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Presente de Natal: fim da greve da NBA

por Fernando Santos em 24.nov.2011 às 15:22h

A exatamente um mês do Natal, os fãs da NBA podem ganhar um presentão antecipado: o provável fim da angustiante greve da NBA.

Como se costuma dizer nos EUA, “múltiplas reportagens” apontam para um acordo iminente até a próxima segunda-feira, de forma a garantir o início da temporada 2011-2012 e a tradicional rodada do dia de Natal.

Desde terça-feira, representantes da liga e dos jogadores retomaram as negociações, embalados pelo espírito desta quinta-feira, Dia de Ação de Graças nos EUA, e também pela esperança de iniciar a temporada em meio às festas natalinas.

Com toda a boa vontade, o que está pegando mesmo é o medo dos donos de equipes. Além do prejuízo pela falta de jogos, eles temem sofrer um rombo já estimado em incríveis US$ 6 bilhões em ações de indenização dos jogadores que estão se espalhando pelo país.

Por isso, alguns times, como Los Angeles Lakers e Boston Celtics, são citados numa poderosa força de pressão para que o novo acordo salarial seja firmado nas próximas horas, até segunda-feira.

Com isso, será possível começar a temporada no máximo no dia 25 de dezembro, que é considerada uma data estratégica da NBA: é o dia que abre a transmissão em rede nacional nos EUA. Ou seja: garantia de dinheiro das TVs.

No Natal, estão previstos três jogos, daqueles que podem ser chamados de imperdíveis: Boston Celtics x New York Knicks, Los Angeles Lakers x Chicago Bulls e a reedição da última final, Dallas Mavericks x Miami Heat.

De acordo com o prestigiado The New York Times, a NBA já tem pronta uma tabela com 66 jogos para a temporada regular (no lugar das tradicionais 82 partidas).

Se você gosta da NBA, mas ainda não crê no Papai Noel, é uma boa hora para começar a acreditar!

Carta aberta à rainha Hortência

por Fernando Santos em 27.out.2011 às 15:18h

Cara Hortência, eterna rainha, é hora de fazer valer o significado desta coroa, um prêmio justo por uma carreira brilhant. Desde que você deixou as quadras, surgiram várias oportunidades, como dirigente de clube, marketeira e agora como principal responsável pelo basquete feminino do Brasil. Se você estivesse dirigindo um clube, suas atitudes teriam um impacto muito menor. Mas, na Seleção, seus atos refletem na imagem do país.

Você sempre teve orgulho de defender a Seleção. E esse é, sem dúvida, um exemplo que passa para gerações de admiradores e também àqueles esportistas que  sonham em chegar aonde você chegou.

Cara Rainha, está na hora de você colocar em prática os princípios que marcaram sua trajetória. Está na hora de deixar de lado a ex-jogadora que virou cartola e que começa a ser infectada pelo vírus que contamida a administração esportiva neste país. O basquete, e o esporte brasileiro, precisam de bons exemplos. E isso é justamente o que não está acontecendo na Seleção.

O caso Iziane está se tornando um câncer na Seleção. Sem ela, o Brasil passeou no Pré-Olímpico, em mais uma oportunidade em que a jogadora desprezou a convocação. Com ela, o Brasil deu um dos maiores vexames de sua História, ao cair no Pan contra uma medíocre equipe de Porto Rico.

Ficou evidente que Iziane criou uma saia-justa entre jogadoras e comissão técnica. E a impressão é que a Iziane só continua na Seleção por sua influência. Hortência, você sempre defendeu a Iziane mesmo que ela pinte o diabo na Seleção. Isso está se tornando muito perigoso para um grupo em processo de renovação e com esperança de brigar por uma medalha em Londres.

Cara Hortência, relembre sua carreira, suas atitudes, seu orgulho. Olhe para o futuro. Tenho certeza que sua visão será outra.

Parecia, mas não houve acordo

por Fernando Santos em 21.out.2011 às 18:01h

Parecia que a greve da NBA estava perto do fim. De fato, apenas parecia.

Após 30 horas de negociações nos últimos três dias, os jogadores deixaram a mesa de barganha irritados e disparando para todos os lados. Chamaram até os dirigentes de mentirosos.

Assim, a greve continua, sem previsão para que a situação mude. Não estão previstas novas reuniões. E a temporada, que já teve duas semanas de jogos cancelados, pode perder mais partidas.

Os donos de equipes voltaram a oferecer 50% da grana da NBA, contra os 57% que os jogadores tinham de garantia até o último acordo salarial.

Os atletas, que haviam oferecido 53%, baixaram para 52,5%, mas se irritaram com mecanismos que os dirigentes querem implantar e que podem reduzir essa margem no futuro.

A última briga salarial cancelou metade da tamporada, em 1999. Então, é bom se preparar para ver a NBA sóm em 2012. E olhe lá!

 

Greve da NBA parece perto do fim

por Fernando Santos em 20.out.2011 às 17:53h

Foram mais de 30 horas de negociações nos últimos três dias e a tendência é de que um acordo seja firmado em breve  para acabar com a greve na NBA.

As longas negociações significam um bom sinal: pelo menos, jogadores e dirigentes não romperam as conversas e caminham para um acordo salarial.

Executivos da NBA já comentam sobre a possibilidade de manter a temporada regular com 82 jogos para cada time. As duas primeiras semanas da temporada 2011-2012 foram canceladas, o que representa um total de 100 jogos.

A proposta é fazer um remanejamento na tabela e talvez prorrogar um pouco o final da temporada regular para manter todos os jogos.

Parece que finalmente a ficha caiu para os dois lados. A greve é prejudicial para jogadores e dirigentes. Os times que perderam muito dinheiro na última temporada devem perder ainda mais com essa situação.

Assim, cada lado está cedendo um pouco. Os dirigentes, que queriam um arrocho salarial, defendiam que os jogadores deveriam baixar a sua parte no bolo de dinheiro da liga de 57% para 47%. Agora, eles oferecem 49% mas acenam com meio a meio.

Para os jogadores, que já tinham a maior fatia da arrecadação até o último acordo salarial, uma boa saída é ao menos manter essa posição, o que significa ficar com pelo menos 51%. Aí deve estar a chave do acordo.

Enquanto isso, jogadores planejam fazer uma “turnê mundial” com um time de estrelas. Se a ideia sair do papel, seria uma boa oportunidade para fazerem uma pelada por aqui. Afinal, a NBA já prometeu trazer um jogo para o Brasil centenas de vezes e nunca cumpriu. Estaria aí a grande chance para assistir às feras da NBA no Brasil, o que seria o lado mais positivo de toda essa crise.

O supersalário dos jogadores da NBA

por Fernando Santos em 07.out.2011 às 17:03h

Cresce nos EUA um movimento de pressão sobre os jogadores da NBA, para que aceitem a proposta do novo acordo salarial feita pela direção da liga.

Colunistas do Los Angeles Times (http://www.latimes.com/sports/la-sp-plaschke-nba-20111005,0,4527585.column) e do site da Sports Illustrated (http://sportsillustrated.cnn.com/2011/writers/sam_amick/10/06/amick.time.for.vote/index.html) defendem que os jogadores cedam.

O principal argumento é que os atletas da NBA ganham muito. Para se ter uma ideia: a média salarial da NBA na última temporada foi de US$ 5,1 milhões anuais. Isso representa a soma da média salarial na MLB, a liga de beisebol (US$ 3,3 milhões),  e a NFL, a liga de futebol americano (US$ 1,9 milhão).

Há quem, além defender a redução salarial, peça aos jogadores para que tomem uma atitude em respeito aos torcedores, e assim evitem o cancelamento total ou parcial da temporada 2011/2012.

Se não houver um acordo até segunda-feira (dia 10), os cancelamentos serão inevitáveis.

Magnano manda o recado

por Fernando Santos em 20.set.2011 às 18:29h

O técnico Rubens Magnano acaba de convocar a Seleção Brasileira para o Pan-Americano. O que mais chama a atenção na lista é o nome de Tiago Splitter.

Se a greve na NBA for mantida, Tiago vai ao Pan. Mas se a gerve acabar nos próximos dias, ele deverá ser cortado para se reapresentar ao San Antonio Spurs.

Da mesma forma, Magnano poderia ter chamado Leandrinho, que já faz planos para sua estreia no Flamengo, e até mesmo Nenê. Os dois jogadores pediram dispensa do Pré-Olímpico. Mas, com a vaga para Londres garantida, criou-se uma enorme polêmica em torno da volta deles.

Magnano já deu o seu recado.

Sobre a greve na NBA, as negociações foram reforçadas nesta semana para que um acordo seja firmado pelo menos até o final da próxima semana. Do contrário, já estará em risco o início da temporada em 1 de novembro, como prevê a tabela já divulgada.

Lei de Gérson e Al Capone

por Fernando Santos em 15.set.2011 às 16:36h

Já estão querendo aplicar a famosa Lei de Gérson em defesa da volta dos desertores à Seleção Brasileira masculina de basquete. É hora de levar vantagem para brilhar por uma medalha nas Olimpíadas de Londres-2012.

Não importam os valores éticos da Seleção: honra, comprometimento, orgulho de estar com a Seleção. Tudo isso parece ser secundário para quem só objetiva resultados. Sem Leandrinho e Nenê, o Brasil não pode brigar por medalhas, acreditam os defensores da volta dos que não foram.

É o mesmo que defender a união da família usando como exemplo Al Capone. Afinal, o gângster não fazia tudo em nome da “família”, dos interesses de quem pertencia à “família”?

Essa mesma turma achava que era quase impossível passar pelo Pré-Olímpico sem eles. A resposta foi dada na quadra.

Mas o movimento para a reintegração dos desertores cresce mais do que se imagina. O técnico Ruben Magnano, político, declarou que a Seleção está aberta aos melhores jogadores “que desejam estar com a Seleção”. Mas tamém deixou a porta aberta ao afirmar que “o basquete brasileiro está em primeiro lugar”, e por essa razão ele tomará uma decisão “para o que for melhor para o basquete do Brasil”.

O próprio Leandrinho declarou, em entrevista ao LANCE!, que seria “injusto” ele tomar o lugar de quem brigou em Mar del Plata.E fez uma revelação importante: que ele foi ameaçado de rompimento de contrato pelo Toronto Raptors caso se apresentasse à Seleção.

Ficou claro que Leandrinho tremeu, não teve coragem de desafiar a ordem do Toronto, que certamente ele venceria, já que a NBA liberou todos os seus jogadores, inclusive para a Argentina e para as seleções que disputam o Europeu.

Será uma pena ter Gérsons e Capones em Londres.

Vencer não é o mais importante

por Fernando Santos em 13.set.2011 às 12:46h

O basquete masculino do Brasil não apenas quebrou um longo jejum, como também fez despertar fortes emoções e desencadear uma reação fervorosa contra aqueles que se negaram a atender à convocação.

Foram 15 anos longe do olimpo do esporte, o que fez o basquete se tornar um esporte periférico, coisa de gente velha, esquecido em algum canto do passado. Por isso, é fácil explicar a reação generalizada causada pela conquista da vaga para Londres. Não é exagero afirmar que foi o despertar de um gigante adormecido.

Mas logo após a classificação, a principal discussão não era saber quem foi o grande herói, a grande revelação ou até mesmo o que esperar desta nova geração nas Olimpíadas do próximo ano. O que os basqueteiros logo começaram a discutir foi o futuro daqueles jogadores que recusaram a convocação para o Pré-Olímpico.

Nada de Marcelinho Huertas, Marcelinho Machado, Tiago Splitter ou até mesmo o técnico argentino Rubens Magnano. Os nomes na discussão eram Nenê e Leandrinho.

Para não deixar dúvida, sou totalmente contra a presença deles em Londres. Se não quiseram ralar durante os meses de preparação e encarar a pressão do longo jejum, agora que fiquem em casa e assistam às Olimpíadas pela TV.

Muita gente discorda. Diz que isso seria como punir a Seleção, deixar de fora dois jogadores de talentos incontestáveis e que poderiam ajudar a Seleção na briga por uma medalha.

A questão não é essa. É muito mais do que isso. É o que se espera de uma Seleção. Que ela represente um país. Isso pode parecer patriotismo barato, um velho chavão. Mas do que se trata uma Seleção?

Jogar pela Seleção, seja no Brasil ou na Conchinchina, é representar uma bandeira, uma nação. E ter caráter, saber honrar as cores do país. Ter comprometimento. Acima de tudo, ter vontade de estar lá.

É mais do que isso. É um sentimento. Quem assistiu ao jogo que valeu a vaga olímpica, contra a República Dominicana, deve ter sentido isso. E não é fácil explicar sentimentos. Isso é coisa para poetas.

Ou para leitores que são torcedores. É o caso de Mario de Souza, que escreveu para o blog Slam Dunk uma mensagem que resume muito bem o momento desta Seleção e daqueles jogadores que se negaram a participar.

Reproduzo abaixo o comentário do leitor:

“Nao via basquete há muito tempo. Tinha perdido o t… Mas hoje vibrei, chorei e tive muito orgulho de ver os doze.(…)  Quem tem “cojones” para dar a cara a tapa na Argentina deve ganhar o passaporte para Londres. Viva este novo basquete brasileiro. Viva o veterano Marcelinho, viva o novo Marcelão, viva o Tiago, o Marquinhos e todos os outros que nos fizeram mais brasileiros neste domingo.”

Caro Mario, torcer pelo Brasil não é apenas torcer por uma vitória. É se emocionar, vibrar, sentir orgulho daquele time. Quantas vezes não choramos por uma derrota doída, mas com orgulho daqueles que lutaram em campo?

Todo mundo quer vencer e até o espírito olímpico fala que o importante é participar. Pois o basquete brasieliro adicionou mais um ingrediente: não apenas participar, não só ir atrás da vitória, mas lutar com orgulho e prazer.

Por essa razão, àqueles que acham que o Brasil será mais forte com Nenê e Leandrinho, vale refletir até que ponto esses jogadores sentem prazer em estar com a Seleção. E não adianta falar da boca para fora. É preciso demonstrar esse desejo. Coisa que os 12 heróis de Mar del Plata fizeram muito bem.

Quanto a Nenê e Leandrinho, o que eles fizeram? Talvez, um longo diário de férias.

(Texto publicado no LANCE! nesta terça-feira)

A voz da nação

Enquete no site do LANCENET! apontava ontem, por volta de 19h30, o seguinte resultado: 31% queriam a volta de Nenê e Leandrinho para a Seleção Brasileira que vai a Londres, enquanto a maioria, 69%, era contra.

Tapa na cara

Não bastasse o não dos dois desertores da Seleção masculina, o mesmo aconteceu na feminina. Iziane, tida como a principal jogadora em atividade do Brasil, soltou um sonoro não ao Pré-Olímpico. Ela alegou que prefere disputar as finais da WNBA, nos EUA, que é o seu ganha-pão. Mas a história não termina aí. Iziane foi pivô de um lance escandaloso no Pré-Olímpico de 2008, quando desrespeitou o então técnico Paulo Bassul ao se recusar a voltar ao jogo. Desde então, a hoje cartola Hortência tem lutado pela permanência da jogadora na Seleção. A ponto de demitir Bassul para abrir o caminho do retorno de Iziane. Agora, Hortência levou um verdadeiro tapa na cara.

NBA vem aí

Como era esperado, as negociações caminham para o fim da greve nos EUA. Jogadores já estão recebendo mensagens para estarem em forma para o início da temporada, em 1 de novembro. Não deve demorar para o novo acordo salarial ser anunciado. Provavelmente, até o início de outubro.

No London Calling para Nenê e Leandrinho

por Fernando Santos em 11.set.2011 às 15:45h

Está certíssimo o presidsente da CBB, Carlos Nunes, ao declarar que, se depender dele, os desertores Nenê e Leandrinho não devem ser chamados para Londres.

Quando o Brasil precisou de um pivô para encarar Scola e a força argentina, quem estava lá? Nenê? Não, era Rafael Hettsheimer, a grande revelação brasileira deste Pré-Olímpico, apesar de já ter tido outras participações, nada memoráveis como foram em Mar del Plata.

Quando o Brasil precisou de um armador para levar o time às vitórias, para segurar a reação da República Dominicana no jogo-chave, quem estava lá? Leandrinho? Não, Marcelinho Huertas, a cara desta nova geração.

Quando o Brasil precisou pontuar, quando estava sufocado pela marcação dominicana, quem apareceu? Leandrinho? Não, Marcelinho Machado. Esse cara enfrentou todos os 15 anos de humilhação deste a Olimpíada de Atanta, em 1996. E foi justamente no jogo decisivo que ele tirou todo o peso das costas.

É chover no molhado, masa foram esses caras, que passaram meses treinando para o Pré-Olímpico, que suaram, que se sacrificaram e perderam férias, dias com a família, ora, quem mais merece a recompensa de ir a Londres?

Será a hora de chamar o Leandrinho, que pediu dispensas minutos antes da sua apresentação?

Para jogar numa SELEÇÃO BRASILEIRA é preciso ter mais do que talento. É preciso ter VONTADE, PRAZER, PAIXÃO de vestir essa camisa. E esses caras, que são chamados nos comentários neste blog de “mercenários”, entre outras coisas, não merecem ir a Londres. A não ser para passear, que foi o que fizeram enquanto doze guerreiros lutaram bravamente na Argentina.

 

Coração em Londres

por Fernando Santos em 10.set.2011 às 20:58h

Após 15 anos de sofrimento, a vaga olímpica da Seleção Brasileira masculina de basquete não poderia ser conquistada sem drama.

Enganou-se quem acreditava numa partida fácil contra a República Dominicana, apesar de ter sido o único adversário que conseguiu derrotar o Brasil no Pré-Olímpico, na primeira fase.

A Seleção demorou para se encontrar e sofreu com o jogo físico, a força no garrafão dos dominicanos. O resultado foi um jogo apertado até a metade do terceiro quarto.

Marcelinho Huertas, que havia perdido dez bolas naquela derrota, apareceu no final. Ele, enfim, encontrou o ritmo, o Brasil colocou dez pontos de vantagem e a partir daí administrou a vitória.

Huertas terminou com 19 pontos. E outro Marcelinho também foi decisivo: o Machado saiu do banco e depositou 20 decisivos pontos. Esta foi sem dúvida a partida mais importante de Marcelinho Machado em sua história na Seleção.

Marcelinho Machado apareceu logo após a geração de 1996, a última a ir a uma Olimpíada. E ninguém mais do que ele sofreu com esses anos de seguidos fracassos.

Agora, o jovem e o velho Marcelinho estão a caminho de Londres. E levam junto um novo sopro de vitalidade no basquete brasileiro que veio de um argentino: sem o técnico Rubens Magnano esse jejum não acabaria.

Como era de se esperar, essa vitória foi mais importante do que qualquer outra, até mesmo aquela sobre os argentinos. Pode-se até dizer que serviu para lavar a alma do basquete brasileiro com o champanhe que os dominicanos levaram para o vestiário antes do jogo.

Obrigado pelo champanhe, amigos!