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Arquivo da Categoria ‘Olimpíada’

Imagine na Olimpíada…

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Apagão de 15 minutos no Maracanãzinho durante a vitória do RJX sobre o Medley/Campinas por 3 a 2.

Falha no gerador do ginásio, reformado para o Pan de 2007 e que será usado também na Olimpíada de 2016.

Que tenha sido algo pontual, incomum e já sanado!

“Infiéis” sonham com Jaqueline, Sheilla, Giba e Murilo

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Entre os e-mails que recebo diariamente com venda de apartamento em Nova York, Viagra por 67 centavos de dólar, pacotes de viagem para Dubai, achei um “mais interessante” para o blog.

Um site de infidelidade (o mundo moderno me surpreende cada vez mais!!!) fez uma pesquisa com seus usuários cadastrados e perguntou com quais atletas olímpicos eles gostariam de ter um caso.

E o vôlei aparece em destaque no resultado final.

No feminino, Jaqueline recebeu 29% dos votos, ficando atrás da russa Maria Sharapova, que teve 53% das “intenções”. Fecha o pódio a oposto Sheilla. No top 10 aparecem ainda Larissa, em sexto, e Paula Pequeno, em sétimo.

No masculino, o ouro foi para Cesar Cielo, com 43%, seguido por Giba e Murilo. Dante apareceu em sexto lugar.

 

Alguém tem?

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O link com a íntegra da final olímpica entre Brasil x Rússia?

 

Os prêmios individuais do masculino

domingo, 12 de agosto de 2012

Foram anunciados os melhores jogadores por posição do torneio olímpico masculino.

O ponta Murilo foi escolhido o melhor jogador da competição. Foi o único brasileiro a aparecer na lista. Ele já tinha no currículo o prêmio de MVP do Mundial de 2010.

Muserskiy, o cara da final, não aparece na premiação. Mas ele entra para a história como maior pontuador da história em uma final: 31 pontos.

O oposto Mikhaylov, que terminou a decisão como ponta, foi o maior pontuador da Olimpíada e o melhor atacante.

A Alemanha ficou com dois prêmios: melhor bloqueador: Günthör; melhor líbero: Steuerwald.

O italiano Savani foi o melhor sacador, o búlgaro Bratoev foi eleito o melhor levantador, enquanto o polonês Ignaczak faturou como melhor passador.

Balanço dos meus “chutes olímpicos”

domingo, 12 de agosto de 2012

Fui rever os palpites que dei para a Revista ESPN, na edição do mês passado.

Acreditava em 15 medalhas. O Brasil faturou 17. Destas, meus erros e acertos estão abaixo.

Cravei três medalhas:

- Prata para o vôlei masculino

- Prata para o futebol masculino

- Bronze para Juliana/Larissa

Acertei as medalhas, mas não as cores:

- Ouro para Alison/Emanuel (dupla foi prata)

- Prata para o vôlei feminino (ouro)

- Bronze para Sarah Menezes (ouro)

- Prata para Rafael Silva (bronze)

- Ouro para Mayra Aguiar (bronze)

- Ouro para Cesar Cielo (bronze)

- Ouro para Scheidt/Prada (bronze)

Meus chutes sem medalha foram:

- Ouro para Leandro Guilheiro

- Prata para Cesar Cielo – 100m livre

- Bronze para Maurren Maggi

- Bronze para o futebol feminino

- Bronze para Diego Hypolito

 

Russo tira coelho “de ouro” da cartola

domingo, 12 de agosto de 2012

Vladimir Alekno tirou do pescoço dos jogadores brasileiros um ouro praticamente certo.

Corajoso ao extremo, ele colocou o central Muserskiy, de 2,18m, como oposto, deslocando Mikhaylov, o titular da posição, para atuar como ponta. A metamorfose tática deu certo e o resultado todo mundo viu. O gigantão terminou a decisão com 31 pontos, 28 deles no ataque.

O Brasil, que dominou os dois primeiros sets, teve dois match points no terceiro. Não aproveitou e depois caiu de vez na armadilha de Alekno. O saque óbvio em Mikhaylov, que não é um especialista em passe, passou a não funcionar mais. Já o serviço russo passou a entrar e fez estrago na recepção brasileira.

Pesou também para que a mudança tática russa ficasse sem antídoto a situação física das opções que Bernardinho tinha. O oposto Leandro Vissotto, de 2,12m, vetado por um problema na virilha, Dante sentiu o joelho no fim do terceiro set e não teve como jogar no quarto, Giba vem de quase uma temporada inteira sem atuar…

Não vamos crucificar Wallace como feito com Mari, em 2004, por favor. O jovem oposto foi o maior pontuador do Brasil com 27 pontos e tem um futuro brilhante pela frente. Vamos admitir que a Seleção foi melhor em dois sets, a Rússia em outros dois e a outra parcial, a única equilibrada, caiu do lado europeu. Como em várias ocasiões, na era Bernardinho, caiu do lado verde-amarelo.

Logo mais, farei um texto especial para o LANCE! sobre isso e publicarei para vocês.

Fotos da decisão olímpica

sábado, 11 de agosto de 2012

LANCENET! publicou uma galeria especial de fotos da final entre Brasil x Estados Unidos.

Segue o link para vocês:

http://www.lancenet.com.br/fotos/Veja-conquista-bicampeonato-olimpico-feminino_5_753574639.html

Os prêmios individuais da Olimpíada

sábado, 11 de agosto de 2012

Já coloquei no Twitter, mas devia para a galera do blog.

Foram divulgadas as vencedoras da premiação individual da Olimpíada.

O Brasil ficou com três: passe (Fernanda Garay), saque (Sheilla) e Fabiana (bloqueio).

A coreana Kim foi eleita a melhor jogadora, além de maior pontuadora. A americana Hooker foi a melhor atacante, a russa Startseva faturou como melhor levantadora, enquanto a dominicana Castillo foi a melhor líbero e melhor defensora.

 

O sabor do bi olímpico

sábado, 11 de agosto de 2012

Parecia improvável antes de a Olimpíada começar. Parecia impossível depois de a Olimpíada ter começado. Depois do primeiro set da final, então…

Contra a realidade e os prognósticos, a Seleção Brasileira feminina de vôlei conquistou, neste sábado, o bicampeonato olímpico, com o 3 a 1, de virada, sobre os Estados Unidos.

Arrisco a dizer que foi o título relevante mais difícil que um esporte coletivo do país já obteve. Os fatos falam por si.

- Uma saída turbulenta do Brasil após os cortes de Mari e Fabíola.

- Uma chegada a Londres repleta de incógnitas. Quem será a levantadora titular? Natália está recuperada? O abalo pós-corte vai influenciar o desempenho do time?

Algumas respostas foram dadas na primeira fase. O time titular tinha Fernandinha, Sheilla, Paula Pequeno, Jaqueline, Fabiana, Thaisa e Fabi. E ele não engrenou. A vitória por 3 a 2 sobre a Turquia na estreia assustou. E não apenas os torcedores. A derrota para os Estados Unidos, por 3 a 1, pode até ser considerada normal. E aí veio um 3 a 0 para a Coreia. Surpresa geral. O time estava preso, errando em demasia, individualmente e coletivamente. Ali já não se pensava em sair em primeiro do grupo e cruzar com um rival mais fácil. Era brigar pela classificação.

A primeira decisão foi contra a China. Dani Lins, que esteve próximo do corte antes dos Jogos, passou a ser titular no levantamento. Fernanda Garay assumiu o lugar de Paula. A vitória por 3 a 2, com o time perdendo várias chances de faturar em quatro sets, foi pouco comemorada. A situação na última rodada era delicada. O Brasil não dependia das próprias forças para avançar em QUARTO lugar.

China e Coreia fizeram um jogo de compadres, ou melhor, comadres. Um 3 a 2 que garantiu os dois rivais asiáticos nas quartas. No jogo seguinte, os Estados Unidos, já garantidos em primeiro lugar, poderiam eliminar o Brasil. Bastava que perdessem para a Turquia. Poupar atletas? Eliminar as atuais campeãs? Não. O time americano jogou com força máxima e eliminou a equipe de Marco Aurélio Motta. Uma honestidade que merece aplausos. O Brasil entrou em quadra contra a Sérvia precisando vencer para avançar. E fez isso, sem sustos. Para quem podia ter jogado já eliminado, um alívio e tanto.

Nas quartas, duelo com a Rússia. Rival que já havia frustrado essa Seleção duas vezes no Mundial. No jogo mais espetacular que vi, o Brasil superou seis match points e passou para a semi. Neste momento, Sheilla havia recuperado o jogo que encantou o mundo anos atrás, Dani Lins demonstrava muito equilíbrio na distribuição de jogo, as centrais Fabiana e Thaisa ressurgiram, Jackie, Garay e Fabi deram volume de jogo no passe e na defesa. E o time embalou até o título. Um roteiro digno de filme de Hollywood.

Voltando à final, o que foi o primeiro set? Parecia o Brasil do início da Olimpíada. Preso, sem confiança no ataque, errando demais. E o time teve cabeça no lugar para cumprir a estratégia traçada para neutralizar a força americana no ataque.

Saque na líbero Davis. Pode parecer maluquice optar pela jogadora especialista em passe e defesa. Mas foi isso que os estudos da comissão técnica mostravam. E o saque passou a fazer estragos, não com aces, força, mas com inteligência no alvo. Assim, tirou a bola da mão de Berg, minando as jogadas rápidas pelo meio e obrigando Hooker a ser a única opção. Até ela, que voou na Olimpíada, passou a tomar bloqueios.

E o time cresceu como um todo. Jaqueline fez sua melhor partida no ataque que já vi. Um aproveitamento de 63%. 18 pontos marcados no total e a jogadora de segurança de Dani Lins. E ela também foi bem no passe e na defesa. Jogou demais.

Fabiana merece elogios. Até porque fez os sete pontos do time no bloqueio na final. Alguns em momentos importantes. E o restante do time cresceu junto, passou a errar menos, enquanto as americanas não conseguiam sair da encruzilhada que Zé Roberto as colocou.

Título da superação por tudo que escrevi acima. Título que eterniza uma geração. Título que faz de José Roberto Guimarães um tricampeão olímpico. Para poucos.

O Brasil está feliz neste sábado graças a vocês. Parabéns.

 

Anotaram a placa?

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Que passeio, amigos e amigas!

O Brasil confirmou sua hegemonia recente sobre a freguesa Itália e com um sonoro 3 a 0 garantiu seu lugar na decisão olímpica.

A vitória faz da Seleção a primeira na história dos Jogos a disputar três finais consecutivas. Um feito e tanto, lembrando que timaços como a União Soviética das décadas de 60 e 70 e os Estados Unidos, nos anos 80, conseguiram, no máximo, duas presenças seguidas em decisões.

Contra a Azzurra, o show pôde ser dado graças à harmonia entre todos os fundamentos. O passe segurou bem os potentes saques italianos, sabidamente a grande arma que eles tinham, Bruno teve uma distribuição quase perfeita e o ataque deitou e rolou. Tanto que só foi parado em três ocasiões pelo bloqueio rival.

Reparem na estatística de Murilo, autor de 15 pontos no jogo. Ele teve 70% de aproveitamento no ataque, números que normalmente apenas os centrais conseguem. Na recepção, 60% de acerto, abaixo apenas do líbero Escadinha, que chegou a quase 69%. O camisa 8 voltou a ter a importância do Mundial de 2010, quando foi eleito o melhor do planeta.

E o 25-12 do segundo set? Depois dessa, acho que a Bulgária será bronze.