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Posts com a Tag ‘Piccinini’

Marketing de cinema na Itália

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Na Itália já virou moda. Vários clubes lançam calendários com seus atletas no início de um ano.

Para 2012, o Bergamo teve uma ótima sacada ao usar o cinema como tema do seu calendário. Cada jogadora protagonizou a cena ou repetiu a capa de um famoso filme.

A galeria possui Francesca Piccinini em Beleza Americana, Chiara Di Iulio encarnando Angelina Jolie em Tomb Raider, Iuliana Nucu numa versão Marilyn Monroe. Por fim, até o presidente Luciano Bonetti representa o famoso Casablanca.

Confira todas as imagens publicadas pelo site Volleyball.it: http://www.volleyball.it/foto.asp?s=118&g=2703

Uma ação muito bacana de um clube tradicional, mas somente em sétimo lugar no atual Campeonato Italiano. Ela poderia servir como um exemplo para alguns clubes brasileiros, que possuem um excelente potencial de marketing, mas muito pouco explorado.

As primeiras fotos do ensaio de Piccinini

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O ensaio sensual de Piccinini para a Playboy já teve as primeiras fotos divulgadas.

Por enquanto, não vou chamá-lo de nu artístico, apenas de artístico, a julgar pelas fotos que estão neste post.

Capa da edição italiana da publicação italiana, a jogadora já fez outros ensaios bem mais picantes durante toda a carreira.

 A presença de Picci na capa da Playboy foi uma surpresa até para a mídia especializada em vôlei do país, já que o segredo foi guardado a sete chaves e a capa vazou, primeiramente, em outros países, como o Brasil.

Por enquanto, a jogadora também não deu entrevistas para falar sobre as fotos para a Playboy.

 

 

Extra, extra. Piccinini será capa da Playboy

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A Playboy divulgou a capa da edição italiana de dezembro. E a estrela da edição é a ponteira Francesca Piccinini, que dispensa apresentações deste blog.

Por enquanto, apenas um aperitivo para os fãs da jogadora, que no Brasil defendeu o antigo Rexona e fez história pelo Bergamo.

Como aperitivo, republico aqui algumas fotos do duelo entre a craque da Azzurra e a americana Logan Tom (agora com o duelo certo).

http://blogs.lancenet.com.br/volei/2011/08/31/piccinini-x-logan-tom-que-duelo/

 

BRA x ITA: um ano depois

sábado, 12 de novembro de 2011

3/11/2010, em Hamamatsu, no Japão. Formações titulares: Fabíola, Sheilla, Natália, Jaqueline, Fabiana, Thaisa e Fabi. Lo Bianco, Ortolani, Piccinini, Del Core, Gioli, Arrighetti e Cardulo.
Placar final: BRA 3 x 0 ITA, parciais de 25-16, 25-19 e 25-7 (isso mesmo: SETE), pelo Campeonato Mundial.

12/11/2011, em Sapporo, também no Japão. Titulares: Fabíola, Sheilla, Mari, Paula Pequeno, Fabiana, Thaisa e Fabi. Lo Bianco, Lucia Bosetti, Costagrande, Del Core, Gioli, Arrighetti e Croce.
Placar final: BRA 0 x 3 ITA, parciais de 23-25, 16-25 e 22-25, pela Copa do Mundo.

O Brasil cedeu 12 pontos em erros em 2010, seis a menos do que nesta madrugada. A Itália, apenas sete no ano passado, quatro a menos do que na revanche.

Logo mais, publicarei a minha coluna que sairá no LANCE!, neste domingo (13/11), que volta a falar da irregular campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Ah, Itália…

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Cinco rodadas depois, a Copa do Mundo tem a Itália como líder.

Time que chegou desacreditado ao Japão, após Piccinini pedir dispensa na véspera da viagem, Ortolani se machucar nos últimos treinamentos no Oriente, cheio de improvisos.

Até agora, a Azzurra só enfrentou um dos primeiros colocados: a China, que há tempos não coloca medo nos grandes. Em tese, o pior está por vir.

Alguém acha que a Itália pode manter este pique e ser a surpresa da Copa?

Azzurra sem Piccinini na Copa do Mundo

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A ponta Francesca Piccinini pediu dispensa e não vai defender a Itália na Copa do Mundo do Japão, que garantirá os três primeiros colocados na Olimpíada de Londres.

Picci diz “não acreditar que iria dar uma justa contribuição em um torneio difícil e longo como a Copa”. A jogadora conversou com o técnico Massimo Barbolini e com dirigentes da Federação antes do anúncio oficial.

A Itália viajará na próxima quarta-feira para o Japão e já está definido, com os cortes de Ferretti, Guiggi e Leonardi, além de Piccinini.

As convocadas:

Levantadoras: Lo Bianco e Signorile

Oposto: Ortolani

Pontas: Barcellini, Caterina e Lucia Bosetti, Costagrande e Del Core

Centrais: Anzanello, Arrighetti, Folie e Gioli

Líberos: Croce e Sirressi

Duelo: Kim Glass x Cacciatori

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O terceiro duelo entre as musas do vôlei reúne uma americana que ainda está na ativa e uma italiana que já deixou as quadras.

Kimberly Glass completou 27 anos no últimos mês de agosto. A atacante, de 1,91m, 75kg  e nascida em Los Angeles, tem no currículo a medalha de prata na Olimpíada de Pequim, em 2008, além de títulos do Grand Prix, incluindo na atual temporada.

Por clubes, já atuou na Itália, Porto Rico, Turquia, República Tcheca, Azerbaijão e Rússia.

Claramente, Kim teria seguido a carreira de modelo se não tivesse sucesso no esporte. Durante os estudos, ela tentou participar cinco vezes do famoso programa American Next Top Model, comandado por Tyra Banks. Neste ano, ela foi uma das estrelas de ensaios da prestigiada revista Sports Illustrated e também na versão americana da ESPN.

Durante vários meses, revistas especializadas em fofoca a colocaram como namorada de Dwight Howard, pivô do Orlando Magic e um dos melhores jogadores da NBA.

Já Maurizia Cacciatori arrastou milhares de fãs por onde passou durante uma década. Nascida em 1973, a ex-levantadora, de 1,79m, iniciou a carreira profissional com apenas 16 anos, no Perugia. Já a estreia pela Azzurra aconteceu quando ela tinha 18 anos.

Daí para frente, ela permaneceu quase 10 anos como titular da posição, mas sem grandes conquistas no currículo. Ela não estava na equipe italiana que venceu o Mundial de 2002, na Alemanha. Por clubes, ela ganhou quatro vezes o scudetto pelo Bergamo, além de ter sido campeã espanhola pelo Tenerife, além de quatro Liga dos Campeões da Europa.

Realizou vários ensaios sensuais e nunca escondeu que a beleza sempre abriu portas para ela.

Depois da aposentadoria, Cacciatori passou a comentar jogos pelo canal SKY Sports, além de ter participado de um reality show (A Ilha dos Famosos). Também realizou o sonho de ser mãe, este ano.

É possível eleger apenas uma?

Abaixo, confira os outros duelos já publicados:

Baranska x Popovic – http://wp.me/p1b2tr-Aw

Piccinini x Tom: http://wp.me/p1b2tr-zh

Piccinini x Logan Tom. Que duelo!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Atendendo aos pedidos crescentes, está no ar o duelo das musas.

Como sempre foram as mais pedidas, Francesca Piccinini e Logan Tom protagonizam o clássico inicial.

A italiana, nascida em 10 de janeiro de 1979, é um símbolo sexual em seu país-natal. É garota-propaganda de vários empresas,  presença constante em programas esportivos e de variedades na TV e transformou a camisa 12 em seu símbolo.

Aos 19 anos, desembarcou no Brasil (foto abaixo) para defender o antigo Rexona/Curitiba, atual Unilever, ao lado de Fernanda Venturini, Érika e Elisangela. Terminou a Superliga em segundo lugar, mas criou uma legião de fãs. Depois, voltou à Itália para defender o Bergamo e virou referência. Caso cumpra o atual contrato, completará 15 temporadas pelo clube.

- Fico contente por ter fãs aqui no Brasil, como todo esportista, mas não é a beleza que vai me fazer vencer – diz ela, que tem como principal título o Mundial de 2002 com a Azzurra.

Em 2004, posou bem à vontade para a revista Men´s  Health. Em entrevistas à emissoras de TV locais, Picci já revelou ter sido assediada por companheiras de time, mas deixou no ar se correspondeu ou não. Costumo estar na capa de revistas de fofoca da Itália, principalmente pelos casos amorosos. Em dois deles, ela causou a fúria da modelo e apresentadora de TV Eleonoire Casalegno, por ter se envolvido com dois ex-namorados da “rival”

A americana Logan Tom é dois anos mais nova do que Picci. Nasceu em 25 de maio de 1981 e não costuma fincar raízes em algum lugar.

Já atuou na Itália, Espanha, Suíça, Rússia, Japão, China, agora Turquia, além do Brasil. Em terras tupiniquins, atuou pelo Minas, em 2003, sendo companheira de Fofão, Elisangela, Érika, Angela Moraes, além de Sheilla e Fabiana, em início de carreira. Esteve perto de retornar nesta temporada, mas acabou acertando com o Fenerbahce, time turco dirigido por José Roberto Guimarães. Além do sucesso na quadra, se aventurou no vôlei de praia, mas não passou perto de repetir o sucesso.

- Eu amo o Brasil. Foi a minha primeira experiência jogando fora dos Estados Unidos, e foi muito boa porque as jogadoras e a torcida eram muito acolhedoras – revela a bicampeã do Grand Prix.

Também arrasta uma legião de seguidores por onde passa. A jogadora, que costuma usar a camisa 15, foi eleita, em 2005, uma das 100 mulheres mais sexy do planeta.

Espetáculo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

- Elas deram uma lição para o nosso grupo – definiu muito bem Massimo Barbolini, técnico da Azzurra.

Foi uma atuação praticamente irretocável. Saque, bloqueio, defesa e eficiência nos contra-ataques. A receita perfeita para um jogo de alto nível.

Assim é possível resumir o 3 a 0 da Seleção Brasileira sobre a Itália na abertura da fase final do Grupo B do Grand Prix. As parciais não me deixam mentir: 25-16, 25-17 e 25-17.

Na pontuação, um equilíbrio interessante, que mostra que o jogo não ficou centralizado em apenas uma jogadora: Thaisa fez 17 pontos, Sheilla, 13, Fabiana, 12.

Para quem viu aqueles jogos de baixíssimos nível técnico na primeira fase do GP, o jogo contra a Itália parecia mais um deles. E olha que a Itália contava com a volta de Piccinini, a presença de Lo Bianco, Gioli e Guiggi. Em nenhum momento o jogo virou e deu a impressão de que poderia mudar. Se mantiver essa constância, a Seleção vai estar dois degraus acima de quase todos os rivais.

A nota triste fica pela contusão de Mari. Ela sentiu um problema muscular no abdômen no segundo set e virou dúvida para o duelo com o Japão, nesta quinta, às 2h30. Como o adversário é o mais fraco nesta fase, eu, se fosse Zé Roberto, pouparia a camisa 7, usando Fernanda Garay como titular.

PS: Cravei mais um resultado no bolão.

Sollys/Osasco no Mundial de Clubes. Vem o tri do Brasil?

sábado, 11 de dezembro de 2010

Coluna Saque do LANCE! deste domingo, 12/12.  A aventura do Sollys/Osasco no Qatar pelo título mundial.

Jaqueline, Natália, Sassá, Thaisa, Camila Brait e Adenízia terão, a partir desta semana, outra chance de conquistar um título mundial. Vice-campeãs com a Seleção no Japão, elas embarcam hoje para o Qatar, onde representarão o Brasil no Mundial de Clubes pelo Sollys/Osasco.

Pela frente, velhas conhecidas. A russa Sokolova, destaque do Fenerbahce (TUR) e algoz no Mundial de seleções, as italianas Piccinini e Ortolani, principais atacantes do Bergamo (ITA), as dominicanas Vargas, Cabral e De La Cruz, pilares do time-seleção do Mirador (DOM). Esses quatro times são favoritos disparados para a semifinal. Sollys/Osasco e Fenerbahce vão disputar a liderança do Grupo A, enquanto o Bergamo é melhor do que o Mirador no B.  As tailandesas do Federbrau e as quenianas do Kenya Prisons serão apenas figurantes. 

Para repetir o que Sadia (1991) e Leite Moça (1994) fizeram em Mundiais passados, o Sollys terá de jogar muito mais do que mostrou até agora na Superliga. Apesar das quatro vitórias em quatro jogos até aqui, o time comandado por Luizomar de Moura sofre bastante com a instabilidade. Na semana passada, por exemplo, o Sollys foi capaz de perder o primeiro set para o São Caetano e depois virar o placar, com direito a um 25 a 4 na terceira parcial.

– Tecnicamente o time ainda está longe do ideal que queremos. Tivemos altos e baixos. Mas vamos viajar para o Mundial com o sentimento de dever cumprido em deixar a equipe numa boa situação na classificação da Superliga. O Mundial de Clubes é um campeonato curto e  que não podemos bobear – comentou Luizomar, que espera contar com a volta da levantadora Carol Albuquerque no Qatar.

Para os brasileiros, o Mundial ainda terá outros atrativos. As seis selecionáveis citadas no primeiro parágrafo vão reencontrar José Roberto Guimarães, que comanda o Fenerbahce e tem como levantadora Fofão, campeã olímpica em 2008 com grande parte do time do Sollys ao seu lado.
Outro brazuca na competição é Marcos Kwiek, que dirige a seleção da República Dominicana e time do Mirador, que conta com boa parte das
selecionáveis do país. Vale a pena ficar de olho no Mundial.