite outra solução. A rede de tevê determinou, ponto final. No exterior é a melhor de 3 ou de 5 jogos, aproveitando a importância da decisão para dar retorno aos patrocinadores e satisfação aos torcedores, vender camisas, dar visibilidade a quem investe.

- CBV distribui ajudas ao clube que quiser, sem transparência, impessoalidade e proporcionalidade, deveres de uma entidade que recebe recursos públicos?

- Bancos patrocinadores que investiam no vôlei, não investem mais em atletas e quadras, forrados de BB. BB não dá nada aos clubes.

- Os patrocinadores da Superliga e da Seleção são os mesmos. Pagam para patrocinar a Seleção e levam a Superliga de troco. Nisso os times nada recebem.

- Hoje no final do jogo, na tevê, os comentaristas comemoravam que agora começa o circuito mundial . “ACABOU” Superliga, até com regozijo. Rio se consagrou o templo do vôlei do dinheiro. Unilever+Sky e EBX.

- Ficarão em quadra durante os próximos 5 meses, apenas 12 atletas milionários de 2 clubes apenas, enquanto 300 atletas e centenas de técnicos  estarão sem remuneração, perdendo apartamentos, e vivendo uma agonia cíclica de 6 meses de inatividade absoluta e constrangedora.

- Ao escutar esse triunfalismo me deu vontade de chorar, sabendo o que isso significa para o mundo do vôlei, centenas de famílias na inseguranças e de jovens na desorientação.

- o próximo jogo do Sada será em final de setembro ou outubro, depois de 6 meses de inatividade. Pagaremos salários e despesas de 20 atletas e técnicos profissionais, aguardando que CBV reinvente a cada ano uma nova ilusão de Superliga, rejuntando os cacos dos cacos da anterior.

- os clubes são culpados. Acreditam em papai Noel.

- Os patrocinadores não atenderão ao telefone dos clubes até outubro. O clube se desintegra por inercia, por “não existir” durante 7/8 meses, por não ter o que fazer.

- Insisto na tese de alguns analistas desse mundo do vôlei que culpam o equivocado projeto do Sesi/SP – que deveria investir suas verbas de forma impessoal e  proporcional para filhos de trabalhadores e seu lazer. Gerou-se com a invasão um vôlei milionário, disparatado,  no meio do vôlei tupiniquim no qual Cimed fazia sucesso e formava atletas.

- Havia um campeonato “Paulista” tão importante e disputado quanto Superliga. Entrou Sesi e em  São Paulo o vôlei enfrentou uma rápida decadência, os times foram desmantelados: SBC, Pinheiros, Volei Futuro, São Caetano, Santo André, Medley e, fora de SP, o glorioso Cimed mais meia duzia desistiram de sobreviver.

- Quem faz as contas antes de entrar em disputa e considera a existência do Sesi e de seu orçamento galático  desiste de competir, só tem direito em sonhar num bronze. SESI pode pagar 2 vezes mais de quanto um time russo oferece e 3 vezes mais de quanto um primeira linha do Brasil consegue. O RJX, nem se fala, será campeão pelo resto da decada, pois Sesi usa mal seu dinheiro..

- a falta de competitividade assola a Superliga, nunca será um torneio de grande importância que possa beneficiar um numero maior de pessoas e levar grande alegria aos jovens e torcedores. É um modelo sem sustentabilidade, eivado de absurdos.

- Depois de 4 temporadas de Sesi, o que sobrou? O RJX, com 50% mais de orçamento (!) do  que o próprio SESI. Os atletas da seleção se dividem entre eles. A próxima Superliga já tem finalistas decididos e campeão garantido.

- Mais logico a CBV pedir ao Senat, Senai, Sesc, Senar, Sest, Sebrae, Sescoop, IEL, Abdi, Apex,etc disputar entre si uma Superliga Sindical  milionária com 100% de atletas da seleção.  O jogo vai ficar mais parelho, mais justo, mais competitivo entre iguais que pode usar dinheiro de contribuições sindicail compulsória como metralhadora.

- como amante do vôlei segurei minhas lagrimas várias vezes, frente a tantas incongruências,  achando que Deus premiaria sempre quem disputa com o coração e com esportividade, mas o vôlei do dinheiro sem limite chega a ser imbatível.

- Os clubes são frágeis e, mais devastados ficam, ao fim de uma Superliga como essa que sagrou a “seleção brasileira” campeão do torneio do tostão contra o bilhão. Absurdo e irreal.

Vittorio Medioli (sem revisão)

E o futuro do Sada/Cruzeiro?

domingo, 14 de abril de 2013

Como já escrevi na minha coluna de hoje, o Sada/Cruzeiro sai na frente dos rivais para a temporada 2013/2014 por manter parte de sua espinha dorsal: William, Filipe e Leal possuem mais um ano de contrato.

A dúvida principal é Wallace, jogador muito cobiçado no mercado.

Já ouvi de diferentes fontes que alguns jogadores que fizeram uma boa Superliga interessam. Mauricio, central do Vivo/Minas e que foi eleito o melhor bloqueador da competição, é um deles.  Isac, do São Bernardo, é outro que está na lista de vários times. Neste cenário, acredito que Douglas Cordeiro também continue.

O futuro de Serginho também é uma incógnita. O mercado dos líberos depende bastante da divulgação do ranking, já que atletas mais experientes, como o próprio cruzeirense, e Escadinha, do Sesi, poderão ser bonificados pela idade, algo que ajudaria na montagem do restante do elenco.

 

 

Promessa é dívida. Qual o futuro do campeão da Superliga?

domingo, 14 de abril de 2013

Antes de mudar a chave e me dedicar ao fechamento do LANCE! de amanhã, um post sobre vaivém e futuro do RJX.

O mercado ainda aguarda uma definição do orçamento do novo campeão da Superliga para se mexer. Todos estão na expectativa sobre qual decisão será tomada. E provavelmente ela saia nesta segunda, dia que a CBV também deve divulgar o novo ranking, outro fator importante para que o jogo de xadrez das contratações seja deflagrado.

O projeto carioca nasceu para ter, no mínimo, três anos de duração. Por isso, nunca acreditei 100% nos boatos de que o time poderia acabar ao fim desta temporada. Porém, não dá para ter certeza de que o atual investimento será mantido, como escrevi em minha coluna Saque deste domingo no LANCE!. O resultado de hoje, por mais que ninguém confirme oficialmente, também pesa. Assim é impossível saber agora qual será o nível do elenco do RJX em 2014. Por mais que o discurso oficial seja negar, algo mais do que esperado, é fato  que uma reunião irá definir o montante a ser investido. Eu, se tivesse poder de decisão, repensaria após o título qualquer possibilidade de corte.

Cientes da indefinição, times rivais estão de olho em jogadores que acabaram de ser campeões da Superliga. O Sesi, por exemplo, tem interesse no central Lucão. Bruninho, que após o jogo disse que tem vontade de permanecer na Cidade Maravilhosa por estar muito identificado com o projeto, é outro que poderia ser comandado por Marcos Pacheco novamente, em caso de corte no orçamento. E essas peças importantes vão sacudir o mercado como um todo.

O time paulista também deve oficializar em breve o acerto com Lucarelli, sonho antigo, mas que agora está próximo de ser concretizado. Vamos aguardar o ranking amanhã e a definição do RJX. Depois delas, o mercado vai bombar.