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Arquivo da Categoria ‘Campeonato Carioca’

Nem os dirigentes acreditam mais no Estadual

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Duas das maiores torcidas do Brasil estarão em campo no Engenhão. Uma das maiores rivalidades do Rio de Janeiro. Um cara chamado Seedorf, que já jogou por camisas tão pesadas pelo mundo também estará. O Flamengo terá a estréia de um reforço promissor e de um jovem que vem criando enorme esperança na torcida.

Hoje no Engenhao, que Seedorf arrebente, que Bruno Mendes volte a fazer gols, que Carlos Eduardo relembre seus melhores momentos de começo de carreira, que Rafinha justifique a música da torcida que o compara a Neymar. Que chova gols, mas que Jefferson e Felipe evitem mais um monte deles. Que a trave salve outros gols de um lado e de outro.

Se o improvável descrito acima acontecer, 21.277 pessoas terão visto isso pessoalmente, contando que todos os ingressos sejam vendidos. Isso mesmo, a carga de ingressos colocada a venda para o clássico nao chega a 22 mil.

É chegado o fundo do poço. O número de ingressos à venda sinaliza que nem mesmo a Ferj nem os cartolas dos dois clubes acreditam mais no Estadual. Os dirigentes deviam sentir vergonha de oferecer um espetáculo e confessar, meio sem querer, que muito pouca gente vai querer fazer parte disso.

Seedorf, Rafinha, Bruno Mendes, Carlos Eduardo, Flamengo e Botafogo. A bola está com vocês. Que dentro de campo seja mostrado o que significa e o quanto vale um Flamengo x Botafogo.

Paciência é o reforço que o Flamengo necessita

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

“Você promete não fazer loucuras, tenta não gastar o que não tem.. Mas quando o time começa a perder e a torcida começa a cobrar, você vira torcedor de novo e faz a loucura que for para tirar a água do pescoço.”

A frase acima (dita em uma conversa particular) é de um ex-presidente, que assumiu um clube em frangalhos, prometeu uma gestão profissional e responsável, mas conseguiu cumprir a promessa só por uma parte de seu mandato. Quando no lugar das vitorias vieram as cobranças da torcida, ele fez o que a maioria dos cartolas faz.

A recém-empossada diretoria do Flamengo assumiu um clube também em frangalhos. Com salários atrasados, dívidas impagáveis, sem credito na praça e com receitas futuras fortemente comprometidas. Qualquer um que tenha os
pés no chão pode dizer, com grandes chances de acertar, que o Flamengo não terá muito o que comemorar dentro de campo em 2013.

Diante deste cenário, se os reforços não virão para vestir a camisa e entrar em campo, a força deve vir em forma de… Paciência da torcida. Isto é o que mais o Rubro-Negro vai necessitar nos próximos 12 meses, que prometem ser duros.

Pelo termômetro muito impreciso das redes sociais, a torcida rubro-negra parece entender a situação e parece estar disposta a dar um grande crédito de confiança para a turma que chegou com discurso de austeridade e profissionalismo.

Se isso não ocorrer, vai restar torcer para que, além de métodos profissionais, os novos dirigentes tenham sangue frio para seguir o rumo da reconstrução sem pôr tudo a perder.

4x Messi
Houve quem achasse que Cristiano Ronaldo deveria ganhar o título de melhor do mundo. Mas a verdade é que Messi segue sendo o melhor. E se continuar neste ritmo, não vai ter para ninguém por muito tempo. O argentino é uma máquina de pulverizar recordes.

Copinha
Tudo bem, ainda estamos na primeira fase, que tem aquele jeitão de festival de futebol: muito jogo, pouco talento. Mas pelo que se pode ver até agora, a formula chutão/correria segue dando as cartas no futebol brasileiro. Se a base aprende assim, assim será no profissional.

Libertadores x Estaduais

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A conversa na virada de ano sobre futebol estava animada, a ponto de um participante decretar: “a Libertadores é muito pior do que os estaduais.” Os argumentos eram pertinentes: o mais importante campeonato sul-americano é uma mistura de várias coisas, entre elas uma tentativa de se jogar futebol, muitas vezes inibida por violência, intimidação, roubalheira e condições mínimas para se praticar esporte.

Não dá para dar valor a um campeonato em que policiais são obrigados a proteger jogadores com escudos para evitar um bombardeio de tudo o que é objeto vindo da arquibancada, dizia o sujeito, ótimo nos seus argumentos.

Alguma coisa está muito errada quando alguém inteligente, que acompanha e adora futebol, defende que o campeonato mais importante do continente é pior do que um estadual sem graça, sem prestígio, sem nada. E o problema começa com um calendário insano, que obriga por exemplo, o São Paulo a ter menos de um mês de férias porque terá já em janeiro compromisso pela Libertadores.

A revolta do sujeito da minha conversa contra a Libertadores não é compactuada pelos dirigentes dos clubes brasileiros que disputarão o torneio em 2013. Todos já decretaram a competição como prioridade para o ano. Os estaduais serão jogados com reservas, times mistos, etc… A não ser que haja pressão por parte da TV, que paga (caro) pelos campeonatos e não vai querer ver seu produto esculhambado. Está no seu papel de detentora dos direitos.

Todo mundo sabe o fascínio que a Libertadores desperta em clubes, torcedores e jogadores. Um campeonato como este, não poderia ser comparado a nenhum outro em nenhum aspecto. Ainda mais com um ridículo estadual. Deveria ser o campeonato principal, mais importante e ponto. Quando alguém coloca isso em dúvida com argumentos pertinentes, percebemos claramente o que cartolas fazem com sua principal joia.

Nem todo mata-mata tem emoção

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O Campeonato Brasileiro terminou. Com cinco rodadas de antecedência, já sabemos o campeão, os classificados para a Libertadores. Falta alguma definição no pé da tabela, apenas. Os amantes do mata-mata voltaram com força, dizendo que os pontos corridos são sem graça e que as últimas rodadas serão mera formalidade.

Por falar em formalidade, veja isso:

- Em 1993, o São Paulo sapecou 5 a 1 no primeiro jogo da final da Libertadores contra a Universidad Católica O segundo jogo (derrota do Tricolor por 2 a 0) foram meros 90 minutos a espera do apito final. Mera formalidade.

- Em 1987, o Corinthians goleou o Santos por 5 a 1 na semifinal do Paulista. O segundo jogo (empate em 0 a 0) valeu absolutamente nada. Era só a confirmação do que todos já sabiam: o Timão estava na final.
* fiz aqui uma correção graças ao leitor Clecio, que alertou que neste ano não havia critério de desempate por saldo de gols.

- Este ano, o Santos enfiou 3 a 0 no Guarani no primeiro jogo da decisão do Estadual. Que mais além de uma formalidade foi o segundo jogo, que só confirmou o título (vitória de 4 a 2 do Peixe)?

- O Fluminense sapecou 4 a 1 no Botafogo na primeira partida da decisão do Carioca de 2012. O segundo jogo, se não tivesse existido, seria um favor aos dois times.

Como se vê, campeonatos decididos com antecipação não são privilégio dos pontos corridos. Eles podem acontecer em qualquer formato. A culpa do Brasileiro de 2012 terminar tão cedo e com menos emoção não é da fórmula. É da competência do Fluminense.

Vão conseguir piorar o Campeonato Carioca

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Se há um Campeonato Estadual que tenha o mínimo de apelo este é o Carioca. Fórmula enxuta (embora nos últimos anos tenha piorado com o aumento de clubes), regulamento simples de se entender, muitos clássicos, e duas taças que carregam tradição (a Taça Guanabara e a do estadual em si).

Pois conseguiram estragar o que era menos pior. Uma mudança esdrúxula vai tirar o brilho das Taças Guanabara e Taça Rio e ainda criar um bizarro turno extra para definir o campeão. Isso porque os campeões das Taças Guanabara e Rio não mais estarão garantidos na final do Estadual. O campeão vai sair de um turno extra entre os quatro clubes que mais pontuaram ao longo da competição. Pior: a criação deste “turno extra” vai exigir mais datas, como se o calendário do futebol brasileiro já não estivesse suficientemente cheio.

Em um momento em que se discute a validade dos estaduais, cada vez menos importantes, cada vez menos relevantes, cada vez fazendo menos sentido sua existência, uma mudança de regulamento ameaça aumentar seu espaço, atrapalhando competições de relevância muito maior como o Brasileiro, a Copa do Brasil, a Libertadores, etc… E ainda piora um regulamento que, pelo menos, era atraente.

Já passou da hora de se discutir com seriedade estes estaduais. Mas a discussão e a mudança têm de partir dos clubes, porque as Federações estão no papel dela, o de valorizar e pedir espaço para seu produto, por pior que ele seja.

Enfim, vimos o R10 real

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A globalização foi parceira de Ronaldinho Gaúcho durante um bom tempo. Graças a ela, passamos os últimos anos assistindo a vídeos de suas jogadas e gols pelo Milan, acreditando que aquilo era tudo e não penas uma parte (bem pequena) do que ele fez em sua passagem por Milão.

Agora que ele passou a viver no Brasil, a história mudou: a confiança que o torcedor tinha por ter passado anos acompanhando o astro de onge, virou desconfiança e descrença.

Depois de espetacular passagem pelo Barcelona, há longos seis anos, o futebol de Ronaldinho Gaúcho só despencou. No Milan, ele teve algum brilhareco, representado por alguns bons jogos e lances, exaustivamente reprisados pelas TVs.

Se há 20 anos assistir a um jogo internacional era tarefa quase impossível, hoje podemos ver quase tudo. E no caso de R10, vimos muito mais o que ele fez de bom do que o que deixou de fazer. Golaços e grandes jogadas apareceram aos montes.

Seus jogos ruins, suas baladas noturnas, seu desinteresse pelo futebol… Esses vimos em noticiários aqui e ali. Mas a edição dos bons momentos sempre foi muito mais generosa com o jogador. Como não poderia deixar de ser, afinal, nós gostamos de futebol. É mais interessante ver uma jogadaça de R10 do que seu batuque com o grupo Revelação na madrugada.

Acontece que Ronaldinho Gaúcho voltou ao Brasil. E trouxe não só seu talento para jogar futebol, mas tudo mais o que a gente não enxergava direito enquanto ele estava lá fora:  baladas, escapadas durante a concentração e jogos ruins.

A globalização, acelerada pela internet, diminuiu distâncias no mundo e aumentou exponencialmente a quantidade de informações disponível. Mas a informação que chega dos lugares mais longínquos ainda não é tão precisa quanto a que você atesta pessoalmente.

E é esta forma mais primitiva de se obter informação que vem minando a confiança da torcida brasileira sobre R10.

Comemoramos quando Ronaldinho voltou ao Brasil, confiando no craque que a gente via lá fora. Mas aquela era só uma parte do todo.

A multa absurda de Luxemburgo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

minha coluna publicada na edição desta quarta-feira, 1 de fevereiro,  no diário LANCE!

 

O Flamengo entra em campo hoje decidindo o seu destino na Libertadores e, muito provavelmente, o destino de seu técnico.

Desgastado e às turras com diretoria e alguns jogadores,Vanderlei Luxemburgo está na corda bamba, mas já avisou quenão pedirá demissão. E, talvez, seja exatamente isso o que ainda segura o treinador na Gávea. Porque se for mandado embora, Luxa terá areceber do Flamengo cerca de R$ 3 milhões de multa contratual.O Flamengo se encontra, então, em uma situação de difícil solução para um clube que iniciou o ano com seríssimos problemas de “fluxo de caixa”, uma forma de aliviar a expressão mais clara: “falta de grana”.

E escancara mais uma trapa-lhada da atual administração, que,sabe-se lá como, topou fazer umcontrato com uma multa escandalosamente alta, ainda mais para um técnico que há anos não apresenta um trabalho relevante. Basta lembrar que o último ato dele como treinador antes de assumir o Fla foi quase ter rebaixado o Atlético Mineiro no Brasileiro. Saiu do clube antes disso.

Para efeito de comparação: Abel Braga não em multa contratual no Fluminense nem Oswaldo de Oliveira no Botafogo. Leão, que nos últimos anos teve trajetória ainda mais tímida do que a de Luxemburgo, assumiu o São Paulo por um salário bem distante do que o professor ganha no Flamengo. E seu contrato não prevê multa contratual.

Muricy Ramalho tem multa de quase R$ 4milhões no Santos. A questão é que ele é o treinador brasileiro mais badalado da atualidade.

Luxemburgo está no seu papel:colocou seu preço e achou quem pague. Não há dúvida sobre a história do treinador, campeão brasileiro cinco vezes e outras tantas em Estaduais pelo Brasil afora, além de experiência no futebol europeu.

A questão é analisar o quanto Luxemburgo vale hoje. A diretoria rubro-negra topou assinar um contrato com uma multa contratual fora do que é a realidade do treinador atualmente. Se quiser se livrar do Luxemburgo atual, vai ter de pagar pelo que ele um dia já foi.

A história do Estadual não merece isso

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tudo bem que o Estadual é mais ou menos como novela, o final todo mundo já sabe desde o primeiro capítulo. Mas Flamengo e Botafogo se esforçaram na rodada para deixar um clima de suspense no ar: será que o tropeço dos dois vai atrapalhar a luta por uma vaga na fase final da Taça Guanabara?

Ainda é difícil acreditar nisso, mas tanto os reservas do Rubro-Negro quanto os titulares do Glorioso tiveram um fim de semana decepcionante.

No sábado, a meninada do Fla não conseguiu sair do zero contra o Macaé. Mais preocupante foi o Alvinegro que, com força máxima, parou no Nova Iguaçu pelo mesmo placar. No caso do Flamengo, há o tenuante do time reserva. Mas no caso do Botafogo preocupa o fato de que o time de Oswaldo de Oliveira tem dedicado toda a sua atenção ao Estadual, diferentemente dos outros grandes, de olho na Libertadores.

Se o Estadual serve como preparação para a temporada (e é difícil levar um campeonato fraco como este mais a sério do que isso), o Fogão ainda está devendo. Mas tem tempo suficiente para voltar ao trilho.

Já o Fluminense estou pela primeira vez o time com seus titulares. Sofreu no primeiro tempo e precisou da ajuda de reservas que entraram no segundo para liquidar o Volta Redonda sem muita dificuldade.

O script foi parecido com o vivido pelo Vasco: um primeiro tempo complicado, mas o alívio no segundo. No caso do Clube da Colina, um gramado inacreditável em Macaé atrapalhou o time, que chegou a ceder o empate para depois voltar a comandar o lacar e fechar o jogo contra o Duque de Caxias.

Como se o Estadual não fosse suficientemente sem atrativos, um clube da grandeza do Vasco é obrigado a jogar em um pasto como o de Macaé.

Todo este cenário de jogos fracos, times ruins, falta de equilíbrio e de gramados minimamente razoáveis são um desrespeito à história deste campeonato, que já teve sua importância e não merecia sobrevida tão me-lancólica, escancarada pelo úblico de Bonsucesso x Madureira, sábado: 75 heróicas testemunhas.

Cortina de fumaça

segunda-feira, 9 de maio de 2011
Uma cortina de fumaça. Assim pode ser definido o Estadual do Rio de Janeiro (como o de outros grandes centros do futebol nacional, mas o assunto aqui é o Rio).
Foi o indefensável estadual de 16 clubes que mostrou ao Brasil um Flamengo imbatível. Campeão invicto, aumentou sua superioridade local mais ainda, se tornando um verdadeiro bicho-papão por aqui e transformando os rivais grandes em coadjuvantes, papel que no passado era destinado apenas aos clubes pequenos.
Indefensável porque até o maior amante dos estaduais há de concordar que não há cabimento em ter 16 clubes nesta disputa.
Mais da metade são quase amadores, que não cabem nem no papel de sparring para os grandes que disputam a primeira divisão nacional, a que realmente interessa.
Assim, uma pergunta é inevitável: para que servem estes estaduais? A última boia de salvação dos defensores  do torneio (que um dia foi muito importante) é o de que serve como preparação para o restante da temporada.
Mas como explicar a enorme dificuldade que o campeão carioca invicto teve diante do primeiro e único adversário de Série A que enfrentou na Copa do Brasil? (Falo do Ceará).
Ou como explicar a eliminação do Botafogo na Copa do Brasil para o Avaí? Isso sem falar que foi graças ao fracasso no Estadual de “preparação” que Joel Santana caiu.
Um novo treinador chegou, com novos métodos, atrasando o ano em pelo menos três meses.
Já passou da hora de se pensar seriamente no futuro dos estaduais. Novo formato, menos datas para os grandes, menos prejuízo e, principalmente, lhe creditar menor importância. Afinal, ele hoje não passa de uma cortina de fumaça.

Campeão invicto. Mas tem a evoluir

domingo, 1 de maio de 2011

Anos e anos de freguesia pesam. Pesam muito. E pesaram demais na decisão deste domingo entre Vasco e Flamengo.

Na disputa por pênaltis ficou claro o desconforto de Bernardo e Fellipe Bastos ao ajeitarem a bola para a cobrança. Os dois erraram.

E o Flamengo é campeão estadual pela 32 vez, abrindo dois títulos de vantagem com relação ao Fluminense, o segundo maior vencedor de Estaduais no Estado.

Não é o caso de colocar a culpa nos vascaínos que erraram suas cobranças, três ao todo. Durante a maior parte dos 90 minutos, o time da Colina foi ligeiramente melhor, mas não soube definir.

Com o jogo indo para os pênaltis, a calma do Flamengo, que poderia até perder para seguir com chances de ser campeão, prevaleceu.

Além do fator freguesia, já mencionado, que deixa o Flamengo enorme diante do rival em todas as decisões.

Campeão invicto, o Flamengo veste a faixa sem nenhuma ressalva. Finalista dos dois turnos, faturou os dois, sem dar chance aos rivais. Luxemburgo e Ronaldinho Gaúcho conquistam seus primeiros títulos pelo Rubro-Negro.

A festa é linda, só faltou o Maracanã. O Fla reforça sua hegemonia dentro do Estado, seus torcedores estarão com um sorriso e uma felicidade inexplicáveis andando pelas ruas do Brasil nesta segunda-feira.

Mas nunca é demais lembrar. O campeão carioca tem que evoluir. Ronaldinho Gaúcho ainda não jogou o que se imagina.  E esta pode ser até uma boa notícia para o torcedor. Afinal, se ainda ele não jogou tudo o que sabe e o time já foi campeão invicto, é de se esperar um Flamengo muito melhor para o Brasileiro e sequência da Copa do Brasil.

O Fla ainda precisa de jogadores mais efetivos na frente. Para o Estadual, Deivid, Wanderley e Diego Maurício até deram conta do recado. Mas a temporada que vem por aí prevê jogos mais complicados, daqueles que um lance pode definir.

E o Fla terá de ser mais efetivo com seus homens de frente.

Ao Vasco, resta o consolo de ser um time que vem evoluindo desde o começo do ano. Mas ver a freguesia reforçada em mais uma decisão é dor difícil de cessar.