Posts com a Tag ‘Paulo Coco’

Vaivém: Samara confirmada no Minas

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O Camponesa/Minas oficializou a contratação da ponta Samara, ex-Molico/Osasco.

Com ela, o técnico Paulo Coco passa a ter um bom leque para a posição. Além de Samara, ele terá Mari Paraíba e Carla, remanescentes da temporada passada, e Rosamaria, contratada para 2015/2016. Das três, Carla e Rosa podem atuar também na saída de rede.

Samara falou sobre o novo desafio e o futuro trabalho com Coco.

– Nunca trabalhamos juntos, mas sempre ouvi muitas coisas boas sobre ele, através das meninas que atuam pela Seleção ou que já trabalharam com ele em clubes. Me sinto muito lisonjeada e feliz por ter a oportunidade de trabalhar com ele, que já dirigiu grandes equipes e, há anos, tem papel fundamental e efetivo na seleção. Espero aprender muito nessa temporada, com um técnico que está sempre entre as melhores jogadoras do Brasil e do mundo – disse Samara, 22 anos e 1,84m.

O Minas procura ainda uma levantadora e uma oposto.

Vaivém: Paulo Coco no Minas

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Desfeito o mistério.

Paulo Coco, assistente de José Roberto Guimarães na Seleção feminina, será o novo comandante do Camponesa/Minas, semifinalista da última Superliga.

– Será um prazer trabalhar em um clube tão tradicional e tão importante no cenário esportivo brasileiro, não somente no voleibol, mas em diversos outros esportes. O Minas é um clube que é, há muitos anos, revelador de muitos atletas olímpicos. Sei da imensa tradição do Minas no voleibol brasileiro e me sinto muito feliz e honrado em poder assumir o comando da Camponesa/Minas – comemorou.

Admito que não esperava uma troca no comando do time após a campanha da temporada passada. Marco Queiroga fez um trabalho elogiável, conseguindo arrumar o time após a chegada de Jaqueline. Mas a aposta em Coco também é interessante. Ele é experiente, está em contato com as principais jogadoras do país, tendo como mentor um tricampeão olímpico.

Vaivém: Mais dança das cadeiras entre os técnicos

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Mudanças no Banana Boat/Praia Clube e no Vôlei Amil.

Em Uberlândia, uma nota oficial anunciou o fim da trajetória de Spencer Lee como treinador. Para o lugar dele foi anunciado Ricardo Picinin, que dirigia o Vivo/Minas.

Já em Campinas, a esperada saída de José Roberto Guimarães, que terá dedicação exclusiva à Seleção Brasileira, foi confirmada. Assume Paulo Coco, fiel escudeiro de Zé Roberto.

– É com dor no coração que saio. Um pedaço de mim fica aqui, pelo desenvolvimento do projeto. Tenho que agradecer muito à Amil. Hoje está sendo um dia muito triste pra mim. Ao mesmo tempo, tenho que pensar na seleção do Brasil e me preparar para o Rio 2016 – disse Zé Roberto, em entrevista coletiva, revelando que ainda negocia com a diretoria sua permanência no projeto.

Já a nota oficial do Banana Boat agradece Spencer Lee pela parceria nas últimas temporadas.

“Hoje, a equipe Banana Boat/Praia Clube se despede de Spencer Lee, um profissional de exímia e comprovada competência, além de tratar-se de uma figura querida e estimada por todos colaboradores, associados, atletas e torcedores desta instituição. Mais do que uma despedida, esta mensagem é de agradecimento e reconhecimento a quem desde 2008 comandou com maestria a equipe do Banana Boat/Praia Clube. Spencer foi um exemplo de profissional, tendo contribuído para o desenvolvimento do Praia Clube e, consequentemente, do vôlei nacional.   A despedida faz parte de um processo natural do esporte. O termo não é nem renovação, porque sabemos que Spencer possui uma visão moderna e atual sobre a modalidade no Brasil. Acreditamos que esse “até logo” é uma forma de ambas as partes, Banana Boat/Praia Clube e Spencer, entrarem em contato com novas experiências, promovendo o crescimento do Clube e do treinador”.

Filme repetido na final da Superliga após jogo estranho e confusão no fim

sábado, 7 de abril de 2012

De novo, mais uma vez, novamente. O filme mais repetido dos últimos tempos no esporte brasileiro vai acontecer no dia 14, às 10h, no Maracanãzinho.

Unilever e Sollys/Nestlé vão decidir pela OITAVA vez seguida a Superliga feminina. As cariocas levam vantagem com cinco títulos no duelo com as paulistas de Osasco. No geral, os dois principais rivais do país já fizeram 66 jogos na História do torneio. E a Unilever leva a melhor outra vez: 37 a 29. Nesta temporada, um 3 a 1 para cada lado, com o time que jogou em casa levando a pior depois de ganhar o primeiro set.

Esgotando a numeralha, hora de falar do 3 a 0 (25-23, 25-23 e 25-22) que a Unilever enfiou no Vôlei Futuro, nesta Sexta-Feira Santa.

Pode parecer estranho, mas o time de Araçatuba me pareceu melhor em boa parte do confronto. Mas não soube decidir. E, pelo retrospecto acima, não se pode bobear contra a Unilever, ainda mais num dia em que uma ponta titular (Regiane) é sacada no início do segundo set e a outra (Mari) só apareceu efetivamente no ataque no fim terceiro set. Chama a atenção como a sintonia entre a camisa 7 e a levantadora Fernanda Venturini, já no fim da temporada, parece não existir. E olha que estamos falando de atletas acima da média.

Faltou ao Vôlei Futuro cabeça no lugar em lances capitais. Exemplos: Ana Tiemi entra na troca simples no lugar de Ana Cristina no fim do segundo set e levanta uma bola muito longe da rede. Saiu no ponto seguinte. Fernanda Berti entra para sacar no fim do terceiro set e manda a bola para fora. Faltou também obediência tática. Opções erradas das levantadoras em lances consecutivos. Atacantes que tentavam encarar o bloqueio, mesmo depois de Paulo Coco pedir para que ele fosse explorado. Sem paciência e sabedoria não se vence.

Sobrou para a Unilever estrela de time acostumado a ser campeão. O que dizer da atuação de Amanda, uma coadjuvante que entrava apenas para sacar na maioria dos jogos? Desta vez, foi além. Pontuou em momentos decisivos no saque e no bloqueio. Levou o Viva Vôlei para casa por ter sido o elemento-surpresa da semifinal. A dupla Fernanda/Sheilla apareceu em momentos importantes e resolveu. Assim como o bloqueio de Juciely/Valeskinha e as defesas de Fabi.

Por fim, faltou espírito esportivo para as comissões técnicas. Trocar farpas, provocações e/ou xingamentos após o jogo terminar é algo tão desnecessário que beira o ridículo. Estamos falando de representantes das Seleções Brasileiras. Desta vez, Paulo Coco se revoltou com alguma frase/atitude de Helio Griner, assistente da Unilever durante o cumprimento protocolar pós-partida.

É fato que o staff de Bernardinho não se dá com o de José Roberto Guimarães. É fato que os dois maiores técnicos do país não se suportam, não se falam e evitam até encontros casuais. É fato que não sabemos metade dos problemas e entreveros que já existiram ali. Quem viu pela TV vai se recordar de uma informação da repórter Karin Duarte, no início do jogo, que relatou uma discussão entre Bernardinho e Paulo Coco, na qual o comandante da Unilever mandou o rival calar a boca. É fato também que a situação já beira um limite perigoso. Uma hora a coisa vai descambar de vez e não fará nada bem para o esporte.

PS: via Twitter me alertaram sobre declarações de Paulo Coco sobre favorecimento ao rival carioca. Não vi e prefiro ter acesso às frases antes de opinar.

 

Coluna de domingo: Equilíbrio que não é de mentirinha

domingo, 1 de abril de 2012

Coluna Saque publicada hoje, 1 de abril de 2012, no LANCE!

Se não tivesse visto com os meus próprios olhos, talvez cogitasse ser uma pegadinha de 1º de Abril.

Noite de sexta-feira, Florianópolis, terceiro jogo dos playoffs das quartas de final entre Cimed/SKY e Vivo/Minas. Os dois primeiros jogos já haviam terminado no tie-break. O time da casa abre 2 a 0 e dá impressão de caminhar a passos largos para a semifinal. Engano total. Comandados pelo veterano e contestado (por muitos) levantador Marcelinho e pelo tcheco Filip, os mineiros forçam o terceiro quinto set da série, viram e calam o Ginásio Capoeirão. Um time muito bem montado por Marcelo Fronckowiak. Sem astros, mas com muito coração.

Manhã de sábado, Rio de Janeiro, segundo jogo dos playoffs da semifinal entre Unilever e Vôlei Futuro. As cariocas, que haviam atropelado as rivais, em Araçatuba, na abertura da série, fazem 1 set a 0. As 11.500 pessoas presentes no Maracanãzinho têm a impressão de que o Sollys/Nestlé vai conhecer rapidamente o rival (de sempre) na final, já que Fernanda Venturini, Sheilla, Mari & Cia. parecem imbatíveis. Outro engano. O time comandado por Paulo Coco mostrou muita força emocional e conseguiu a virada, vencendo e convencendo no tie-break.

Tarde de sábado, Contagem, terceiro jogo dos playoffs das quartas de final entre Sada/Cruzeiro e BMG/São Bernardo. Primeiro contra oitavo na fase de classificação. Sinal de moleza? Nenhuma. O time do ABC, com média de idade de 21 anos e um tremendo potencial no time titular, encarou de igual para igual o atual vice-campeão nacional. Chegou a abrir 2 a 1 e poderia ser responsável por uma zebra histórica. Levou a virada, de cabeça erguida. Na semi, os cruzeirenses farão o clássico contra o Minas. Será de tirar o folêgo, como todos os duelos descritos acima na melhor Superliga de todos os tempos.

Eu levaria a Walewska para a Olimpíada

terça-feira, 20 de março de 2012

O título do post, sem rodeios, expressa a minha opinião e talvez a de alguns de vocês.

Walewska estaria entre as centrais da minha convocação para os Jogos Olímpicos de Londres. Ser titular ou reserva é outro papo.

A camisa 1 do Vôlei Futuro, após longa passagem pela Europa,  é uma das daquelas jogadoras que todo técnico quer ter no elenco. Joga simples, não precisa de holofotes, amadureceu após jogar na Itália, Espanha e Rússia, faz bem ao grupo e já sabe o que é ganhar e perder uma Olimpíada.

É fato que Walewska “encerrou seu ciclo” na Seleção após Pequim-2008. Disse que nada a faria voltar atrás. Alegou cansaço e a necessidade de valorizar um pouco mais a vida pessoal. Sonhava também em ter um filho. Tudo compreensível. É fato também que José Roberto Guimarães dá muito valor a quem participa de todo um ciclo olímpico de quatro anos. Evita abrir exceções para não “perder o restante do grupo” e valorizar quem passou por todas as provações de uma campanha olímpica. Entendo os dois lados.

Mas o bom momento da central em Araçatuba me faz pensar se a exceção não poderia acontecer desta vez. Quem viu o duelo contra o Banana Boat/Praia Clube, no fim de semana, foi brindado com 25 pontos de Wal, sendo seis deles no bloqueio, e um altíssimo aproveitamento no ataque. Nos duelos com a Unilever, pela semifinal, ela será jogadora-chave para Paulo Coco, auxiliar de Zé na Seleção, tentar superar o time de Bernardinho.

 

Em nota oficial, Paulo Coco pede desculpas

quarta-feira, 14 de março de 2012

Acabo de receber, neste início de noite, uma nota oficial assinado por Paulo Coco, pedindo desculpas para a ponteira Fernanda Garay. Ontem, no jogo contra o Banana Boat/Praia Clube, eles discutiram asperamente durante uma parada técnica no banco de reservas do Vôlei Futuro. Durante o bate-boca, Coco pegou a atleta pelo braço e deu uma chacoalhada.

Veja a íntegra do comunicado:

Gostaria de me retratar aqui em relação à atitude incorreta cometida contra a atleta Fernanda Garay, durante a primeira partida válida pelas quartas de final da Superliga Feminina, realizada ontem (13/03), em Araçatuba (SP).

O pedido de desculpas já foi feito às atletas e especialmente à Fernanda Garay, o ato exagerado não é de meu feitio como profissional e pessoa. Me desculpo também com o público em geral.

Atenciosamente,

Paulo Coco

Vôlei Futuro

Um dia quase 100% mineiro, sô!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Esses times mineiros não estavam tão bem assim, uai!

A constatação de um torcedor das Alterosas poderia resumir bem as quartas de final de ontem. O sotaque mineiro, que ouço tanto aqui na minha casa, deu o tom nos jogos de terça-feira da Superliga feminina.

A começar pela surpreendente/incrível/histórica vitória do Mackenzie Cia do Terno sobre a Unilever por 3 a 2, em BH. O jovem time, mesmo sem contar com seu principal nome nas melhores condições físicas (Priscila Daroit), mostrou uma estratégia tática bem definida e não teve respeito, no bom sentido, com Mari, Sheilla, Fernanda, Fabi & Cia.

Para quem não conhecia, a jovem Gabi, de 17 anos, deu seu cartão de visitas. 20 pontos marcados e o prêmio de melhor em quadra. Por outro lado, Mari continua sua temporada irregular (talvez a maior de todas), principalmente no passe. Suas atuações devem, à distância, preocupar demais o técnico José Roberto Guimarães para a campanha olímpica.

Outra característica do jogo foram os “lapsos” de cada time por longos períodos. Vejam só: mineiras abrem 6 a 0 no primeiro set. Depois, têm 24 a 16 e sofrem OITO pontos seguidos. Na segunda parcial, cariocas abrem quatro pontos no início, mas sofrem quatro seguidos e cedem o empate. No tie-break, o contrário, com a Unilever tirando quatro pontos de desvantagem no fim do set. Impressiona a tal instabilidade feminina.

Para quem não acreditava em qualquer chance de zebra nas quartas de final (os dois jogos da fase de classificação terminaram em 3 a 0 para a Unilever, com o Mackenzie fazendo no máximo 22 pontos em um set), o jogo de ontem provou o contrário.  As cariocas agora jogarão pressionadas por três derrotas seguidas. E as mineiras jogarão “sem responsabilidade” e com a certeza que têm capacidade para derrotarem as favoritas. Ingredientes a mais para um confronto que merece ser acompanhado de perto.

Ainda em BH, na Arena Vivo, a Usiminas/Minas também precisou do tie-break para vencer o Sesi (25-16, 22-25, 25-17, 21-25 e 15-11). Neste duelo esperava-se mesmo o equilíbrio, com a vitória podendo cair em qualquer colo. Para variar, as cubanas lideraram o time da casa, com Ramirez sendo eleita a melhor em quadra e Herrera terminando como maior pontuadora.

Durante toda a Superliga, o Sesi oscilou mais do que o Minas. E, nos playoffs, isso pode custar caro, como vimos nas parciais do primeiro e terceiro sets, que tiveram domínio total das donas de casa. E não vejo muito como Talmo mudar o Sesi com as peças que possui no banco de reservas.

E a noite só não foi 100% mineira pois o Vôlei Futuro impediu, com muito suor, que o Banana Boat/Praia Clube não aprontasse outra zebraça, desta vez em Araçatuba. Com parciais de 32-20, 23-25, 25-16, 20-25 e 16-14, o time paulista bateu o de Uberlândia.

Não vi pelo SporTV o duelo, mas admito ter me surpreendido com as dificuldades que a equipe de Paulo Coco teve. As mineiras possuem um bom passe, principalmente com Suelle e Arlene, e uma boa temporada de Monique na saída de rede. Ainda assim, eu achava pouco para superar o favoritismo do Vôlei Futuro. Mas ele esteve por um fio. Das poucas coisas que vi na TV, uma me chamou a atenção: uma áspera discussão entre Fernanda Garay e Paulo Coco. Alguém me explica o motivo?

Por fim, quem sentiu falta de emoção durante quase toda a fase inicial da Superliga feminina, foi brindado com adrenalina de sobra na abertura dos playoffs.

Vão mudar as apostas que fizeram antes do início das quartas de final?

Sollys/Nestlé ignora força do Vôlei Futuro e fatura título com 3 a 0

domingo, 14 de agosto de 2011

No papel, o Vôlei Futuro tinha um time mais forte em quadra. Mas na prática o título da Copa São Paulo feminina ficou com o Sollys/Nestlé.

Neste domingo, o time de Osasco venceu o rival de Araçatuba por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/20 e 25/23, no Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo.

Luizomar de Moura escalou um time bem mesclado entre jovens e experientes, com as selecionáveis Jaqueline e Camila Brait, além das novatas Samara, Bia e Larissa.  Já Jorge Edson, que substitui Paulo Coco, que está no Grand Prix, pôde contar com uma base mais rodada, com Walewska, Carol Gattaz, Joycinha e Ana Tiemi. Mas isso não foi suficiente para equilibrar a final.

– Temos de destacar o projeto, já que não temos as principais jogadoras e as juvenis mostraram estar em condições de defender o clube. Ainda ressalto o apoio das mais velhas, que sabem da importância de assumir a responsabilidade a ajudar as jovens. E nada melhor do que mostrar isso com o título – disse Luizomar.

– Fizemos um ótimo torneio e, nessa final, contra um time forte, o time se comportou bem, sacando bem e com um bloqueio eficiente. As meninas mais novas, Samara, Bia e Larissa, mostraram personalidade e nos ajudaram muito. Depois da conquista do Sul-Americano, vencer a Copa São Paulo é a certeza de que nosso trabalho está sendo bem feito e nos dá ainda mais moral e motivação para buscar mais esse título – reforçou Jaqueline.

A experiente Walewska, que volta a atuar no Brasil depois de sete anos, ressaltou o importância do torneio para ganhar ritmo.

– Fiquei muito tempo fora e cada jogo consigo ganhar mais ritmo e entrosamento com minhas companheiras do Vôlei Futuro. Queríamos o título, mas foi um bom começo de temporada.

Top 5: Os melhores técnicos do Brasil

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pessoal, para fechar nossas enquetes nacionais, a definição do ranking dos melhores técnicos do Brasil será feita sem diferenciação entre comandar times masculinos ou femininos.

Então, imagino uma disputa acirrada entre Bernardinho e José Roberto Guimarães. Podem acrescentar qualquer nome que deixei passar aqui, para não deixar a lista longa demais:


Bernardinho
Giovane Gávio
José Roberto Guimarães
Luizomar de Moura
Marcelo Fronckowiak
Marcos Pacheco
Mauro Grasso
Paulo Coco
Rubinho
Talmo
William Carvalho