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Posts com a Tag ‘Vasco’

Encontro com Ricardo Gomes inspira um milagre

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pequenas sequelas ainda existem, afinal, estou diante de um sobrevivente. Mas o aperto de mão é forte e confiante. Pela primeira vez desde o AVC que sofreu, vi pessoalmente Ricardo Gomes, segunda-feira.

O encontro com o novo coordenador técnico do Vasco ocorre dias depois de uma coletiva de imprensa do presidente da CBF José Maria Marin para apresentar Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira como os homens que vão comandar a Seleção em busca do hexa em 2014.

Você vai me perguntar: o que uma coisa tem a ver com a outra? Eu explico: a coletiva da CBF exalou mofo do começo ao fim. E isso não tem a ver com a escolha de Felipão e Parreira, que podem até ter sucesso na empreitada. Incomodou o discurso patriótico, a ausência total de um projeto para o futebol brasileiro, como se o mundo terminasse com o apito final da Copa de 2014. Incomodou a ausência de uma única ideia diferente das que comandaram o futebol brasileiro nos últimos 100 anos.

A conversa com Ricardo Gomes não durou mais do que meia hora. E foi de uma riqueza impressionante. Ricardo não acha que o futebol é um universo isolado da sociedade. Ele fala do esporte e sua relação necessária com a educação, fala do futebol como um negócio profissional. Fala como ninguém que comanda o esporte no Brasil fala e nem quer falar.

Ver Ricardo Gomes inteiro e saudável é presenciar um milagre. Ver que existe gente como ele militando no futebol com ideias novas é presenciar um sonho. Que há de se transformar em outro milagre.

Vão conseguir piorar o Campeonato Carioca

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Se há um Campeonato Estadual que tenha o mínimo de apelo este é o Carioca. Fórmula enxuta (embora nos últimos anos tenha piorado com o aumento de clubes), regulamento simples de se entender, muitos clássicos, e duas taças que carregam tradição (a Taça Guanabara e a do estadual em si).

Pois conseguiram estragar o que era menos pior. Uma mudança esdrúxula vai tirar o brilho das Taças Guanabara e Taça Rio e ainda criar um bizarro turno extra para definir o campeão. Isso porque os campeões das Taças Guanabara e Rio não mais estarão garantidos na final do Estadual. O campeão vai sair de um turno extra entre os quatro clubes que mais pontuaram ao longo da competição. Pior: a criação deste “turno extra” vai exigir mais datas, como se o calendário do futebol brasileiro já não estivesse suficientemente cheio.

Em um momento em que se discute a validade dos estaduais, cada vez menos importantes, cada vez menos relevantes, cada vez fazendo menos sentido sua existência, uma mudança de regulamento ameaça aumentar seu espaço, atrapalhando competições de relevância muito maior como o Brasileiro, a Copa do Brasil, a Libertadores, etc… E ainda piora um regulamento que, pelo menos, era atraente.

Já passou da hora de se discutir com seriedade estes estaduais. Mas a discussão e a mudança têm de partir dos clubes, porque as Federações estão no papel dela, o de valorizar e pedir espaço para seu produto, por pior que ele seja.

Cristovão caiu. Quem será vaiado agora?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Educado, sereno e calmo, Cristovão suportou calado e de cabeça erguida todas as vaias que sofreu, ainda que o Vasco seja o time a mais tempo no G4 entre todos os clubes da Série A. Ao final do jogo que determinou sua queda, domingo contra o Bahia, o treinador atravessou em silêncio todo o gramado de São Januário rumo ao vestiário. (no estádio do Vasco, o banco de reservas fica atrás do gol).

Com apenas uma vítória nos últimos oito jogos, Cristovão balançava no cargo há tempos. A goleada em casa foi a gota
d´água. Pode-se argumentar que ele não merecia cair, mas é quase uma regra: dificilmente alguém resiste a uma goleada em casa contra um time teoricamente menor. Logo, não houve surpresa.

As perdas de peças importantes ao longo do campeonato foram decisivas para a queda de rendimento do time. Diego Souza, por exemplo: é irregular? Sim, mas é no mínimo infantil achar que Carlos Alberto seria um substituto à altura. Assim, a corda arrebentou para o lado mais fraco.

Cristovão se foi. A grande parte da torcida que tanto cobrou do treinador agora precisa arrumar outro destino para suas vaias se o time seguir perdendo. Pode ser que agora acerte o alvo.

Torcida carioca está fora operação como o Maracanã

domingo, 26 de agosto de 2012

O futebol carioca tem o segundo e o quarto colocados do Brasileirão, Fluminense e Vasco. Tem nada menos do que Seedorf no Botafogo. E tem o Flamengo, a maior torcida do Brasil. Em contrapartida, as torcidas dos quatro times vêm aparecendo muito pouco nos estádios.

O fim de semana de clássicos deixou a situação mais evidente. Vasco x Fluminense, confronto do vice-líder contra o então terceiro colocado, levou 9.729 pagantes ao Engenhão. Foi o pior público entre todos os clássicos regionais do fim de semana.

Domingo, Botafogo x Flamengo levou 15.090 pagantes ao mesmo Engenhão, 19.471 presentes. Pior do que os dois clássicos paulistas. Palmeiras x Santos teve público de 21.171 e Corinthians x São Paulo 34.843.

Falta do Maracanã, ingressos caros, espetáculo ruim… as explicações do torcedor para não aparecer no estádio são variadas e todas têm sentido. Ainda assim, assusta o segundo e o terceiro colocados de um Brasileirão duríssimo levar menos de 10 mil pessoas a um estádio, seja ele onde for. Ou um jogo com a presença de Seedorf de um lado e a maior torcida do Brasil do outro levar menos de 20 mil.

Tem quem diga que o Engenhão “não pegou” e que o torcedor carioca gosta do Maracanã. Diante dos públicos do fim de semana, é quase dizer que o carioca gosta mais do Maracanã do que de futebol ou de seu clube.

Mas de tudo isso o mais revoltante é o silêncio irresponsável dos dirigentes dos quatro grandes do Rio de Janeiro. Ninguém veio a público nem sequer chamar a torcida para o jogo. Seria o mínimo. Mas se o problema é a segurança ou o transporte, como os dirigentes não pressionam o governo para resolver este problema? Vale lembrar que entre os quatro presidentes dos grandes, há uma vereadora (Patrícia Amorim), um deputado estadual (Roberto Dinamite) e um filiado a um partido político (Maurício Assunção). Ou seja, algum instrumento político em mãos há.

E mesmo que se feche a questão intramuros, se o problema é o valor do ingresso, por que não diminuir o valor? Afinal, o que vale mais? um estádio vazio com ingressos caros ou um estádio cheio com ingressos mais baratos?

A fama de torcida mais festeira e animada do Brasil parece estar fora de operação, como o Maracanã. Triste.

São Paulo x Vasco foi jogo de meninos x homens

quinta-feira, 19 de julho de 2012

De um lado um time com um jogador que foi campeão da Libertadores, que jogou na Europa, foi à Copa do Mundo e ontem envergou a camisa 350 nas costas, pelo número de jogos pelo clube. Outro jogou na Europa, foi campeão brasileiro em 2003. Do outro lado do campo, meninos recém chegados ao time principal e cercados por outros com talento ainda a provar.

O quadro acima resume o que foi o jogo no Morumbi entre São Paulo e Vasco. Não é necessário dizer de qual time é cada um dos jogadores descritos acima.

O placar você também já sabe, mas se não viu o jogo não saberá que 1 a 0 foi muito pouco. O Vasco passeou no Morumbi, como poucas vezes se viu um time passear diante do São Paulo em sua casa.

Um lance aos 12 minutos do segundo tempo é emblemático do que aconteceu em campo: O são-paulino Rodrigo Caio, que já tinha cartão amarelo, corta um passe com a mão de maneira inocente. É expulso. O jogo praticamente termina aí.

Se o São Paulo já era dominado com onze em campo, com dez se desarrumou de vez e tentou empatar na base da raça, mas sem nenhuma organização.

O Vasco, do outro lado, jogou com uma tal tranquilidade, que parecia estar em um rachão em São Januário. Trocando passes e com Juninho em noite especial. O Reizinho tomou conta do meio-de-campo, como se ensinasse aos meninos do Tricolor como se faz. E teve a companhia luxuosa do estreante Wendel, muito à vontade e que fez ótima partida.

Em 1984 o São Paulo revelou sua geração mais talentosa, com Muller, Silas, Sidnei, etc, etc, campeão Paulista em 1985 e Brasileiro em 1986. Juvenal Juvencio era diretor de futebol na ocasião. Hoje, o dirigente sonha fazer o mesmo com a base do Tricolor.

A diferença é que naquele time de 85 havia Careca, Pita, Dario Pereyra para assumir a responsabilidade. O time de hoje tem Luís Fabiano. E só. Não será fácil.

Já o Vasco, ao lado do Corinthians, é o time brasileiro que por mais tempo ininterrupto vem jogando em alto nível. Campeão da Copa do Brasil e vice brasieiro em 2011, vai fazendo campanha muito forte. Tem time para seguir brigando no alto. Cristovão merece um pouco de calma.

O perigo Seedorf

terça-feira, 3 de julho de 2012

A contratação de Seedorf pelo Botafogo é daquelas notícias eternas. Daqui a 50 anos vamos nos lembrar do pioneiro jogador europeu de primeira linha que atuou no futebol brasileiro. Sob este aspecto, um golaço da diretoria do Botafogo.

No fim de semana em que foi o único carioca que não jogou, o Botafogo foi mais notícia do que Fluminense, Flamengo e Vasco juntos. E olha que os três venceram seus jogos pelo Brasileiro. Portanto, no primeiro passo dos muitos que envolvem uma situação como esta, o Fogão passou com louvor: foi um imenso sucesso de marketing instantâneo.

Porém, outros passos devem ser dados. E aí, há preocupação. O presidente Maurício Assunção falou em entrevista que o maior parceiro da contratação de Seedorf é o torcedor botafoguense. O dirigente espera que empresas ainda entrem na empreitada, mas por enquanto o clube vai bancar tudo sozinho. Não é pouco dinheiro. Pelos dois anos de contrato, são cerca de R$ 18 milhões.

Assim, o clube coloca o sucesso técnico do jogador e do time como determinantes para viabilizar os pagamentos. E isso é um grande problema. Se qualquer coisa der errada neste processo, a torcida perderá o entusiasmo pela contratação e o plano vai por água abaixo.

Tecnicamente, Seedorf é ótimo jogador, mas vem atuado menos vezes ano a ano. Na última temporada do Italiano, por exemplo, jogou 18 de 38 jogos. Outras coisas podem dar errado: o time pode não encaixar, ele pode se machucar… Sozinho, mesmo jogando o fino, ele não levará o time ao alto. São necessários bons coadjuvantes, que o Botafogo até tem. Mas tem o suficiente?

A aposta da diretoria do Botafogo é, na mesma medida, ousada e perigosa. Se der certo, será um golaço.

A história do Estadual não merece isso

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tudo bem que o Estadual é mais ou menos como novela, o final todo mundo já sabe desde o primeiro capítulo. Mas Flamengo e Botafogo se esforçaram na rodada para deixar um clima de suspense no ar: será que o tropeço dos dois vai atrapalhar a luta por uma vaga na fase final da Taça Guanabara?

Ainda é difícil acreditar nisso, mas tanto os reservas do Rubro-Negro quanto os titulares do Glorioso tiveram um fim de semana decepcionante.

No sábado, a meninada do Fla não conseguiu sair do zero contra o Macaé. Mais preocupante foi o Alvinegro que, com força máxima, parou no Nova Iguaçu pelo mesmo placar. No caso do Flamengo, há o tenuante do time reserva. Mas no caso do Botafogo preocupa o fato de que o time de Oswaldo de Oliveira tem dedicado toda a sua atenção ao Estadual, diferentemente dos outros grandes, de olho na Libertadores.

Se o Estadual serve como preparação para a temporada (e é difícil levar um campeonato fraco como este mais a sério do que isso), o Fogão ainda está devendo. Mas tem tempo suficiente para voltar ao trilho.

Já o Fluminense estou pela primeira vez o time com seus titulares. Sofreu no primeiro tempo e precisou da ajuda de reservas que entraram no segundo para liquidar o Volta Redonda sem muita dificuldade.

O script foi parecido com o vivido pelo Vasco: um primeiro tempo complicado, mas o alívio no segundo. No caso do Clube da Colina, um gramado inacreditável em Macaé atrapalhou o time, que chegou a ceder o empate para depois voltar a comandar o lacar e fechar o jogo contra o Duque de Caxias.

Como se o Estadual não fosse suficientemente sem atrativos, um clube da grandeza do Vasco é obrigado a jogar em um pasto como o de Macaé.

Todo este cenário de jogos fracos, times ruins, falta de equilíbrio e de gramados minimamente razoáveis são um desrespeito à história deste campeonato, que já teve sua importância e não merecia sobrevida tão me-lancólica, escancarada pelo úblico de Bonsucesso x Madureira, sábado: 75 heróicas testemunhas.

Tem muito “campeão” sem ter sido

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Se um desavisado desembarcasse na última segunda-feira no Brasil não saberia dizer com certeza quem foi o campeão brasileiro. Afinal, teve torcedor de vários times comemorando como se fosse um título conquistas muito menos importantes do que isso.

Em alguns casos, conquista nenhuma.

Para começo de conversa: campeão brasileiro foi o Corinthians e só. Melhor campanha, melhor zaga, torcida espetacular. Ponto. A partir daí, é possível elencar outros vencedores do futebol brasileiro na temporada, além do Brasileirão.

O Santos é o maior deles, pela Libertadores, é bom deixar claro. Mas nas competições internas os vencedores de verdade são poucos, muito poucos. O Vasco, pela Copa do Brasil e a campanha sensacional em quase todo ano; o Tupi, campeão da Série D; o Joinville, campeão da Série C e a Portuguesa, campeã da Série B.

Mas o que se viu no Brasil nos últmos dias foi uma valorização exagerada de alguns feitos muito menores.

O Flamengo, por exemplo, comemorou como um título o empate contra o Vasco que, em tese, tirou o caneco do rival. Isso, mais a vaga na fase preliminar da Libertadores e o estadual (conquista a cada dia menos relevante) é muito pouco para o que se esperava de um clube do tamanho do Fla.

Engolir o papo de Luxemburgo e diretoria de que o “projeto” era ir para a competição Sul-Americana é pensar pequeno demais. Mas teve quem fez menos do que isso. O Cruzeiro quase caiu. Mas terminou o ano sorrindo como se houvesse levado um título pela goleada sobre o Galo.

E a impressão que fica é a de que fez tudo certo no ano, quando na verdade fez quase tudo errado e se salvou na bacia das almas.

O palmeirense saiu de campo satisfeito pelo jogo contra o Corinthians. Mas o que o time NÃO fez no ano é o que deveria ser ressaltado.

A brincadeira com o vizinho, amigo, cunhado… é uma das coisas mais legais do futebol e não pode acabar nunca. Mas se isso começa a esconder a realidade, é um perigo.

Entre uma e outra tiração de sarro, é bom olhar para o próprio umbigo. Muitos verão coisas que não queriam enxergar.

Quem você quer que seja o campeão brasileiro?

sábado, 3 de dezembro de 2011

A última rodada chegou, dois times na briga pelo brasileiro. Coincidentemente, tanto Corinthians quanto Vasco será pentacampeão brasileiro se levantar  o título amanhã.

Líder na grande maioria das rodadas do campeonato o Corinthians tem no conjunto seu grande valor. Não tem um grande craque no time, mas fez uma campanha regular suficiente a ponto de chegar na última rodada com mais chances de conquista. A trajetória corintiana foi  marcada por uma incrível e inédita arrancada no começo do campeonato. Porém, mesmo durante a fase de baixa o time nunca deixou de figurar entre os primeiros colocados.

O Vasco adotou postura inédita entre times vencedores da Copa do Brasil. Seguiu buscando o título brasileiro e também brigou no alto a maior parte do tempo, mas foi líder muito menos vezes do que o rival. O problema médico do técnico Ricardo Gomes (um AVC) fez com que jogadores se fechassem em busca do Braasileiro e que a torcida abraçasse de vez a equipe.

O  panorama é este. E a pergunta é clara: quem você quer que seja campeão brasileiro neste domingo? Não vale responder nenhum. Dê sua resposta e sua justificativa.

 

Corinthians precisa do título. Vasco não

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O Corinthians chega na última rodada do Brasileiro com mais chances de conquistar o título do que o Vasco. A melhor campanha fez com que o time do Parque São Jorge chegasse a este ponto da competição precisando de uma vitória contra o rival Palmeiras.

O Vasco precisa não só vencer sua partida contra o Flamengo, como torcer por uma derrota alvinegra. São clássicos, tudo é imprevisível, mas não dá para negar que o Timão está mais perto da taça.

E, contrariando o que seria a lógica, quem está mais está perto da conquista vive uma angústia maior do que aquele que está mais longe.

Acontece que o Vasco, com título ou não, já é vencedor em 2011. Pela conquista da Copa do Brasil, óbvio, mas também pelo que fez no segundo semestre após o AVC de Ricardo Gomes. Não abandonou o Brasileiro mesmo com a vaga na Libertadores garantida, lutou em todas as partidas e, no clássico contra o Fluminense, fez o gol salvador quando o Corinthians já comemorava o título.

Caiu na simpatia da, vamos dizer, “torcida neutra” do Brasil.

Ficar sem este brasileiro não será traumático porque a campanha vascaína no ano já provoca muito orgulho para sua torcida.

Já o Timão está muito perto do sucesso, com a faca e o queijo na mão. Liderou o campeonato na maioria das rodadas e mesmo quando caiu de produção não foi superado por ninguém. Além disso, venceu e foi derrubando vários rivais diretos na briga pelo caneco. Sentiu-se campeão por três minutos no último domingo, mas teve de engolir o grito e esperar a rodada decisiva.

E agora vive a tensão de quem pode ter tudo ou nada, sem meio termo. Ou será pentacampeão ou terminará o ano sem levantar nenhuma taça, apenas com a vaga na Libertadores quase que como um prêmio de consolação.

Para um torcedor, a alegria pela conquista de um título é difícil de explicar. É uma mistura de euforia, superioridade, orgulho e… alívio. No caso do Corinthians, o título vai trazer alívio em alta dose, pelo dever cumprido. O vascaíno já está aliviado por tudo o que fez no ano. Só o Corinthians ainda está “devendo”.