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Deu no Twitter: Hooker gera polêmica ao dizer que já beijou mulher

sábado, 2 de fevereiro de 2013

- Just got asked “have you ever kissed a girl” the answer is YES I have kissed a girl before

Com essa frase (acho que não preciso traduzir, né?), a oposto Hooker  causou polêmica na tarde deste sábado no Twitter. Enquanto interagia com seus quase 27 mil seguidores, ela tratou de um assunto que é tabu no vôlei,  principalmente no feminino.

Não gosto de me meter em um assunto tão pessoal. Escolha sexual é livre para cada um. A sociedade que respeite a decisão de A, B ou C. E por isso achei corajosa a decisão da oposto da seleção americana de admitir o tal beijo.

Na sequência, a jogadora do Dínamo Krasnodar, da Rússia, que acaba de se recuperar de uma cirurgia no joelho esquerdo, questionou os fãs:

- So kissing a girl makes you gay???

- A girl kissing another girl automatically makes them gay??

E usou o trecho de uma música de Kate Perry para criticar o julgamento das pessoas sobre o fato:

- Kate Perry has a song about it “I kissed a girl and I liked it”……. “taste of her cherry chap stick” just dont pass judgement so quick is all.

Para quem não se lembra, Hooker, em sua passagem pelo Brasil, quebrou a mão após uma briga com o então namorado e agora marido, Steven Coulter.

Brasil 1 x 3 Estados Unidos. Dois “Brasils” em quadra

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O Brasil não resistiu ao favoritismo dos Estados Unidos, nesta segunda-feira, em Londres. 3

A derrota por 3 a 1 pode ser dividida em duas partes: o avassalador domínio americano nos dois primeiros sets e o jogo parelho nas duas parciais seguintes.

A partir do segundo tempo técnico do primeiro set, o time americano brincou de jogar vôlei. Passa com perfeição (Davis é uma excelente líbero), tem muito volume de jogo (Logan Tom é bom sinônimo) e as atacantes definidoras estão em ótima fase (Hooker e Larson jogaram demais). Some-se a isso o passe instável de Paula Pequeno e Jaqueline em boa parte do jogo, a distribuição pouco precisa ontem de Fernandinha, uma defesa inconstante e um ataque que sofre demais para colocar a bola no chão. Assim, as parciais de 25-18 e 25-17 provam a disparidade entre as duas seleções.

Daí para frente, o jogo ficou equilibrado. Como o Brasil conseguiu isso: Dani Lins teve uma distribuição mais segura, já que Fernanda Garay deu mais constância e passe, além de virar uma boa opção ofensiva. Sheilla, que vinha apagadíssima, entrou no jogo e passou a virar alguns contra-ataques. A defesa tocou em mais bolas e Fabiana passou a bloquear (foram cinco dos sete pontos da Seleção no fundamento).

Se tivesse mais tranquilidade, o Brasil poderia ter levado a decisão para o tie-break. Os erros de saque na reta final do set foram decisivos. O time ainda perdeu contra-ataques e viu Larson, com a ajuda da fita, fazer um ponto decisivo, que poderia deixar a vantagem em apenas um ponto.

Os números mostram algumas constatações

- Thaisa, que fez 11 pontos no ataque, passou todo o jogo sem pontuar no bloqueio. Akinradewo também zero.

- Paula e Jaqueline tiveram pouco mais de 60% de eficiência no passe. Como comparação, Garay teve 73% e Logan Tom quase 80%.

- O ataque brasileiro teve aproveitamento de apenas 26%, quase dez pontos percentuais a menos do que as americanas.

- Comparem o desempenho das opostos: Hooker (42% no ataque e 23 pontos); Sheilla (16,6% e 15 pontos).

Se o Brasil do terceiro e quarto sets voltar à quadra nas próximas rodadas, pode sonhar com algo mais. Mas o Brasil das primeiras parciais deve se retirar com urgência de Londres.

Coluna de segunda: Yes, existe um favorito ao ouro olímpico

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Não. Ele não é o Brasil. Vice-campeã do Grand Prix, a Seleção Brasileira feminina de vôlei terá de desbancar o favoritismo dos Estados Unidos para conquistar em Londres o bicampeonato olímpico.

A prova final da força americana no atual cenário mundial foi dada neste domingo, com a conquista do Grand Prix. 14 vitórias em 14 jogos, nove delas por 3 a 0. Os cinco últimos triunfos, já na fase final em Ningbo (CHN), foram obtidos pelo time reserva, já que as titulares foram poupadas (e são nomes de peso, como Tom, Hooker, Larson, Akirandewo, Berg) e ficaram treinando para a Olimpíada. Contra o Brasil, dois duelos: 3 a 1 em São Bernardo do Campo – com as melhores em quadra -  e 3 a 2 na fase final.

Preocupante, ainda mais se for levado em consideração que José Roberto Guimarães convive com a instabilidade de diversas jogadoras e hoje não tem definida uma equipe-base. A formação titular inicial mostrou-se frágil em vários fundamentos e várias atletas perderam espaço nas últimas partidas, casos de Fabíola, Jaqueline e Fabiana. Como já escrevi aqui semanas atrás, não gostaria de estar na pele do treinador neste momento.

Voltando ao tema da coluna, este foi o terceiro título seguido do time muito bem dirigido por Hugh McCutcheon, mostrando uma hegemonia neste ciclo olímpico. O neo-zelandês de nascimento, inclusive, poderá igualar em Londres um feito de Zé Roberto, único campeão olímpico como técnico de homens (1992) e mulheres (2008). O comandante americano venceu os Jogos de Pequim no masculino, batendo exatamente o Brasil.

Essa pedra no sapato verde-amarelo tem muitos méritos na formação desta máquina yankee de ganhar. Impressionam o volume de jogo, a obediência tática e a quantidade de jogadoras que estão atuando bem, pouco menos de um mês antes da abertura da Olimpíada.

Se o final de alerta para o Brasil já estava aceso antes das finais do GP, ele ganhou uma intensidade ainda mais forte agora.

 

Vaivém: Hooker na Rússia

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Os fãs brasileiros de Destinee Hooker terão de se contentar com as notícias via Twitter na temporada 2012/2013.

A campeã da Superliga pelo Sollys/Nestlé foi anunciada nesta quarta-feira pelo Dínamo Krasnodar, da Rússia.

A americana chegou a negociar com a Unilever e não escondeu a decepção ao ver o time de Osasco fechar com Sheilla para sua posição.

O Krasnodar também fechou com a tcheca Havelkova, que chegou a ser sondada pela Amil Vôlei.

 

Vaivém: Hooker confirma reforços do Sollys e deixa mágoa no ar

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Pelo Twitter, a oposto americana Destinee Hooker deixou transparecer estar magoada com o Sollys/Nestlé.

Ela escreveu, no início da tarde, o seguinte texto em seu micro-blog: “Sollys assina com Sheilla e Fe Garay. Muito sorte ao time na próxima temporada. Infelizmente, parece que não farei parte. Deus abençoe”.

É fato que o atual campeão da Superliga já acertou com Sheilla, da Unilever, mas espero o término do vínculo dela com a Unilever para fazer o anúncio. Também é público o interesse em Fernanda Garay, após o projeto do Vôlei Futuro ser colocado em dúvida para o próximo ano.

Logo depois, Hooker voltou a falar sobre o futuro, citando o pedido de parte da torcida de Osasco para que ele permanecesse na próxima temporada.

“Obrigado aos fãs pelo movimento para tentar minha renovação com o Sollys. Eu ainda desejo o melhor para o time. Amo vocês”.

A jogadora ainda respondeu para alguns seguidores após fazer o anúncio. Para um deles, foi clara:

“Eu queria ficar, mas tudo acontece por uma razão”.

Será que a Unilever agora vai com tudo para dar o troco no Sollys?

Vamos aguardar.

Vaivém: mercado feminino no Brasil é um jogo de xadrez

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Os grandes times brasileiros mexem as mesmas peças, muitas delas simultaneamente, e novos movimentos dependem do que o rival fará.

Por enquanto, o xeque-mate que será confirmado em breve é a transferência de Sheilla da Unilever para o Sollys/Nestlé. A verba que era usada para manter Hooker no Brasil vai sustentar a operação. Será um duro golpe no time carioca, que, por enquanto, é o mais calado no mercado.

Jaqueline é outra peça que está prestes a definir o futuro. Além da proposta de renovação com o atual campeão, ela é desejada pelo Sesi, com quem esteve prestes a fechar na temporada passada e onde joga o marido Murilo.

Na mesma posição, outro movimento muito aguardado é o de Paula Pequeno. O Vôlei Futuro espera a final masculina para oficializar a montagem do time feminino. Enquanto isso não acontece, ela recebe propostas de vários rivais. O mesmo acontece com Mari, apesar do ano irregular que teve na Unilever.

Depois de um bom ano em Osasco, Tandara vai reforçar o Sesi. O time da capital tem um orçamento melhor do que o da última temporada. A tendência é estar bem mais forte.

Olho grande também nas cubanas Ramirez e Herrera, que não ficam na Usiminas/Minas.

No levantamento, a mexida das peças envolve ainda mais times. Unilever, Vôlei Futuro e o novo time de Campinas estão no mercado. Fofão está e sempre esteve na mira de todos. É o nome que mais agrega a qualquer projeto, apesar de estar terminando um ano sabático. Fernandinha, em alta após reaparecer em uma convocação da Seleção, ganhou espaço no projeto campineiro.

Por fim, dirigentes fazem contas para que o time planejado, no papel, caiba dentro do limite de pontuação do ranking. E chovem especulações de todos os lados.

Vibrante, Sollys/Nestlé sobra e é legítimo campeão

sábado, 14 de abril de 2012

Irretocável. Assim pode ser definida a atuação do Sollys/Nestlé, novo campeão da Superliga, na decisão contra a Unilever, na manhã deste sábado, no Maracanãzinho.

O time de Luizomar de Moura dominou todas as ações. Vejam as parciais dos dois primeiros sets (25-14 e 25-18) e tirem as próprias conclusões.

Fabíola jogou com o passe na mão em quase todo o confronto contra as cariocas. Pode variar, driblou o bloqueio rival com as centrais puxando pelo meio e teve na americana Hooker uma bola de segurança seguríssima.

Chamou demais a minha atenção também a intensa vibração das jogadoras do Sollys/Nestlé a cada ponto. Algo que contrastava com a maneira contida com que as adversárias encaravam cada lance.

Fernanda Venturini, sem o passe na mão, precisou usar demais as bolas altas na ponta, facilitando o bloqueio de Osasco, que tocou em muitas bolas e gerou contra-ataques. Apenas no terceiro set o time de Bernardinho conseguiu um equilíbrio maior nos fundamentos e manteve-se na disputa até o fim.

O que vocês acharam?

Segue o embalo do Sollys/Nestlé

terça-feira, 13 de março de 2012

Depois do furacão Ricardo Teixeira, o blog está de volta. Desculpem-me pelo atraso. O primeiro favorito fez sua parte nos playoffs da Superliga feminina. O Sollys/Nestlé teve dificuldades apenas no primeiro set na vitória sobre o BMG/São Bernardo (SP), parciais de 25-20, 25-12 e 25-14.

A volta, que deve marcar a classificação do time de Osasco para a semifinal, acontecerá na sexta-feira, às 18h45, no ginásio Baetão, em São Bernardo do Campo (SP).

Hooker, que muita gente vinha criticando pelas atuações na fase de classificação, foi a melhor em quadra, marcando 18 pontos.

O Sollys diminuiu bastante seus momentos de instabilidade nos jogos. Suas melhores peças (Jaqueline Thaisa e Hooker) estão funcionando. Um time confiante, embalado por um returno perfeito. A torcida de Osasco tem motivos para estar empolgada.

Sollys/Nestlé cresce na hora certa, vence clássico e terá vantagem nos playoffs

sábado, 10 de março de 2012

Duas rodadas atrás, a diferença de quatro pontos entre Unilever e Sollys/Nestlé parecia impossível de ser tirada na classificação geral da Superliga feminina. Mas o improvável aconteceu.

O time de Osasco jogou muito bem no Maracanãzinho, nesta sexta-feira, venceu o maior rival por 3 a 1, garantindo o título simbólico da primeira fase e ganhando um caminho teoricamente mais tranquilo nos playoffs. Além, logicamente, de todo o ganho emocional que a vitória em um clássico dá e toda a pressão que coloca no principal adversário pelo título.

Jaqueline, que vive uma das melhores fases da carreira, terminou como a melhor em quadra. Não imaginava que ela pudesse, nesta Superliga, ofuscar ofensivamente até a americana Hooker, contratação mais badalada da temporada.

Vale lembrar que o mesmo Sollys enfrentou um período turbulento na Superliga, com contusão da levantadora Fabíola, problemas particulares de Hooker, quase saída de Ju Costa e princípio de insatisfação de algumas atletas, como Thaisa, com o desempenho do time. E muita gente no blog via o time sem condições de enfrentar a Unilever.

Nas quartas. o Sollys vai encarar o BMG/São Bernardo, oitavo classificado, rival batido por 3 a 1 no turno e 3 a 0 no returno. Não deve ter dificuldades para carimbar o passaporte para a semifinal. Passando, como se espera, vai enfrentar o vencedor de Usiminas/Minas (quarto) x Sesi (quinto), o mais equilibrado dos confrontos desta fase da competição.

Já o time carioca, que vinha de 19 vitórias seguidas, não perdia sets e mostrava um padrão de jogo acima dos principais rivais, agora soma duas derrotas seguidas. Logicamente tem um time estelar, experiente e que não deve se abater com resultados assim. Mas entrará nos playoffs pressionado, com a guarda mais baixa do que o Sollys/Nestlé e tendo o Vôlei Futuro, favorito contra o Banana Boat/Praia Clube, como provável rival na semifinal. Nas quartas, duelo com o Mackenzie/Cia. do Terno, um time com jogadoras novas e talentosas, com potencial para aprontar.

Em quem vocês apostam nas quartas de final?

Hooker no LANCE! de hoje

segunda-feira, 5 de março de 2012

Pessoal, bom dia.

No LANCE! de hoje, uma entrevista exclusiva com a americana Hooker, do Sollys/Nestlé, uma das responsáveis pela boa fase do time no returno da Superliga. Aqui, um aperitivo da série bem legal sobre Londres-201, publicada pelo Diário.

http://www.lancenet.com.br/mais-esportes/Hooker-Londres-revolucionar-volei-americano_0_657534360.html