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Posts com a Tag ‘Adenízia’

Passeio sobre a Azzurra e título

domingo, 9 de junho de 2013

Um 3 a 0 sem dó da Seleção Brasileira feminina sobre a Itália, na decisão do Torneio de Alassio, com direito a 25 a 10 na última parcial.

Depois de jogar em Montreux, o time de Zé Roberto se mostrou mais encorpado neste início de ciclo olímpico.

Não vi todos os jogos, mas gostei da atuação das centrais Juciely e Adenízia, vi uma Dani Lins mais tranquila e serena na distribuição, além da comprovação que Fernanda Garay vive uma fase iluminada. A oposto Monique foi uma grata surpresa também.

Gostaria de ler o balanço de vocês sobre a Seleção.

Vaivém: Sollys/Nestlé confirma Brait e Adenízia

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Por intermédio de uma nota oficial, o Sollys/Nestlé ratificou a renovação de contrato de Adenízia e Camila Brait.

Na noite de quinta, a dupla já havia revelado, em redes sociais, que continuaria em Osasco.

Assim, o atual vice-campeão nacional já oficializou a presença de quatro selecionáveis. Sheilla e Thaisa são as outras duas.

Já a situação de Fernanda Garay deverá ser oficializada no início da próxima semana. E a tendência é realmente deixar o Sollys.

Que virada!

domingo, 7 de abril de 2013

Incrível, fantástica, sensacional! A virada da Unilever sobre o Sollys/Nestlé é digna de todos os elogios.

Uma reação difícil de acreditar, pela forma com que o jogo se desenrolava até o início do terceiro set. O passe do time carioca estava ruim, Fofão corria de um lado para o outro para se virar (isso aos 43 anos e com uma lesão na panturrilha), Fabi se desdobrava para defender (e muito)… Mas a virada de bola estava ruim e o bloqueio sumido.

Até ali, o jogo do Sollys era perfeito. Saque na jovem Gabi, um sistema defensivo bem montado e jogadoras importantes na virada de bola, como Thaisa, Sheilla e Fernanda Garay. Mas o jogo mudou.

Desculpe para quem me acompanhou na transmissão da CBN, mas preciso ser repetitivo em alguns pontos agora: a virada começou com uma estratégia de saque, voltada para Fernanda Garay. Não que ela passe mal, muito pelo contrário. Mas era a “melhor opção”, já que Camila Brait e Jaqueline possuem aproveitamento melhor, além de limitá-la ofensivamente. E passou a funcionar. Muito mérito para Bernardinho, que sem Logan Tom não tinha opções para mudar esse panorama no banco de reservas. E fez o jogo mudar mesmo assim.

Sem a bola na mão, Fabíola pecou em alguns momentos. Deixou Jaqueline muito tempo sem atacar, perdeu a bola de segurança com Adenízia e Thaisa, não teve Sheilla inspirada nas bolas de segurança que a oposto recebe nestas horas.

Some-se a tudo isso a regularidade que Sarah Pavan teve em grande parte do duelo, o absurdo crescimento de Natália, que voltou a ser aquela que muitos já viram e desconfiavam se veriam de novo, a eficiência de Juciely no ataque e no bloqueio… Por fim, todas elas lideradas por Fofão. A levantadora foi guerreira ao jogar no sacrifício e teve enorme colaboração ao escolher com maestria suas atacantes nos últimos três sets.

É um breve resumo do jogo. Concordam em quais pontos? Discordam? Quais outros pontos vocês inserem para discussão?

Vou almoçar e curtir parte da “folga” de domingo com a família. Mais tarde volto para escrever um texto especial para a edição do LANCE! de amanhã e falar mais da final no Ibirapuera com vocês aqui no blog.

Adenízia fecha com agência de modelos da França

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Adenízia faz pose

Adenízia faz pose

Informação enviada pelo amigo Claudinei Queiroz.

A meio de rede Adenízia, campeã olímpica em Londres-2012 e que defende o Sollys/Nestlé na Superliga Feminina, acertou com a agência de modelos francesa L’Equipe, como noticiou a coluna de Anselmo Gois no “O Globo”.

Com 1,87m e 69kg, ela chamou a atenção da agência, já que possui o biótipo das top models.

Nesta sexta-feira, a jogadora entra em quadra pela rodada final da fase de classificação da Superliga, no clássico contra a Unilever. Vale a liderança e a vantagem nos playoffs.

 

Unilever fatura clássico e título simbólico

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O primeiro turno da Superliga feminina é da Unilever. Na noite desta sexta-feira, o time carioca venceu, no Maracanãzinho, o Sollys/Nestlé no tie-break, parciais de 18-25, 25-21, 25-23, 14-25 e 15-8, deixando o rival um ponto atrás na classificação geral.

O clássico teve de tudo: alternâncias no placar, muitos apagões em ambos os lados, lances espetaculares e alguns bem bizarros também.

Fofão, eleita a melhor em quadra, chegou a ser dúvida antes da partida graças a um problema muscular na coxa. Admito que em alguns momentos a levantadora da Unilever não parecia a mesma Fofão de sempre. Levantamentos baixos ou fora de tempo. Raríssimo vê-la levar uma bronca, até que cordial, de Bernardinho em um dos tempos. Com o passar do jogo, voltou a ser a Fofão que conheço, com precisão nos levantamentos, inteligência na distribuição e jogadas que poucas, ou melhor raras atletas da posição, fazem.

Vale ressaltar a confiança que ela demonstrou em Pavan durante o jogo. Dos 22 pontos da oposto, 20 foram feitos em ataque. Com certeza foi a atuação mais segura da canadense com a camisa da Unilever.

Já a outra estrangeira do time decepcionou. Logan Tom foi substituída na metade do segundo set por Gabi (entrou com personalidade) e não voltou mais. Fez apenas dois pontos e esteve irreconhecível no passe, uma de suas qualidades.

Vale destacar ainda os cinco pontos de Valeskinha no bloqueio, incluindo uma sequência importante para que a Unilever recuperasse sua confiança durante o jogo. Gostei também da atuação de Fabi, não apenas pelo ponto que marcou no tie-break. Ela deu muito volume de jogo, fazendo algumas defesas espetaculares.

Pelo Sollys, Fernanda Garay segue numa crescente na carreira. Admito que me surpreende como ela amadureceu em pouco tempo, tornando-se uma jogadora decisiva tanto no clube quanto na Seleção. A ponta terminou com 24 pontos, tendo recebido mais bolas no ataque do que Sheilla, algo raro num clássico deste porte (47 a 38). Luizomar de Moura, inclusive, chegou a pedir para Fabíola mais bolas para sua oposto, bastante vaiada pela torcida carioca.

 Adenízia, voltando ao time após lesão, sentiu falta de ritmo e anotou apenas seis pontos (quatro no block). Thaisa marcou 11, mas não teve uma atuação à altura do que já mostrou em outras ocasiões.

No fim do jogo, a inversão de 5-1 com Karine e Ivna também me pareceu decisiva para o resultado final. A levantadora reserva colocou várias bolas espetadas e fora de tempo nas pontas, impedindo que contra-ataques pudessem virar pontos para o Sollys. Quando Luizomar resolver desfazer a troca já era tarde.

Para finalizar, uma menção mais do que honrosa. O Banana Boat/Praia Clube termina o turno com os mesmos 22 pontos da líder Unilever, à frente de Sollys (21) e Vôlei Amil (20). É uma agradável surpresa para um campeonato habituado com o revezamento entre os times do Rio e de Osasco na ponta na última década.

O que acharam do jogo?

 

A Superliga começou e as gringas brilharam

sábado, 24 de novembro de 2012

Galera, bom dia!

Animada a primeira parte da rodada de abertura da Superliga feminina, hein?

O Sollys/Nestlé, mesmo sem Sheilla e Adenízia, ainda era favorito contra o Vôlei Amil. Acho que quase todos vocês concordam com isso.  E o resultado de 3 a 1 para as campineiras, dentro do José Liberatti, pode ser tratado como uma pequena zebra, sim.

Quando cheguei em casa após o dia “95% Mano Menezes”, como tratei no Twitter, liguei a TV e o quarto set estava prestes a começar. Ao ver a vantagem do Amil no placar, imaginei que o efeito Vasileva tivesse influenciado. Me enganei, já que ela foi reserva. A mesma formação que havia sido atropelada pelo Sollys nas finais do Paulista estava em quadra.

Um jogo marcado por parciais estranhas, né: 25-11 para o time de Osasco no segundo set. Logo na sequência Amil devolve com 25-14. Quando isso acontece, o grande culpado são os erros,  já que não existe este desnível técnico monstruoso entre as equipes.

Pri Daroit e Ramirez, com 15 pontos cada, lideraram a equipe de Zé Roberto.  Já as atuais campeãs mundiais do Sollys admitiram um apagão geral e reclamaram de falta de paciência. Acho mais honesto do que simplesmente jogar a culpa nas ausência (importantes demais, diga-se de passagem) de Sheilla e Adenízia.

Dando uma olhada nos demais jogos na rodada, uma coincidência “assustadora”. Assim como Ramirez no jogo descrito acima, as estrangeiras se destacaram na vitória da Unilever sobre o São Cristovão/São Caetano (25-13, 25-20 e 25-18) e do Banana Boat/Praia Clube sobre o São Bernardo  (21-25, 25-17, 25-14 e 29-27).

No Rio, a canadense Sarah Pavan fez 15 pontos (11 no ataque, três no bloqueio e um no saque) e liderou o time de Bernardinho ao esperado e tranquilo triunfo. Logan Tom atuou apenas no terceiro set, mas com ótima atuação ofensiva: sete pontos.  Já em Uberlândia, a cubana Herrera teve uma atuação acima da média, anotando 33 pontos na vitória do Banana Boat/Praia Clube sobre o São Bernardo. Olho neste time mineiro, muito bem montado e que vai dar trabalho para os grandes. A caribenha atacou 52 bolas, colocando 30 delas no chão.  Como comparação, Renatinha, oposto do time do ABC, atacou 50 vezes, com 17 pontos no fundamento.

Por fim, queria entender como o Sesi perdeu um set por 25 a 8 para o Pinheiros, na vitória por 3 a 1? Espero que alguém que viu o jogo me explique, por favor. Ingrid, com 17 pontos, liderou o Sesi, seguida por Fabiana (14). A maior pontuadora do jogo e, que desta vez não é gringa, foi Andreia, com 22 acertos.

Adenízia quebra dedos e perderá início da Superliga

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Depois de perder Sheilla com uma fratura no dedo do pé, o Sollys/Nestlé sofreu mais uma importante baixa por contusão, na semana que marca o início da Superliga.

A central Adenízia quebrou dois dedos da mão direita, ao tentar fazer uma defesa no treinamento de terça-feira, em Osasco, e será operada hoje à tarde.

Os médicos do clube só irão falar sobre o prazo de afastamento das quadras após a cirurgia.

Uma baixa mais do que importante para Luizomar do Moura, que tem na força e entrosamento de suas centrais um dos pilares do time.

(Atualização) A expectativa é de que Adenízia fique dois meses afastada do time

Time mantido e 3 a 0 na Tailândia

sábado, 30 de junho de 2012

Com as mesmas alterações no time titular que venceu Cuba, o Brasil voltou à quadra neste sábado, em Ningbo, e ganhou novamente por 3 a 0. Desta vez, sobrou para a Tailândia, parciais de 25-20, 25-23 e 25-14, resultado que mantém a chance de título para a Seleção na última rodada do Grand Prix.

Zé Roberto manteve Fernandinha, Adenízia e Fernanda Garay na equipe. E a resposta foi positiva. Me parece muito claro que a definição do time para a Olimpíada vai precisar levar em conta muito mais o momento, a um mês do início da competição, do que o histórico do trabalho realizado durante todo este ciclo.

As três jogadoras estão em momento melhor do que as então titulares: Fabíola, Fabiana e Jaqueline. Vão me dizer aqui mais uma vez que a Tailândia não é parâmetro, assim como Cuba não foi. Não concordo. Os rivais não são logicamente do nível de Rússia e Itália, por exemplo, mas neste momento servem para que avaliações específicas sejam feitas.

Analisando os números, o bloqueio, desta vez, foi o grande fundamento brasileiro, com 15 pontos marcados. Adenízia, com três, foi a melhor. Na véspera contra Cuba, o saque havia tido destaque. O ponto negativo, outra vez, foi o passe. Instável em grande parte do jogo, ele foi se estabilizando. Mas ainda inspira muitos cuidados.

Cabe uma outra observação sobre o jogo. Com a saída de Fabiana, Sheilla virou a capitã do time. Hoje, voltou a ser  a maior pontuadora, com 15 pontos (13 no ataque e dois no bloqueio). Ok. Vão me dizer que a oposto ainda está distante das atuações anteriores, blá, blá, blá… Mas ela é uma das titulares que vem crescendo durante a competição, pelo menos ao ponto de se garantir na escalação, já que agora convive com a sombra de Mari.

Na última rodada, nas contas pelo título, o Brasil precisará vencer a Turquia e torcer por tropeço das reservas dos EUA contra a China. Difícil, quase impossível pela regularidade mostrada pelas invictas americanas, mesmo com as reservas em Ningbo.

 

Vitórias que dão um certo alívio

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Fala, pessoal! Tudo bem?

Antes de tudo, uma explicação para quem não me segue no Twitter. Na quinta-feira, passei todo o dia no 1º Encontro de Jornalismo Esportivo das Américas, o que me impossibilitou de ver a vitória do Brasil sobre a China e consequentemente atualizar o blog.

E admito ser um alívio voltar a escrever aqui após duas vitórias brasileiras na fase final do Grand Prix. O triunfo de hoje sobre Cuba, em sets diretos (25-17, 25-12 e 25-14), foi categórico e emblemático.

Categórico pelas parciais, que deixam claro o domínio sobre as caribenhas. Como dito na fase anterior, Cuba tem um time forte fisicamente, como faz parte de sua escola, mas bem pior tecnicamente e que erra demais em comparação às gerações vencedoras das décadas passadas. Hoje não foi diferente (veja números abaixo).

Emblemático por ter acontecido após Zé Roberto modificar a equipe titular. Fernandinha jogou no lugar de Fabíola, Adenízia entrou na vaga de Fabiana e Garay substituiu Jaqueline. As três antigas titulares realmente deixaram muito a desejar em alguns jogos, marcados pela instabilidade em quase todos os fundamentos. Já as ex-reservas tiveram atuações bem mais regulares contra as cubanas.

O fundamento que funcionou com perfeição foi o saque, com 12 pontos. Adenízia marcou cinco deles, Fernandinha, três.  Importantíssimo também o número de erros da Seleção nos três sets: apenas quatro. Para comparar, Cuba deu 28 pontos de graça para o Brasil.

Zé ainda foi além nos testes. Apenas uma líbero em quadra: Fabi. Mari, Dani Lins e Juciely foram titulares no terceiro set. A oposto, por exemplo, fez quatro pontos, um a menos do que Sheilla, que atuou nas primeiras parciais.

O Brasil ainda está na briga pelo título com as reservas americanas, que mais uma vez mostraram força e venceram a Turquia, de Marco Aurélio Motta, por 3 a 1. Porém, ainda bato na mesma tecla: tirar as dúvidas que restam para Londres e encontrar um time titular serão os maiores legados deste Grand Prix.

Dia termina com outra vitória do Brasil sobre a Polônia

domingo, 10 de junho de 2012

Brasil 2 x 0 Polônia.

Esse é o placar do domingo no vôlei. Primeiro ato em São Bernardo do Campo, pela Liga Mundial. O segundo em Lodz, pelo Grand Prix, com a Seleção feminina calando a torcida local para encerrar a primeira semana da competição com três vitórias, todas no tie-break, parciais de 25-15, 25-13, 23-25, 22-25 e 15-10.

Poderia ter sido mais fácil, mas o time brasileiro bobeou no terceiro set, errou demais no quarto e deu a impressão que não se recuperaria no quinto, ao começar perdendo por 5 a 1. Mas a virada saiu, graças a bons saques, aos bloqueios de Adenízia e às viradas de bola de Fernanda Garay e Mari.

Impressiona a performance de Adenízia no block. Neste domingo foram nove pontos no fundamento. Nos dois primeiros jogos, oito pontos em cada. Números que a deixam com folga na primeira posição na estatística. A central terminou o jogo com 17 acertos, apenas um a menos do que Fernanda Garay, que liderou o Brasil. Um fim de semana para não ser esquecido.

Mari entrou no quarto set e fez sete pontos, seis deles no ataque. Talvez dê confiança para as próximas etapas da competição.