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Posts com a Tag ‘Juciely’

Que virada!

domingo, 7 de abril de 2013

Incrível, fantástica, sensacional! A virada da Unilever sobre o Sollys/Nestlé é digna de todos os elogios.

Uma reação difícil de acreditar, pela forma com que o jogo se desenrolava até o início do terceiro set. O passe do time carioca estava ruim, Fofão corria de um lado para o outro para se virar (isso aos 43 anos e com uma lesão na panturrilha), Fabi se desdobrava para defender (e muito)… Mas a virada de bola estava ruim e o bloqueio sumido.

Até ali, o jogo do Sollys era perfeito. Saque na jovem Gabi, um sistema defensivo bem montado e jogadoras importantes na virada de bola, como Thaisa, Sheilla e Fernanda Garay. Mas o jogo mudou.

Desculpe para quem me acompanhou na transmissão da CBN, mas preciso ser repetitivo em alguns pontos agora: a virada começou com uma estratégia de saque, voltada para Fernanda Garay. Não que ela passe mal, muito pelo contrário. Mas era a “melhor opção”, já que Camila Brait e Jaqueline possuem aproveitamento melhor, além de limitá-la ofensivamente. E passou a funcionar. Muito mérito para Bernardinho, que sem Logan Tom não tinha opções para mudar esse panorama no banco de reservas. E fez o jogo mudar mesmo assim.

Sem a bola na mão, Fabíola pecou em alguns momentos. Deixou Jaqueline muito tempo sem atacar, perdeu a bola de segurança com Adenízia e Thaisa, não teve Sheilla inspirada nas bolas de segurança que a oposto recebe nestas horas.

Some-se a tudo isso a regularidade que Sarah Pavan teve em grande parte do duelo, o absurdo crescimento de Natália, que voltou a ser aquela que muitos já viram e desconfiavam se veriam de novo, a eficiência de Juciely no ataque e no bloqueio… Por fim, todas elas lideradas por Fofão. A levantadora foi guerreira ao jogar no sacrifício e teve enorme colaboração ao escolher com maestria suas atacantes nos últimos três sets.

É um breve resumo do jogo. Concordam em quais pontos? Discordam? Quais outros pontos vocês inserem para discussão?

Vou almoçar e curtir parte da “folga” de domingo com a família. Mais tarde volto para escrever um texto especial para a edição do LANCE! de amanhã e falar mais da final no Ibirapuera com vocês aqui no blog.

Juciely rouba a cena no encontro de Zé Roberto x Bernardinho

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Juciely fez a diferença na vitória da Unilever sobre o Vôlei Amil, na noite desta terça, em Campinas, por 3 a 1 (25-23, 25-21, 20-25 e 25-15).

A central anotou nove (é isso mesmo!) dos seus 15 pontos no bloqueio, uma marca extraordinária. Com o desempenho acima da média no fundamento, Juciely foi decisiva para parar o forte ataque campineiro, que teve na búlgara Vasileva, com 18 pontos, seu destaque. O restante da time colaborou com mais sete pontos no block, que inclusive foi o total feito pela equipe da casa.

Impressiona também no time carioca a distribuição dos pontos, mérito grande da levantadora Fofão. Mais três jogadoras passaram dos dois dígitos: Logan Tom e Natália, com 16 acertos, e Sarah Pavan, com 13.

Infelizmente estava em um evento da Ferrari, com Felipe Massa presente, no Rio, e não consegui ver o esperado duelo pela TV. Pelo que li, o encontro de Bernardinho e Zé Roberto foi o esperado, com um aperto de mão e nada mais. Sinceramente, não imaginava que fosse diferente disso.

Dando uma olhada nos números, algumas coisas me chamam a atenção para o bem e para o mal. Quero ouvir de vocês, que viram o jogo, as impressões:

- Apenas seis pontos de Pri Daroit, muito aquém de suas possibilidades.

- Natália aparenta não sofrer mais os efeitos dos problemas na canela.

- O duelo entre Fofão e Fernandinha foi desigual

- Vasileva vai dar muito trabalho para as defesas e bloqueios rivais nesta Superliga

Vaivém: Unilever inicia remontagem

terça-feira, 24 de abril de 2012

A Unilever confirmou, nesta terça-feira, a renovação com a líbero Fabi e a central Juciely.

Duas titulares que permanecerão para minimizar a grande mudança que o time passará.

Com Sheilla acertada com o Sollys/Nestlé, existe a dúvida sobre o futuro de Mari. A ponta tem propostas tentadoras da Rússia, Turquia e Azerbaijão. Ainda assim, não descarta permanecer no Brasil, já que foi sondada pelo novo time de Campinas e pelo Vôlei Futuro, além da possibilidade de permanecer no Rio. A questão que emperra é financeira.

Já a saída da oposto não será oficializada em curto prazo, já que ela ainda tem contrato com a Unilever até o fim de maio. O silêncio será o tom de ambos os lados.

Por fim, o primeiro grande reforço, como muita gente já esperava, será Fofão. Após um ano parada, ela vai substituir Fernanda Venturini, que se aposentou e promete agora não retornar mais.

Filme repetido na final da Superliga após jogo estranho e confusão no fim

sábado, 7 de abril de 2012

De novo, mais uma vez, novamente. O filme mais repetido dos últimos tempos no esporte brasileiro vai acontecer no dia 14, às 10h, no Maracanãzinho.

Unilever e Sollys/Nestlé vão decidir pela OITAVA vez seguida a Superliga feminina. As cariocas levam vantagem com cinco títulos no duelo com as paulistas de Osasco. No geral, os dois principais rivais do país já fizeram 66 jogos na História do torneio. E a Unilever leva a melhor outra vez: 37 a 29. Nesta temporada, um 3 a 1 para cada lado, com o time que jogou em casa levando a pior depois de ganhar o primeiro set.

Esgotando a numeralha, hora de falar do 3 a 0 (25-23, 25-23 e 25-22) que a Unilever enfiou no Vôlei Futuro, nesta Sexta-Feira Santa.

Pode parecer estranho, mas o time de Araçatuba me pareceu melhor em boa parte do confronto. Mas não soube decidir. E, pelo retrospecto acima, não se pode bobear contra a Unilever, ainda mais num dia em que uma ponta titular (Regiane) é sacada no início do segundo set e a outra (Mari) só apareceu efetivamente no ataque no fim terceiro set. Chama a atenção como a sintonia entre a camisa 7 e a levantadora Fernanda Venturini, já no fim da temporada, parece não existir. E olha que estamos falando de atletas acima da média.

Faltou ao Vôlei Futuro cabeça no lugar em lances capitais. Exemplos: Ana Tiemi entra na troca simples no lugar de Ana Cristina no fim do segundo set e levanta uma bola muito longe da rede. Saiu no ponto seguinte. Fernanda Berti entra para sacar no fim do terceiro set e manda a bola para fora. Faltou também obediência tática. Opções erradas das levantadoras em lances consecutivos. Atacantes que tentavam encarar o bloqueio, mesmo depois de Paulo Coco pedir para que ele fosse explorado. Sem paciência e sabedoria não se vence.

Sobrou para a Unilever estrela de time acostumado a ser campeão. O que dizer da atuação de Amanda, uma coadjuvante que entrava apenas para sacar na maioria dos jogos? Desta vez, foi além. Pontuou em momentos decisivos no saque e no bloqueio. Levou o Viva Vôlei para casa por ter sido o elemento-surpresa da semifinal. A dupla Fernanda/Sheilla apareceu em momentos importantes e resolveu. Assim como o bloqueio de Juciely/Valeskinha e as defesas de Fabi.

Por fim, faltou espírito esportivo para as comissões técnicas. Trocar farpas, provocações e/ou xingamentos após o jogo terminar é algo tão desnecessário que beira o ridículo. Estamos falando de representantes das Seleções Brasileiras. Desta vez, Paulo Coco se revoltou com alguma frase/atitude de Helio Griner, assistente da Unilever durante o cumprimento protocolar pós-partida.

É fato que o staff de Bernardinho não se dá com o de José Roberto Guimarães. É fato que os dois maiores técnicos do país não se suportam, não se falam e evitam até encontros casuais. É fato que não sabemos metade dos problemas e entreveros que já existiram ali. Quem viu pela TV vai se recordar de uma informação da repórter Karin Duarte, no início do jogo, que relatou uma discussão entre Bernardinho e Paulo Coco, na qual o comandante da Unilever mandou o rival calar a boca. É fato também que a situação já beira um limite perigoso. Uma hora a coisa vai descambar de vez e não fará nada bem para o esporte.

PS: via Twitter me alertaram sobre declarações de Paulo Coco sobre favorecimento ao rival carioca. Não vi e prefiro ter acesso às frases antes de opinar.

 

Duelo entre Unilever x Vôlei Futuro

terça-feira, 27 de março de 2012

Começa nesta terça-feira a segunda série semifinal da Superliga feminina.

Proponho aqui um duelo posição por posição entre Unilever, segunda colocada na fase de classificação, e Vôlei Futuro, que ficou em terceiro.

A pergunta não é quem é a melhor historicamente, levando em consideração glórias do passado. O questionamento é: quem vive melhor fase atualmente?

Vamos lá:

Levantadoras: Fernanda Venturini x Ana Cristina

Opostos: Sheilla x Joycinha

Ponta 1: Mari x Paula Pequeno

Ponta 2: Regiane x Fernanda Garay

Central 1: Walewska x Juciely

Central 2: Valeskinha x Andressa

Líbero: Fabi x Stacy Sykora

Falta pouco para acabar a Copa…

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Levante a mão quem viu Brasil 3 x 0 Argélia?

Admito que não estou entre os heróis da resistência.

Como imaginado, um jogo baba, que quase não serve como parâmetro para analisar as mudanças. Tandara, Adenízia e Juciely, pouco utilizadas na Copa do Mundo, foram titulares. A oposto foi o destaque, ao anotar 21 pontos. O número deve ser valorizado, já que, descontando os 20 erros das argelinas, o Brasil anotou um total de 55 pontos, com Tandara sendo responsável por 38% deles.

O resultado não mudou em nada a posição do time brasileiro, que segue em sexto, agora oficialmente sem chance de ficar em terceiro lugar, já que a China cumpriu a obrigação e fez 3 a 0 no Quênia.

Vale destacar na rodada a vitória das americanas sobre as italianas por 3 a 1. O resultado, além de garantir a vaga olímpica, colocou a seleção dos EUA na liderança e perto do título da Copa.  Na rodada decisiva, a Azzurra terá o Quênia pela frente, enquanto os Estados Unidos jogarão contra o Japão, que disputa com a China o terceiro lugar.

Em um próximo post, para felicidade dos torcedores do Sollys/Nestlé, vou destacar a ótima Copa do Mundo disputada pelo oposto Hooker.

Testes e vitória esperada sobre o Quênia

sábado, 5 de novembro de 2011

25-15, 25-16 e 25-9.

Não esperava que fosse diferente o placar do que o apresentado acima contra o Quênia, independentemente do resultado da véspera contra os EUA.

Zé Roberto escalou várias reservas para saírem jogando (Tandara, Adenízia, Juciely, Sassá) e manteve Dani Lins, Fernanda Garay e Fabi, que foram titulares na estreia.

Como já disse em torneios anteriores, pegar um rival fraco não dá parâmetros para se analisar muita coisa. Fora dar ritmo de jogo para algumas atletas e aumentar o entrosamento, pouco se aproveita para o futuro. Tandara com 15 pontos e Garay com 11 foram as maiores anotadoras.

Contra a Alemanha, nesta madrugada, o técnico já pode dar indícios de sua insatisfação com algumas atletas ao mudar aos poucos a base titular. Sinceramente, não acredito em mudanças radicais. É esperar para ver.

Para quem ainda pensava em título da Copa do Mundo, a coisa se complicou, já que as americanas fizeram 3 a 0 num desfalcado time sérvio. Pensar em classificação olímpica, no momento, é mais racional.

Quanto vale o Grand Prix para o Brasil?

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Começa na madrugada desta sexta-feira o Grand Prix. A Seleção Brasileira feminina estreia às 2h (horário de Brasília), contra o Japão, em Busan, na Coreia do Sul (Sportv e Esporte Interativo transmitirão ao vivo).

Alemanha e Coreia serão as demais adversárias do time de Zé Roberto nesta etapa. Mais do que um título (importante, diga-se de passagem), o GP serve como ponto de observação importante para a Seleção, em um ano de definição de vagas olímpicas na Copa do Mundo.

Apesar de ter uma base montada, o técnico iniciou a temporada com testes para algumas jogadoras novas em amistosos e torneios menos relevantes. E a experiência de jogar o Grand Prix pode ser decisiva para elas.

Tandara é um exemplo. Ela se encaixa na característica multifuncional que Zé Roberto tanto gosta: pode jogar na saída de rede ou como passadora. O ataque é seu ponto forte, enquanto a recepção ainda precisa ser aprimorada. Como Zé Roberto não tem uma reserva para Sheilla, Tandara pode conquistar de vez seu espaço. Se não der certo, Zé pode fechar o grupo apenas com Sheilla como especialista da função, deixando uma ponteira a mais do grupo, já que pode usar, se necessário, Mari ou Natália (corrigindo) na saída. Aí pode surgir espaço para Fernanda Garay, outra estreante neste GP, permanecer entre as pontas.

No meio de rede, Juciely é a cara nova. Com Fabiana e Thaisa intocáveis, ela briga pela posição na reserva com Adenízia. Características diferentes. Um “duelo” interessante.

Sobre a estreia, espero um jogo complicado contra as japonesas, que só foram batidas pelo Brasil no tie-break na semi do último Mundial. Vale a pena ficar acordado na madrugada.

Zé Roberto mescla Seleções A e B. Gostei das apostas

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O técnico José Roberto Guimarães anunciou as jogadoras da Seleção principal que se juntarão ao time B para a disputa da Yeltsin Cup, no início de julho. A líbero Camilla Brait, a ponteira Sassá, a oposto Joycinha e a central Adenízia farão parte do grupo que será comandado pelo assistente Cláudio Pinheiro.

Assim, o elenco na Rússia terá as levantadoras Ana Tiemi e Claudinha, as opostos Joycinha e Priscila Daroit, as ponteiras Sassá, Ivna e Tandara, as centrais Natasha, Natália Martins, Adenízia e Andressa e a líbero Camila Brait.

- Já estamos pensando em 2016 e o grupo de 2012 ainda não está fechado. Temos uma espinha dorsal, mas ninguém tem vaga garantida – disse Zé Roberto, colocando fogo na disputa olímpica.

Já duas atletas que integram a seleção brasileira de novas farão parte da seleção principal na disputa da Copa Pan-Americana no México entre os dias 29 de junho e nove de julho, no México. A ponteira Suelle e a oposto Juliana Nogueira estarão com o grupo que terá as levantadoras Dani Lins e Fabíola, a oposto Sheilla, as ponteiras Mari, Paula Pequeno e Fernanda Garay, as centrais Fabiana, Juciely e Thaisa e a líbero Fabi. As duas receberam elogios do treinador José Roberto Guimarães.

- Escolhemos a Suelle porque ela tem as características parecidas com as da Sassá. Ela precisa evoluir no ataque, mas o a movimentação dela no fundo de quadra é muito boa. Já a Juliana Nogueira é um talento. Ela é uma jogadora versátil que pode jogar como ponteira e oposta, e se continuar nessa evolução tem tudo para ser uma grande jogadora – finaliza Zé Roberto.

Achei bem interessantes as escolhas do técnico. E vocês?

Top 5: escolha as melhores centrais do Brasil

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pessoal, hora de montar o Top 5 de mais uma posição no feminino: meio-de-rede. A montagem da seleção ideal dos leitores do blog está quase no fim.

Vale uma dica: para quem não votou nas outras posições, é fácil participar. Ao lado dos posts, procure Top 5 nas categorias e acesse as outras enquetes.

Repetindo o discurso, podem incluir qualquer jogadora que, por ventura, eu não tenha citado na lista abaixo.

Adenízia
Andressa
Carol Gattaz
Fabiana
Juciely
Marina
Natasha
Naty Martins
Thaisa
Valeskinha
Walewska