publicidade


Posts com a Tag ‘Maurício’

Vaivém: Uma cara nova e uma renovação no Sesi

terça-feira, 14 de maio de 2013

O Sesi de Marcos Pacheco começa a ganhar definitivamente uma cara.

O blog apurou que o ponta Maurício, que defendia o Sada/Cruzeiro, acertou contrato por um ano. Ele deve ser anunciado até o fim da semana.

O jogador é um dos inscritos na Liga Mundial e treina com a Seleção em Saquarema.

Ele chegará para se juntar ao também ponta Lucarelli, ex-Vivo/Minas, e o central Lucão, ex-RJX, outros dois selecionáveis que já acertaram com o Sesi.

O time paulista oficializou também nesta terça-feira a renovação de contrato com o levantador Sandro.

Vaivém: Primeiro reforço do RJX vem de Minas

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O central Maurício, que fez uma excelente Superliga pelo Vivo/Minas, vai defender o RJX na próxima temporada. Ele, inclusive, foi eleito o melhor bloqueador da última Superliga.

Ele desembarcará na Cidade Maravilhosa para substituir Lucão, que vai atuar pelo Sesi na Superliga 2013/2014.

Maurício se despede de BH com o vice-campeonato sul-americano. Curiosamente, ele ajudou a eliminar o RJX na semifinal, no sábado.

Virada e título do RJX em um jogo pra lá de estranho

domingo, 14 de abril de 2013

Acabo de chegar do Maracanãzinho, palco da final entre RJX x Sada/Cruzeiro. E temos muito assunto para discutir aqui no blog hoje e nos próximos dias também.

Começo por uma análise do jogo. Arrisco a dizer que foi a final mais estranha que já vi.

Pelo nível técnico das duas equipes e pelo equilíbrio das campanhas, eu esperava um jogo mais parelho, com parciais apertadas e disputa até o ponto final. E isso não aconteceu em nenhum dos quatro sets. 15-25, 25-18, 25-18 e 25-14 são resultados de sets que ninguém apostaria. Não reflete os times que estavam em quadra.

Quando um deles jogou, o outro sumiu. O então campeão Sada/Cruzeiro começou o jogo de forma avassaladora. O saque entrando e desestruturando a linha de passe do RJX. Dante sendo o alvo principal e não conseguindo fazer com que a bola chegasse na mão de Bruninho. Sem passe A ou B nas mãos, o levantador ficava sem sua bola de segurança: o meio.

A receita para o bicampeonato parecia certa. Mas o jogo mudou. E radicalmente.

Dante e Thiago Alves passaram a dar segurança no passe. O saque de Lucão começou a fazer muitos estragos. E Bruninho passou a realizar uma distribuição inteligente, dividindo bem as bolas entre Theo, os centrais e os ponteiros. Neste jogo de xadrez, o RJX parece ter colocado o Sada/Cruzeiro em xeque-mate. E nos três sets vencidos pelos cariocas o panorama foi o mesmo.

Senti os cruzeirenses menos vibrantes do que o normal. Talvez tomados por um certo sentimento de frustração por estarem jogando muito abaixo do que poderiam. E não conseguiram se reerguer. Marcelo Mendez invertou o 5-1, trocou Leal por Maurício, depois manteve o ponta reserva e tirou Filipe. Nada surtiu efeito. A decisiva dupla William/Wallace também não fez os estragos que está acostumada. E, como disse na transmissão da CBN, os sets já se definiam antes do segundo tempo técnico. Era só trocar pontos e esperar a vitória carioca.

É preciso dar mérito a quem merece também, apesar de os erros terem chamado mais a minha atenção do que belos rallies, por exemplo. O RJX não se abalou com o primeiro set e soube controlar o restante do jogo. Marcelo Fronckowiak, agora bicampeão como técnico e vencedor da Superliga também como jogador, leu o jogo com perfeição e viu quais peças do outro lado não estavam funcionando. E soube apontar para seus comandados o caminho a seguir.

O VivaVôlei foi dado para Thiago Alves. Eu teria escolhido Dante. Foi o melhor jogo do ponteiro que vi no ano. Talvez dos últimos quatro anos, me confidenciou depois uma figura importante da conquista.

Parabéns ao RJX pelo título. Ao Sada/Cruzeiro, reconhecer as falhas, pelo que ouvi nas entrevistas, é uma demonstração de grandeza. E vida que segue.

 

 

Recordar é viver: o título mundial do Brasil em 2002

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Com a aprovação quase unânime do “Recordar é viver” do título olímpico da Seleção feminina em Pequim-2008, fui vasculhar o arquivo do LANCE! e encontrei uma outra cobertura que fiz: o Mundial masculino de 2002, na Argentina.

Admito que tenho algumas recordações (pessoais) ruins daquela competição. Eu estava credenciado, mas acabei não viajando para o país vizinho. Para um repórter recém-contratado, após dois anos de estágio, era quase uma obsessão. Os motivos da “ausência”, ligados ao Mundial feminino da Alemanha, jogado meses antes, ainda me irritam. Mas deixemos isso para lá ou para meu livro de memórias (rs).

Naquela época, morava em São Paulo e acabei fazendo a cobertura pela TV. O Mundial era a primeira grande competição da era Bernardinho. O time, que tinha Nalbert como capitão, já havia conquistado a Liga Mundial, além de alguns torneios amistosos na Europa e vinha assombrando o planeta com um índice altíssimo de vitórias.

Ao reler a cobertura da partida final contra a Rússia, me deparei com um assunto que hoje, dez anos depois, mobiliza os fãs do vôlei nas redes sociais: vôlei na TV aberta. A Globo, que prometeu transmitir ao vivo a decisão, não cortou o Domingão com o Faustão, fazendo com que os telespectadores vissem apenas os últimos sets de Brasil x Rússia. Na época, pegou mal.

Para os mais novos que acompanham o blog, a final do Mundial marcou o início da passagem de bastão entre Naurício e Ricardinho. O mais experiente, titular na conquista na Argentina e um dos remanescentes do ouro olímpico de 92, viu o abusado reserva ganhar espaço após a atuação na semi e principalmente na decisão. A inversão do 5-1 com Anderson passou a ficar famosa e o camisa 17 iniciava ali a trajetória que o levou a ser chamado de melhor do mundo, anos depois.

É inesquecível também a entrada de Giovane na reta final do tie-break. Bernardinho resolveu colocar o ponta no lugar do oposto Anderson. E ele marcou os três últimos pontos da partida, o decisivo em um saque perfeito.

Na cobertura do LANCE!, vale a leitura da matéria assinada pelo amigo Bruno Doro, que viu a partida ao lado de Murilo, àquela altura, o irmão mais novo do titular Gustavo e que começava a despontar após os Mundiais de base.

Por fim, anexei o pôster que o L! publicou naquele dia. Vejam a cara de garoto de alguns dos campeões.

Ah, para quem não viu o primeiro post da seção, segue o link: http://wp.me/p1b2tr-1e2

O título

Início de uma era

O futuro ídolo

Pôster

Prêmio mais do que merecido

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Reproduzo abaixo release do COB sobre a entrada do ex-levantador Maurício no Hall da Fama do vôlei.

Uma homenagem justíssima para um dos maiores jogadores brasileiros que já tive a oportunidade de acompanhar.

Em cerimônia realizada em Holyoke, nos Estados Unidos, no sábado, o brasileiro Maurício Lima brilhou mais uma vez. Aos 44 anos, o ex-levantador bicampeão olímpico com a seleção brasileira, entrou, oficialmente, para o Hall da Fama, sendo o primeiro da geração campeã em Barcelona/92 a receber a homenagem da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).
 
Considerado um ícone na história do vôlei, Maurício é um dos dois únicos atletas do masculino a disputar cinco edições de Jogos Olímpicos, ao lado de Andrea Giani, da Itália. O brasileiro esteve nos Jogos Seul-88, Barcelona-92, Atlanta-96, Sydney-2000 e Atenas-2004. Assim como Maurício, Giani também está no Hall da Fama.
 
Mauricio Lima é o sétimo jogador do Brasil que entra para essa seleta lista do Hall da Fama. Os outros seis atletas do vôlei brasileiro são Bernard Rajzman, Jackie Silva, Carlos Nuzman, Ana Moser, Shelda Bede e Adriana Behar.
 
- É um enorme prazer e um privilégio grande receber este prêmio. Fico orgulhoso de ser o primeiro atleta da geração dourada do Brasil a ser incluído no Hall da Fama do voleibol. Este é um resultado de muitos anos de dedicação e amor a este esporte, e ser reconhecido depois de uma carreira de 23 anos é muito gratificante - afirmou Maurício Lima, durante a cerimônia.
 
- Eu me inspirei na Geração de Prata. Tinha 14 anos quando comecei a minha carreira. Desde então, eu sonhava me tornar um grande jogador de voleibol. Quero agradecer a todos os meus treinadores, Às equipes técnicas e aos outros jogadores que estiveram ao meu lado. Finalmente, gostaria de agradecer especialmente à minha família, presente em todos os momentos - destacou o ex-levantador.

Sada/Cruzeiro na final. Mari e Paula fora

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Encerrei as semifinais do Mundial de Clubes com 50% de acerto nos palpites. Na mosca, o placar dos brasileiros: o óbvio 3 a 0 do Sollys/Nestlé sobre o Lancheras e o difícil Sada/Cruzeiro 3 x 2 Belchatow. Já Trentino e Rabita não estavam entre os meus finalistas.

No masculino, teremos nesta sexta, às 13h, a reprise do duelo ítalo-brasileiro, vencido pelos atuais tricampeões do mundo no tie-break na fase de classificação.  Equipes que jogam juntas há várias temporadas e têm no entrosamento um diferencial. Pelo jogo passado, impossível fazer um prognóstico. O Trentino, pelo histórico no Mundial de Clubes, por estar invicto até agora e por ter jogado uma semifinal impecável contra o Zenit Kazan, tem um ligeiro favoritismo.

Já os mineiros suaram, como já imaginado, na semi contra os então invictos poloneses. Diferentemente de outras partidas em Doha, Wallace não brilhou e chegou a ser substituído pelo cubano Sanchez. E o time se virou sem ele.  Leal, que foi novamente titular, também não teve atuação destacada, sendo trocado por Maurício nos dois sets finais. O levantador William, com as extremidades marcadas e sem a bola de segurança com o oposto, optou pelos centrais Douglas Cordeiro e Acácio. E eles deram conta do recado. Douglas foi o maior pontuador do time com 15 acertos (13 no ataque – em 15 tentativas – e dois no bloqueio), seguido por Acácio, com 11 (sete no ataque, dois no bloqueio e dois no saque). William também foi decisivo no quinto set, com uma sequência de saques que determinou a abertura da vantagem que garantiu a vitória.

Pelo Belchatow, o oposto sérvio Atanasijevic foi quase imparável, terminando com 29 pontos, 25 deles no ataque.

A presença na final já é um grande resultado para o Sada/Cruzeiro, já que o trio europeu no Mundial é de primeiro nível. Mas conquistar o título não é um sonho distante pelo desempenho que o time já mostrou no Qatar.

No feminino, outra reprise, às 11h desta sexta. Na fase de classificação, deu Sollys contra o Rabita. E, pesando os dois elencos e o momento no Mundial, as brasileiras vão entrar em quadra como favoritas.

O time do Azerbaijão não tomou conhecimento do Fenerbahce.  A oposto Seda errou tudo o que podia, fazendo apenas seis pontos. Muito acionada, Mari colocou no chão sete das 30 bolas que recebeu e desta vez não desequilibrou no saque. Já Paula Pequeno, com 14 pontos, liderou o Fener, tendo um aproveitamento razoável no setor ofensivo, com dez acertos em 25 bolas levantadas.  Para completar a semifinal desastrosa das turcas, o bloqueio não achou a colombiano Montaño, autora de 22 pontos para o Rabita. O Sollys já sabe em quem foca para ter sucesso na decisão.

O primeiro teste cruzeirense no Qatar

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Na contagem regressiva para o Mundial de Clubes, o Sada/Cruzeiro derrotou o Al Arabi por 3 a 1, nesta quarta-feira, em Doha.

O atual campeão da Superliga perdeu o primeiro set 25-19 e depois se recuperou, faturando as parciais seguintes por 25-19, 25-17 e 25-23.

A principal novidade foi a estreia do ponta cubano Leal, que entrou no terceiro set no lugar de Filipe. Sanchez, o outro cubano do time, e Maurício foram os principais pontuadores, com 14 acertos. Pelo time dirigido por Mauro Grasso, o alemão Pampel anotou 18.

- Para mim foi muito bom jogar esse amistoso antes do Mundial. Estava querendo muito jogar. Fisicamente me sinto bem e acho que a principal dificuldade agora é retomar o ritmo de jogo e ganhar entrosamento com os outros colegas, que já jogam juntos há mais tempo. Estou muito feliz – disse Leal.

Vale ressaltar que o Sada/Cruzeiro antecipou sua viagem para facilitar a adaptação dos atletas ao fuso horário e está levando muito a sério o Mundial. A estreia dos brasileiros será no sábado contra os mexicanos do Tigres, em tese, os rivais mais fracos da primeira fase.

 

Como está o novo cubano do Sada/Cruzeiro?

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Atual campeão da Superliga, o Sada/Cruzeiro apostou na manutenção de sua base (William, Wallace, Filipe, Maurício, Serginho, Douglas Cordeiro e Acácio) e na troca dos cubanos para seguir no topo na temporada 2012/2013.

FIVB/Divulgação

FIVB/Divulgação

Sai de cena Sanchez e entra Leal.

No papel, a troca tem tudo para ser boa para os cruzeirenses.

O ponta Yoandry Hidalgo Leal era titular da seleção cubana até o Campeonato Mundial de 2010, na Itália. Naquela competição, foi um dos responsáveis por levar os caribenhos ao segundo lugar, perdendo apenas para o Brasil na decisão.

Ele tem 2,01m  e vai completar 24 anos no fim deste mês. Como a maioria dos conterrâneos, impressiona pela força que tem para atacar e sacar.

Leal ainda não foi apresentado pelo Sada/Cruzeiro, mas já treina com os companheiros. Logicamente, chegou abaixo dos demais nas condições físicas e técnicas, por estar há dois anos sem atuar profissionalmente, como exige a regra da FIVB para que os cubanos atuem fora do país-natal.  Ainda chama chama a atenção pelo potencial ofensivo. A “patada” impressionou os companheiros.

Estive no Mundial e pude ver Leal em ação. Fiquei com a impressão de ser aquele jogador que tem muito potencial, sabe disso e muitas vezes se desliga dos jogos pelo mesmo motivo. Costuma ter um saque forçado que incomoda os rivais e compõe bem o bloqueio.

Nas estatísticas, ele apareceu com 20º no passe, com aproveitamento pouco inferior a 50%. No ataque, foi o 26º melhor, com 46,7% de acerto.  Apenas como comparação, Murilo, eleito o MVP da competição, teve 47,8% de aproveitamento. Dante, o outro titular do Brasil, terminou com 47,7%. Entre os maiores pontuadores, ele ficou na 14º posição, empatado com Leandro Vissotto, com 116 acertos.

A estreia, porém, deve demorar. Leal não vai disputar o Mineiro, o Sul-Americano e provavelmente o Mundial. Assim, deverá estar em quadra apenas em novembro, já na Superliga.

Seleção sem Murilo e Giba na abertura da Liga

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A CBV confirmou nesta quinta que a Seleção Brasileira não terá Murilo e Giba para o primeiro fim de semana da Liga Mundial, em Toronto, no Canadá.

O primeiro sente dores no ombro direito, enquanto o capitão brasileiro se recupera da fratura por estresse na canela esquerda.

Sem a dupla, Dante pode ganhar um novato como parceiro na ponta. Lucarelli e Maurício são as opções. Outro jogador que treina em Saquarema é João Paulo Bravo.

Por fim, a constatação de que o ciclo de Marlon na Seleção terminou. Bernardinho chamou Rapha, do Trentino, para os treinos a partir de segunda-feira. William era outro pré-inscrito que poderia ter uma chance.

 

Vaivém: Vivo/Minas anuncia mais três

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mais reforços confirmados para o Vivo/Minas para a temporada 2012/2013.

Dois deles chegam do Vôlei Futuro: o levantador Evandro e o meio de rede Maurício, como o blog anunciou o interesse dias atrás (http://wp.me/p1b2tr-VC). O outro é o jovem ponta Lucas Lóh, que defendia o Sada/Cruzeiro e foi campeão da Superliga.

Os mineiros estão com o elenco quase fechado. Mas ainda tentam levantar recursos com patrocinadores para contratação de algum selecionável. A chance existe. Giba é uma das possibilidades que já foram discutidas dentro do Minas Tênis Clube.

A outra preocupação é encontrar um substituto para Marcelo Fronckowiak.