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Brasil abre 2015 com vitória, mas sem grande público

sexta-feira, 29 de maio de 2015

A estreia da Seleção Brasileira masculina em 2015, importante ano pré-olímpico, foi vitoriosa. Na tarde desta sexta-feira, triunfo de virada sobre a Sérvia por 3 sets a 2, parciais de 24-26, 25-17, 25-22, 26-28 e 15-12, pela primeira rodada da Liga Mundial.

Uma pena, porém, que o Mineirinho não estivesse lotado, como em outros tempos. Apenas 4.661 pessoas estiveram no ginásio, em Belo Horizonte, número aquém do que a Seleção costuma levar em jogos. Em algumas tomadas da transmissão das TV´s deixava nítido os clarões no mítico local.

Vissotto no bloqueio (FIVB/Divulgação)

Vissotto no bloqueio (FIVB/Divulgação)

O preço dos ingressos (R$ 50 arquibancada superior e R$ 70 arquibancada inferior) e o horário (14h de um dia útil) foram os vilões, segundo alguns torcedores. Separei aqui até algumas reproduções de seguidores do meu Twitter (@danbortoletto).

Maysa ‏@maysasouza: ingresso caro e esse horário!

Simone Boff ‏@SimoneBoff: HIPER vazio. Concentraram os torcedores de frente para as câmeras proibindo ficar no lado oposto do ginásio. Sexta-feira né!!

Tatiana Nishiyama ‏@mayumi_tatiana: só pra quem pode né :(

Matheus Carvalho ‏@teuzzo1: Sexta feira, às 14h. Não esperava outra coisa.

Em quadra, o Brasil, sem Bernardinho, Murilo e Mário Júnior, suspensos, teve Rubinho como treinador e Rapha, Leandro Vissotto, Lucarelli, Lipe, Lucão, Isac e Escadinha, como titulares.

Como esperado para um início de temporada, o time ainda se mostra “preso”, já que a parte física foi privilegiada nos treinamentos em Saquarema. Tecnicamente, gostei da dupla Lucão e Isac pelo meio, uma formação nova e que merece ser testada mais vezes. O primeiro terminou o duelo com 15 pontos, enquanto o segundo fez 11. Vale lembrar que Isac, o titular mais novo do time, tem um longo tempo de convivência com Rubinho, que foi seu treinador em São Bernardo. Certamente jogou mais tranquilo.

Já o passe oscilou em alguns momentos, com Lucarelli e Lipe. Escadinha, em seu retorno à Seleção, fez algumas grandes defesas, deu broncas em companheiros desde o início e já deixou claro que, mesmo aos 39 anos, dificilmente dará espaço aos demais líberos até a Rio-2016.

O oposto Leandro Vissotto, com 18 acertos, 16 deles no ataque, foi o maior pontuador do Brasil.

Para domingo, no segundo duelo da série, espero ver um Mineirinho cheio e uma equipe brasileira mais solta. Murilo, que tinha apenas um jogo a cumprir de suspensão, pode ser uma das novidades.

Vaivém: Mercado “pautado” pelo Sesi

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A influência do Sesi no mercado de atletas será grande, mais uma vez. Porém, para a temporada 2015/2016, o clube paulista vai diminuir seu investimento, fazendo com que grandes nomes fiquem “mais livres” para negociação com alguns rivais.

É o caso, por exemplo, de Fabiana, no feminino, e Murilo, no masculino.

Entre as mulheres, o cenário ainda não é claro pois Rexona-Ades e Molico/Osasco estarão em atividade até o dia 26. E muitas atletas acabam esperando a definição dos dois gigantes antes de definirem por propostas já recebidas. Sem os dois no mercado, o time com mais “bala na agulha” para investir passa a ser o Praia Clube, que certamente precisará de uma boa reformulação após decepcionar na atual Superliga.

No masculino, existe o desejo mútuo pela permanência do central Lucão. A questão passa a ser, então, financeira, adequando o salário, um dos maiores do país, ao novo cenário do clube. Lucarelli, com propostas do mundo todo, tem maior chance de sair.

O Minas, por sua vez, busca as garantias do investimento que terá na próxima temporada para os times masculino e feminino para sonhar mais alto. Neste caso, o desejo maior é manter Jaqueline, grande diferencial em 2014/2015, e contratar Murilo. A diretoria do clube negocia com uma construtora para voltar a ser competitiva no mercado masculino.

E a “relação” entre Minas e Sesi já acontece neste “vaivém”, mas no de treinadores. Com orçamento menor, o clube paulista negocia a permanência de Marcos Pacheco, com uma redução de valores. Mas está de olho em Nery Tambeiro, caso a renovação enrosque.

ERRATA: Falei com Montanaro agora e corrijo a informação de que ele deixou o Sesi.

Visão de jogo: Agora é campeão de tudo

domingo, 12 de abril de 2015
Festa celeste no Mineirinho (Alexandre Arruda/Divulgação)

Festa celeste no Mineirinho (Alexandre Arruda/Divulgação)

Texto escrito para a edição desta segunda-feira do LANCE!, sobre a final da Superliga masculina:

Como definir a temporada de um clube que conquistou o título da Superliga masculina e também da divisão de acesso da competição nacional? Enquanto vocês pensam na pergunta, eu procuro explicar os segredos do sucesso do Sada/Cruzeiro.

Neste domingo, no Mineirinho, com 14 mil pessoas, a vitória sobre o Sesi por 3 a 1 garantiu o bicampeonato (consecutivo) na elite do vôlei nacional. E aqui a primeira explicação para o sucesso celeste: os mesmos sete titulares da temporada 2013/2014 começaram jogando a decisão E seis deles já tem contrato para o próximo ano (falta o central Eder). A manutenção do elenco faz com que o entrosamento seja uma arma poderosa do Sada. O técnico argentino Marcelo Mendez, arquiteto por trás dos títulos cruzeirenses, tem o time na mão. E os jogadores se conhecem por uma simples troca de olhares. E tenham certeza de que não é exagero. Basta reparar na sintonia de William e Wallace.

O ponto crítico do jogo aconteceu no terceiro set e comprova outra qualidade do Sada: a cabeça no lugar em momentos decisivos dos jogos. O Sesi teve 24 a 21 e poderia fazer 2 sets a 1. Mas os mineiros souberam neutralizar Lucão em três ataques seguidos e empataram a parcial.  Quando fecharam em 27 a 25, praticamente selaram a conquista. E olha que estamos falando de um adversário que tinha, além do central da Seleção, jogadores do quilate de Escadinha, Murilo, Lucarelli e Marcelinho. E, para ser justo, cito Theo (20 pontos) e Riad (oito pontos de bloqueio), para mim, os dois melhores do Sesi no jogo.

Para tentar encerrar minha explicação sobre o sucesso do Sada, o cubano Leal merece um capítulo à parte. Como jogo fácil o ponta! Foram 21 pontos, o prêmio de melhor jogador da final e a confirmação da grande diferença que ele pode fazer no ataque e no saque. Nesta segunda-feira, na convocação de Bernardinho para a Liga Mundial, existe a expectativa da presença do nome do cubano. Faz tempo que CBV e a comissão técnica da Seleção discutem o processo de naturalização de Leal. Ele quer. A Seleção quer. E mais: precisa de um jogador com estas características para a Rio-2016.

 

Sesi mostra muita força

domingo, 22 de março de 2015

Foram duas horas e meia de um jogo com altíssimo nível técnico. Funvic/Taubaté e Sesi, com astros da Seleção de diferentes gerações, fizeram um confronto repleto de alternativas, grandes jogadas e nível de tensão nas alturas. No fim, deu a equipe da capital por 3 a 1 (25-21, 27-25, 28-30 e 25-19), que agora terá a chance de fechar, na Vila Leopoldina, a série e se classificar para a final da Superliga masculina.

Vou colocar alguns números que ajudam a entender o que foi a partida:

– Lucão, eleito o melhor em quadra, marcou ONZE pontos no bloqueio. Estatística que desequilibraria qualquer duelo, temos que admitir. Ele ainda marcou no saque outros dois dos 19 acertos que teve. Sobraram apenas seis de ataque, quantidade baixa pelo estrago que ele costuma fazer quando o passe chega às mãos do levantador. Ganhou o VivaVôlei, mas poderia dividir com o jogador do próximo item.

– Riad, o outro central do Sesi, também marcou 19 pontos (10 no ataque, 5 no bloqueio e 4 no saque). Outro que jogou demais e foi decisivo em vários momentos capitais da semifinal, incluindo uma sequências de três aces seguidos.

– Os centrais de Taubaté, somados, fizeram 12 pontos (10 de Sidão e 2 de Maurício). E na comparação com os centrais do Sesi fica clara a diferença.

– Lorena, com 18 pontos, liderou o time da casa. Mas seu jeitão “maluco beleza” de atuar não serviu apenas para contagiar os companheiros. Uma discussão com Lipe (ou Chupita, como preferirem) foi ríspida no início do jogo. Na parcial seguinte, se abraçaram. No fim, ainda levou o vermelho por xingar integrantes da comissão técnica do Sesi. O estilo próprio de Lorena nem sempre joga a favor do próprio time.

– Marcelinho, Dante, Escadinha… Cabelos brancos, currículos recheados de títulos e ainda muita lenha para caminhar. É um prazer poder acompanhar jogadores tão talentosos, que hoje buscam atalhos da quadra e seguem sendo eficientes.

Sesi “coloca ordem” na série e está na semi

terça-feira, 17 de março de 2015

O Sesi deu uma demonstração de força na noite de segunda-feira e se garantiu na semifinal da Superliga masculina. Jogando em casa, o time paulista derrotou o Ziober/Maringá por 3 a 0, fechando a série em 2 a 1. Espera agora o vencedor de Funvic/Taubaté e Canoas, que jogam hoje.

Para muitos, o Sesi não fez mais do que a obrigação, levando-se em conta o orçamento e o elenco repleto de selecionáveis. Concordo. Este time foi montado para ser campeão da Superliga e uma eliminação nas quartas de final seria resultado suficiente para abalar todo o projeto (e não entendam essa colocação como desmerecimento aos paranaenses).

Para evitar tal “catástrofe”, o Sesi contou com a importante volta de Murilo ao time titular para dar a segurança que faltava ao passe. Com a bola na mão, Marcelinho também jogou bem e usou e abusou de Lucão (colocou 14 de 17 bolas no chão no ataque, além de fazer mais seis pontos no bloqueio).

Apesar da eliminação, o Maringá deixa a competição de cabeça erguida. Se o time tivesse iniciado a primeira metade da competição com mais regularidade poderia ter ficado acima do sexto lugar, evitando um confronto com um gigante como o Sesi nas quartas. Espero que o projeto aprenda com os erros e volte mais forte na próxima temporada. Nos próximos dias é possível que o presidente, capitão e levantador Ricardinho seja anunciado como reforço do Treia (ex-Macerata) nos playoffs do Italiano. É aguardar!

 

 

 

O Sesi me surpreendeu

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Quase queimei a minha língua ontem. Iria escrever sobre o  Sesi, apenas quinto colocado na Superliga masculina na virada do ano. Campanha com oito vitórias em 13 jogos e  bem distante dos líderes na classificação geral. Muito pouco para um elenco estrelado e caro.

E aí vem o 3 a 0 categórico de ontem sobre o Funvic/Taubaté, principal perseguidor do líder Sada/Cruzeiro.

Lucarelli foi o maior pontuador e acabou eleito o melhor da partida. O saque fez estragos na boa linha de passe com Chupita, Dante e Felipe. O bloqueio, que vinha até muito bem com Riad, não pontuou tanto, mas ajudou demais a propiciar contra-ataques.

A principal novidade, porém, foi a volta de Murilo, relacionado para uma partida pela primeira vez após a última cirurgia. Fisicamente bem, o ponta pode ser um dos diferenciais neste momento de reafirmação do time paulista.

Será que o favorito fará no returno uma campanha mais digna? Ou menos decepcionante? A primeira impressão é que sim.

De olho no Funvic/Taubaté

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Como esperado, o estrelado Funvic/Taubaté se classificou para a final do Paulista masculino, eliminado o esforçado São José na semifinal, nesta sexta-feira, com vitória por 3 a 1. Agora a disputa do título será contra o Sesi, que eliminou o Brasil Kirin.

A equipe de Taubaté pode ser time a ser batido na próxima Superliga. Pelo nível das contratações, a equipe paulista tem tudo para fazer frente aos demais favoritos para o título da competição nacional. Para isso, precisa, inicialmente, entrosar seus selecionáveis.

Apesar da convivência de Rapha, Sidão, Chupita e Felipe durante Liga e Campeonato Mundial, ainda é precisa entrosar o quarteto com o restante do grupo titular: Dante, Lorena e Maurício. Quando Cezar Douglas conseguir fazer esta base titular se entender melhor, o Funvic/Taubaté pode ser um verdadeiro bicho-papão.

A decisão contra o Sesi promete ser um bom aperitivo. Marcelinho, Theo, Escadinha, Lucarelli, Lucão… Um outro time estrelado e com potencial para ir longe em qualquer competição.

Vale a pena acompanhar esta final do Paulista.

 

O tetra Mikou

domingo, 21 de setembro de 2014

Depois do primeiro set, o tetra parecia apenas uma questão de tempo. E faço essa análise pela quase perfeição da atuação do Brasil e a performance apagada da Polônia. Mas a virada dos donos da casa aconteceu, para delírio da torcida em Katowice, e tetracampeonato mundial da Seleção ficou no quase.

Coisas do esporte. Méritos do francês Stephane Antiga, que acertou ao colocar o veterano Zagumny, um remanescente da final do Mundial de 2006, para mudar o jogo. Ele mudou o ritmo da partida, colocando em ação Mika, o atacante que desequilibrou. O bloqueio brasileiro, que estava encaixado, não se encontrou mais no decorrer do jogo e isso fez uma tremenda diferença.

Outro mérito polonês foi ter colocado a cabeça no lugar após a derrota na primeira parcial. O time todo parecia estar sentindo demais a responsabilidade de jogar uma final em casa. Jogadores presos, tensos… E eles se soltaram! Passaram a usar a torcida como combustível, não como adversária. E jogaram melhor do que o Brasil. Tão simples quanto isso.

A Seleção Brasileira errou mais do se aceita para uma decisão. O saque parou de pressionar a linha de passe polonesa, Lucarelli e Lucão tiveram uma queda de rendimento no aproveitamento de ataque, o passe de Mário Júnior não era mais o mesmo e o jogo passou a ficar muito centralizado em Wallace, que virou muita bola, diga-se de passagem. Nesta hora, faltou o Brasil ter mais um atacante em condições de receber mais bolas, já que Murilo estava nitidamente limitado por questões físicas.

Como já escrevi anteriormente, coisas do esporte. Venceu quem controlou mais os nervos em todo o jogo, quem soube tirar do banco de reservas um coelho da cartola e quem jogou melhor. Infelizmente, desta vez, não foi o Brasil.

 

Mais um treino de luxo do Brasil no Mundial

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Sem sustos, a Seleção Brasileira masculina confirmou o favoritismo e derrotou a China, nesta quinta-feira, por 3 sets a 0, parciais de 25-14, 25-23 e 25-18, em Katowice (POL). O óbvio resultado já permite que os atuais tricampeões avancem para a terceira fase do Campeonato Mundial até mesmo perdendo os outros dois jogos que terão nesta etapa.

Lucarelli soltando o braço no saque (FIVB/Divulgação)

Lucarelli soltando o braço no saque (FIVB/Divulgação)

A quase certa classificação verde-amarela apenas reforça a disparidade das forças do Grupo F(raco, como já andei lendo pela internet), bem diferente do Grupo E(quilibrado). Brasil e Rússia estão três degraus, no mínimo, acima dos demais adversários e estão cumprindo a obrigação de passar por cima de todos. E terão o confronto direto, no domingo, provavelmente para definição de quem sairá na primeira posição. Aí sim será uma ótima oportunidade para ver como estão dois dos principais candidatos ao título.

Neste aquecimento para enfrentar Muserskiy & Cia, o  duelo com os chineses não repetiu a dificuldade que o Brasil teve com outro representante da escola asiática na competição: a Coreia, vencida apenas no tie-break. Desta vez com força máxima e com um saque que fez estragos na recepção, a Seleção abusou a diferença física e de estatura entre os jogadores para abrir vantagem desde o início do primeiro set. Com o passe na mão, Bruninho usou bastante a bola com os centrais Sidão e Lucão. Lucarelli fechou a parcial com um saque que explodiu no peito de Zhong.

Chupita sai de quadra após contusão (FIVB/Divulgação)

Chupita sai de quadra após contusão (FIVB/Divulgação)

No segundo set, a China conseguiu manter o placar mais equilibrado. O Brasil, mesmo não sendo tão eficiente no saque, se manteve à frente, mas a diferença nunca passou de três pontos. A notícia preocupante foi a luxação no dedo mindinho da mão esquerda de Chupita. Ele, que havia acabado de substituir Murilo, machucou o dedo ao dividir uma bola com o bloqueio chinês. Mas ele voltou à quadra no terceiro set, mostrando que o susto foi maior do que a gravidade da contusão. Mesmo errando mais do que o normal no ataque, a Seleção fechou  em 25 a 23.

A tendência do set anterior não foi mantida no terceiro. O Brasil rapidamente abriu uma grande frente (seis pontos), graças ao bloqueio, outro fundamento que havia caído de produção, e ao saque, que voltou a entrar. E daí em diante foi uma questão de administrar para fechar o jogo.

Neste sábado, o time de Bernardinho terá pela frente o Canadá, que briga com a Alemanha pela terceira e última vaga do grupo para a próxima fase. Espero um jogo bem mais equilibrado, já que os canadenses possuem um potencial ofensivo bem maior, principalmente com o oposto Gavin Schmitt. Fred Winters, ponta que vai defender o Sada/Cruzeiro na próxima Superliga, é outro que estará em quadra.

Números e comentários após a vitória brasileira

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A Seleção tratou o 3 a 0 sobre a Bulgária como uma atuação exemplar. Pelo menos as declarações dos atletas após o jogo deixaram essa posição clara.

E concordo com eles, levando em consideração o primeiro e segundo sets. No terceiro, a concentração caiu, os erros aumentaram e foi preciso uma grande ajuda de Rapha e Vissotto, na inversão do 5-1, para evitar que a partida ganhasse mais uma parcial.

Observando os números, destaco a superioridade brasileira no ataque (foram 41 pontos, contra 26 dos búlgaros). Mais do que isso: Wallace e Lucarelli, os homens da bola de segurança, tiveram 50% ou mais de aproveitamento no fundamento.  Fundamental ter números altos não apenas com os centrais no ataque, principalmente quando o rival for da escola europeia: alto e forte. O oposto anotou 14 pontos, um a mais do que o ponta.

LUCÃO: “Conseguimos efetuar todos os fundamentos bem. Atacamos bem, conseguimos aproveitar os contra-ataques, sacamos com eficiência e o bloqueio amorteceu muitas bolas”.

MURILO: “Hoje, a tática funcionou muito bem. Tentamos manter o nosso ritmo, pressionando o tempo todo porque sabíamos que não poderíamos dar chances ao time deles”.

WALLACE: “Todos os dias poderiam ser como hoje, quando tudo deu certo para o nosso time. Isso parte muito do nosso foco, da nossa concentração e, assim, as coisas fluem um pouco mais fácil”.