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Posts com a Tag ‘Natália’

Frases das campeãs

domingo, 7 de abril de 2013

“O Bernardo pediu pra gente acreditar. E a gente acreditou. Nessa final, o conjunto do time mostrou que é o melhor” – Gabi

“Foi uma temporada difícil, trabalhamos muito duro. Mas sempre acreditamos em nosso potencial” – Sarah Pavan

“Só quem estava do meu lado sabe o que passei. Não tinha certeza se voltaria ser a Natália de antes. Não tive um bom começo de Superliga no ataque, mas progredi na defesa. E hoje voltei a ser a atacante de sempre” – Natália

“Nunca deixamos de acreditar no time. Após o segundo set, a Amanda disse coisas que mexeram com todo o grupo. A gente não merecia sair daqui com um 3 a 0″ – Fofão

“Na temporada passada, perdemos por 3 a 0 em casa. É muito bom podermos dar o troco agora, jogando em São Paulo, que, de certa forma, é a casa do Sollys. Nati se superou, Fofão foi um monstro. Estamos todas de parabéns” – Fabi

“Gabi, de apenas 18 anos, por exemplo, mostrou muita maturidade. Quando a nossa defesa passou a funcionar melhor e nosso passe se acertou a partir do terceiro set, acredito que o time de lá sentiu”, analisou o treinador. Que nota daria ao time? “Nota 8. Tá bom?” – Bernardinho

Que virada!

domingo, 7 de abril de 2013

Incrível, fantástica, sensacional! A virada da Unilever sobre o Sollys/Nestlé é digna de todos os elogios.

Uma reação difícil de acreditar, pela forma com que o jogo se desenrolava até o início do terceiro set. O passe do time carioca estava ruim, Fofão corria de um lado para o outro para se virar (isso aos 43 anos e com uma lesão na panturrilha), Fabi se desdobrava para defender (e muito)… Mas a virada de bola estava ruim e o bloqueio sumido.

Até ali, o jogo do Sollys era perfeito. Saque na jovem Gabi, um sistema defensivo bem montado e jogadoras importantes na virada de bola, como Thaisa, Sheilla e Fernanda Garay. Mas o jogo mudou.

Desculpe para quem me acompanhou na transmissão da CBN, mas preciso ser repetitivo em alguns pontos agora: a virada começou com uma estratégia de saque, voltada para Fernanda Garay. Não que ela passe mal, muito pelo contrário. Mas era a “melhor opção”, já que Camila Brait e Jaqueline possuem aproveitamento melhor, além de limitá-la ofensivamente. E passou a funcionar. Muito mérito para Bernardinho, que sem Logan Tom não tinha opções para mudar esse panorama no banco de reservas. E fez o jogo mudar mesmo assim.

Sem a bola na mão, Fabíola pecou em alguns momentos. Deixou Jaqueline muito tempo sem atacar, perdeu a bola de segurança com Adenízia e Thaisa, não teve Sheilla inspirada nas bolas de segurança que a oposto recebe nestas horas.

Some-se a tudo isso a regularidade que Sarah Pavan teve em grande parte do duelo, o absurdo crescimento de Natália, que voltou a ser aquela que muitos já viram e desconfiavam se veriam de novo, a eficiência de Juciely no ataque e no bloqueio… Por fim, todas elas lideradas por Fofão. A levantadora foi guerreira ao jogar no sacrifício e teve enorme colaboração ao escolher com maestria suas atacantes nos últimos três sets.

É um breve resumo do jogo. Concordam em quais pontos? Discordam? Quais outros pontos vocês inserem para discussão?

Vou almoçar e curtir parte da “folga” de domingo com a família. Mais tarde volto para escrever um texto especial para a edição do LANCE! de amanhã e falar mais da final no Ibirapuera com vocês aqui no blog.

Vaivém: Reforço em Uberlândia

segunda-feira, 25 de março de 2013

O Banana Boat/Praia Clube anunciou o primeiro reforço para a próxima temporada.

Trata-se da central Natália Martins, ex-Sesi.

A jogadora, que possui problemas auditivos, ganhou destaque no cenário anos atrás. Ela tem 28 anos.

Uma noite carioca

sábado, 9 de março de 2013

A sexta-feira foi carioca na Superliga.

Pela competição masculina, o RJX abriu os playoffs com uma vitória sem muitos sustos, no Maracanãzinho, sobre o São Bernardo por 3 a 0 (25-20, 28-26 e 25-21).

Bruninho, que era dúvida para o duelo após torcer o tornozelo na última rodada da fase de classificação, foi titular e ainda faturou o prêmio de melhor em quadra. Com a escalação do selecionável, o time de Marcelo Fronckowiak pôde manter uma das características marcantes da temporada: usar e abusar das jogadas de meio com Lucão. O central, aniversariante do dia, terminou o duelo com 16 pontos. O mais impressionante é o aproveitamento no ataque: 100%. Dez acertos em dez tentativas. Os outros seis pontos foram de bloqueio.

Como o VivaVôlei é escolhido pela comissão técnica do time vencedor, a opção por Bruninho, além da boa atuação, foi uma forma de reconhecer o esforço que ele teve para estar em quadra. Eu até entendo. Mas se o prêmio ficasse com Lucão também seria justo.

Pelo time do ABC, que não conseguiu pressionar o rival e passou quase todo o jogo atrás no placar, o oposto Renan Buiatti fez 16 pontos. No segundo jogo, na terça, em São Bernardo do Campo, o RJX tem tudo para liquidar a série.

Já pelo torneio feminino, as semifinais começaram no Ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo, dando a impressão de que o Sesi seria um páreo duro para a Unilever. Mas, depois de vencer o primeiro set por 25 a 23, o time paulista passou a errar demais e facilitou a virada das cariocas, parciais de 25-17, 25-20 e 25-16.

Natália foi eleita a melhor em quadra, enquanto Gabi, com 19 pontos, foi a maior pontuadora. A dupla realmente se destacou. Mas Regiane, que entrou como oposto no lugar de Sarah Pavan, no terceiro set,  também merece uma menção honrosa pela atuação, com 11 pontos marcados. 

Acho que, se eu dissesse no início da competição que a Unilever, que mudou tanto da temporada passada para a atual, venceria um jogo de semifinal sem Logan Tom e com Sarah Pavan no banco, seria ridicularizado por muitos.

Já a surpreendente (ou não?) queda de rendimento do Sesi, após sair na frente, se deve, em parte, à ponta Tandara. Ela passou a errar mais do que o normal, tanto no ataque quanto no passe, depois de começar bem. Parecia desconcentrada, sem confiança. Não foi a mesma jogadora que decidiu na série contra o Banana Boat/Praia Clube. E o time sentiu muito essa mudança.

Para forçar um terceiro jogo, o Sesi precisará transformar em regra a exceção que foi o primeiro set. Menos do que isso será impossível ganhar dois jogos no Rio de Janeiro.

 

Quase mais uma zebra!

sábado, 8 de dezembro de 2012

Que calor! Antes de escrever qualquer linha sobre vôlei, é preciso um desabafo sobre o assunto dos últimos dias no Rio de Janeiro.  Está difícil encarar a calça jeans para trabalhar! Prefiro não imaginar como serão os próximos dois meses nesta terra!

Desabafo feito, vamos ao assunto do título do post. Acompanhei os três sets finais da vitória suada da Unilever sobre o Banana Boat/Praia Clube, ontem, e cheguei a imaginar que as mineiras fossem conseguir derrubar as carioca, mantendo a invencibilidade na Superliga feminina.

Não conseguiram pois Logan Tom levou a melhor sobre Herrera na reta final da quarta parcial e também no tie-break. Além de executar o passe com precisão, a americana virou bolas importantes em momentos decisivos e sacramentou a virada, no quinto set, no saque. Tom, que não estava aparecendo tanto ofensivamente, terminou a partida com 15 pontos, menos do que a metade da cubana (31). Como escrevi na semana passada, o duelo das estrangeiras está empolgante na atual temporada.

Entre as brazucas, algumas constatações:

1) Concordo com Marco Freitas, que durante a transmissão disse que Fofão parece não ter 42 anos. Pelo que está jogando, a levantadora realmente parece ser bem mais nova. Dá para falar o mesmo da líbero Arlene.

2) Grata revelação a central Angélica, de 23 anos, autora de 14 pontos para o time de Uberlândia. No ataque, colocou no chão dez das 16 bolas que recebeu.

3) Bom ver Natália participar ativamente de um jogo de cinco sets. Falta ainda oscilar menos, mas é questão de tempo caso o físico se mantenha distante de problemas.

Na classificação, após cinco rodadas, quatro times com campanhas idênticas: 4v e 1d. O Praia Clube está na frente, com 13 pontos, por ter somado um pontinho na sua única derrota. O Sollys/Nestlé tem 12, um a mais do que Vôlei Amil e Unilever. Bom ver um equilíbrio na Superliga feminina.

Juciely rouba a cena no encontro de Zé Roberto x Bernardinho

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Juciely fez a diferença na vitória da Unilever sobre o Vôlei Amil, na noite desta terça, em Campinas, por 3 a 1 (25-23, 25-21, 20-25 e 25-15).

A central anotou nove (é isso mesmo!) dos seus 15 pontos no bloqueio, uma marca extraordinária. Com o desempenho acima da média no fundamento, Juciely foi decisiva para parar o forte ataque campineiro, que teve na búlgara Vasileva, com 18 pontos, seu destaque. O restante da time colaborou com mais sete pontos no block, que inclusive foi o total feito pela equipe da casa.

Impressiona também no time carioca a distribuição dos pontos, mérito grande da levantadora Fofão. Mais três jogadoras passaram dos dois dígitos: Logan Tom e Natália, com 16 acertos, e Sarah Pavan, com 13.

Infelizmente estava em um evento da Ferrari, com Felipe Massa presente, no Rio, e não consegui ver o esperado duelo pela TV. Pelo que li, o encontro de Bernardinho e Zé Roberto foi o esperado, com um aperto de mão e nada mais. Sinceramente, não imaginava que fosse diferente disso.

Dando uma olhada nos números, algumas coisas me chamam a atenção para o bem e para o mal. Quero ouvir de vocês, que viram o jogo, as impressões:

- Apenas seis pontos de Pri Daroit, muito aquém de suas possibilidades.

- Natália aparenta não sofrer mais os efeitos dos problemas na canela.

- O duelo entre Fofão e Fernandinha foi desigual

- Vasileva vai dar muito trabalho para as defesas e bloqueios rivais nesta Superliga

Um mistério a menos em Londres. Natália vai jogar

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A confirmação oficial ainda não aconteceu. Mas Natália estará mesmo entre as 12 jogadoras brasileiras que disputarão o bicampeonato olímpico.

Zé Roberto esperou até o último momento para saber se ela teria condições físicas para disputar os Jogos em alto nível. Ele confia muito na jogadora e sabe que ela pode ser um diferencial em Londres.

Pelas dificuldades que enfrentou nos últimos anos, após o diagnóstico de um tumor na canela esquerda e duas cirurgias, Natália deve estar com muita vontade de jogar. E de retribuir a confiança que teve de Zé Roberto.

Com ela em forma, o Brasil terá um trunfo importante para desbancar o favoritismo das americanas.

Espero também que Camila Brait, que aceitou ir para Londres para ficar de sobreaviso, tenha cabeça boa para entender que seu ciclo será o do Rio-2016.

Zé fala ao blog sobre Mari, Natalia, Fernandinha e os jogos em São Bernardo

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Depois de um dos treinos da Seleção feminina, na quinta-feira, conversei por telefone com José Roberto Guimarães.

Em pauta, assuntos que vocês têm comentado aqui: Mari, Fernandinha, Natalia, a escolha das 12 atletas que irão para Londres…

O técnico coloca em prática, neste fim de semana, mais uma etapa de testes visando a definição do grupo.  Vai dar chances para jogadoras que não estiveram em Lodz (POL) e vai segurar aquelas que estiverem com qualquer problema físico. Fernanda Garay, por exemplo, sentia dores no ombro, ontem.

- A briga está legal, bacana de ver entre elas a competição acirrada. Assim, o nível de todo o time se eleva. O nosso ponto forte é o grupo e isso pesa. Lá na Polônia foi altamente proveitoso, com as jogadoras que tiveram oportunidade respondendo positivamente. E isso deixa todas as outras jogadoras com os olhos abertos. Se antes uma ou outra podia pensar “sou titular”, agora precisa correr pela posição.

Ele também admitiu que atualmente tem um pouco mais de dúvidas para fechar o time olímpico do que tinha às vésperas dos Jogos de Pequim.

Abaixo, a opinião de Zé Roberto especificamente sobre algumas atletas:

MARI

- Ela não esteve bem nos primeiros jogos, mas foi muito melhor no terceiro. Teria 100% de aproveitamento no ataque se o árbitro não tivesse errado em uma marcação. No começo, ela estava ainda segurando um pouco o braço (sentia dores no ombro direito). Depois foi ganhando confiança. Nos três jogos aqui no Brasil, ela vai ter oportunidade.

O técnico ainda revelou que Mari continua treinando passe, apesar de estar jogando como oposto.

FERNANDINHA

- Ainda falta conhecimento maior das atacantes, algo que faz diferença. Mas eu imaginava, sim, que ela iria responder bem aos primeiros testes.

Zé disse também que Fabíola, atual titular no levantamento, deve começar jogando em São Bernardo do Campo.

NATALIA

- Ela está liberada para saltar desde quarta-feira. Agora cada organismo reage de forma diferente. Neste momento, é preciso observar a queda, o impacto após os saltos. Aos poucos, vamos aumentando a carga, mas sempre seguindo o protocolo médico.

Perguntado sobre prazo para definir se ela seguirá no grupo, o técnico foi claro: “Até quando der. Ainda não tenho uma data fechada para definir o grupo. Ela é extremamente importante e vou esperar o possível”

 

 

De olho na Olimpíada, Zé vê Mari na saída de rede

segunda-feira, 14 de maio de 2012

“A minha preocupação com a Mari é não sobrecarregar. Jogando na saída, sem a preocupação de passar, ela vai se sentir mais tranquila”.

A frase de José Roberto Guimarães é sintomática. Após carimbar o esperado passaporte para a Olimpíada de Londres, ele deu a pista definitiva sobre como pretende utilizar a ponta, que vem de uma temporada ruim pela Unilever.

Ausente do Pré-Olímpico para se tratar de um problema no ombro direito, Mari tem sofrido demais com a recepção nos últimos tempos. E isso também tem refletido na confiança para atacar. A Mari que vimos em 2011/2012 está bem aquém da Mari de três, quatro anos atrás.

Não deve ter sido fácil para Zé Roberto tomar a decisão. Nos últimos anos, ele pregou uma evolução das ponteiras. Queria aliar força de ataque com qualidade no passe, uma tendência internacional. Trabalhou muito com Mari e Paula Pequeno antes da Olimpíada de Pequim, por exemplo. Lá, em 2008, o êxito foi total. A mesma linha de pensamento foi adotada com Natália. Uma jogadora muito forte ofensivamente, que poderia seguir como oposto, no melhor estilo Mari.  As seguidas contusões atrapalharam tal desenvolvimento. Nos últimos tempos, processo semelhante vive Tandara.

No Grand Prix, Mari vai jogar na saída de rede. Sheilla ficará treinando com outras titulares no Brasil. Será um bom teste para saber como Mari está fisicamente e também psicologicamente. Se a decisão para Londres for sacramentada, a Seleção ganhará uma importantíssima opção para inversão de 5-1. Vale lembrar também que Sheilla, durante anos e anos, não teve uma reserva à altura.  Quando ela estava mal, o time penava.

Sobre a óbvia classificação do Brasil, pouco a acrescentar. Sem rivais “profissionais” na disputa, o time não foi testado. Somente em algum momentos do Grand Prix será possível ter uma ideia de como o time chegará aos Jogos Olímpicos.

Cubanas dão show no fim e Usiminas/Minas está na semi. E sobrou provocação

quarta-feira, 21 de março de 2012

Mais um tie-break, mais um jogaço. E, no duelo mais equilibrado das quartas de final da Superliga feminina, a Usiminas/Minas, quarta colocado da fase inicial venceu o Sesi, quinto, após um emocionante 15 a 13 no quinto set, e vai enfrentar o Sollys/Nestlé por uma vaga na decisão da competição.

O jogo na Arena Vivo, em BH, foi digno de uma final. Belas jogadas, rallies com muito tempo com a bola no ar e aberto do início ao fim, sem poder cravar com certeza quem sairia vitorioso de quadra. E a partida foi também muita tenso dentro e fora da quadra.

A líbero Tássia discutiu com o técnico Jarbas Soares no segundo set, Talmo reclamou de Dani Lins, durante um tempo técnico, após perceber que a levantadora deixava a roda durante suas orientações. E sobraram provocações entre as duas equipes. No fim, a central mineira Fernanda Ísis aproveitou as câmeras do SporTV e falou algumas vezes “Tchau, Elisangela”, provocando a oposto do Sesi.

O fato resultou em críticas instantâneas via Twitter. Uma das mais indignadas era a ponta Natália, da Unilever.

“Na boa.. Fernanda Isis.. Vamos combinar! NÃO PRECISA DISSO!!!! #QueRIDICULO.

Minutos depois, ela completou:

“Só quero que entendam, que isso é uma atitude anti-desportiva!! independente de time/torcida!! Esporte é algo saudável”.

Nalbert também deu sua opinião sobre o fato.

“Provocação durante o jogo faz parte e dão até uma apimentada. Depois do jogo,é desrespeito. Mais do que saber perder,é necessário saber ganhar”.

A cubana Ramirez admitiu que o clima esquentou durante o confronto.

- Temos sangue quente. Sempre vai haver rivalidade entre brasileiras e cubanas. Jogo se ganha dentro de quadra – disse ao SporTV a autora de 24 pontos, alegando que as rivais paulistas teriam dito na véspera que eram melhores do que as mineiras. Ela ainda deu a volta olímpica com a bandeira de Cuba pela quadra.

A maior pontuadora do jogo foi Herrera, a outra cubana do Minas, que teve 27 acertos.

A cena mais marcante para mim, porém, foi ver o técnico Jarbas Soares pular a grade que separa a quadra das cadeiras e chorar abraçado de familiares e torcedores do Minas. Uma vitória pessoal de quem foi muitas vezes a vidraça,  já que trabalha em um dos clubes mais tradicionais do país, mas que teve de driblar limitações orçamentárias nos últimos anos para tentar de aproximar dos quatro melhores. Demorou, mas o Minas voltou ao top 4.