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Arquivo da Categoria ‘Duelo’

Duelo das musas: conheçam Silvia Lotti e Giulia Pisani

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Duas jogadoras do Busto Arsizio, da Itália, último campeão nacional, protagonizaram ensaios com  o tema “Sport e Moda” para o portal “Nove da Firenze.

Silvia Lotti e Giulia Pisani, recém-convocada para a Azzurra, arrancaram elogios dos torcedores italianos. E ganharam as manchetes no país.

Lotti nasceu em 17/6/1992, tem 1,88m e joga na ponta. Começou a jogar no Verona, passou pelo Santa Croce e disputou sua primeira temporada no Busto Arsizio.  Na temporada passada, foi eleita a melhor atleta sub-20 da segunda divisão do país.

Já Pisani, também nascida em 92 (4/6), é central e tem 1,84m. Foi a melhor bloqueadora do Campeonato Europeu júnior em 2010 com a Itália.

Confira os ensaios.

http://www.nove.firenze.it/vediarticolo.asp?id=b2.04.09.15.15
Silvia Lotti

Giulia Pisani
http://www.nove.firenze.it/vediarticolo.asp?id=b2.04.25.17.55

 

Tirem as crianças da sala! Mais uma polonesa na Playboy

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O post estava pronto há semanas, mas os dois torneios da Copa do Mundo no Japão e a abertura da Superliga me fizeram deixá-lo na gaveta por um tempo.

A levantadora Milena Radecka é mais uma polonesa a posar para a Playboy.

A jogadora de 27 anos foi a capa da publicação em novembro. Com 1,77m e 65kg, ela seguiu os passos da ponta Anna Baranska, que já mereceu um post meses atrás, pelo ensaio feito em 2010. Segue o link:

http://blogs.lancenet.com.br/volei/2011/09/08/baranska-x-popovic-um-duelo-que-vale-a-pena-conferir/

Abaixo confira algumas das imagens da publicação da polonesa. Por fim, para que comparem, uma foto dele em jogo pela seleção, sem maquiagem, Photoshop (?!?) ou qualquer produção.

 

 

Duelo: Kim Glass x Cacciatori

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O terceiro duelo entre as musas do vôlei reúne uma americana que ainda está na ativa e uma italiana que já deixou as quadras.

Kimberly Glass completou 27 anos no últimos mês de agosto. A atacante, de 1,91m, 75kg  e nascida em Los Angeles, tem no currículo a medalha de prata na Olimpíada de Pequim, em 2008, além de títulos do Grand Prix, incluindo na atual temporada.

Por clubes, já atuou na Itália, Porto Rico, Turquia, República Tcheca, Azerbaijão e Rússia.

Claramente, Kim teria seguido a carreira de modelo se não tivesse sucesso no esporte. Durante os estudos, ela tentou participar cinco vezes do famoso programa American Next Top Model, comandado por Tyra Banks. Neste ano, ela foi uma das estrelas de ensaios da prestigiada revista Sports Illustrated e também na versão americana da ESPN.

Durante vários meses, revistas especializadas em fofoca a colocaram como namorada de Dwight Howard, pivô do Orlando Magic e um dos melhores jogadores da NBA.

Já Maurizia Cacciatori arrastou milhares de fãs por onde passou durante uma década. Nascida em 1973, a ex-levantadora, de 1,79m, iniciou a carreira profissional com apenas 16 anos, no Perugia. Já a estreia pela Azzurra aconteceu quando ela tinha 18 anos.

Daí para frente, ela permaneceu quase 10 anos como titular da posição, mas sem grandes conquistas no currículo. Ela não estava na equipe italiana que venceu o Mundial de 2002, na Alemanha. Por clubes, ela ganhou quatro vezes o scudetto pelo Bergamo, além de ter sido campeã espanhola pelo Tenerife, além de quatro Liga dos Campeões da Europa.

Realizou vários ensaios sensuais e nunca escondeu que a beleza sempre abriu portas para ela.

Depois da aposentadoria, Cacciatori passou a comentar jogos pelo canal SKY Sports, além de ter participado de um reality show (A Ilha dos Famosos). Também realizou o sonho de ser mãe, este ano.

É possível eleger apenas uma?

Abaixo, confira os outros duelos já publicados:

Baranska x Popovic – http://wp.me/p1b2tr-Aw

Piccinini x Tom: http://wp.me/p1b2tr-zh

Baranska x Popovic: um duelo que vale a pena conferir

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Depois de Piccinini x Logan Tom (http://blogs.lancenet.com.br/volei/2011/08/31/piccinini-x-logan-tom-que-duelo), o segundo duelo das musas do blog coloca frente a frente duas jogadoras não tão famosas e vitoriosas, mas tão belas quanto: a polonesa Anna Baranska e a croata Sanja Popovic.

Baranska, que em algumas competições joga com o nome Werblinska na camisa, tem 27 anos e causou furor na Polônia ao ser capa da Playboy, em março do ano passado.

O ensaio com uma jogadora de vôlei era um sonho antigo da edição polaca da famosa revista. Depois de muito relutar, a atacante aceitou o convite. E o resultado pode ser comprovado pelos nobres leitores.

- Nunca pensei em fazer, eu era contra, mas agora decidi aceitar essa sessão para experimentar uma nova aventura na minha vida, fazer algo doido. Nós não temos com frequência nossas atletas mulheres recebendo esse tipo de proposta. Tempo de mudar!  – disse a jogadora, quando lançou a revista.

Com 1,78m e 66kg, Baranska pegou o fim de uma geração vencedora na Polônia. O país conquistou o bicampeonato europeu em 2003 e 2005. Depois, com o time mais renovado, foi bronze em 2009. No Grand Prix, a melhor posição foi um sexto lugar, em 2007.

Já Sanja Popovic foi a estrela de um polêmico ensaio da seleção croata de vôlei em 2008, lançado apenas no ano seguinte. Ao lado de outras companheiras de time, como Maja Poljak, uma das jogadoras mais conhecidas da atual geração do país, Popovic ajudou a levantar fundos com o calendário sensual. O case de sucesso ainda serviu para a seleção croata, sem uma relevância no cenário mundial, conseguir patrocinadores.

- A federação precisava de dinheiro, então pensei em fazer um calendário com as jogadoras da seleção nacional, queria dar a minha contribuição – contou Popovic, idealizadora do calendário.

Com 76kg distribuídos em 1,86m, a atacante se transformou rapidamente numas das musas do país, sendo requisitada para eventos de moda e outros ensaios.

- O mundo da moda me atrai – já chegou a confessar.

No currículo de Popovic estão passagens por times da Itália (Chieri, Novara e Perugia), Turquia (Besiktas) e Coreia do Sul (GS Galtex Seul).

Para você, quem leva a melhor neste duelo europeu?

 

 

 

 

 

Piccinini x Logan Tom. Que duelo!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Atendendo aos pedidos crescentes, está no ar o duelo das musas.

Como sempre foram as mais pedidas, Francesca Piccinini e Logan Tom protagonizam o clássico inicial.

A italiana, nascida em 10 de janeiro de 1979, é um símbolo sexual em seu país-natal. É garota-propaganda de vários empresas,  presença constante em programas esportivos e de variedades na TV e transformou a camisa 12 em seu símbolo.

Aos 19 anos, desembarcou no Brasil (foto abaixo) para defender o antigo Rexona/Curitiba, atual Unilever, ao lado de Fernanda Venturini, Érika e Elisangela. Terminou a Superliga em segundo lugar, mas criou uma legião de fãs. Depois, voltou à Itália para defender o Bergamo e virou referência. Caso cumpra o atual contrato, completará 15 temporadas pelo clube.

- Fico contente por ter fãs aqui no Brasil, como todo esportista, mas não é a beleza que vai me fazer vencer – diz ela, que tem como principal título o Mundial de 2002 com a Azzurra.

Em 2004, posou bem à vontade para a revista Men´s  Health. Em entrevistas à emissoras de TV locais, Picci já revelou ter sido assediada por companheiras de time, mas deixou no ar se correspondeu ou não. Costumo estar na capa de revistas de fofoca da Itália, principalmente pelos casos amorosos. Em dois deles, ela causou a fúria da modelo e apresentadora de TV Eleonoire Casalegno, por ter se envolvido com dois ex-namorados da “rival”

A americana Logan Tom é dois anos mais nova do que Picci. Nasceu em 25 de maio de 1981 e não costuma fincar raízes em algum lugar.

Já atuou na Itália, Espanha, Suíça, Rússia, Japão, China, agora Turquia, além do Brasil. Em terras tupiniquins, atuou pelo Minas, em 2003, sendo companheira de Fofão, Elisangela, Érika, Angela Moraes, além de Sheilla e Fabiana, em início de carreira. Esteve perto de retornar nesta temporada, mas acabou acertando com o Fenerbahce, time turco dirigido por José Roberto Guimarães. Além do sucesso na quadra, se aventurou no vôlei de praia, mas não passou perto de repetir o sucesso.

- Eu amo o Brasil. Foi a minha primeira experiência jogando fora dos Estados Unidos, e foi muito boa porque as jogadoras e a torcida eram muito acolhedoras – revela a bicampeã do Grand Prix.

Também arrasta uma legião de seguidores por onde passa. A jogadora, que costuma usar a camisa 15, foi eleita, em 2005, uma das 100 mulheres mais sexy do planeta.