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De olho no Funvic/Taubaté

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Como esperado, o estrelado Funvic/Taubaté se classificou para a final do Paulista masculino, eliminado o esforçado São José na semifinal, nesta sexta-feira, com vitória por 3 a 1. Agora a disputa do título será contra o Sesi, que eliminou o Brasil Kirin.

A equipe de Taubaté pode ser time a ser batido na próxima Superliga. Pelo nível das contratações, a equipe paulista tem tudo para fazer frente aos demais favoritos para o título da competição nacional. Para isso, precisa, inicialmente, entrosar seus selecionáveis.

Apesar da convivência de Rapha, Sidão, Chupita e Felipe durante Liga e Campeonato Mundial, ainda é precisa entrosar o quarteto com o restante do grupo titular: Dante, Lorena e Maurício. Quando Cezar Douglas conseguir fazer esta base titular se entender melhor, o Funvic/Taubaté pode ser um verdadeiro bicho-papão.

A decisão contra o Sesi promete ser um bom aperitivo. Marcelinho, Theo, Escadinha, Lucarelli, Lucão… Um outro time estrelado e com potencial para ir longe em qualquer competição.

Vale a pena acompanhar esta final do Paulista.

 

O tetra Mikou

domingo, 21 de setembro de 2014

Depois do primeiro set, o tetra parecia apenas uma questão de tempo. E faço essa análise pela quase perfeição da atuação do Brasil e a performance apagada da Polônia. Mas a virada dos donos da casa aconteceu, para delírio da torcida em Katowice, e tetracampeonato mundial da Seleção ficou no quase.

Coisas do esporte. Méritos do francês Stephane Antiga, que acertou ao colocar o veterano Zagumny, um remanescente da final do Mundial de 2006, para mudar o jogo. Ele mudou o ritmo da partida, colocando em ação Mika, o atacante que desequilibrou. O bloqueio brasileiro, que estava encaixado, não se encontrou mais no decorrer do jogo e isso fez uma tremenda diferença.

Outro mérito polonês foi ter colocado a cabeça no lugar após a derrota na primeira parcial. O time todo parecia estar sentindo demais a responsabilidade de jogar uma final em casa. Jogadores presos, tensos… E eles se soltaram! Passaram a usar a torcida como combustível, não como adversária. E jogaram melhor do que o Brasil. Tão simples quanto isso.

A Seleção Brasileira errou mais do se aceita para uma decisão. O saque parou de pressionar a linha de passe polonesa, Lucarelli e Lucão tiveram uma queda de rendimento no aproveitamento de ataque, o passe de Mário Júnior não era mais o mesmo e o jogo passou a ficar muito centralizado em Wallace, que virou muita bola, diga-se de passagem. Nesta hora, faltou o Brasil ter mais um atacante em condições de receber mais bolas, já que Murilo estava nitidamente limitado por questões físicas.

Como já escrevi anteriormente, coisas do esporte. Venceu quem controlou mais os nervos em todo o jogo, quem soube tirar do banco de reservas um coelho da cartola e quem jogou melhor. Infelizmente, desta vez, não foi o Brasil.

 

Mais um treino de luxo do Brasil no Mundial

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Sem sustos, a Seleção Brasileira masculina confirmou o favoritismo e derrotou a China, nesta quinta-feira, por 3 sets a 0, parciais de 25-14, 25-23 e 25-18, em Katowice (POL). O óbvio resultado já permite que os atuais tricampeões avancem para a terceira fase do Campeonato Mundial até mesmo perdendo os outros dois jogos que terão nesta etapa.

Lucarelli soltando o braço no saque (FIVB/Divulgação)

Lucarelli soltando o braço no saque (FIVB/Divulgação)

A quase certa classificação verde-amarela apenas reforça a disparidade das forças do Grupo F(raco, como já andei lendo pela internet), bem diferente do Grupo E(quilibrado). Brasil e Rússia estão três degraus, no mínimo, acima dos demais adversários e estão cumprindo a obrigação de passar por cima de todos. E terão o confronto direto, no domingo, provavelmente para definição de quem sairá na primeira posição. Aí sim será uma ótima oportunidade para ver como estão dois dos principais candidatos ao título.

Neste aquecimento para enfrentar Muserskiy & Cia, o  duelo com os chineses não repetiu a dificuldade que o Brasil teve com outro representante da escola asiática na competição: a Coreia, vencida apenas no tie-break. Desta vez com força máxima e com um saque que fez estragos na recepção, a Seleção abusou a diferença física e de estatura entre os jogadores para abrir vantagem desde o início do primeiro set. Com o passe na mão, Bruninho usou bastante a bola com os centrais Sidão e Lucão. Lucarelli fechou a parcial com um saque que explodiu no peito de Zhong.

Chupita sai de quadra após contusão (FIVB/Divulgação)

Chupita sai de quadra após contusão (FIVB/Divulgação)

No segundo set, a China conseguiu manter o placar mais equilibrado. O Brasil, mesmo não sendo tão eficiente no saque, se manteve à frente, mas a diferença nunca passou de três pontos. A notícia preocupante foi a luxação no dedo mindinho da mão esquerda de Chupita. Ele, que havia acabado de substituir Murilo, machucou o dedo ao dividir uma bola com o bloqueio chinês. Mas ele voltou à quadra no terceiro set, mostrando que o susto foi maior do que a gravidade da contusão. Mesmo errando mais do que o normal no ataque, a Seleção fechou  em 25 a 23.

A tendência do set anterior não foi mantida no terceiro. O Brasil rapidamente abriu uma grande frente (seis pontos), graças ao bloqueio, outro fundamento que havia caído de produção, e ao saque, que voltou a entrar. E daí em diante foi uma questão de administrar para fechar o jogo.

Neste sábado, o time de Bernardinho terá pela frente o Canadá, que briga com a Alemanha pela terceira e última vaga do grupo para a próxima fase. Espero um jogo bem mais equilibrado, já que os canadenses possuem um potencial ofensivo bem maior, principalmente com o oposto Gavin Schmitt. Fred Winters, ponta que vai defender o Sada/Cruzeiro na próxima Superliga, é outro que estará em quadra.

Números e comentários após a vitória brasileira

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A Seleção tratou o 3 a 0 sobre a Bulgária como uma atuação exemplar. Pelo menos as declarações dos atletas após o jogo deixaram essa posição clara.

E concordo com eles, levando em consideração o primeiro e segundo sets. No terceiro, a concentração caiu, os erros aumentaram e foi preciso uma grande ajuda de Rapha e Vissotto, na inversão do 5-1, para evitar que a partida ganhasse mais uma parcial.

Observando os números, destaco a superioridade brasileira no ataque (foram 41 pontos, contra 26 dos búlgaros). Mais do que isso: Wallace e Lucarelli, os homens da bola de segurança, tiveram 50% ou mais de aproveitamento no fundamento.  Fundamental ter números altos não apenas com os centrais no ataque, principalmente quando o rival for da escola europeia: alto e forte. O oposto anotou 14 pontos, um a mais do que o ponta.

LUCÃO: “Conseguimos efetuar todos os fundamentos bem. Atacamos bem, conseguimos aproveitar os contra-ataques, sacamos com eficiência e o bloqueio amorteceu muitas bolas”.

MURILO: “Hoje, a tática funcionou muito bem. Tentamos manter o nosso ritmo, pressionando o tempo todo porque sabíamos que não poderíamos dar chances ao time deles”.

WALLACE: “Todos os dias poderiam ser como hoje, quando tudo deu certo para o nosso time. Isso parte muito do nosso foco, da nossa concentração e, assim, as coisas fluem um pouco mais fácil”.

Os números de Brasil 3 x 0 Alemanha

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Habemus as estatísticas…

– Lucão teve um aproveitamento de NOVENTA POR CENTO no ataque. Colocou nove das dez bolas que recebeu no chão.

– O bloqueio brasileiro fez 11 pontos (Sidão e Wallace com três cada). Já o da Alemanha anotou apenas cinco.

– Lucarelli,  maior pontuador do confronto com 13 pontos, fez 10 de ataque, dois no bloqueio e um no saque. Teve um aproveitamento pouco inferior a 50% no ataque.

– Murilo, o jogador brasileiro menos acionado no ataque  (nove vezes), teve 62,5% de aproveitamento no passe.

– Felipe teve os melhores números defensivos da partida, com 3,33 acertos por set.

Uma boa estreia brasileira

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Gostei da atuação da Seleção Brasileira diante da Alemanha, nesta segunda-feira, pela primeira rodada do Campeonato Mundial.

Levando em consideração a tensão natural de uma estreia e ter um bom time como rival, o Brasil teve momentos elogiáveis em Katowice na vitória por 3 sets a 0, parciais de 25-21, 25-19 e 25-17. Vamos a eles:

– A atuação de Lucão: no momento mais complicado da partida, após a parada do primeiro tempo técnico do set inicial, o central assumiu o protagonismo que se espera dele no ataque e no bloqueio. Fez cinco pontos seguidos e o Brasil deslanchou na parcial. Com o entrosamento que tem com Bruninho, Lucão pode e deve ser a bola de segurança em jogos importantes, fazendo com que o bloqueio não se preocupe apenas com Wallace.

Lucão e Lucarelli festejam (FIVB Divulgação)

Lucão e Lucarelli festejam (FIVB Divulgação)

– Os líberos: interessante a aposta de Bernardinho de optar por Felipe na defesa, deixando Mário Júnior apenas na recepção. Pode ser uma arma decisiva em jogos contra rivais com ataque mais poderoso. E achei que  Felipe não sentiu o peso da estreia em uma grande competição.

– Me pareceu proposital, já que Murilo teve problemas no pescoço durante a semana, a opção de Bruninho de pouco utilizar o experiente ponta no ataque. O camisa 8 é o principal responsável por estabilizar o passe e sempre é importante no bloqueio. Nesta segunda-feira, ainda foi importante em passagens no saque, sem forçar, usando apenas sua categoria. Marcou um lindo ace, encobrindo a recepção alemã, em um ponto plasticamente bonito, no primeiro set.

– A Alemanha mostrou ser “refém” de Grozer. O oposto, recentemente campeão mundial de clubes em BH, é o dono do time, tanto no ataque quanto no saque. Contra outros rivais, pode até ser suficiente. Mas diante do Brasil ele precisaria ter um suporte maior de Kaliberda ou dos centrais altos.

Fora da quadra, dois pontos:

– O desafio eletrônico tem funcionado muito bem. É a versão que, por enquanto, menos deixa dúvidas na marcação.

– Bola fora da FIVB não ter a estatística online dos jogos. Uma ferramente já tradicional, usada em todas as competições da entidade, dá lugar a um tosco sistema apenas com os titulares e os pontos por fundamento. Um passo atrás gigantesco.

Vocês gostaram do que viram?

PS: Pelas escassas estatísticas até aqui (11h), Lucarelli terminou o jogo com 13 pontos, um a mais do que Lucão. Grozer fez 11. Confira os demais números do duelo (http://wp.me/p1b2tr-1Xz)

Coluna de domingo: Reflexões sobre o momento da Seleção

domingo, 25 de maio de 2014

Pessoal, boa tarde. No ar a Coluna Saque publicada neste domingo, 25 de maio, no LANCE!

Os resultados negativos do Brasil diante da Itália, no primeiro fim de semana de disputas da Liga Mundial, não tiram meu sono. É início de temporada, time com foco na parte física, há tempo de recuperação para buscar a vaga para as finais e a Azzurra, vamos admitir, jogou demais… O que me preocupa é ver que, a três meses do início do Campeonato Mundial da Polônia, que marcará a metade do ciclo olímpico até os Jogos do Rio, a Seleção está bem longe de ter uma base titular confiável para buscar o tetracampeonato.

É um cenário bem diferente dos Mundiais anteriores (2002, 2006 e 2010), por exemplo. Pesam o momento técnico ruim de alguns atletas, as limitações físicas de outros e a falta de peças de reposição à altura dos titulares em algumas posições, fruto de uma renovação não tão boa desta geração como visto nas anteriores.

Para comprovar, dois exemplos: Escadinha e Dante, dos veteranos com um passado glorioso com a Seleção e que não foram inscritos na Liga, teriam espaço e importância entre os 12 hoje. Para o Mundial de 2014 não tenho dúvidas de que seriam úteis. Se formos pensar na Olimpíada, acho pouco provável. Por isso tudo, Bernardinho deveria aproveitar a Liga para testar, testar e testar.  No levantamento, Rapha, jogador com muita experiência internacional por clubes,
tem cacife para disputar a posição em igualdade de condições com Bruninho. Mas precisa ter mais chances como a recebida em boa parte do segundo duelo com a Itália, ontem. O mesmo vale para encontrar opções para Lucão e Sidão no meio, para definir qual dos oposto é titular (Vissotto, Wallace e Theo) e achar opções para Murilo e Lucarelli nas pontas. Ou seja: é preciso achar um time.

Balanço da estreia brasileira em Jaraguá

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Não gostei do que vi da Seleção Brasileira na abertura da Liga Mundial, em Jaraguá do Sul (SC).

E, que fique claro, minha crítica leva em consideração que o momento físico do Brasil não visa explodir agora, mas lá no segundo semestre, no Mundial da Polônia. O time estava nitidamente mais preso do que os rivais. Ainda assim, o Brasil deixou bastante a desejar na derrota por 3 a 1 para a Itália.

Vamos por partes:

– Mário Júnior teve uma atuação abaixo da média. Conseguiu errar passe de contra-ataque, de manchete, e esteve longe de passar segurança na recepção dos saques forçados dos italianos. Tanto que Bernardinho usou o novato Felipe nas duas últimas parciais. Sem Escadinha, a posição de líbero, para um time com altura menor do que os principais concorrentes, é chave. E preocupa!

– A virada de bola de Murilo e Lucarelli também deixou a desejar. O experiente ponta marcou apenas cinco pontos, quatro deles no ataque. Lucarelli fez 12, mas com apenas 35% de aproveitamento no principal fundamento que possui. Como comparação, Kovar teve 64% de acerto e marcou 20 pontos. Já Parodi, que fez 12, terminou com 45%. Como o Brasil só tinha Maurício no banco para o setor, Bernardinho acabou nem sequer mexendo em sua dupla titular.

– Como falei no post de apresentação da Liga, em ano de Campeonato Mundial, a competição anual vira um grande laboratório. Por essa lógica (e também pela atuação decisiva no terceiro set), Rapha poderia ter sido titular no quarto no lugar de Bruno. O jogador está em grande fase, vem em ritmo de jogo por ter disputado o Mundial de Clubes em BH e faz tempo que merece oportunidades na Seleção. Quem me lê aqui sabe que estou longe de ser o perseguidor número 1 de Bruninho, mas já passou da hora de Bernardinho dar espaço para outros levantadores que vivem bom momento. E não existe hora melhor de fazer testes do que agora. Pelo Twitter, o líbero Alan respondeu uma pergunta que fiz sobre o melhor e o pior do jogo. O melhor para ele foi a Itália e o pior foi Rapha ter ficado no banco. Tão claro que nem é preciso desenhar…

– Cheguei a postar no Twitter no fim do segundo set a pontuação de Lucão. Ele tinha apenas três pontos, dois deles no ataque. Por mais que tenha terminado o jogo com 12 (seis no ataque, quatro no bloqueio e dois no saque), era uma pontuação muito baixa para quem é homem de segurança de Bruninho no ataque. O Brasil não pode se dar ao luxo de não usar mais o principal central que possui.

– Vissotto foi o maior pontuador brasileiro: 16 pontos. Colocou 14 de 27 bolas no chão, ficando acima dos 50% de aproveitamento. Estatísticas bem razoáveis. Perto do restante do Brasil, números muito bons. A briga entre ele, Wallace e Theo por duas vagas promete ser boa.

– A Copa do Mundo, segundo a versão da transmissão da Globo, impediu que o jogo de hoje tivesse a utilização do replay para bolas decisivas. Segundo a emissora, o equipamento foi retido pela Receita Federal, “atolada” por diversas remessas que estão chegando para transmissão do Mundial de futebol.

– Ainda sobre a transmissão, a convidada Christine Fernandes roubou a cena, falando bem mais do que Giba e Tande, os especialistas que também estavam no estúdio da Globo.  Foi ela quem levantou a lebre sobre o equipamento, ao pedir a Luiz Carlos Júnior a exibição de um replay, por exemplo. E virou assunto dos mais comentados nas redes sociais durante a tarde.

 

Vaivém: O futuro de Lucão

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Li muita especulação sobre o futuro de Lucão após o Sesi perder a final da Superliga para o Sada/Cruzeiro. A principal delas era uma transferência para a Itália, sendo Modena, do levantador Bruninho, um dos destinos, retomando uma parceria de muito sucesso. Mas o martelo está batido e ele não deixará a equipe paulista na temporada 2014/2015.

O Sesi vê o central como pilar do time, ao lado de Lucarelli. Ambos chegaram com um baita status. E se esperava muito deles juntos. Admito que eu estava entre esse grupo, inclusive. Mas a temporada acabou e fiquei com uma ponta de frustração com ambos. Não foram tão decisivos, não desequilibraram ofensivamente como estavam acostumados, separadamente, no RJX e no Vivo/Minas, respectivamente. Em alguns jogos, pareciam não estar tão à vontade em quadra,

Como o Sesi irá trocar o levantador, a expectativa é de que o jogo de Lucão e Lucarelli cresça junto.

 

E quase deu São Bernardo. Banco salvou o Sesi

domingo, 9 de março de 2014

O São Bernardo, sétimo colocado na fase de classificação da Superliga masculina, poderia ter protagonizado, neste domingo, a única zebra da primeira rodada dos playoffs.

Jogando fora de casa contra o poderoso e milionário Sesi, o time do ABC teve chances para fechar a partida em 3 a 0. Faltou manter o ritmo no fim do segundo set, quando já tinha 1 a 0 e vencia até o 18º ponto (na terceira parcial, fez 21 a 12). Mas faltou acreditar? Talvez. Faltou capricho do levantador Rodrigo no 2º set. No tie-break, faltou Leozão, grande nome da partida até então, que sentiu cãimbras e precisou deixar o jogo. Os tais detalhes em um confronto decisivo.

Pelo lado do Sesi, sobraram opções no banco para mudar o rumo do jogo. Thiaguinho foi importante para a virada no segundo set. Rogério e Mão entraram bem no quarto. O central marcou quatro pontos (dos sete) em bloqueio. O ponta anotou dez, sete deles no ataque.

E assim Lucão e Murilo, titulares não apenas no Sesi, mas também na Seleção Brasileira, viram do banco de reservas a virada. E com números impressionantes, que sinceramente raras vezes vi na vida. O central fez um ponto, de bloqueio, no primeiro set. E mais nada. Já o ponta, que vem da delicada cirurgia no ombro, zerou.

Para azar do São Bernardo (Peu merece aplausos pelo trabalho feito), dúvido que eles façam outra partida deste nível. E, assim, o Sesi, aliviado, deve confirmar sua vaga na semifinal.