publicidade


Posts com a Tag ‘Camila Brait’

Vaivém: Sollys/Nestlé confirma Brait e Adenízia

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Por intermédio de uma nota oficial, o Sollys/Nestlé ratificou a renovação de contrato de Adenízia e Camila Brait.

Na noite de quinta, a dupla já havia revelado, em redes sociais, que continuaria em Osasco.

Assim, o atual vice-campeão nacional já oficializou a presença de quatro selecionáveis. Sheilla e Thaisa são as outras duas.

Já a situação de Fernanda Garay deverá ser oficializada no início da próxima semana. E a tendência é realmente deixar o Sollys.

Um mistério a menos em Londres. Natália vai jogar

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A confirmação oficial ainda não aconteceu. Mas Natália estará mesmo entre as 12 jogadoras brasileiras que disputarão o bicampeonato olímpico.

Zé Roberto esperou até o último momento para saber se ela teria condições físicas para disputar os Jogos em alto nível. Ele confia muito na jogadora e sabe que ela pode ser um diferencial em Londres.

Pelas dificuldades que enfrentou nos últimos anos, após o diagnóstico de um tumor na canela esquerda e duas cirurgias, Natália deve estar com muita vontade de jogar. E de retribuir a confiança que teve de Zé Roberto.

Com ela em forma, o Brasil terá um trunfo importante para desbancar o favoritismo das americanas.

Espero também que Camila Brait, que aceitou ir para Londres para ficar de sobreaviso, tenha cabeça boa para entender que seu ciclo será o do Rio-2016.

Os testes do Brasil no início do Grand Prix

quinta-feira, 24 de maio de 2012

José Roberto Guimarães definiu a equipe brasileira que vai iniciar a disputa do Grand Prix, que acontecerá na cidade de Lodz, na Polônia, entre 8 e 10 de junho, contra italianas, polonesas e sérvias. E, como já anunciado pelo próprio treinador, será um momento de testes.

Ele definiu o grupo com as levantadoras Dani Lins e Fernandinha; as opostos Tandara, Jú Nogueira e Joycinha; as ponteiras Paula Pequeno, Mari, Fernanda Garay e Gabi; as centrais Adenízia, Juciely, Andressa e Natasha, além da líbero Camila Brait.

Em Saquarema, permanecerão treinando as levantadoras Fabíola e Claudinha, a oposto Sheilla, as ponteiras Jaqueline, Natália e Priscila Daroit, as centrais Fabiana e Thaisa e a líbero Fabi.

Zé voltou a  dizer que testará Mari na saída de rede.

- A Mari ficou fora do Pré-Olímpico, por contusão, e precisa jogar. Como ela está se recuperando bem, quero testá-la um pouco na saída de rede também. E a Paula vai porque a Priscila ainda se recupera de uma lesão que sofreu durante a Superliga e achei melhor dar um pouco de ritmo a ela, já que também jogou pouco no classificatório.

Entre os demais testes, estou curioso para ver Fernandinha, Gabi e Camila Brait, que terá chance de jogar partidas inteiras, já que Fabi permanecerá no Brasil.

Coluna de domingo: Fabíola arrebenta e a Seleção agradece

domingo, 15 de abril de 2012

Pessoal, segue a coluna Saque publicada neste domingo, 15 de abril, no LANCE!

Sollys/Nestlé não deu qualquer chance para a Unilever na decisão da Superliga e foi campeão com sobras. Parte da superioridade se deve ao bom momento vivido por Fabíola.

No Maracanãzinho, a levantadora fez uma das melhores partidas da vida. Soube distribuir os ataques com eficiência, não sentiu a pressão de enfrentar Fernanda Venturini e foi eleita com méritos a melhor em quadra. O conjunto da obra dá um alento para quem, como eu, está preocupado com a Seleção na Olimpíada de Londres.

Desde o ouro em Pequim-2008, José Roberto Guimarães tenta achar uma substituta para Fofão. Dani Lins era a primeira opção. Foi testada à exaustão, ganhou status de capitã, mas não conseguiu se firmar como titular. Na Superliga, não brilhou com a camisa do Sesi, caindo nas quartas de final, e deve virar reserva de Fabíola.

A levantadora do Sollys sempre esteve presente nas convocações deste ciclo olímpico. Muitas vezes parecia sentir a pressão, demonstrava nervosismo. Assim, não rendia o esperado. Talvez faltasse a confiança de uma grande atuação, de ser a responsável por comandar um time a um título importante. Na Superliga fez isso.

No discurso pós-final, ela deixou bem claro que sabe estar perto de alcançar o nível de excelência que Zé Roberto, um ex-levantador, exige  para a vaga de titular da Seleção. O técnico também sabe que suas principais atacantes necessitam de uma distribuição rápida e inteligente para superar bloqueios, em sua maioria, muito altos. É isso que ele vai exigir de Fabíola.

Com o Sollys, a MVP da final teve o passe na mão, graças principalmente a Jaqueline e Camila Brait. Na Seleção, Zé vai precisar construir uma linha de recepção que ajude Fabíola a repetir atuações como a de sábado. Se isso acontecer, o bi olímpico pode ser, sim, uma realidade.

Mari Paraíba é destaque da rodada

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pelas estatísticas da CBV, a ponta Mari Paraíba, do Usiminas/Minas, foi a melhor jogadora da segunda rodada da Superliga.

Ela foi a melhor atacante, a segunda colocada entre as sacadoras e a sétima na recepção.

O Sollys/Nestlé foi o time que teve mais jogadoras entre os destaques da rodada: quatro no total. A central Adenízia foi eleita a melhor no bloqueio; Fabíola, a melhor no levantamento; Samara, a melhor na recepção; e Camila Brait, a melhor líbero.

O destaque no saque ficou com Silvana Papini, atacante do Macaé, com passagem pelo time de Osasco. Na defesa, a levantadora Macris, do São Caetano, foi a mais bem posicionada.

Empolgante reta final do Paulista

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Esvaziados pelas competições internacionais de Seleções, os Estaduais começaram a esquentar na reta final.

No Paulista feminino, a volta das selecionáveis deu o impulso que faltava para a competição ficar interessante.

Nesta terça, o jogo entre Sollys/Nestlé e Sesi foi um bom exemplo. No time de Osasco, voltaram Thaisa, Adenízia e Camila Brait como titulares. Fabíola e Tandara entraram no decorrer do jogo. Outra que voltou foi Jaqueline, após a lesão sofrida no Pan-Americano de Guadalajara. E a ponta, ao marcar 23 pontos, foi decisiva para o triunfo no tie-break, parciais de 25-15, 20-25, 25-22, 25-27 e 15-9.

Pelo Sesi, Dani Lins e Sassá também marcaram presença. A oposto Elisangela foi um dos destaques do time.  Não vi todo o jogo pela TV, então não vai dar tantos pitacos.

Vi por completo o jogo masculino entre Sesi e Vôlei Futuro. E fiquei impressionado com a atuação do time de Giovane Gavio mesmo sem Murilo, Escadinha, Rodrigão, Sidão… A categórica vitória por 3 a 0, em Araçatuba, quebrando a invencibilidade do time do levantador Ricardinho, mostra a força do elenco do Sesi. Taticamente, o atual campeão da Superliga foi quase perfeito.

Individualmente, os pontas Léo Mineiro e Diogo foram muito consistentes no passe e no ataque. O oposto Wallace decidiu em momentos-chave e o levantador Sandro teve uma atuação de selecionável.

Já pelo Vôlei Futuro, a linha de passe deixou muito a desejar. Ricardinho não pôde acelerar o jogo em alguns momentos, principalmente pelo meio. Assim, as únicas opções ofensivas eram as bolas de segurança com Lorena e Camejo.

O jogo de sexta, em São Paulo, é imperdível.

De 3 a 2 em 3 a 2, o Brasil enche o papo

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Daqui a pouco vou começar a reaproveitar posts anteriores para falar dos jogos da Seleção Brasileira feminina na Copa do Mundo.

Nesta madrugada, mais uma vitória por 3 sets a 2, desta vez sobre a China, parciais de 25-23, 25-27, 21-25, 25-20 e 17-15, com erros bem conhecidos nesta instável campanha verde-amarela, mas também com a virtude de encontrar forças para conseguir uma reviravolta no placar.

Comemoram-se a virada e o quinto triunfo seguido, mas lamenta-se a perda de um ponto, já que três pontos na classificação são somados apenas em 3 x 0 ou 3 x 1. E do jeito que a briga pelas vagas olímpicas está equilibrada qualquer pontinho pode fazer falta lá na frente (bati na madeira três vezes). Um aspecto que explica a situação é o Brasil seguir atrás da China na classificação após a rodada.

O gesto da capitã Fabiana, ao fim do duelo, resume bem quem foi a melhor em quadra. A central foi eleita, mas entregou o prêmio simbólico para Sassá, que entrou no quarto set no lugar de Mari e deu a estabilidade que o passe brasileiro precisava.

Entre as maiores pontuadoras, Paula anotou 21 pontos, dois a mais do que Fabiana (sete deles no bloqueio) e três à frente de Sheilla.

Menção honrosa também para a entrada de Camila Brait para sacar e fazer o fundo de quadra. No tie-break, o placar chegou a mostrar três pontos de desvantagem para o Brasil (8  a 11). Naquele momento, a líbero teve importante participação para a virada.

Agora, o Brasil terá a líder invicta Itália pela frente. Se quiser sonhar com um fim de ano agradável, precisa vencer, de preferência, sem tie-break. A Azzurra tem 17 pontos, dois a mais do que os Estados Unidos. Na sequência, Alemanha tem 14, China, 13, e o Brasil aparece com 12.

O jogo será um divisor de águas pela vaga olímpica.

 

Aos trancos e barrancos, Brasil vence a Sérvia. Mas cai na classificação

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Mais instabilidade, mais sustos, mais uma vez momentos angustiantes de apatia e falta de vibração e mais uma vitória conquistada aos trancos e barrancos.

Depois de perder os dois primeiros sets para o desfalcado time da Sérvia, o Brasil virou e ganhou por 3 sets a 2, parciais de 21/25, 21/25, 25/18, 25/19 e 15/12, pela quinta rodada da Copa do Mundo.

Com 24 pontos, Sheilla liderou o Brasil. Thaisa foi eleita a melhor em quadra, após anotar 20 pontos, seis deles no bloqueio. Para ter ideia de como o jogo foi tenso, Thaisa chorou em quadra após o triunfo.

Zé Roberto, desta vez, barrou Dani Lins e começou o jogo com Fabíola no levantamento. E ele precisou de mais ajuda das reservas para vencer as atuais campeãs europeias. Para resolver os crônicos problemas de passe, o técnico apostou em Sassá no lugar de Mari a partir do terceiro set, além de várias entradas de Camila Brait. E ele gostou do que viu.

- Estou orgulhoso do time. O banco foi determinante no resultado final. A Sassá e a Camila Brait entraram muito bem.

Mas a vitória não melhorou a posição do time na classificação. Com a surpreendente vitória da Alemanha por 3 a 0 sobre os Estados Unidos, o Brasil caiu para quinto lugar. As italianas somam 14, com Estados Unidos e China (próxima rival do Brasil) têm 12, a Alemanha subiu 11, um a mais do que Brasil e Japão. 

Uma situação nada confortável, que impede que a Seleção Brasileira tropece mais alguma vez e obriga que vitórias por 3 a 0 ou 3 a 1 sejam obtidas, já que elas valem três pontos. Ganhar da China é imprescindível para manter o sonho de terminar entre os três primeiros e garantir vaga direta em Londres-2012.

No momento, torço mais pela vaga olímpica, já que acho difícil o time passar a jogar bem, como todos nós já vimos nos últimos tempos, depois deste cinco primeiros jogos tão irregulares.

Sollys/Nestlé ignora força do Vôlei Futuro e fatura título com 3 a 0

domingo, 14 de agosto de 2011

No papel, o Vôlei Futuro tinha um time mais forte em quadra. Mas na prática o título da Copa São Paulo feminina ficou com o Sollys/Nestlé.

Neste domingo, o time de Osasco venceu o rival de Araçatuba por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/20 e 25/23, no Ginásio Poliesportivo de São Bernardo do Campo.

Luizomar de Moura escalou um time bem mesclado entre jovens e experientes, com as selecionáveis Jaqueline e Camila Brait, além das novatas Samara, Bia e Larissa.  Já Jorge Edson, que substitui Paulo Coco, que está no Grand Prix, pôde contar com uma base mais rodada, com Walewska, Carol Gattaz, Joycinha e Ana Tiemi. Mas isso não foi suficiente para equilibrar a final.

- Temos de destacar o projeto, já que não temos as principais jogadoras e as juvenis mostraram estar em condições de defender o clube. Ainda ressalto o apoio das mais velhas, que sabem da importância de assumir a responsabilidade a ajudar as jovens. E nada melhor do que mostrar isso com o título – disse Luizomar.

- Fizemos um ótimo torneio e, nessa final, contra um time forte, o time se comportou bem, sacando bem e com um bloqueio eficiente. As meninas mais novas, Samara, Bia e Larissa, mostraram personalidade e nos ajudaram muito. Depois da conquista do Sul-Americano, vencer a Copa São Paulo é a certeza de que nosso trabalho está sendo bem feito e nos dá ainda mais moral e motivação para buscar mais esse título – reforçou Jaqueline.

A experiente Walewska, que volta a atuar no Brasil depois de sete anos, ressaltou o importância do torneio para ganhar ritmo.

- Fiquei muito tempo fora e cada jogo consigo ganhar mais ritmo e entrosamento com minhas companheiras do Vôlei Futuro. Queríamos o título, mas foi um bom começo de temporada.

Em jogo das viradas, China deixa Brasil com vice na Copa Yeltsin

domingo, 10 de julho de 2011

O domingo dourado do Brasil no vôlei ficou no quase na Rússia.

Depois de estar vencendo a China por 2 a 1, a Seleção femininas de Novas/B sofreu a virada na decisão da Copa Yeltsin, parciais de 37/35, 19/25, 25/27, 25/23 e 15/10.

A oposto Joycinha foi a maior pontuadora da partida ao lado da atacante chinesa Yang, com 22 pontos. As centrais Adenízia e Natália Martins também se destacaram, com 16 e 15 acertos, respectivamente.

Comandado por Claudinho Pinheiro, o time brasileiro teve uma mescla de jovens talentos com jogadoras que costumam ficar na reserva da Seleção principal. Ele manteve o time titular com Ana Tiemi, Joycinha, Priscila Daroit, Sassá, Natasha, Adenízia e a líbero Camila Brait. Claudinha, Naty Martins, Tandara e Ivna entraram durante o duelo.

Resultado à parte, o importante foi poder testar algumas jogadoras em nível internacional, aumentando o leque de opções para José Roberto Guimarães.