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Arquivo de fevereiro de 2011

Semifinais da Superliga na TV aberta. Confira programação

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A CBV divulgou, nesta segunda-feira, mudanças no calendário das semifinais e final da Superliga, além das rodadas decisivas da fase classificatória.

Segundo a nota oficial, as alterações serviram para ajustar as transmissões dos jogos pela TV Globo, Sportv e TV Esporte Interativo. A boa notícia é que também as semifinais terão transmissão pela TV aberta. Nos anos anteriores, apenas a final em jogo único era mostrada ao vivo.

Outra novidade é o anúncio dos locais da segunda rodada das semifinais, que serão em Barueri e no Rio de Janeiro.

Confira na longa íntegra as mudanças e tente se programar para ver as decisões. Se não for no ginásio, a opção concreta é a TV, independentemente de ter assinatura de canais fechados.

SUPERLIGA MASCULINA

Todos os jogos da 14ª rodada do returno
DATA – De: 17/3 (QUI)
PARA: 15/3 (TER)
(mesmo locais e horários)
Nesta rodada, o jogo que será transmitido pelo canal SPORTV será LONDRINA/SERCOMTEL X SESI
Horário – 20h30

Todos os jogos da 15ª rodada do returno
DATA – De: 19/3 (SÁB)
PARA: 17/3 (QUI)
(mesmo locais e horários)
Nesta rodada, o jogo que será transmitido pelo canal SPORTV será CIMED X BMG/MONTES CLAROS
Horário – 21h15

Com a definição desta partida, de acordo com o regulamento da competição, todos os outros jogos da última rodada da fase classificatória serão realizados no mesmo horário: 21h15

DATAS DAS QUARTAS-DE-FINAL

1ª RODADA – 21/3 e 22/3
2ª RODADA – 24/3 e 25/3
3ª RODADA – 26/3 e 27/3 (SE NECESSÁRIO)

DATAS DAS SEMIFINAIS

1ª RODADA – 29/3 e 1/4
2ª RODADA – 2/4 e 9/4 (os dois jogos desta rodada serão transmitidos pela TV Globo, Sportv e TV Esporte Interativo e serão realizados no ginásio José Correa em Barueri/SP)
3ª RODADA – 16/4 (SE NECESSÁRIO)

DATA DA FINAL

24/4 – Ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). Jogo será transmitido pela TV Globo, Sportv e TV Esporte Interativo

SUPERLIGA FEMININA

DATAS DAS QUARTAS-DE-FINAL

1ª RODADA – 26/3 e 27/3
2ª RODADA – 29/3, 30/3 e 31/3
3ª RODADA – 2/4 e 3/4 (SE NECESSÁRIO)

DATAS DAS SEMIFINAIS

1ª RODADA – 8/4 e 12/4
2ª RODADA – 16/4 e 23/4 (os dois jogos desta rodada serão transmitidos pela TV Globo, Sportv e TV Esporte Interativo e serão realizados no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e no ginásio José Correa, em Barueri/SP , respectivamente)
3ª RODADA – 22/4 e 26/4 (SE NECESSÁRIO)

DATA DA FINAL

30/4 – Ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). Jogo será transmitido pela TV Globo, Sportv e TV Esporte Interativo

Bons líberos fazem muita diferença

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ainda no clima de provável despedida de Escadinha, a Coluna Saque do dia 27/2, no LANCE!, é sobre os líberos. Confira abaixo, na íntegra.

Normalmente eles são baixinhos, em um esporte cada vez mais tomado por gigantes. Não podem atacar, bloquear ou sacar, por consequência, não pontuam. Vestem até um uniforme diferente do que os companheiros de equipe. Em média, não brigam pelos maiores salários no momento da montagem de um time. Ainda assim, é raro ver no vôlei atual uma equipe ou seleção vencedora que não tenha um(a) “grande” líbero(a).

A valorização dos líberos, talvez, só acontecerá, quando alguns desbravadores da posição pararem de jogar e provarem por A + B que fazem muito falta. É o caso, por exemplo, do gigante Escadinha. Na semana passada, em entrevista ao LANCE!, ele deu novos indícios de que a passagem vencedora pela Seleção terminou. Uma pena! Ele ficou quase uma década como titular absoluto do time de Bernardinho, ganhou tudo e virou referência.

Durante a cobertura de Liga Mundial, Copa América, Olimpíada ou Mundial, ouvi de alguns craques internacionais, do porte de Nikola Grbic, Lloy Ball e Alessandro Fei, para ficar apenas com o trio peso pesado, de que o sucesso do Brasil passava pelo “fenômeno, showman e iluminado Sérgio”, como alguns preferem chamá-lo. Dividindo o vôlei como AL (antes do líbero) e DL, ninguém na nova posição foi tão eficiente na defesa e no passe quanto Escadinha.

A categoria de um líbero acima da média minimiza, inclusive, a deficiência que alguns pontas possuem, principalmente, na recepção. E dá segurança para que eles foquem mais o ataque. Muitos técnicos de ponta, atualmente, estão preocupados com a carência de pontas que sustentem a linha de passe com maestria e também sejam atacantes de alto nível. Para deixar a discussão apenas em nível nacional, José Roberto Guimarães sofre para dar consistência ao passe da Seleção feminina, já que Paula Pequeno, Mari e Natália, por exemplo, não passam tão bem quanto atacam. Sobra para quem? Para a líbero Fabi, outra fora de série na função. Bernardinho não sofre tanto, já que Murilo, Dante e Giba são passadores acima da média, mas já deu, por exemplo, atenção especial para Samuel, antes de o talentoso jovem sofrer com lesões no ombro a partir de 2008.

Pensando no futuro, o Brasil tem material humano para ser lapidado e com potencial para substituir Escadinha (neste caso, imediatamente) e Fabi (um pouco mais à frente). Mário Júnior, que não vive boa fase, assim como o restante do Vôlei Futuro na Superliga, já tem um título mundial no currículo, mas ainda precisa melhorar na defesa. Entre os jovens talentos, Thales, 22 anos, e titular da Cimed, é uma aposta para o futuro. No feminino, Camila Brait, de 23 anos, já foi testada em nível nacional e precisa, agora, de rodagem internacional para ganhar a maturidade. Me arrisco a dizer, usando emprestada uma expressão do futebol, que um grande time de vôlei, hoje, começa com um grande líbero.
Deu gosto de ver

Já que o assunto é líbero, um jogo na sexta-feira à noite teve um duelo à parte entre Camila Brait, do Sollys/Osasco, e Stacy Sykora, americana do Vôlei Futuro. A estrangeira levou a melhor no placar (vitória de virada do time de Araçatuba por 3 a 1) e de quebra foi eleita a melhor jogadora em quadra.

Um amigo, que entende muito vôlei, acredita que as duas, ao lado de Fabi, estejam entre as cinco melhores do mundo na atualidade. Mostra que o nível da Superliga 2010/2011 é um dos melhores de todos os tempos.

No jogo, no Ginásio José Liberatti, as líberos tiveram trabalho, justamente pelo motivo citado acima (passadoras que oscilam muito na recepção). Pelo Vôlei Futuro, uma constatação unânime: finalmente as estrelas jogaram com um time e, coletivamente, tiveram sucesso. Pelo lado do Sollys, ficou claro a falta que Jaqueline, em recuperação de cirurgia no joelho, faz.

Escadinha é insubstituível

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Li com tristeza a entrevista do líbero Escadinha ao companheiro Luiz Paulo Montes, publicada no LANCE! desta sexta-feira.

O jogador, de 35 anos, está cada vez mais próximo de anunciar o adeus definitivo da Seleção Brasileira. E, sem qualquer medo de errar, digo que o Brasil perderá o maior líbero que o mundo já viu em todos os tempos.

Durante a vencedora passagem de Escadinha como titular do time de Bernardinho, entre 2001 e 2009, tive chance de conhecê-lo de perto. Uma figura de história de vida tocante, um ser humano bem humorado, sincero e extremamente profissional. Não gosta de perder nem sequer em treino e faz de cada passe, cada defesa, seu prato de comida. Na fantástica geração que venceu tudo durante uma década, foi titular absoluto. Um gênio que não tinha tanto marketing quanto Giovane, Nalbert, Giba, Ricardinho, outros craques em suas respectivas posições.

Lembro-me de uma entrevista coletiva da Seleção, no Ibirapuera, após vitória sobre a Alemanha, na Liga Mundial, em 2002 ou 2003. No dia anterior ao jogo, fiz a apresentação para o LANCE! na linha: Escadinha, o único intocável do time. Bernardinho não gostou e disse, naquele discurso típico para evitar que o reserva imediato (Serginho, ex-Minas e atualmente no Sada/Cruzeiro) desistisse de buscar seu lugar, que a Seleção não tinha ninguém intocável. O tempo provou que Escadinha era, sim, intocável.

Depois da delicada cirurgia nas costas, no ano passado, o líbero passou seriamente a pensar na aposentadoria. Ainda vem jogando o fino da bola pelo Sesi, mas ainda assim vê Londres, no ano que vem, com certa resistência. – Se for para ir (para a Seleção) com 70%, 80% da minha condição física, não vou. Já tenho idade, não é fácil. Não sei como será o dia de amanhã, como as costas estarão – disse.

O primeiro papo com Bernardinho já aconteceu. O próximo não deverá demorar, já que o técnico, em breve, precisará definir a lista de atletas para a Liga Mundial. E não estar nela é certeza de adeus, Seleção/Olimpíada. Como torcedor, gostaria de ver Escadinha em sua última Olimpíada.

Pitacos da rodada. Minas em alta, Sesi voa e finalmente São Caetano vence

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Uma rápida análise de alguns jogos importantes da rodada desta quinta da Superliga.

- Dupla vitória do Minas Tênis Clube. No feminino, muita dificuldade para a Usiminas/Minas para superar o BMG/São Bernardo com parciais de 25/22, 25/17, 19/25, 22/25 e 15/9. A  oposto americana Nicole Fawcett brilhou, ao fazer 28 pontos. Na briga por um lugar no G4. No masculino, a sexta vitória seguida do Vivo/Minas consolida o quinto lugar e aproxima o time do rival desta quinta-feira, o BMG/Montes Claros. Na Arena Vivo, duelo vencido nos detalhes, sempre na reta final de cada parcial (27/25, 25/23 e 25/22). O time de Marcelo Fronckowiak está numa crescente.

- São Caetano em festa. Depois de amargar 16 derrotas consecutivas, o time venceu pela primeira vez na Superliga Feminina. Em casa, bateu o BMG/Mackenzie por 3 sets a 2 (25/16, 15/25, 25/14, 23/25 e 15/5). Não acho que ninguém mereça terminar uma temporada sem vitórias, ainda mais para um centro que tem tradição no esporte.

- O líder Sesi atropelou o instável Vôlei Futuro na Vila Leopoldina. 3 a 0 incontestável, parciais de 25-18, 25-22 e 25-16. Os paulistanos definitivamente estão na lista de favoritos ao título. Já o time de Araçatuba…

- Gustavo, que passou o dia cornetando (no bom sentido) os companheiros de time no Twitter, foi eleito o melhor em quadra na suada vitória do Pinheiros/Sky, no tie-break, sobre o Medley/Campinas, que vê o sonho do playoff um pouco mais longe.

Quem acredita em título do Vôlei Futuro?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Time mais badalado antes do início da Superliga, o Vôlei Futuro, tanto no masculino quanto no feminino, ainda não deu provas, em quadra, de que poderá ser campeão nacional.

Entre as mulheres, o time comandado por William Carvalho ocupa o quarto lugar, vindo de uma derrota incontestável por 3 a 1 para o Pinheiros/Mackenzie, concorrente direto.

O problema no sistema de passe é claro. Paula Pequeno, apesar de toda sua exuberância ofensiva, é irregular no fundamento. Tandara, parceira na ponta, sofre para se adaptar na função, já que originalmente é oposto. Sobra assim quase a quadra toda para ser coberta pela líbero americana Sykora. Assim, seja Alisha Glass, quando voltar de lesão, ou Ana Cristina, no levantamento, os ataques se concentram com bolas altas na ponta, deixando a central Fabiana a ver navios e facilitando os bloqueios adversários.

Entre os homens, a posição na classificação é ainda pior. O time de Cezar Douglas luta pelas últimas vagas entre os oito que jogarão os playoffs. Ninguém, em sã consciência, imaginaria antes de a Superliga (o time foi campeão paulista batendo o poderoso Sesi) começar a possibilidade de o Vôlei Futuro não ficar entre os oito após contratar Ricardinho, Leandro Vissotto, Lucão e Mário Júnior. O jogo parece não fluir com naturalidade, apesar da genialidade do levantador, da força do oposto, da competência do bloqueador e da regularidade do líbero. Como no feminino, o passe não é dos melhores, com os cubanos Iznaga e Camejo e o brasileiro Dentinho se revezando no time titular.

Favorito no papel pela força dos elencos, o Vôlei Futuro ainda não mostrou cara de campeão. Você acredita em título para os times de Araçatuba?

PS: Na noite desta quinta, aconteceu um pouco do que foi escrito acima. Sem conseguir arredondar as bolas após saques do Sesi, o Vôlei Futuro foi batido com facilidade por 3 a 0 (25-18, 25-22 e 25-16).

A briga pelos playoffs na Superliga Masculina

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Com o returno da Superliga Masculina já pela metade, fica nítida a briga de cada equipe na classificação. Reparem que é mais fácil comparar os times pelo número de derrotas, já que a quantidade de jogos disputadas varia em até três entre eles, dando uma falsa impressão no total de pontos.

Liderança: Ficará entre Sesi e Cimed, que só perderam duas vezes até agora. Vejo o time paulista mais encorpado e com uma base titular mais forte do que os catarinenses.

Terceiro lugar: Briga acirrada entre os mineiros Sada/Cruzeiro e BMG/Montes Claros. O time da capital soma cinco derrotas, uma a menos do que o do Norte de Minas, que foi surpreendido na segunda-feira pelo Medley/Campinas. Aposto nos cruzeirenses no terceiro posto.

Quinto ao oitavo: Aí sim a disputa é boa e até certo ponto imprevisível. São cinco pretendentes e quatro vagas. Agora estariam garantidos Vivo/Minas (nove derrotas), Pinheiros/Sky (dez), Vôlei Futuro e Medley/Campinas (11 cada). Porém, o Londrina/Sercomtel, com nove, tem jogo a menos e vai escalar a classificação. No papel, os times de André Nascimento/Marlon, Gustavo/Giba, Ricardinho/Vissotto/Lucão são os favoritos, mas até agora oscilaram muito na competição. O Londrina é uma grande zebra e deve conseguir sua vaguinha, deixando assim o time campineiro, em quem apostava entre os oito antes de o torneio começar, fora.

Traçando um panorama para os playoffs, segundo minha bola de cristal (que sofre com apagões), teremos:

Sesi x Londrina/Sercomtel
Cimed x Pinheiros/Sky
Sada/Cruzeiro x Vôlei Futuro
BMG/Montes Claros x Vivo/Minas

Nono ao 15º: A briga mais interessantes no fim da tabela é saber quem serão (ou não) o último colocado. No duelo do ABC Paulista, São Caetano/Tamoyo e Santo André/Spred somam apenas duas vitórias e travam disputa particular contra a lanterna.

Façam suas apostas

@gustavolei13: figuraça na rede

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A coluna Saque deste domingo, dia 20/2, no LANCE!

A fase do Pinheiros/Sky não é das melhores na Superliga Masculina, mas nada que abale o humor do central Gustavo Endres no Twitter. O camisa 13, que ganhou tudo com a Seleção Brasileira nos últimos anos, pode perder os amigos, principalmente os companheiros de time, mas não perde a piada na rede social.

Seu perfil, com mais de sete mil seguidores, virou espaço para cornetar, postar fotos de momentos curiosos das viagens do time e desabafar após vitórias ou derrotas. Abaixo, coletânea das pérolas do @gustavolei13 em 2011.

– 10:30 e o @LeonardoMello08 (companheiro de time) dormindo depois do treino sem banho. Tá num azedume!!!

– Retweet se você já mordeu a tampa de uma caneta e lembrou que ela não era sua.

– Emissoras de TV adotam modelo de venda casada nos intervalos comerciais. Passa o comercial de laxante e em seguida o de eliminador de odores.

– Esse óculos do Tuba é de uma marra

– @nalbert12 (ex-companheiro na Seleção e atual comentarista) De tanto cornetar os outros, nem o celular te agüenta…

– 20:10 e o aeroporto que não chega? Embarque marcado pras 20:22, mas como estamos no país da pontualidade, fico tranquilo.

– Depois de arrebentar os marrecos @Polacoldo10 e @Reffatti_09 (atletas do Pinheiros) no truco, vou dormir….

– Obrigado a todos pela torcida mas não deu pro Pinheiros/Sky. Perdemos o Giba e de quebra não ajudei o time como deveria.

O Twitter também serviu para decidir o trote de dois jovens jogadores do Pinheiros:

– Quem quer o cabelo do @arynobrega5 e do @rafagmartins14 cortado diga KERO

– Às 22:30 vai rolar o corte, inspirado no Giba’s Fashion Hair!!!

– A pedidos da nação voleibolistica. Um oferecimento do Giba’s Fashion Hair

Raquel, esposa de Gustavo, também sofre no Twitter:

– Assistindo  Golden Globe com a minha pintora de rodapé @Mrs_Gustavo

– Acabei de colocar umas luminárias no apê e a @Mrs_Gustavo esqueceu de desligar a luz geral. Adivinhem: Tomei um choque legal! Eita Patroa!!!

Craque nas quadras, Gustavo também manda bem no Twitter. Podem segui-lo.

Sada/Cruzeiro e Pinheiros/Sky sofrem com zebra. E ela quase derruba também o Sesi

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A rodada de quinta-feira tinha, no papel, jogos poucos atraentes pela Superliga Masculina, com duelos entre grandes e pequenos. Para quem esperava ver só placares de 3 a 0, com favoritismo confirmado, enganou-se redondamente.

Em São Bernardo do Campo, o terceiro colocado Sada/Cruzeiro foi surpreendido pelo BMG, décimo, e levou a virada, com parciais de 15/25, 25/21, 16/25, 25/22 e 15/13. Méritos para o excelente técnico Rubinho, um estudioso que colhe os resultados com o jovem time do ABC.

Em Porto Alegre, o Fátima/Medquímica/Sogipa, apenas o 12º colocado, fez 3 a 2 no Pinheiros/Sky, que agora está em sexto, com parciais de 25/21, 17/25, 27/25, 20/25 e 19/17. Na briga por vaga nos playoffs, o time de Gustavo, ainda sem Giba, precisa abrir o olho.

Para finalizar, o líder Sesi escapou por muito pouco de perder para o Volta Redonda. Depois de 2h20, vitória dos paulistas também no tie-break, parciais de 25/23, 21/25, 17/25, 25/21 e 21/19.

O único que fez sua parte foi o Vivo/Minas, que ganhou do São Caetano em sets diretos. Bem ao estilo mineiro, sem alarde, o time de Marcelo Fronckowiak já está em quinto lugar, após um início de Superliga bem irregular.

Para vocês, quem é a maior zebra da Superliga até agora?

Mari volta e não sai do banco: “Achei que entraria”

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O esperado retorno de Mari às quadras ficou no quase.

A ponta ficou no banco de reservas e não entrou em quadra na vitória da Unilever sobre o Usiminas/Minas por 3 a 0 (25/14, 25/18 e 25/21).

Esperava duas coisas neste jogo: mais equilíbrio, principalmente pelo bom momento das mineiras, e a presença de Mari, pelo menos em alguns lances, para quebrar o gelo do retorno. Frustrante só ter visto um jogo de verdade no terceiro set e nada da camisa 7 do time carioca.

A própria Mari esperava ter jogado:

- Achei que entraria no primeiro set. Esperei entrar também no segundo. No terceiro, com o jogo mais equilibrado, já sabia que não entraria. Mas só de correr do vestiário até a quadra para o aquecimento já me deu um alívio muito grande. Com cinco meses de cirurgia, eu poderia ainda não estar aqui – comentou.

Mari volta. Unilever dispara e aumenta favoritismo na Superliga?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Depois de cinco meses afastada das quadras para recuperar-se da ruptura total do ligamento cruzado anterior do joelho direito, a ponta Mari pode voltar a disputar uma partida oficial nesta quinta-feira, contra a Usiminas/Minas,  às 19h45, no ginásio do Maracanãzinho. Logicamente, não para disputar uma partida completa.

Neste período, Mari viu pela TV a Seleção Brasileira perder o Campeonato Mundial para a Rússia (fez muita falta, principalmente pela força de ataque na final) e de camarote acompanhou o time do Rio de Janeiro na liderança da Superliga. Na competição nacional, a Unilever passou de forma invicta pelo turno, mas sofreu um inesperado tropeço diante do Macaé, na abertura do returno. Já se recuperou com duas vitórias na sequência. Fica a pergunta: com Mari de volta, até onde o time pode chegar?

Em tese, Mari, com o decorrer dos jogos, vai entrar no lugar de Suelle, uma jogadora muito regular, que tem no volume de jogo sua principal característica. Já a selecionável tem muito mais força ofensiva e no bloqueio. Neste início, Mari deve sofrer um pouco com o passe, que sempre foi sua principal deficiência, deixando a responsabildade maior para Fabi e Regiane. Vai compensar com a categoria e experiência. Dani Lins, certamente, ganhará uma opção para desafogar a oposto Sheilla nas bolas de segurança.

- Ainda estou longe de minha condição ideal, mas acho que já posso ajudar o time em algumas situações de jogo. O mais difícil nesse período de recuperação foi controlar a ansiedade, ter paciência para cumprir todas as etapas e voltar no momento certo, evitando riscos desnecessários.

Com Mari, a Unilever é a maior favorita ao título da Superliga? Quero a opinião de vocês.