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Dúvidas cancelam punição a Pedro Solberg

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Reproduzo nota do LANCENET sobre um assunto que me deixou surpreso esta manhã.

No dia da divulgação da contraprova que confirmou o doping de Pedro Solberg, após ser flagrado com o esteroide exógeno androstane em seu organismo, o jogador, segundo o SporTV, afirmou que a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) cancelou a suspensão provisória, até que o caso seja julgado.

A decisão foi tomada a partir de uma carta enviada pelo médico Eduardo de Rose, responsável pelo programa antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro, que levantava uma série de questionamentos sobre o procedimento da realização do exame.

- Pela carta que recebi do Dr. De Rose, existem vários indícios que geram dúvidas. A suspensão caiu baseada neste fato. Não seria justo eu ser punido por algo que não fiz – afirmou Pedro, ao SporTV.

Agora, meu comentário. É muito estranho o caso, sem querer questionar, em nenhum momento, os argumentos de Pedro Solberg. A contraprova confirma o doping e no mesmo dia a suspensão é cancelada. Nunca vi nada parecido no esporte.

Agora, que ele pode voltar, a bola dividida fica com Ricardo, que seria seu parceiro. No último fim de semana, o baiano conquistou um Grand Slam, ao lado de Pedro Cunha, justamente o ex-parceiro de Solberg.

Coluna de domingo: Doping muda briga por vaga olímpica na praia

domingo, 17 de julho de 2011

Pessoal, bom domingo. Abaixo a coluna Saque publicada neste domingo no LANCE!

O anúncio do resultado positivo do exame antidoping de Pedro Solberg transformou a corrida olímpica dos brasileiros em uma grande incógnita.

O país tem direito a levar duas duplas masculinas para Londres-2012. Emanuel/Alison, campeões mundiais e líderes do Circuito, dificilmente não ficarão com a primeira vaga. Já a segunda parceria classificada…

A provável punição ao jogador carioca, caso a contraprova confirme o uso de um esteroide, vai aumentar ainda mais a ciranda das duplas, algo cada vez mais comum no vôlei de praia brasileiro. E fará a disputa olímpica ser imprevisível, já que pelo regulamento olímpico as novas parcerias iniciam zeradas a corrida pela vaga.

Ricardo acabou de se separar de Márcio Araújo. Juntos foram vice-campeões do mundo, venceram um Grand Slam e estavam em quarto lugar no ranking mundial. A experiente dupla caminhava para ser a segunda representante do Brasil na Olimpíada. Mas Ricardo decidiu se unir a Pedro Solberg e a estreia aconteceria no fim do mês, na Polônia. Agora, sem o ex-futuro parceiro, Ricardo jogará provisoriamente, na próxima semana, com Pedro Cunha, justamente o último companheiro fixo de Solberg, que se recupera de contusão. Curioso o destino, não?

Já Márcio volta a jogar com Benjamin, com quem disputou a Olimpíada de Atenas, em 2004. Tenta assim jogar a Olimpíada pela terceira vez com o terceiro parceiro diferente, já que em Pequim-2008 ficou com a medalha de prata ao lado de Fábio Luiz. Benjamin assim se separa de Bruno Schmidt, com quem disputou as quartas de final do Grand Slam de Moscou e vinha em 14º no ranking mundial. O sobrinho de Oscar Mão Santa, o craque do basquete nacional, por enquanto, está com futuro indefinido e vira opção no mercado. Thiago e Harley, outra dupla formada nesta temporada, ainda não engrenou, ocupa o 42º lugar no ranking e corre por fora pela vaga olímpica.

Um pouco mais de planejamento não faria mal a ninguém.

Futuro e último parceiro de Pedro Solberg comentam doping

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O anúncio do resultado positivo do exame antidoping de Pedro Solberg surpreendeu Pedro Cunha e Ricardo. O primeiro era parceiro de Solberg até a semana passada, quando o xará optou pela separação da dupla, enquanto o segundo foi o escolhido para formar o time em busca de uma vaga nas Olimpíadas de Londres-2012.

Diante do que aconteceu, Pedro Cunha e Ricardo confirmaram a inscrição para o Grand Slam de Stare Jablonki (Polônia), no entanto, o futuro da dupla ainda é algo incerto. Dono de três medalhas olímpicas, o baiano Ricardo, que está disputando o Grand Slam de Moscou (último torneio ao lado de Márcio), revelou ter ficado sem reação ao saber do próprio Solberg.

- Quando o Pedro me contou, não tive reação. Havíamos nos reunido dias antes para fechar os detalhes da nossa dupla e ele estava muito animado. Esta é uma situação delicada, difícil até de falar algo nesse momento, mas ele tem de estar sereno e precisa do apoio da família e dos amigos. Confio nele, é um bom garoto, acredito que ele não tenha feito nada de errado. Agora é esperar e torcer para que tudo isso se resolva da melhor maneira e o mais rápido possível – torce Ricardo.

Cunha, atual campeão brasileiro, deixou a mágoa de lado para dar apoio ao ex-parceiro.

- Fiquei muito chateado com o Pedro, pela maneira como tudo aconteceu para a separação, porque fui abandonado na fase final da minha recuperação. Estou recuperado da lesão e poderia estar em Moscou. Mas, nesse momento, isso fica de lado, preciso olhar para a frente e é preciso ver o lado humano do Solberg. Ele é um jogador de talento inquestionável e não acredito que faria uso de nada proibido, ele não é disso. Agora vou jogar ao lado do Ricardo, um campeão olímpico, e quero aproveitar essa oportunidade ao máximo para que essa nossa parceria possa render bem em quadra, jogar de igual para igual com todo mundo – afirmou.

Doping no vôlei de praia

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Uma notícia nada agradável no vôlei de praia brasileiro. Pedro Solberg foi pego no exame antidoping.

O teste foi realizado pela Agência Mundial Antidoping (Wada) no dia 30 de maio, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) por meio de nota oficial após receber comunicado da Federação Internacional de Vôlei (FIVB). A substância encontrada foi o esteroide exógeno androstane. Pedro Solberg foi suspenso provisoriamente.

Na nota, a CBV afirma que “espera que o assunto seja resolvido da melhor maneira e que o Brasil possa contar com o atleta nas competições futuras”.

Pedro, filho de Isabel e irmão de Maria Clara e Carol, que formam dupla no Circuito feminino, passaria a jogar com o campeão olímpico Ricardo na etapa da Polônia do Circuito Mundial, na próxima semana. A mudança visava conquistar uma das vagas que o Brasil tem direito na Olimpíada de Londres. Emanuel e Alison, atuais campeões do mundo e líderes do Circuito,  praticamente já têm o passaporte carimbado para a Inglaterra.

Solberg já não aparece na lista de inscritos para a etapa polonesa, que necessariamente precisa ser divulgada duas semanas antes da competição. Nela, Ricardo aparece ao lado de Pedro Cunha, curiosamente o ex-parceiro de Pedro Solberg.

Há duas semanas, Solberg anunciou que está deixando Cunha, que se recupera de uma cirurgia e não participou do Campeonato Mundial, em Roma, há três semanas. Dias depois da separação dos Pedros, Ricardo anunciou a separação de Márcio para se juntar ao filho de Isabel.

E a dança das cadeiras, ou dos parceiros, não para.

 

Vaivém no vôlei de praia

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Um ano antes da Olimpíada de Londres, o vôlei de praia brasileiro vê uma nova dança das cadeiras. E ela é muito importante.

Depois do vice-campeonato mundial em Roma (ITA) e o título do Grand Slam de Stavanger (NOR), Ricardo e Márcio vão se separar. Eles disputarão mais dois Grand Slans e depois tomarão rumos diferentes.

O campeão olímpico Ricardo anunciou que fará dupla com Pedro Solberg, que oficializou no início da semana o fim da dupla com Pedro Cunha. Já Márcio ainda não divulgou com quem seguirá a disputa pela vaga olímpica.

Oficialmente, dividir os treinos em João Pessoa (residência de Ricardo) e Fortaleza (residência de Márcio) foi a desculpa alegada por Ricardo para romper a parceria, segundo entrevista para o Globo Esporte. Já Pedro Solberg, que disputou o Mundial com Ferramenta, já que Pedro Cunha se recupera de lesão, se propôs a morar e treinar na capital paraibana. E o acerto ficou fácil. Vale lembrar que os dois já jogaram juntos por alguns meses no ano passado.

Vale lembrar também que apenas duas duplas de cada país podem se classificar para a Olimpíada. Como Emanuel e Alison são praticamente certos, a nova dupla Ricardo/Pedro Solberg desponta, no papel, como favorita para a outra vaga.

Brasil vai com força total para o Pan no vôlei de praia

terça-feira, 28 de junho de 2011

A CBV divulgou nesta terça que os atuais campeões mundiais Juliana/Larissa e Alison/Emanuel serão os representantes do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro deste ano.

Três jogadores defenderão o bi, já que Juliana/Larissa e Emanuel, ao lado de Ricardo, venceram no Pan do Rio, em 2007.

- Ficamos muito felizes com a notícia. O Pan do Rio marcou por ser a primeira vez que representamos o Brasil juntas e foi tudo muito diferente. Além disso, gostamos muito de jogar no México, onde somos queridas e temos certeza que será um campeonato muito especial – comemorou Juliana.

- Estou muito feliz. Esse é o melhor momento da minha carreira, e preciso agradecer ao Emanuel e à comissão técnica, porque tudo isso é fruto do trabalho da equipe. Competir em Guadalajara é motivo de orgulho, é uma competição de alto nível, a mais importante do continente, e é um sonho poder estar lá. Em 2007, no Rio, eu estava disputando um challenger na Estônia e acompanhei a vitória do Emanuel e do Ricardo pela Internet. Vi o quanto foi emocionante e quero sentir essa emoção – disse Alison.

- Estar no Pan é uma honra. Joguei em 2007, no Rio de Janeiro, conquistei a medalha de ouro e foi uma emoção que não consigo descrever. E não vou esquecer nunca. Fico feliz de poder representar o Brasil numa competição como essa, de poder competir em Guadalajara ao lado do Alison, um passo no nosso caminho para as Olimpíadas. Vamos nos preparar da melhor maneira para ir ao México lutar pela medalha de ouro – comentou Emanuel.

Em 2003, em Santo Domingo, na República Dominicana, o Brasil ficou com a medalha de prata com Paulo Emílio/Luizão e com a de bronze com Larissa/Ana Richa.

A primeira participação do vôlei de praia em Jogos Pan-Americanos aconteceu em 99, em Winnipeg, no Canadá, onde os brasileiros conquistaram a prata com Adriano/Luís e o bronze com Franco/Roberto Lopes. No feminino, Adriana Behar/Shelda ficou com a medalha de ouro.

Carta aberta

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Amigos, abro espaço na coluna para reproduzir uma mensagem que recebi no meu e-mail.

“Caro colunista, apelo à sua colaboração para poder me defender de ofensas e calúnias ditas a meu respeito recentemente em sites, jornais e na TV. Desculpe, mas não poderia ficar em silêncio agora depois de algo tão sem graça assim. Tenho 20 anos e, ao longo desse período, sempre busquei forças de onde não tinha, fui chamado de amador, de vagabundo, passei por dificuldades, faziam pouco de mim dizendo que era apenas uma brincadeira de fim-de-semana, um passatempo de verão, e precisei trabalhar muito, de sol a sol, com chuva e vento, sem feriados ou festas em família, de forma séria, honesta, com a ajuda de pessoas importantes, para que pudesse ser respeitado pelos quatro cantos do planeta. Quero e preciso agradecer muito a alguns companheiros que foram fundamentais para que eu chegasse hoje onde cheguei, ‘monstros’ como Emanuel, Ricardo, Zé Marco, Márcio, Fábio Luiz, Sandra Pires, Adriana Behar, Jackie Silva, Shelda, Mônica Rodrigues e Adriana Samuel, para citar apenas os medalhistas olímpicos. Afinal, são oito medalhas… Mas que todos os outros, do mais famoso ao anônimo, aos que militam por mim, se sintam abraçados por mim, com um ‘muito obrigado’ com o mesmo carinho.

Hoje, após uma semana estafante na Itália, estou realizado. Dei em quadra, na bola, a melhor resposta que poderia àqueles que, há poucas semanas, me criticaram, me desmereceram, me diminuiram, questionando sobre meu profissionalismo, criando uma situação desnecessária, sem sentido e absolutamente sem graça. Fiquei muito triste, pois sei que o público gosta de mim, me acompanha aonde eu vou, e não entendi o motivo desse ataque gratuito, não entendi porque falar mal de mim se meu único objetivo sempre foi tornar as coisas um pouco mais alegres. Mas eu venci a batalha contra o mundo, mesmo sabendo que alguns podem não ter gostado. Eu venci. Para trás ficaram times americanos, alemães, suíços, holandeses e espanhóis e deixei Roma consagrado.

Passo semanas, meses, às vezes anos inteiros como um indigente, não tenho o status e o bolso cheio como o meu ‘meio irmão’, que está sempre na TV, sempre em belas festas, com pompas, reconhecimento – merecido, é verdade -, sempre cercado de muita gente. Não é inveja, acho isso um sentimento vazio, sem graça. Sou mais humilde, sim, mas não me importo, sempre quis fazer o meu bem feito. E sempre fiz. Meu currículo está aí para mostrar isso. Não sou daqueles que passeiam em marcha lenta pelo calçadão da zona Sul ou só aparecem para tirar foto quando as coisas estão bem. Eu estou ali, dia-a-dia, roendo o osso, e não é nada fácil essa vida, tem muita gente boa por aí que está precisando de ajuda, sofrendo debaixo de sol forte e calor de mais de 40o C, enquanto alguns se acham no direito de falar mal de mim de dentro de uma sala com ar condicionado, andando de carro importado e viajando de primeira classe. Sinceramente? Não vejo graça nenhuma nisso.

Desbravo esse enorme país continental ano a ano, viajo muito, às vezes voos malucos, com várias escalas, às vezes de ônibus, em estradas ruins, mas nada disso me abala. A recompensa está no rosto de cada um que me espera chegar, que me acompanha no Brasil e pelo mundo, é contagiante e revigorante ver a alegria que esse pessoal tem de poder conviver, nem que seja por poucos dias, poucas horas, com esses ídolos, sim, ídolos, mais do que isso, heróis, que estão sempre me cercando e que nunca poderão ser questionados porque sempre foram exemplos, sempre deram exemplo e sempre serão respeitados pela história que me ajudaram a construir.

Estou magoado, chateado, triste, porque, faltando apenas um ano para os Jogos Olímpicos de Londres-2012, uma época feliz, que me motiva, que me inspira, levo um banho de água fria assim, vindo do nada, sem propósito ou explicação. Quando eu mais precisava de apoio, vejo que não posso contar com muita gente, especialmente com quem eu sempre esperava poder contar nesse momento tão importante. Nada vem de graça, tudo o que conquistei até hoje foi fruto de muita dedicação, muito empenho e muito profissionalismo. É ruim, muito ruim, ser tratado como sou tratado. Mas tudo bem. Infelizmente, me acostumei. Enquanto não se importam com a minha desgraça, eu sou grato, muito agradecido, aos que gostam de mim, que me apoiam e me empurram para a frente.

O último fim-de-semana em Roma foi maravilhoso, foi mágico. Obrigado, Emanuel, Alison, Ricardo, Márcio, Juliana e Larissa, muito obrigado por me ajudarem a escrever esse desabafo.

Obrigado pela oportunidade,
Atenciosamente,
Vôlei de Praia Brasileiro”

Um sol para cada um em Copa

sábado, 29 de janeiro de 2011

Pessoal, a coluna Saque, deste domingo, 30/1, é sobre vôlei de praia. Logo mais, após voltar do Maracanãzinho, minhas impressões de Unilever x Sollys.

Na sexta-feira, no meu Twitter (@danbortoletto), pedi aos meus seguidores sugestões do que fazer na folga do fim de semana, no Rio de Janeiro. Vários sugeriram uma praia como destino, mas nem todos para um mergulho no mar. O “convite” era para acompanhar a etapa do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia, que acontece em Copacabana.
Uma opção interessante, mas que me fez refletir sobre um dos assuntos da semana na redação do LANCE!: o calor senegalês na Cidade Maravilhosa neste fim de janeiro.

Na sexta-feira, 41 graus. Insuportável até para quem está com ar condicionado e ventilador ligados. Imagino então para os atletas que encaram o sol a pino em plena hora do almoço e areias escaldantes. A sensação de jogar com uma clima destes, certamente, não é das mais agradáveis. O desgaste físico, por sua vez, leva todos ao limite da exaustão, ainda mais no início da temporada nacional, que serve como treinamento de muitos para o Circuito Mundial. Quando penso em um jogo com uma hora de duração nestas condições climáticas, passo a achar quase um exagero tempo técnico em jogos de futebol que começam às 19h30, no Engenhão.

O segredo de várias parcerias é treinar durante grande parte do ano no Nordeste. E lá, com um sol para cada um em grande parte do ano, encarar o verão carioca é fichinha. Ainda assim, tiro meu chapéu para a preparação física de quem joga em alto nível no vôlei de praia.

Então seria um programa de índio passar meu domingo na arena montada em frente à Avenida Princesa Isabel, em Copa?

Não e sim. Logicamente para o torcedor, ficar numa arquibancada com uma lua destas renderá um belo bronzeado. Haja protetor solar, pessoal! Mas, por alguns aspectos, arrumar um lugar na arena significa ver bons jogos, novas duplas (algo que muito me incomoda a cada novo ano) e os craques que sonham com medalha na Olimpíada de Londres, no próximo ano.

Dentre as novidades de 2011, os Pedros Solberg e Cunha estão juntos novamente. Já conquistaram bons resultados internacionais no passado e sabem que têm potencial para sonhar com a vaga olímpica. Os principais concorrentes são Emanuel/Alison e Ricardo/Márcio, com bagagem, títulos e experiência de sobra. No papel, são os favoritos do país para Londres-2012.

No feminino, as principais duplas não sofreram alteração para a temporada. Juliana/Larrisa está um patamar acima das rivais e, caso nenhuma delas sofra problemas físicos (já bati três vezes na madeira), é favorita ao ouro na Inglaterra. Talita/Maria Elisa vem logo atrás, sempre perseguida pelas irmãs Maria Clara/Carol e Taiana/Vivian.
Ver o que acontecerá em 2011 será de suma importância para ter mais certeza da possibilidade de o Brasil, em Londres-2012, tirar dos Estados Unidos a hegemonia do vôlei de praia obtida em Pequim. E, lá na Inglaterra, com certeza jogar com um clima mais ameno do que o atual em Copa.