Por Bruno Marinho
Fred marcou na partida do Fluminense sobre o Coritiba um gol com o qual os tricolores merecem se embriagar até domingo. Se fosse uma dose, poderia ser liberada até o torcedor não se aguentar mais de pé. Se fosse tema de uma coluna, e é, poderia ter uma visão só dela, egoísta e bem isolada de todo o resto que aconteceu na noite de ontem no Engenhão.
Isso porque é realmente um pecado colocar os dois assuntos no mesmo balaio, no mesmo parágrafo, quiçá na mesma página de jornal. O gol de Fred foi um dos mais bonitos, se não o mais bonito que o Engenhão já teve o privilégio de abrigar desde a sua inauguração, em 2007. Já a atuação do Fluminense… Bem, o time deu para o gasto.
O Coritiba era melhor em campo, com boa vantagem, até os 24 minutos do primeiro tempo.
Um corte no raciocínio porque tudo correu mais devagar depois que Fred matou a bola no peito claramente com a intenção de fazer o que faria. A bola subiu até a altura certa, nem um centímetro a mais, nenhum centímetro a menos. O chute de bicicleta não saiu com força. Não precisava. A bola fez um caminho tão perfeito, subiu e desceu na hora certa, foi tão rente à trave que o goleiro poderia fazer o que quisesse. Era impossível pegá-la. Um gol que não cabe neste espaço.
Voltando, o Fluminense venceu graças ao atacante. Fato. Foi muito mal na defesa no primeiro tempo e apavorado nas saídas de bola. Ainda teve pênalti mal marcado a favor, que o mesmo Fred perdeu. Ele não precisava de um gol assim. Com os dois que fez em seguida, garantiu uma visão para a bicicleta e outra para a vitória. Também sua.












Paulista, está no LANCE! desde dezembro de 2009. Cobriu o Fluminense até janeiro de 2011, quando foi para o núcleo do Botafogo. Agora, está de volta ao Tricolor das Laranjeiras.
Amante de um futebol bem jogado e da essência do jornalismo, sempre teve a certeza de que queria seguir nesta profissão. Chegou no L! no início de 2012, mas passou a acompanhar o Flu apenas em setembro. Durante a curta 'carreira', trabalhou no Esporte Interativo, na TV Brasil e na consultoria esportiva WSC. Sonha com um novo desafio a cada dia.
Descobriu na faculdade de Ciências Sociais que a auto-realização está em trabalhar com o que gosta. Por isso, iniciou a carreira no jornalismo esportivo segmentado, foi editor de esportes no SRZD e hoje integra a cobertura do Fluminense no LANCE!, jornal que comprava na infância.
Até prestar vestibular, não tinha ideia do que ia fazer, só de que teria futebol no meio. E que melhor meio que o jornalístico? Mas antes de chegar ao LANCE!, em 2010, passou pela Agência de Notícias da UFRJ e pela produção do "Sem Censura", além de uns intercâmbios por aí. Ganhou de presente a cobertura da Copa na África do Sul e a chance de trabalhar - na verdade, se divertir - com o que mais ama. Acompanha o Fluminense desde 2011.
Jornalista desde 1996, trabalhou com assessoria de imprensa, jornalismo empresarial, mas a grande paixão é mesmo o esporte, seja ele qual for. Já participou da cobertura dos principais clubes do Rio de Janeiro e hoje é editor do Núcleo Fluminense. No LANCE! desde 2010.

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