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Arquivo de dezembro de 2010

Presente para o Ano Novo

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O Natal já passou, mas o LANCE! vai dar um presente para os fãs do vôlei na edição do próximo domingo.

Uma entrevista exclusiva com um destaque do vôlei mundial. 

Quem quiser pode chutar à vontade. Eu revelarei o nome na noite de sábado, com uma pitada do que você irá ler no domingão.

Desmotivação: a explicação oficial para a saída de Marcelinho e Rodrigão

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Por intermédio de notas oficiais, o levantador Marcelinho  e o central Rodrigão explicaram como foram as reuniões que tiveram com a Sky, patrocinadora do Pinheiros, sobre a saída de ambos do time paulistano.

Pela declaração de Marcelinho, a demissão não ocorreu por questão técnica, mas por ele estar “triste e desmotivado”. Já Rodrigão

Veja abaixo:

MARCELINHO

Uma reunião realizada na tarde da última segunda-feira, na sede da SKY, em São Paulo, definiu a situação do levantador Marcelinho. O jogador, dispensado pelo Pinheiros (SP) antes do Natal, sem que o clube se manifestasse de maneira oficial sobre os motivos, se encontrou com diretores da empresa patrocinadora da equipe paulista. Marcelinho, que tem contrato até o meio de 2012, esteve reunido por cerca de uma hora e ficou resolvido que não voltará ao Pinheiros. Os detalhes sobre o contrato, no entanto, só serão discutidos em novo encontro, na semana que vem. Sendo assim, Marcelinho não tem mais vínculo com o clube.

- Tivemos uma reunião e a conversa foi bem franca. Toda essa situação foi chata, muito ruim e desnecessária, até porque sempre houve diálogo dentro do grupo. Todos saíram perdendo com isso, nós, clube, patrocinador e o vôlei. Na reunião, falaram que o Mauro Grasso pediu a minha dispensa porque estava me achando triste e desmotivado, mas nunca veio falar sobre isso comigo. Desmotivado eu não estava, não havia motivo pra isso, mas concordo que estava triste, sim, e não poderia ser diferente, os resultados não estavam aparecendo e todo o grupo estava muito incomodado com essa situação. Nossa equipe foi montada para conquistar títulos, para vencer e não aconteceu, então é normal que todos fiquem chateados, mas desmotivado nunca estive. Na semana que vem vamos nos reunir novamente para definir o meu futuro – comentou Marcelinho.

Sem poder atuar por um clube brasileiro – o regulamento da Superliga não permite que um atleta que já tenha entrado em quadra por uma equipe se transfira para outra durante o campeonato -, Marcelinho ainda não sabe como e nem onde será o seu futuro. Certo apenas que o Réveillon em casa, no Rio de Janeiro, com a família.

- Vou aproveitar essa semana para descansar com a minha família e pensar sobre o futuro. Não tenho planos, nada ainda em vista, não sei como vai ser o restante da temporada. Não esperava que isso fosse acontecer – completou.

RODRIGÃO

Em companhia de Douglas Sousa, agente da 7mais7 Sports, empresa que gerencia minha carreira, participei de uma reunião no início da tarde desta terça-feira com representantes da Sky.

No encontro, o assunto foi a decisão do Esporte Clube Pinheiros de não contar mais com meus serviços no restante do meu contrato, assinado em julho de 2009 e que iria até julho de 2012.

Durante a conversa, a diretoria da Sky informou que a iniciativa da rescisão do acordo foi exclusivamente do Pinheiros, que atendeu a uma determinação da comissão técnica comandada por Mauro Grasso.

Mesmo não tendo sido consultada sobre essa atitude, a Sky avalizou a decisão do Pinheiros e irá providenciar a rescisão do meu contrato, assumindo os encargos decorrentes dessa medida.

Os detalhes serão resolvidos em uma reunião com representantes do departamento jurídico da empresa, agendada para o dia 4 de janeiro.

Segundo me comunicaram, o treinador alegou que eu não apresentava motivação suficiente para prosseguir meu trabalho com o grupo do Pinheiros/Sky e que ele, como “não conseguia me motivar”, achava melhor que eu não permanecesse defendendo a equipe.

Apesar de respeitar a decisão do Pinheiros e da Sky, quero deixar claro que não concordo com os motivos alegados. Já defendi grandes clubes no Brasil e na Itália e há mais de 10 anos tenho o orgulho de jogar com a camisa da seleção brasileira no período mais vitorioso de sua história.

Sempre fui um atleta que respeitou e lutou pela equipe em que estava. Eu e meus clubes passamos por momentos bons e ruins, mas com muito trabalho e dedicação nos treinos e nos jogos conseguíamos a superação e a conquista de muitos títulos.

Não sou um jogador de me acomodar e aceitar passivamente quando os resultados esperados não acontecem. Talvez essa minha característica tenha sido compreendida de outra forma pelas pessoas do Pinheiros.

Vale destacar que o clube poderia ter tomado essa decisão em um momento mais apropriado e não agora, depois de disputados mais de 10 jogos e exatamente no último dia de inscrições de atletas para a Superliga.

Se eu tivesse sido comunicado antes do início da competição, poderia seguir minha carreira em defesa de outra equipe. Essa simples atitude certamente evitaria mágoas entre as partes, o que acabou sendo inevitável da forma como as coisas foram conduzidas.

Lembro também que, ao contrário do que foi citado por alguns veículos de comunicação, o meu projeto de participar da criação de uma equipe de vôlei adulto na cidade de Santos em nada influenciou minha saída do Pinheiros.

Manifestei essa minha intenção claramente desde o início e a diretoria da Sky esteve sempre ciente e, em momento algum, esse fato foi colocado como motivo de minha dispensa.

A partir de agora, vou procurar decidir o meu futuro profissional. Minha preferência é por permanecer no Brasil e vou procurar acelerar ainda mais a formação do time de vôlei de Santos, projeto pessoal que é um sonho antigo e que, aliás, conta com a simpatia da Prefeitura local e do Santos Futebol Clube.

Agradeço aos meus ex-companheiros do Pinheiros/Sky pelos 18 meses em que trabalhamos juntos, desejando a todos muito sucesso.

Escolha seus destaques/micos de 2010

domingo, 26 de dezembro de 2010

Fim de ano é quase sinônimo de retrospectiva, listas e balanços. Para não ficar de fora, este blog pede ajuda aos internautas para eleger destaques e decepções de 2010.

São válidos campeonatos no Brasil, no exterior, com seleções, clubes, jogadores brasileiros ou estrangeiros. Respostas até o último dia do ano.

Melhor jogadora

Melhor jogador

Maior mico

Técnico mais decisivo

Maior decepção

Jogo inesquecível

Revelação

Maior zebra

Assunto mais chato

Dante, Motta, Alekno, Fenerbahce… Natal pelo mundo

sábado, 25 de dezembro de 2010

Com o vôlei brasileiro em recesso, algumas pitadas internacionais desta época natalina:

- Técnico da seleção masculina da Rússia na Olimpíada de Pequim, Vladimir Alekno está de volta ao cargo.
Ele substituirá o italiano Daniele Bagnoli, que perdeu pontos com a federação local após ficar fora da semifinal do Mundial da Itália.

- Marco Aurélio Motta vai comandar a seleção feminina da Turquia. O brasileiro, que já comandou clubes do país, assume com a intenção de colocar as turcas na Olimpíada de Londres, em 2012. Ele já dirigiu as seleções da Itália e do Brasil e ficou marcado por aqui em 2002, após várias jogadoras se negarem a atender seu convite para o Mundial da Alemanha.

- Também na Turquia, o Fenerbahce, do técnico José Roberto Guimarães e da levantadora Fofão (que não atuou), assumiu a vice-liderança do campeonato local ao bater o Vakifbank Gunes por 3 sets a 1, fora de casa, na véspera do Natal. As destaques foram  Skowronska (18), Osmokrovic (17), Sokolova (16). As campeãs do mundo estão três pontos atrás do Eczacibasi, mas com um jogo a menos.

- Apesar dos 20 pontos marcados, o ponta Dante não impediu a derrota do Dínamo de Moscou para o Lokomotiv Novosibirsk na final da Copa da Rússia por 3 sets a 1, parciais de 17-25, 25-22, 25-21 e 25-21. O resultado classificou o time da Sibéria para a Liga dos Campeões da Europa na temporada 2011/2012.

PS: E um excelente Natal a todos

O desabafo de Rodrigão

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O meio-de-rede Rodrigão criticou o Pinheiros pela forma com que foi demitido, nesta semana.

Em entrevistas ao amigos Luiz Paulo Montes, do LANCE!, e Marcel Merguizo, da Folha de S. Paulo, o jogador reclamou da montagem do time de galácticos, da escolha dos jogadores menos renomados e da maneira que a dispensa dele e de Marcelinho aconteceu. Veja abaixo uma coletânea do que ele disse:

CULPA
Não assumo a culpa de jeito nenhum. Eu, Marcelinho, Giba e Gustavo fomos os primeiros a ajudar na montagem da equipe para esta temporada. Nós só temos de responder por atuações.

DEMISSÃO
Falaram que foi deficiência técnica, mas isso aí é desculpa esfarrapada. É difícil acreditar nisso. Mas eles têm o direito de fazer o que quiserem.

COMUNICADO
Após o treino, o Mauro Grasso [técnico], o Dininho [Antonio Beradino dos Santos, gerente de vôlei] e o Rafael [Prado de Castro, diretor] nos chamaram, agradeceram e avisaram. Não deram explicação. Foi uma baita sacanagem, não tem como perdoar. Acabaram com nossa carreira no Brasil nesta temporada. Não podemos mais jogar por nenhum clube [como já atuaram na Superliga, o prazo de transferência acabou no dia da demissão]. Foi o que mais machucou.

QUESTIONAMENTO
Falaram que estavam descontentes com os resultados desde o ano passado. Por que não me mandaram embora antes, então? Deixaram a gente sem alternativa agora.

AS FALHAS PRINCIPAIS
Fora as derrotas, que todo mundo sofreu e estava passando vergonha junto, nada mais. É muito difícil ficar alegre se está perdendo. Estamos acostumados a vencer. É frustrante. Estávamos passando vergonha. Queríamos vencer e não estávamos conseguindo. Mas não participei da montagem da equipe, o clube bateu no peito e disse que ia montar a melhor equipe do Brasil. A responsabilidade tinha que ser deles. Arrumaram um culpado que não são eles. Tiram a responsabilidade do Pinheiros, que não é mais galáctico, não é mais o supertime agora.

PROBLEMAS DE RELACIONAMENTO ENTRE OS GALÁCTICOS
São quatro ótimos jogadores [Marcelinho, Rodrigão, Giba e Gustavo]. Mas não depende só de quatro. Nem na seleção. Mesmo os jogadores mais fracos tem que ser bem escolhidos. Se perguntar para dez jogadores quais são os favoritos para a Superliga, os dez vão dizer Sesi, Florianópolis e Vôlei Futuro. Ninguém fala Pinheiros nem eu falaria. Tinha só o rótulo de galáctico. Agora, sem nós dois, pode perder, porque não é mais galáctico. Deve ser o pensamento deles.

REPERCUSSÃO
Sei que foi dada ordem para eles (Giba e Gustavo) não comentarem. É o Pinheiros que têm que dar explicação. Quero saber quem vão contratar para o meu lugar para melhorar o time.

“Não entendi o que aconteceu”, diz Marcelinho

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A polêmica dispensa de Marcelinho e Rodrigão segue repercutindo, com declarações à imprensa ou via redes sociais, no aguardo da posição oficial do Pinheiros, da Sky ou do técnico Mauro Grasso.

O levantador explicou como aconteceu o comunicado da decisão, na quarta-feira.

- Sinceramente, ainda não entendi o que aconteceu. Antes do vídeo, o Diguinho [gerente de esportes do clube] nos chamou numa sala e comunicou que, devido a uma cobrança enorme da Sky em cima do Pinheiros, eles estavam tomando esta atitude, e que o treinador decidiu pela nossa dispensa. Assim, simples, sem explicação ou argumentos, não falou mais nada. Não recebi qualquer satisfação sobre os motivos dessa dispensa. Estou triste pelo que aconteceu, o projeto é bom, o grupo de jogadores é unido e tenho a consciência tranquila de que sempre me empenhei ao máximo, sempre fiz o meu melhor dentro e fora de quadra pelo clube. Gostaria que nada disso estivesse acontecendo, que eu pudesse encerrar o meu contrato jogando pela equipe, sou um profissional e me identifiquei com o clube”

O central Gustavo, um dos galácticos do Pinheiros/Sky, também comentou.

- Foi a pior notícia da minha vida como profissional. Concordar, eu não posso, mas eu sou só empregado.

Em seu twitter, o ponta Paulo Anchieta criticou a forma com que a dupla foi dispensada.

- Penso que pelo menos mais respeito teria que ter tido. Não se “dispensa” assim dois atletas desse nível.

A demissão de Rodrigão e Marcelinho

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

No meu primeiro dia de folga no LANCE! antes do Natal, admito ter ficado muito surpreso com a decisão do Pinheiros/Sky de afastar o meio-de-rede Rodrigão e o levantador Marcelinho do time.

Os motivos ainda não ficaram claros, mas a dupla admitiu que o pedido partiu do técnico Mauro Grasso, que até agora não se pronunciou. A repercussão no mundo do vôlei foi instantânea. No twitter, vários jogadores deram opinião sobre o caso. O oposto Anderson, atualmente na Cimed e que por vários anos jogou pela Seleção com Rodrigão e Marcelinho, por exemplo, escreveu: “Isso é coisa do duas caras”. O eterno capitão Nalbert foi além: “Isso me cheira tentar arrumar bode expiatório para justificar o fracasso de um projeto mal elaborado. É isso mesmo. Falei e pronto. Não se sabe o que aconteceu realmente, mas os dois eu conheço bem e afirmo que são grandes pessoas e grandes profissionais. Falta de respeito. Esperava um pouco mais de respeito com caras que fizeram tanto pelo nosso esporte e pelo nosso país”.

 O oposto Léo, do próprio Pinheiros, redigiu após o time derrotar o São Caetano/Tamoyo: “Infelizmente existem decisões que fogem do nosso alcance. Somos profissionais e temos de seguir nossa carreira. Sucesso e felicidade a todos”.

Após conquistar o Campeonato Carioca feminino pela Unilever, Bernardinho também comentou o caso e disse que vai se inteirar da situação antes de tomar alguma atitude.

Rodrigão, por sua vez, revelou já ter inclusive contactado Ary Graça, presidente da CBV, em busca de uma solução para o caso. A preocupação do central procede. Pelas regras da Superliga, eles não podem mais atuar por outro clube. A Sky, patrocinadora do Pinheiro, promete pagar o salário da dupla até maio de 2011, data do fim da Superliga. Mas ambos não querem ficar parados, principalmente o central, que é titular da Seleção.

- Alegaram opção técnica quando nos dispensaram. Foi uma decisão do Pinheiros, e a única coisa que pedi foi que me deixassem jogar. Isso está me preocupando demais. Aqui, teoricamente, a gente não pode jogar. Já fizemos a primeira partida por um time, e o prazo de trocas já se encerrou. Liguei para o Ary e pedi ajuda. Não quero voltar para o exterior. O Pinheiros passou a decisão, mas até agora o nosso patrocinador não falou nada. Espero um contato para saber o que vai ser feito – disse Rodrigão, que tem contrato com o time até 2012.

Com um dos maiores investimentos do vôlei brasileiro, a Sky montou uma equipe de galácticos na temporada passada, que conta agora com Giba e Gustavo apenas com rótulo de selecionáveis. Mas os resultados não apareceram, no Paulista e na Superliga. No ano passado, Cebola comandava a equipe e foi substituído por Grasso. Em relação ao time, rejuvenescimento. Saíram os trintões Dirceu, Roca, Kid, entre outros, para a chegada de Murilo Radke, Maurício. Por enquanto, a campanha é apenas regular, com sete vitórias em 11 jogos.

Uma palavra oficial é bem-vinda para que boatos não comecem a virar verdades.

Deu a lógica no Mundial: Fener campeão

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Fenerbahce repetiu nesta terça-feira 0 3 a 0 no Sollys/Osasco é o novo campeão mundial feminino de clubes.

Merecido pelo que mostrou em Doha durante toda a semana. Quatro jogos, quatro vitórias, sem perder um mísero set. O time comandado por José Roberto Guimarães mostrou uma regularidade acima da média, tem a excelente Fofão ainda em grande forma, a quanto-mais-velha-melhor Sokolova, russa que faz o vôlei parecer fácil, além da polonesa Skowronska, válvula de escape para as bolas mais complicadas, a central alemã Furst, que nem precisou jogar tudo que sabe, e da boa líbero turca Yeldan.

Já o Sollys não repetiu a boa atuação que teve contra o Bergamo. Maior pontuadora do time em todo o Mundial, Natália fez apenas nove pontos e não fez a diferença. Thaisa foi a melhor, pontuando no ataque, saque e block. Mas os 14 acertos não foram suficientes para impedir o 3 a 0.

O título ficou em boas mãos.

Sollys precisa treinar dois fundamentos no Qatar

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vejam só como o vôlei pode ser um esporte ingrato.

Nas estatísticas do Mundial de Clubes, em sua versão feminina, o Sollys/Osasco conta com a maior pontuadora (Natália), melhor atacante (Thaisa), melhor levantadora (Carol), segunda melhor bloqueadora (Thaisa), terceira melhor defensora (Camila Brait). E ainda assim levou um passeio do Fenerbahce.

Em boa parte, culpa do desempenho ruim na recepção e no saque.

A melhor no fundamento passe no time de Luizomar de Moura é Jaqueline, em sétimo lugar no geral, com 50,1% de aproveitamento. Como comparação, a equipe de José Roberto Guimarães conta com a segunda a terceira colocadas (Yeldan – 76,9% e Natasa Osmokrovic – 72%). Como as turcas só jogaram uma vez, prova-se também que o serviço brasileiro pouco incomodou a rival na recepção, facilitando a varrida em três sets diretos.

Para a semifinal com as italianas do Bergamo, o Sollys já sabe o que melhorar para buscar uma revanche na decisão contra o Fener.

Brasil 100% no primeiro dia do Mundial

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Brasil estreou com o pé direito no Mundial de Clubes, disputado em Doha, no Qatar.

No feminino, o Sollys não convenceu, mas passou pelas tailandesas do Federbrau em sets diretos, parciais de 25-15, 26-24 e 30-28.

Depois da facilidade na primeira parcial, o time de Osasco correu riscos nos dois sets seguintes. O time da Tailândia desperdiçou vários contragolpes em momentos decisivos e poderia ter alongado o jogo se tivesse atacantes mais eficientes. Natália liderou o Sollys no ataque e foi a maior pontuadora.

Nesta quinta, as brasileiras decidem o primeiro lugar do grupo contra as turcas do Fenerbahce, da dupla Fofão/José Roberto Guimarães. Terão de jogar muito mais, caso queiram manter o aproveitamento de 100%.

Pela outra chave, o Mirador, time dominicano do técnico brazuca Marcos Kwiek, derrotou as africanas do Kenya Prisons por 3 sets a 0 (25-20, 25-11 e 25-17) garantindo sua passagem para a semifinal. Nesta quinta, duelo com o Bergamo, da Itália, que vale a liderança.

Já no masculino, o ponta Badá fez um ponto no triunfo de virada do Bolívar, da Argentina, sobre o Paul Michell, dos Estados Unidos, por 3 a 1 (23-25, 27-25, 25-19 e 25-21.

Nesta quinta, estreiam o ponta Dante pelo Dínamo de Moscou, da Rússia, contra o levantador Rapha e o central Riad, do atual campeão Trentino, da Itália. Muitos consideram a final antecipada da competição.