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Arquivo de setembro de 2011

Os garantidos na Copa do Mundo masculina

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Para quem tem dúvidas, os participantes já garantidos na Copa do Mundo masculina. Os dez primeirão são oficiais, enquanto o convite para a Polônia ainda será oficializado pela FIVB.

A dúvida que persiste é o segundo país convidado. Será mesmo a Rússia?

1 – Brasil
2 – Japão
3 – Sérvia
4 – Cuba
5 – Irã
6 – Egito
7 – Itália
8 – EUA
9 – Argentina
10 – China
11 – Polônia

Seleção masculina convocada para o Pan. Faltou o Mago

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Saiu a convocação da Seleção Brasileira masculina para o Pan-Americano de Guadalajara.

O time tem algumas caras novas, como o levantador Murilo Radke, o central Maurício e os pontas Renato e Lucarelli.

Do Sesi, que disputará o Mundial de Clubes no Qatar, entre 8 e 14 de outubro, apenas o oposto Wallace foi convocado. Murilo, Escadinha, Rodrigão e Sidão, que estavam no último Sul-Americano, ficaram fora. Da base da Seleção principal, que focará agora a Copa do Mundo, também não estão na lista Lucão, Dante, Giba e Theo.

Os outros sete convocados são o levantador Bruninho, o oposto Wallace de Souza (do Sada/Cruzeiro), os centrais Gustavo e Eder, os pontas Thiago Alves e Chupita, além do líbero Mário Jr.

Os jogadores têm apresentação marcada no Centro de Desenvolvimento do Vôlei, em Saquarema, no Rio de Janeiro, na manhã de segunda-feira.  O time será dirigido por Rubinho, assistente de Bernardinho.

Admito que alguns nomes surpreenderam, principalmente o do levantador Murilo Radke, que este ano esteve com a Seleção de Novos no Evento-Teste em Londres e na Universíade na China. Apesar de entender que é um jogador mais jovem do que Willian, eu teria convocado o levantador cruzeirense, que vem jogando muito há alguns anos, desde que jogava pelo Bolívar (ARG) e ganhou o apelido de Mago. Vale lembrar que Sandro e Raphael, outras opções, também disputarão o Mundial de Clubes. Mas, como o precedente foi aberto para Wallace, não serve como desculpa.

 

Marco Aurélio Motta elimina Rússia do Europeu. Fora da Copa do Mundo?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A seleção feminina da Rússia está eliminada do Campeonato Europeu e dependerá de um convite da Federação Internacional para disputar a Copa do Mundo, que vale vaga na Olimpíada de Londres.

Nesta quarta-feira, as atuais campeãs mundiais perderam para a Turquia por 3 sets a 0, parciais de 27-25, 25-21 e 25-19, na abertura das quartas de final da competição continental.

Gamova, com 15 pontos, foi a maior pontuadora da Rússia, seguida pela ponta Goncharova, com dez. Destaque negativo para as centrais Perepelkina e Morozova, que somaram oito pontos, sendo apenas dois no bloqueio.

Pelo lado turco, a ponta Neriman Ozsoy terminou com 17 acertos, dois a mais do que a central Eda Erdem. A oposto Demir fez 13.

Vale lembrar que o time turco é dirigido pelo brasileiro Marco Aurélio Motta, que comandou a Seleção no Mundial de 2002. Preciso lembrar da história ou vocês têm boa memória?

Corte de Paula Pequeno e Natalia

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A definição da Seleção Brasileira feminina para o Sul-Americano gerou discussão nas redes sociais.

José Roberto Guimarães optou por cortar as pontas Paula Pequeno e Natalia.

A primeira foi uma questão técnica, segundo o treinador. A jogadora não irá atuar no Peru, mas fará parte do grupo que disputará o Pan-Americano de Guadalajara. Assim, que ficará fora da competição mexicana será Sassá.

Já a ausência de Natalia se deve, mais uma vez, por problemas na canela esquerda. Ela voltou a sentir dores no local operado para retirada de um tumor, este ano, e será poupada.

- Resolvemos segurar a parte de salto nos treinamentos para ela chegar 100% na Copa do Mundo – explicou Zé.

Estão à disposição do treinador brasileiro no Peru as levantadoras Dani Lins e Fabíola, as opostos Sheilla e Tandara, as ponteiras Fernanda Garay, Mari, Jaqueline e Sassá, as centrais Thaisa, Fabiana e Juciely e a líbero Fabi.

Hoje, às 18h, estreia contra o Paraguai. Depois encara Chile e Argentina pela primeira fase. Os dois melhores avançarão para a semifinal.

A minha opinião: como o Sul-Americano é uma baba, Zé Roberto pode fazer mais testes, com Garay, Tandara e Sassá, vai abrir espaço para o retorno de Jaqueline, além de não correr o risco de perder Natalia para a principal competição do ano.

Pedido do internauta: O que passa com a Seleção?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Para aumentar a interatividade com vocês, que visitam diariamente o blog, criei uma seção para abrir espaço para as sugestões que costumam me mandar.

A inauguração é com as perguntas do Luciano, após o título sul-americano do Brasil, em Cuiabá.

O que falta pra essa seleção deslanchar? Qual o melhor e o pior fundamento do Brasil?

Vou começar a resposta pelo fim. O melhor fundamento brasileiro é o passe, com o trio Escadinha/Dante/Murilo. Os três dão consistência ao setor e costumam ter aproveitamento acima da média. Ter excelentes passadores no vôlei moderno, cada vez mais pautado pela força, é a base para a montagem de uma equipe vencedora.

Já o principal problema atual é a dúvida no levantamento. Bernardinho não consegue fixar Bruninho ou Marlon. E o revezamento acaba sendo prejudicial, já que os dois possuem estilos diferentes e muitas vezes é demorado para acertar o tempo de ataque de alguns jogadores. Ficou claro como Marlon se encaixa melhor com Dante, por exemplo, por terem jogado juntos nos clubes. O mesmo com Bruninho, Theo e Lucão também acontece. Essa falta de continuidade impede que a Seleção deslanche, que era a primeira pergunta do Luciano.

Vocês concordam?

 

Deu a lógica em Cuiabá

domingo, 25 de setembro de 2011

Finalmente um jogo (de verdade) no Sul-Americano masculino de Cuiabá. Na disputa pelo título, o Brasil comprovou sua hegemonia mais uma vez e derrotou a Argentina por 3 a 1, faturando o 28º título em 29 edições (em uma delas, a Seleção não disputou e os hermanos foram campeões).

O jogo deste domingo teve um pouco de tudo o que se esperava: nervosismo, belos lances de ambos os lados, provocação e até bate-boca entre Bernardinho e Weber.

Pelo lado brasileiro, o técnico manteve a escalação titular com Marlon e Wallace. O levantador tentou impor seu estilo mais veloz do que Bernardinho. Funcionou muito bem com Dante, com quem já tem o entrosamento da época de Brasil Vôlei, principalmente com as bolas de meio-fundo. Com os centrais ainda precisa de mais treino, vide a dificuldade que Sidão teve em uma rede, com quatro bolas recebidas e nenhum ponto. Já com Wallace não deu certo. O oposto quase não conseguiu virar as bolas e acabou sendo substituído por Théo ainda no segundo set. Perdeu uma grande chance para se firmar no concorridísimo grupo de 12 “titulares”.

Para a Copa do Mundo, muito ainda precisa melhorar no sistema de jogo. O passe brasileiro oscilou bastante, até mesmo com Escadinha e Murilo, que são acima da média no fundamento. O saque também teve momentos ruins, que irritou os próprios jogadores nas paradas técnicas, já que os erros foram sequenciais. O bloqueio ainda está devendo atuações mais consistentes.

Do lado argentino, duas comprovações: Conte e De Cecco são”pontos fora da curva”, como costumo ouvir. O ponta é um líder nato, diferenciado no ataque e, com um pouco mais de experiência, vai estar entre os principais atacantes do mundo. Já o levantador é ousado, arrisca muito e sabe variar as jogadas. O bicampeão olímpico Maurício ainda deve estar se lamentando por não ter conseguido contratá-lo para o Medley/Campinas.

Mas, no fim, deu a lógica.

O que vocês acharam do jogo e da atuação individual dos atletas?

O jogo mais bizarro que já vi

sábado, 24 de setembro de 2011

Pessoal, na íntegra minha coluna que sairá neste domingo, no LANCE!. Não consegui guardá-la para publicação mais tarde devido ao surreal Brasil 3 x 0 Venezuela, que acabo de ver.

O torcedor que pagou ingresso para ver Brasil x Venezuela, neste sábado, em Cuiabá, pelo Campeonato Sul-Americano masculino, deveria receber o dinheiro de volta. Os venezuelanos protagonizaram, no segundo set, a maior lambança que já vi em um jogo internacional entre profissionais.

Antes do início da parcial, em um procedimento de praxe, o assistente técnico do cubano Ídolo Herrera passou a escalação para os mesários, mas os atletas estavam fora de posição. Bom, imaginei enquanto via pela TV, que já no segundo ponto o treinador, que já havia dado um esporro no responsável pelo erro, faria uma substituição para corrigir o equívoco. Ledo engano.

O time jogou todo o set com a formação errada, entregando para o Brasil oito pontos de graça por falhar no posicionamento na hora de receber o saque. Até os árbitros, bem fracos, diga-se de passagem, pareciam não entender o que acontecia. Já Bernardinho, por sua vez, tentou ajudar, explicando para os jogadores venezuelanos em qual lugar da quadra eles deveriam ficar. Surreal.

As vaias até que foram poucas para tamanha bizarrice. E olha que estamos falando da Venezuela, até quatro anos atrás a segunda força do continente e que disputou a última edição da Olimpíada.

Mas o esdrúxulo set é um bom sinônimo para o baixíssimo nível da competição. Paraguai e Chile, por exemplo, com times completamentes amadores, com jogadores gordinhos e baixinhos. Nível escolar. Brasil e Argentina, “  patinhos feios”   do torneio, foram contagiados pela ruindade alheia. Sofreram com falta de concentração e motivação, erraram mais do que de costume e ficaram devendo uma apresentação de alto nível. O sufoco que o Brasil teve para fechar o terceiro set contra a Venezuela resume bem isso. Ainda assim, brasileiros e argentinos se garantiram com folga na Copa do Mundo, classificatório para a Olimpíada de Londres, único motivo que tiveram para que jogassem com seus principais astros na capital mato-grossense.

Hoje, o clássico define o campeão continental. Que o público seja, finalmente, brindado com um jogo que preste.

Agora começa o Sul-Americano que presta

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Finalmente poderemos ver algum jogo que realmente preste no Sul-Americano masculino, em Cuiabá.

No sábado, o Brasil pegará a Venezuela, país que já deu trabalho nos últimos anos, mas que atualmente tem uma geração mais fraca do que a liderada por Harry Gomez. Ainda assim, a seleção de Hugo Chavez tem nível para, ao menos, participar de uma competição internacional, bem diferente de Chile, Paraguai, Uruguai, essas babas que estão em Cuiabá apenas como figurantes.

Vitória verde-amarela por 3 a 0 parece mais do que certa. Qualquer coisa diferente me surpreenderá.

Aí sim, no domingo, o único jogo de que se espera algum equilíbrio para o Brasil: o clássico com a Argentina. Um rival que vem evoluindo sob o comando de Javier Weber, que faz um trabalho de base elogiável e que possui jogadores talentosos, fazendo com que os hermanos voltem a ter representatividade no cenário mundial.  Um teste que vale ser visto, já que Bernardinho tem observado algumas mudanças já em vista da Copa do Mundo.

Brasil num pódio olímpico. Legende a foto

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Essa é para quem tem um pouco mais de idade. Vou passar a publicar fotos antigas do arquivo do LANCE! para vocês matarem a saudade de ídolos do passado.

Na primeira delas, a Seleção Brasileira feminina, comandada por Bernardinho, medalha de bronze na Olimpíada de Sydney, em 2000.

Eu estagiava pelo segundo ano na redação do LANCE! de SP, naquela época. O que vocês faziam da vida?

Vocês reconhecem as 12 jogadoras? Uma está bem escondida.

 

 

 

Duelo: Kim Glass x Cacciatori

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O terceiro duelo entre as musas do vôlei reúne uma americana que ainda está na ativa e uma italiana que já deixou as quadras.

Kimberly Glass completou 27 anos no últimos mês de agosto. A atacante, de 1,91m, 75kg  e nascida em Los Angeles, tem no currículo a medalha de prata na Olimpíada de Pequim, em 2008, além de títulos do Grand Prix, incluindo na atual temporada.

Por clubes, já atuou na Itália, Porto Rico, Turquia, República Tcheca, Azerbaijão e Rússia.

Claramente, Kim teria seguido a carreira de modelo se não tivesse sucesso no esporte. Durante os estudos, ela tentou participar cinco vezes do famoso programa American Next Top Model, comandado por Tyra Banks. Neste ano, ela foi uma das estrelas de ensaios da prestigiada revista Sports Illustrated e também na versão americana da ESPN.

Durante vários meses, revistas especializadas em fofoca a colocaram como namorada de Dwight Howard, pivô do Orlando Magic e um dos melhores jogadores da NBA.

Já Maurizia Cacciatori arrastou milhares de fãs por onde passou durante uma década. Nascida em 1973, a ex-levantadora, de 1,79m, iniciou a carreira profissional com apenas 16 anos, no Perugia. Já a estreia pela Azzurra aconteceu quando ela tinha 18 anos.

Daí para frente, ela permaneceu quase 10 anos como titular da posição, mas sem grandes conquistas no currículo. Ela não estava na equipe italiana que venceu o Mundial de 2002, na Alemanha. Por clubes, ela ganhou quatro vezes o scudetto pelo Bergamo, além de ter sido campeã espanhola pelo Tenerife, além de quatro Liga dos Campeões da Europa.

Realizou vários ensaios sensuais e nunca escondeu que a beleza sempre abriu portas para ela.

Depois da aposentadoria, Cacciatori passou a comentar jogos pelo canal SKY Sports, além de ter participado de um reality show (A Ilha dos Famosos). Também realizou o sonho de ser mãe, este ano.

É possível eleger apenas uma?

Abaixo, confira os outros duelos já publicados:

Baranska x Popovic – http://wp.me/p1b2tr-Aw

Piccinini x Tom: http://wp.me/p1b2tr-zh