As informações são do competente colega Erich Beting. Um novo investimento para o vôlei de praia naci0nal, que já tem o respaldo do Banco do Brasil. Uma boa notícia, sem dúvida.
publicidade
As informações são do competente colega Erich Beting. Um novo investimento para o vôlei de praia naci0nal, que já tem o respaldo do Banco do Brasil. Uma boa notícia, sem dúvida.
Pessoal, segue o link da reportagem publicada no LANCE! de hoje e assinada por Felipe Mendes sobre a situação da medalhista olímpica Juliana na recém-criada Seleção Brasileira de vôlei de praia.
http://www.lancenet.com.br/mais-esportes/Juliana-pede-desculpas-apresentar-perdoada_0_851914978.html
Essa nota oficial tem um “cheirinho” de crise no ar…
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) comunica, através da Unidade de Seleções Praia, a dispensa da atleta Juliana Felisberta da Silva dos treinamentos da seleção brasileira feminina de vôlei de praia, que visa preparação e participação nas etapas do Circuito Mundial 2013 e Circuito Sul-Americano 2013, por não comparecer à apresentação oficial.
O fim da dupla ainda não é oficial. Mas a decisão da separação é.
Medalhistas de bronze na Olimpíada de Londres e multivencedoras nos Circuitos Mundial e Brasileiro, Juliana e Larissa decidiram trilhar caminhos diferentes após oito anos de parceria. Antes, ainda disputarão mais algumas etapas juntas até o anúncio oficial.
De 2004 até agora, elas somaram quase mil vitórias. Quase sempre tiveram respaldo de patrocinadores, tanto que construíram um Centro de Treinamento, em Fortaleza, algo inédito no país. A lista de conquistas é imensa, faltando apenas o ouro olímpico. História sólida e vitoriosa, mas que ficou marcada também pela infelicidade de Juliana antes de Pequim -2008 e pelo gosto amargo pela ausência na final em Londres, meses atrás.
Agora, no início do ciclo para os Jogos do Rio, em 2016, os interesses foram conflitantes e o rompimento mais do que necessário. Larissa deve dar uma pausa na carreira, algo que várias atletas de alto nível já fizeram ao optarem pela maternidade. Assim, Juliana terá de se juntar a outra atleta em 2013. Talita, que esteve nas duas últimas Olimpíadas com Renata e Maria Elisa, respectivamente, é a favorita para virar a nova parceira.
Em um momento em que várias duplas mundo afora está mudando, fica difícil prever o cenário para o ciclo olímpico que se inicia.
Não deu para Alison e Emanuel. Os brasileiros foram derrotados por Plavins/Smedins, da Letônia, medalhistas olímpicos de bronze há uma semana, nas quartas de final do Grand Slam da Polônia, e viram o título da temporada cair no colo dos americanos Gibb/Rosenthal, que estão na semi.
Vice-campeões olímpicos, Alison e Emanuel terminam o Circuito Mundial de 2012 na mesma posição. Vale ressaltar que os americanos disputaram duas etapas a mais, algo que faz muita diferença. Para terem uma ideia, um título de Grand Slam vale 800 pontos e a diferença entre as duas duplas, antes do início da etapa atual, era de míseros 80.
Já no feminino, Juliana e Larissa faturaram o título da competição polonesa, ao superarem as italianas Cicolari e Menegatti, na decisão.
O resultado coloca as brasileiras na liderança do ranking, ultrapassando as chinesas Xue e Zhang Xi, ausentes nas areias polonesas.
Faltam duas etapas para o fim da temporada, em Aland (FIN) e Bangsaem (TAI).
Alison/Emanuel e Gibb/Rosenthal, que disputam o título do Circuito Mundial, seguem vivos no Grand Slam da Polônia, última etapa da temporada.
Terminada a fase de grupos, as parcerias, que seguem invictas, foram sorteadas em lados opostos para os mata-matas. Assim, poderão se cruzar apenas numa hipotética final.
Os brasileiros farão, amanhã, pelas oitavas de final, um confronto caseiro com Ricardo e o jovem Vitor Felipe, que substitui Pedro Cunha, lesionado. Quem passar espera o vencedor Walkenhorst/Matysik (ALE) e Plavins/Smedins, medalhistas de bronze em Londres. Numa provável semifinal, os brazucas poderão duelar com Rogers/Dalhausser (EUA) ou Fijalek/Prudel (POL).
Já Gibb/Rosenthal tiveram sorte e não terão grandes rivais até a semi. Jogarão nas oitavas com os noruegueses Horrem/Eithun. Nas quartas, rival sairá do duelo Fuerbringer/Lucena (EUA) e Losiak/Kantor (POL). Na disputa por vaga na decisão, uma dessas quatro parcerias: Doppler/Horst (AUT), Kadziola/Szalankiewicz (POL), Thiago/Bruno Schmidt (BRA) ou Sidorenko/Dyachenko (KAZ).
Para serem campeões da temporada, Alison e Emanuel precisam terminar à frente dos americanos na etapa.
Medalhistas de prata da Olimpíada de Londres, Alison e Emanuel iniciarão, nesta quinta-feira, a disputa pelo bicampeonato do Circuito Mundial de 2012, no Grand Slam de Stare Jablonki, na Polônia, última etapa da temporada.
Os brasileiros lutam pelo caneco com os americanos Gibb e Rosenthal. Eles iniciam a competição separados por míseros 80 pontos, a favor da parceria dos Estados Unidos, que disputou duas etapas a mais do que os brazucas.
A matemática do título para Alison e Emanuel é simples: precisam terminar a etapa à frente dos americanos.
Caneco que, se for conquistado, amenizará um pouco da frustração pela derrota para os alemães Brink/Reckermann em Londres. Vale citar que os medalhistas de ouro não estão inscritos na etapa polonesa do Circuito.
- É hora de trocar o chip e pensar no Circuito Mundial. Esta é a última etapa, vale muito para a gente, pois estamos disputando o título e precisamos ter muita concentração, pois precisamos de um bom resultado para não depender de ninguém. Temos que pensar no nosso caminho, jogar o nosso melhor, pensar em cada partida e buscar as vitórias. Estou muito feliz, está sendo um ano maravilhoso, como foi em 2011, foi muito bom poder voltar para o Brasil com uma medalha olímpica em minha primeira participação, receber o carinho da minha família, dos meus amigos e o reconhecimento do povo brasileiro. Vamos lutar com todas as nossas forças para levar mais esse título para o nosso país – comentou Alison.
- Nosso foco é aqui, nesse Grand Slam da Polônia. Estamos vindo de 20 dias maravilhosos em Londres, de uma competição inesquecível, onde conquistamos uma medalha e isso nos dá ainda mais motivação e confiança para lutarmos pelo título do campeonato. Não estamos fazendo contas, não estamos pensando nisso, sabemos das nossas chances, do que precisamos fazer neste torneio. É a última etapa do ano, com certeza será bastante equilibrada, mas temos que pensar em um jogo de cada vez, em jogar bem, em ter tranquilidade e concentração – afirmou Emanuel.
A CBV vai anunciar nesta quinta-feira as duplas brasileiras que irão disputar a Olimpíada de Londres.
Das quatro vagas, com seis parceiras na disputa, três são certas: Juliana/Larissa, Maria Elisa/Talita e Emanuel/Alison.
A grande dúvida foi entre Ricardo/Pedro Cunha e Márcio/Pedro Solberg. Pelos últimos resultados no Circuito Mundial, a vaga ficará com Ricardo/Pedro Cunha.
Nesta segunda-feira, a dupla de vôlei de praia Talita/Maria Elisa esteve na redação do LANCE!, no Rio de Janeiro, e gravou uma entrevista no estúdio da TV L!.
Veja o que elas disseram, principalmente, sobre a disputa pela vaga na Olimpíada de Londres.
Nesta semana, o LANCE! recebeu em sua redação, no Rio de Janeiro, os técnicos escolhidos pela CBV para formação de novos talentos no vôlei de praia.
Participei da entrevista e pude ouvir um pouco da concepção do projeto que visa lançar jogadores para os Jogos Olímpicos de 2016 e os subsequentes.
Confira como foi o papo com a campeã olímpica Jackie Silva, que comanda o projeto feminino, e Marcão, que dirige o masculino.
Social