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Posts com a Tag ‘Coreia’

Rússia em Londres. Quatro na briga por três vagas

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A quinta rodada do Pré-Olímpico Mundial feminino foi a mais emocionante até aqui.

Pela primeira vez, uma partida foi para o tie-break. E o Japão fez a festa da torcida em Tóquio ao bater Cuba, parciais de 25-23, 18-25, 25-16, 23-25 e 17-15. A reserva Sakoda saiu do banco para ser a maior pontuadora nipônica, com 20 pontos.  Chamou a atenção também o bloqueio cubano, com 16 pontos marcados, dez a mais do que o Japão.

O resultado deixou as donas da casa com 11 pontos, na segunda posição geral.

A liderança é da Rússia, única com 100% de aproveitamento. Hoje, vitória sobre a Sérvia no clássico europeu por 3 a 1 (25-18, 25-11, 14-25 e 25-22). O resultado deixa as russas garantidas em Londres. Gamova e Artamonova, veterana que tem substituído Sokolova muito bem, anotaram 18 pontos cada.  O block russo foi responsável por 15 pontos, mais do que o dobro feito pelas sérvias (7).

A disputa pelas demais vagas está bem interessante. Além do Japão, com 11 pontos, sérvias, coreanas e tailandesas somam nove pontos cada.

Nas duas próximas rodadas, alguns confrontos diretos: Coreia x Tailândia e Japão x Sérvia. Vale a pena ficar de olho.

Kim tira invencibilidade do Japão no Pré-Olímpico

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O segundo 3 a 1 do Pré-Olímpico Mundial feminino pode ser considerado uma pequena zebra.

O Japão, jogando em casa e até então invicto, caiu diante da Coreia, parciais de 25-18, 22-25, 25-17 e 25-13.

A impressionante ponta Kim liderou, mais uma vez, as coreanas ao anotar 34 pontos, 31 deles no ataque. Kimura fez 21 para as japonesas, todos no ataque.

A fase de Kim, campeã na temporada passada da Liga dos Campeões pelo Fenerbahce, é tão espetacular que a considero a melhor do mundo na atualidade. O que vocês acham?

O resultado embolou a classificação final. A Rússia, que marcou o seu quarto 3 a 0 no torneio diante do Peru, lidera isoladamente, com 12 pontos. O time de Gamova é o único invicto e só não irá para a Olimpíada se acontecer uma catástrofe.

Japão e Sérvia, com nove, dividem a segunda posição. Também estão na briga por vaga olímpica Coreia e Tailândia, com seis. Cuba e Peru, com três cada, têm chances matemáticas, já que estão um patamar abaixo das rivais.

Os times folgarão amanhã. Na sexta, um duelo bem interessante entre russas e sérvias, além de Coreia x Tailândia, um jogo de vida ou morte.

No primeiro 3 a 1 do Pré-Olímpico, Sérvia bate a Coreia

terça-feira, 22 de maio de 2012

Agora são 11 jogos terminados em 3 a 0 e, finalmente, um mais disputado, com o placar de 3 a 1.

Nesta madrugada, no Japão, o Pré-Olímpico feminino viu uma partida equilibrada, a primeira com duração superior a 1h30. De virada, a Sérvia derrotou a Coreia, parciais de 16-25, 25-21, 25-13 e 25-20, se recuperando do tropeço diante da Tailândia.

Brakocevic, com 22 acertos, 19 deles no ataque, liderou o time europeu. Pelo lado coreano, Kim tentou carregar o time nas costas, mas os 30 pontos não foram suficientes.

O resultado fez com que as sérvias assumissem isoladamente a terceira colocação, com seis pontos. Japão e Rússia, com nove, lideram a competição. As coreanas estão em quarto, com 3, com a mesma pontuação de Cuba, Tailândia e Peru.

As russas não encontraram resistência no duelo com Cuba: 25-19, 25-18 e 25-20. Gamova comandou a vitória, ao marcar 20 pontos.

 

Zebra no esquisito Pré-Olímpico feminino

domingo, 20 de maio de 2012

Depois de duas rodadas, a zebra já se fez presente no Pré-Olímpico Mundial feminino, disputado em Tóquio (JAP).

A Sérvia perdeu em sets diretos para a Tailândia, parciais de 25-19, 25-17 e 25-20.

O placar, inclusive, foi o mesmo nos últimos jogos até agora: 3 a 0. Chama a atenção a falta de equilíbrio e facilidade para fechar os sets, com parciais de 25-13, 25-14, 25-16… Para terem ideia, somente três vezes um set terminou com a diferença mínima: 25 a 23.

Por enquanto, Rússia e Japão lideram com 100% de aproveitamento. Na sequência, com uma vitória e uma derrota, Cuba, Sérvia, Coreia e Tailândia. Peru e Taiwan não pontuaram.

Estão em jogo quatro vagas, sendo uma delas certa para o melhor asiático.

Brasil vence, mas decepciona outra vez

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Um 3 a 2 com gostinho de derrota.

Assim pode ser resumido o triunfo da Seleção Brasileira feminina no tie-break sobre a Coreia, parciais de 22-25, 25-18, 18-25, 25-13 e 15-8 . O resultado fez o Brasil somar apenas dois pontos, subindo para 8, agora quatro atrás dos Estados Unidos. Em resumo: esqueçam o título da competição. É pensar apenas em terminar entre os três melhores e carimbar o passaporte para Londres.

Mais uma vez, o time titular não funcionou em quase todos os fundamentos. A levantadora Dani Lins saiu no segundo set e a reserva Fabíola foi mantida até o fim do duelo com as limitadas coreanas. Fabiana pontuou muito pouco para um jogo de cinco sets (8, sendo apenas um no bloqueio). Ainda falta regularidade ofensiva e no passe para as pontas. Paula foi melhor: 15 pontos (43% de acerto) e 65% de aproveitamento no passe. Mari terminou com 13 (29,6%) e apenas 33,3% na recepção.

Sheilla foi a maior pontuadora, com 19 (36,7% de aproveitamento no ataque).

O discurso de Zé Roberto, claramente chateado na coletiva de imprensa, foi esse. O único ponto positivo é imaginar que a atuação nos dois últimos sets possa ser repetida no decorrer da competição.

- Cometemos muitos erros, alguns como crianças. Temos de jogar melhor. Não estou feliz pois não jogamos bem. Nós temos que melhorar os contra-ataques, a relação do bloqueio com a defesa e as ponteiras precisam ser mais efetivas. Para mim, jogamos como o verdadeiro Brasil no quarto e quinto sets.

 

Brasil atropela Coreia e Fernanda Garay começa a ganhar espaço

domingo, 7 de agosto de 2011

Três jogos, três vitórias. O Brasil encerra a primeira semana do Grand Prix invicto e Zé Roberto começa a tirar algumas conclusões para a formação da equipe.

Fernanda Garay é a ponteira que vem ganhando espaço. No triunfo por 3 a 0 sobre a Coreia do Sul (25-17, 25-20 e 25-22), ela entrou na metade do segundo set, no lugar de Mari, para dar maior estabilidade no passe. E conseguiu. Terminou o duelo com nove pontos (dois no saque, dois no bloqueio e cinco no ataque). A maior pontuadora do time foi Sheilla, com 14.

- Conseguimos impor o nosso jogo contra as coreanas. Fiquei feliz de ter ajudado o time. Aos poucos vou ganhando o meu espaço e o grupo passa a ter mais confiança no meu jogo – disse a atleta.

José Roberto Guimarães gostou da atuação do time, mais concentrado, com saque mais eficiente e mais firme no bloqueio. Na próxima semana, o Brasil jogará para Almaty, no Cazaquistão, contra as donas da casa, a Tailândia e a Itália. O primeiro desafio será contra as tailandesas, na sexta, às 9h (horário de Brasília). Sportv e Esporte Interativo transmitirão ao vivo. E nós poderemos ver sem acordar de madrugada. Muito bom.

No outro jogo do grupo, o Japão não deu chances para a Alemanha, vencendo por 3 a 0 (25-22, 25-13 e 25-19) e garantindo o segundo lugar.

O Íbis da Liga Mundial

domingo, 26 de junho de 2011

Pessoal, minha coluna Saque que saiu neste domingo, 26 de junho, no LANCE!

Quem acompanha futebol sabe que Íbis virou sinônimo de pior time do mundo. Vou levar a comparação para o vôlei e presentear Porto Rico com a honra do apelido na Liga Mundial.

Dez partidas disputadas até agora e dez derrotas. Sete delas por 3 a 0. Nas outras três, ganhou um setzinho em cada uma. No próximo fim de semana, encerrará a participação na competição contra os Estados Unidos, fora de casa, e vai tomar mais duas surras, já que os rivais vão precisar dos triunfos para brigarem por uma das vagas na fase final, que será jogada na Polônia,
entre 6 e 10 de julho.
Se isso acontecer, Porto Rico vai igualar o feito da Coreia do Sul (2010), de Egito e Argentina (2007), de China e novamente Egito (2006), países que terminaram zerados desde que a Liga passou a contar com 16 participantes. Destes, os egípcios, quatro temporadas atrás, foram os piores dos piores, ganhando apenas dois sets em toda a competição.
Em 2011, Porto Rico entrou na Liga pela porta da frente. Passou pela fase classificatória batendo Portugal e China, duas vezes, por 3 sets a 1. Ganhou a vaga na bola, sem convite, prática louvável que a FIVB adotou recentemente. Na fase de grupos, teve a oportunidade única de enfrentar brasileiros, americanos e poloneses, três potências. Logicamente, deu azar no
sorteio. Poderia beliscar um ou outro resultado melhor contra Finlândia, Japão ou Coreia, por exemplo. Mas isso talvez mascarasse os problemas. O time é envelhecido, com quase todos os titulares acima dos 30 anos.
Vale pegar o exemplo argentino (Íbis da Liga em 2007) e levar para a ilha caribenha: trabalhar uma geração a partir da categoria infanto-juvenil, enterrar os dinossauros do passado, conviver com escassez de resultados durante um período para colhê-los anos depois. Os hermanos, em 2011, somam oito vitórias em dez jogos.

Turno fechado e briga por vagas na Liga Mundial

domingo, 12 de junho de 2011

Terminado o primeiro turno da fase classificatória, começa a ficar mais claro o desenho da fase final, que será jogada na Polônia.

No Grupo B, a Rússia segue com seu aproveitamento de 100%: 18 pontos e vaga garantida. A Bulgária, com nove, foi beneficiada pela derrota da Alemanha para o Japão. Os alemães agora têm seis, dois a mais do que os asiáticos.

No Grupo C, a Argentina lidera com 14 pontos, seguida pela Sérvia com dez. Portugal (7) e Finlândia (5) precisarão jogar mais do que sabem se quiserem a segunda vaga do grupo.

Já no D, a Itália, com 16 pontos, parece que não será ameaçada e tem a classificação bem encaminhada. Já a briga pelo segundo lugar ficou mais acirrada. Os coreanos somam dez pontos, um a mais do que os cubanos. A desvantagem dos caribenhos é não jogar nenhuma vez em casa na Liga. Assim, terá de jogar na Itália, Coreia e França em busca da vaga nas finais. A França, com um ponto, está fora da briga.

Vale lembrar que um segundo colocado perderá a vaga, caso a Polônia, sede das finais, não fique entre os dois melhores do Grupo A. E ela deve ficar mesmo atrás de Brasil e Estados Unidos. Então, qualquer pontinho é válido para sérvios, búlgaros, coreanos e cubanos.

Panorama da Liga Mundial após segunda semana

domingo, 5 de junho de 2011

Apenas duas seleções seguem com 100% de aproveitamento após quatro jogos na Liga Mundial: Brasil e Rússia. A Itália, que era o terceiro time “perfeito”, soma quatro vitórias também, mas neste domingo perdeu um ponto por ter batido Cuba no tie-break.

No Grupo A, a Seleção de Bernardinho soma 12 pontos, três a mais do que os Estados Unidos. A classificada Polônia (3 pontos) e o limitado Porto Rico (o) vêm depois.

No B, liderado pelos russos, a Bulgária com nove pontos vem atrás. Alemanha com três pontos e Japão, ainda zerado, não vão brigar pela classificação. Não tenho bola de cristal, mas prevejo que a primeira fase vai terminar desta forma no grupo.

No Grupo C, a Argentina está na ponta, com nove pontos, após os dois triunfos sobre Portugal. A Sérvia se recuperou do tropeço diante da Finlândia e subiu para seis pontos, em segundo. Portugal (5) e Finlândia (4) vêm na sequência. Também imagino que os dois classificados serão hermanos e sérvios.

No D, a Azzurra foi a 11 pontos após bater Cuba por 3 a 2 no último jogo da rodada. A Coreia, surpresa agradável até agora, bateu duas vezes a França e soma nove. A desfalcada Cuba, com quatro, e a França, zerada, parecem sem muita força para a disputa por vagas na fase final.

Primeira zebra da Liga aparece em jogo dos cubanos

sábado, 28 de maio de 2011

Alerta na equipe vice-campeã do mundial.

Na estreia na Liga Mundial, Cuba, sem Simon e Leal, foi derrotada pela Coreia, fora de casa, por 3 sets a 0, parciais de 25-20, 29-27 e 25-18, em pouco mais de uma hota de jogo.

O surpreendente, além da derrota, foi a atuação pífia do ponta Leon, novo capitão do time. O jogador de 17 anos anotou apenas cinco pontos (três no ataque, um no saque e um no bloqueio). Hernandez, com 14, foi o melhor cubano.

 - Creio que podemos ser superiores aos coreanos, mas neste jogo eles foram muito bem – comentou o técnico Orlando Samuels, com obviedade.

Pelo jeito, a crise gerada pela possibilidade de fuga de alguns atletas desmontou o time que vinha assombrando o mundo.