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Arquivo da Categoria ‘Liga Mundial’

A lista completa do Brasil para a Liga Mundial

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A Federação Internacional divulgou a lista de inscritos para a Liga Mundial.

Na primeira competição oficial do novo ciclo olímpico, o levantador Bruninho aparece como capitão. Ao lado dele, os remanescentes de Londres são Lucão, Dante, Vissotto, Wallace, Sidão e Thiago Alves. Outros estão de volta: Theo, João Paulo Bravo, Alan e Mário Júnior, por exemplo, estavam no Mundial de 2010.

Por fim, os levantadores William e Rapha, velhos pedidos de muita gente, estão inscritos. E, pelo jeito, terão chances desta vez.

1 – Bruninho
2 – Isac
3 – Éder
4 – Wallace
5 – Sidão
6. Leandro Vissotto
7 – William
8 – Lucarelli
9 – Theo
10 – Alan
11 – Thiago Alves
12 – Chupita
13 – Maurício Souza
14 – Renan Buiatti
15 – João Paulo Bravo
16 – Lucão
17 – Murilo Radke
18 – Dante
19 – Mário Jr.
20 – Rapha
21 – Ary
22 – Maurício Borges

As sedes do Brasil na Liga Mundial

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Gostaram das cidades anunciadas pela CBV como sede dos jogos da Seleção na Liga Mundial?

http://www.lancenet.com.br/minuto/Paulo-Brasilia-Rio-Liga-Mundial-2013_0_874112704.html

Outro passo para realização de Brasil x Polônia em um estádio

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O desejo polonês de enfrentar a Seleção Brasileira masculina em um estádio de futebol ganhou mais um importante “aliado” para sair do papel. Para quem não se lembra do projeto, segue o link da notícia publicada no blog em dezembro do ano passado: http://wp.me/p1b2tr-1eG

A Federação Internacional de vôlei divulgou, nesta terça, parte do calendário da Liga Mundial. E, para satisfação dos poloneses, eles serão mandantes nos jogos contra o Brasil na primeira fase.

Os dois duelos estão previstos para acontecer entre 7 e 9 de junho.  Neste mesmo fim de semana, também pelo Grupo A, os Estados Unidos receberão a Argentina, enquanto a Bulgária viajará até a França. Em 2013, a Liga terá um formato diferente para absorver o aumento de 16 para 18 participantes. Serão três grupos com seis  times e a cada fim de semana acontecerão três séries de jogos dentro de cada grupo. Serão cinco rodadas, com os melhores ranqueados na lista da FIVB tendo o privilégio de atuar três vezes em casa. O Brasil, por exemplo, será mandante contra França, Bulgária e Estados Unidos.

Voltando ao tema do post após explicação sobre a nova Liga Mundial… No fim do ano passado, em conversa com Ary Graça, presidente da FIVB, ele me disse ter gostado da ideia dos poloneses, ainda mais por acontecer no aniversário dos 30 anos do duelo entre Brasil x União Soviética, no Maracanã. Seria a possibilidade de dar muita visibilidade para o vôlei e não deixar a data histórica passar em branco.

Agora é esperar os próximos capítulos…

 

 

O encardido grupo do Brasil na estranhíssima Liga Mundial-2013

sábado, 1 de dezembro de 2012

Uma pausa na folga, após escrever a coluna Saque que será publicada neste domingo no LANCE!, para alguns pitacos sobre a divulgação dos grupos e do regulamento da Liga Mundial de 2013.

A competição, inflada para 18 seleções na próxima edição, reserva para o Brasil uma indigesta primeira fase.

O time de Bernardinho, que estará bem renovado nesta primeira competição do novo ciclo olímpico, terá pela frente, no Grupo A, Polônia, Estados Unidos, Bulgária, Argentina e França.

Se é para testar caras novas e outras que não tiveram muitas chances nos últimos anos, nada melhor do que enfrentar potências.

Nos demais grupos, principalmente no C, muita disparidade de forças. Mas não estranhem. É para ser assim mesmo. A divisão dos grupos A e B leva em conta o ranking mundial em “serpentina”, algo já feito em outras competições, como o Campeonato Mundial. Primeiro, quarto, quinto, oitavo, nono e 16º em uma chave. Segundo, terceiro, sexto, sétimo, décimo e 14º na outra.

Já o Grupo C é uma espécie de torneio de consolação entre emergentes. Confira e entenda abaixo:

Grupo B – Rússia, Itália, Cuba, Sérvia, Alemanha, Irã

Grupo C – Canadá (18º), Coreia do Sul (22º), Finlândia (31º), Holanda (41º), além de mais duas seleções a serem anunciadas pela FIVB

Agora, a explicação do regulamento. As três primeiras colocadas dos Grupos A e B avançarão para a Fase Final, ainda sem sede definida. Já no Grupo C, apenas a melhor seleção estará garantida na disputa por medalhas. O outro finalista será o país-sede.

Fazendo uma analogia com o futebol brasileiro, os Grupos A e B da Liga são a Série A. Já o C é a Série B. No fim das contas, o representante da Segunda Divisão pode ser campeão da Primeirona.

Um regulamento no mínimo surpreendente em uma das primeiras medidas da gestão Ary Graça na FIVB.

Gostaram?

Eliminação

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O Brasil está fora da Liga Mundial. A derrota no tie-break (23-25, 25-23, 23-25, 25-17 e 15-10) para a Polônia encerrou uma das campanhas mais instáveis que vi na era Bernardinho.

Ao menos nesta quinta-feira o time demonstrou vontade, vibrou, comemorou, lamentou os erros, sentiu o jogo.  Bem diferente do visto no duelo com Cuba.

Além do espírito, foi bom ver Giba em quadra. Posso queimar a minha língua, mas acho que uma boa campanha em Londres passa muito pelas mãos do camisa 7 estar curado, em forma e com ritmo de jogo.  Pela atual fase dos nossos ponteiros, Giba tem grande chance de ser titular. Vai ser a salvação da Seleção? Difícil ter essa certeza. Mas será importante neste momento conturbado.

Já Sidão não jogou por estar com algum problema físico. Não faria sentido a entrada de Rodrigão em seu lugar, mantendo Lucão no time. O camisa 17 até foi bem, mas o bloqueio segue sendo um problema grave deste time.

Fora isso, criamos um pequeno monstro nesta Liga: a Polônia. Cinco jogos, com quatro vitórias dos poloneses. Em outras épocas, tratamos quase todos os rivais do Brasil como fregueses. Hoje, os poloneses dizem o mesmo do time verde-amarelo. E eles estão com moral.

O que esperar de Londres? Sinceramente, não sei dizer.  É preciso juntar os cacos, resolver os problemas e sair de um buraco que há muito tempo o Brasil não entrava.

A assustadora derrota do Brasil na Liga Mundial

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Esqueçam as partidas instáveis do Brasil na fase de classificação da Liga Mundial. O que estava ruim ainda podia piorar.

A derrota categórica por 3 a 0 para o jovem e inexperiente time de Cuba acende todos os sinais de alerta que existem antes da Olimpíada de Londres.

Faltam adjetivos para definir a atuação do Brasil: desastrosa, apática, errática, assustadora, desinteressada… E olha que não estou exagerando. Vejam a frase de Leandro Vissotto no Twitter: “Pior jogo que eu participei na minha história na seleção!”.

Outra frase sintomática retirada do Twitter é do central Gustavo: “Tá difícil até de entender o modo da Seleção jogar. Realmente não é o que sempre nos caracterizou”.

Muito difícil compreender mesmo. A Seleção teve duas semanas para treinar, desde que perdeu para a Polônia e ficou perto da eliminação na Liga. Alguns jogadores que estavam com problemas físicos puderam se recuperar. Bernardinho pôde testar variações, como Leandro Vissotto no lugar de Wallace no time titular que começou o jogo em Sofia hoje.  Não deu certo. E não foi só ele. Ninguém deu certo. Nada funcionou.

Não vou ficar fazendo conta para que o Brasil passe para as semifinais. Vencer a Polônia, torcer no jogo seguinte, blá, blá, blá. Isso é o de menos. Está cada vez mais claro que este time vai precisar se reinventar em 20 dias para chegar a Londres no patamar que nos acostumamos a ver nos últimos anos. Talvez como nunca precisou fazer antes em espaço tão pequeno de tempo. E provar mais uma vez que gosta de superar as maiores adversidades que atravessa.

 

O que será do Brasil nas finais da Liga Mundial?

sábado, 30 de junho de 2012

Na noite de sexta-feira, a Seleção Brasileira masculina se garantiu na fase final da Liga Mundial, após Itália e França irem para o tie-break, em Dallas (EUA). Oficialmente a equipe de Bernardinho está garantida como melhor segundo colocado.

Admito estar ansioso para saber se as duas semanas de treino em São Paulo e Saquarema farão o time jogar bem, depois de tantos altos e baixos na fase classificatória.

Os rivais já garantidos para o hexagonal são Polônia, Bulgária, Cuba. Estados Unidos e Alemanha estão perto. Testes de primeira para Londres.

Brasil quase dentro das finais da Liga Mundial

domingo, 24 de junho de 2012

Aproveitando as contas de vários leitores bem informados do blog, um panorama atualizado da situação do Brasil na Liga Mundial.

Os resultados do fim de semana ajudaram e a Seleção masculina, que perdeu o Grupo B para a Polônia, está bem perto de confirmar a vaga nas finais da Liga, como melhor segunda colocada dos quatro grupos.

O Brasil tem como “rivais” Estados Unidos e França no Grupo C. Para que a vaga não seja verde-amarela, apenas uma combinação é possível: a França vence Itália, Estados Unidos e Coreia, sem precisar de tie-break. Como soma atualmente 17 pontos, chegaria aos mesmos 26 do Brasil, mas com nove triunfos, um a mais do que os brasileiros. Para completar a eliminação do time de Bernardinho, os americanos batem coreanos e italianos, também sem disputar o quinto set, para chegar também aos 26 pontos, com nove vitórias.  Passariam, então, EUA e França para a fase decisiva, que acontecerá na Bulgária.

Nos demais grupos, situação muito bem encaminhada para Cuba e Alemanha, já impedindo que os segundos colocados alcancem o Brasil. Não deixa de ser uma surpresa, já que potências como Rússia, Itália e Argentina já estão eliminadas. Muita gente escondendo jogo para a Olimpíada…

Não gostei do que vi no fim de semana

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A manhã de domingo começou preocupante. A derrota da Seleção masculina para a Polônia expôs mais uma vez falhas já vistas desde o início desta campanha.

O time de Bernardinho não consegue decolar. Parece, em alguns momentos, preso por uma âncora. Uma verdadeira montanha-russa de instabilidade, seja em determinados fundamentos ou individualmente. Um exemplo para facilitar o entendimento: apenas no terceiro set o bloqueio funcionou. Nas demais parciais, Kurek e Winiarski deitaram e rolaram. Exploraram a mão de fora dos bloqueadores, souberam esperar uma segunda chance quando o levantamento não estava caprichado, foram jogueiros, como gostam de dizer na gíria os atletas.

Individualmente, Lucão pode exemplificar este momento estranho da Seleção. Parece alheio ao que está acontecendo. Não é o mesmo jogador que a torcida está acostumada a ver. Parece não estar à vontade, seja ao atuar com Bruninho ou Ricardinho. Rodrigão entrou em seu lugar, também foi pouco utilizado no ataque e não pontuou no bloqueio. No vôlei moderno, não ter um meio de rede eficiente contra determinados rivais é mortal.

No mais, Bernardinho pôde testar Leandro Vissotto, já que Wallace não conseguia virar as bolas nos sets iniciais. O oposto de 2,12m, recuperado da cirurgia cardíaca e ainda sem o ritmo ideal de jogo, terminou com maior pontuador e parece ter decretado que Theo está fora da Olimpíada. Me perguntei também o porquê de Giba não ter sido utilizado em algumas passagens no lugar de Thiago Alves, depois de ter voltado a jogar na véspera, contra a Finlândia. Mas neste caso vejo mais como precaução, já que recuperação de fratura por estresse merece uma atenção especial.

Pela classificação dos outros grupos, é bem provável que o Brasil ainda dispute a fase final da Liga Mundial. O time terminou os 12 jogos com 26 pontos. Nos demais grupos, foram disputadas até aqui metade das partidas. Os vice-líderes, por enquanto, somam 12 pontos (Sérvia no Grupo A e Argentina no D) ou 11 (França no C). Repetindo no returno a campanha feita até aqui, não irão ultrapassar a Seleção. E o nível entre os times é bem maior, o que deixa os duelos mais imprevisíveis e equilibrados.

É esperar (além de secar um pouco os rivais). E pergunto: será melhor treinar em Saquarema até Londres ou disputar a fase final na Bulgária ajudará o time a encontrar o seu melhor jogo? Não sei responder.

Minha preocupação com a Seleção masculina se estende também ao time feminino, com um grau um pouco menor.

No primeiro fim de semana com a força total à disposição, o Brasil deixou a desejar. Ainda dou um desconto por ser os primeiros jogos do time na temporada, já que em Lodz a base era outra. Comparando primeira e segunda etapa do GP, algumas coisas ficaram claras:

- Fabiana está aquém do que já apresentou e representa como capitã do time. Na derrota para as americanas, jogando três sets, fez apenas cinco pontos, um no bloqueio. Como comparação, Thaisa fez 20, sendo cinco no block. Nem vou comparar com as atuações de Adenízia, na Polônia, para não ficar ainda mais claro o abismo de performance.  Preocupa. A relação do bloqueio-defesa merece atenção especial de Zé Roberto.

- O passe ainda é uma dor de cabeça. E acho que será assim durante os Jogos de Londres. Pode-se trocar as peças, diminuir área de atuação de A ou B, mas parece que ainda falta algo. E normalmente quando o passe não sai, nossas pontas viram alvo fácil do bloqueio rival.

- Mari continua sendo importante para este time. Ela entrou em alguns jogos como  ponteira, mas também substituiu Sheilla na saída, como no quarto set contra os EUA, já que a titular deixou a desejar na virada de bola (apenas quatro pontos no ataque). A camisa 7 parece estar com a cabeça boa, tranquila, o que ajuda neste momento de testes e indefinição sobre sua função principal em Londres.

Por fim, um destaque americano. Pouco até hoje tinha reparado na central Harmotto. Ela fez oito pontos de bloqueio contra o Brasil. Uma surpresa bem desagradável para as brasileiras, eu diria.

Acho que escrevi demais. Agora é com vocês.

Brasil 3 x 2 Canadá: um ponto valioso foi perdido

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Brasil iniciou a quarta etapa da Liga Mundial com um leve escorregão.

Vitória por 3 a 2 sobre o Canadá, parciais de 22-25, 25-19, 25-14, 19-25 e 15-9, deixando de somar um ponto, algo que pode ser decisivo na briga com a Polônia.

O resultado deixa ainda mais nervoso o duelo com os poloneses. Será que veremos a repetição de xingamentos e provocações exageradas dos últimos encontros? Vale vaga na fase final na Bulgária.

Em Tampere, na Finlândia, hoje, Bernardinho contou pela primeira vez com Giba e Leandro Vissotto. O primeiro não entrou em quadra, enquanto o oposto fez uma inversão de rede no primeiro set e conseguiu três pontos de bloqueio.

No time titular, a novidade foi Thiago Alves no lugar de Dante, lesionado. Wallace, depois de um início lento, deslanchou nos sets finais e foi o maior anotador do time: 24 pontos.

Murilo, em sua melhor atuação ofensiva nesta Liga, teve 19 acertos no ataque, com um aproveitamento de 50%.

E segue a indefinição no levantamento. Ricardinho começou jogando, mas não voltou mais para os sets seguintes. Bruninho, que havia sido titular no jogo mais importante da etapa de São Bernardo, parece cada vez mais garantido como número 1 da posição no momento.

Quero ler a opinião de vocês sobre o jogo.