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Posts com a Tag ‘segurança’

Novos tempos

terça-feira, 12 de março de 2013

A organização do prêmio Laureus dispensou qualquer tipo de segurança oferecida pelo governo do Estado para os deslocamentos realizados por sua comitiva pelo Rio. Até nas visitas feitas a favelas, como ocorreu na Maré e na Rocinha, os organizadores do evento disseram não ser necessária a proteção.

A negativa em aceitar um forte aparato de segurança pelos organizadores da premiação, ocorrida na segunda-feira, no Teatro Municipal, foi vista pelos governantes como um sinal de que a violência já não preocupa tanto os estrangeiros em viagem ao Rio.

O motivo seria a política de pacificação de favelas promovida pelo próprio governo do estado.

Após tanto tempo…segurança

terça-feira, 5 de março de 2013

Em sua coluna semanal “Conversa com a presidenta”, publicada nesta terça-feira, a presidenta Dilma Rousseff respondeu a uma pergunta relacionada à segurança nos grandes eventos que o Brasil terá por realizar.

Jerônimo Ramos Neto, 28 anos, advogado em Palmas (TO) – Nossas polícias estão capacitadas para atuar na Copa do Mundo?

Presidenta Dilma –Jerônimo, a Polícia Federal e as polícias civis e militares dos estados e os policiais rodoviários federais e estaduais estão sendo capacitados para atuar na Copa de 2014 e nos demais eventos que o Brasil sediará, como os Jogos Olímpicos de 2016. Nosso objetivo é modernizar os equipamentos das nossas polícias e capacitar 50 mil policiais, bombeiros e outros profissionais de segurança pública, Receita Federal e Defesa Civil. Desde 2012, realizamos cursos em parceria com o governo dos Estados Unidos para formar multiplicadores, profissionais que treinarão outros servidores. Nossas Forças Armadas também participarão dessas ações, em conjunto com as instituições civis, como ocorreu na Rio +20, em 2012. Sabe, Jerônimo, nosso país já lida com segurança de grandes eventos todos os anos, como a festa de réveillon no Rio de Janeiro (RJ) e os carnavais nas grandes cidades, que recebem mais turistas do que o esperado para a Copa do Mundo. E nossos campeonatos de futebol reúnem todas as semanas milhares de pessoas em todo o país. E estaremos ainda mais preparados. Parte desses profissionais capacitados já atuará na Copa das Confederações, em junho, e na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em julho. Esse será um dos principais legados que os grandes eventos deixarão para o país: 50 mil profissionais bem preparados para garantir a segurança de quem vive aqui e dos milhões de turistas que visitam o Brasil todos os anos.

Será que estou em Londres?

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Ler os noticiários locais, assistir à TV, por vezes, me dá a impressão de que estou…no Rio.

Afinal, só se fala em falta de segurança, que a empresa contratada não conseguiu disponibilizar os agentes necessários, que o trânsito na cidade está um caos.

Aí, pergunto: mas não era Londres que estava tudo na mais perfeita ordem? E até adiantados?

Pessoal, essa é só mais uma demonstração de que organizar uma edição de Jogos Olímpicos e Paralímpicos não é tarefa fácil. Não importa onde eles sejam realizados.

Ou será que Londres, agora, virará exemplo de desorganização e atraso?

Em Londres.

De olho nas fronteiras

terça-feira, 22 de maio de 2012

Após três dias “forçados” de folga…escrevi “forçados” porque a vontade de postar era grande, mas também grande era o cansaço e o estresse, e por isso foi necessário dar um tempo. Mas eis que estou de volta.

E para começar a esquentar os motores, na quinta-feira a Autoridade Pública Olímpica (APO) em parceria com o consulado britânico vai promover o Seminário Imigração e Serviços de Fronteiras para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

De Londres virá ao Brasil o comandante chefe da Agência de Fronteiras do Reino Unido (UKBA), Tony Smith. Em resumo, a agência tem o controle unificado das fronteiras, imigração e alfândega do Reino Unido.

Coube à UKBA a produção de todo o programa dos Jogos de Londres-2012 relativo às áreas que controla.

O seminário no Brasil tratará de temas como segurança, processos de fronteiras, comandos e controles.

A volta daquele que não foi

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016 informou nesta quinta-feira que o delegado federal Luiz Fernando Corrêa reassumirá o cargo de diretor de Segurança da entidade.

No dia 17 de fevereiro, escrevi um post no blog com o título: “E rodou outro…” sobre a saída de Corrêa do Rio-2016.

Corrêa saiu para se responder a uma ação civil do Ministério Púbico por supostos desvios de verba, quando era o coordenador de Segurança dos Jogos Pan-Americanos Rio-2007. Foi acusado de ter assinado contratos sem licitação, além de pagar equipamentos superfaturados.

Ainda em fevereiro, a Justiça Federal negou pedido do Ministério Público para instauração de ação civil e, com isso, ficou o dito pelo não dito. E tudo volta a ser como era antes…

Segurança a peso de ouro

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O Parque dos Atletas, ao lado do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacarepaguá, Zona Oeste, é considerada a primeira obra pronta para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016. E, até por isso, é também a primeira que começa a gastar por conta.

Só para fazer a segurança “armada”, como especifica o Diário Oficial do Município, pelo período de 12 meses, serão necessários R$ R$ 1.408.161,60.

Nada consta

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Como noticiamos a saída e seus motivos, cabe, agora, informar que o ex-diretor de Segurança do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Luiz Fernando Corrêa, teve rejeitado pela Justiça Federal o pedido de ação de improbidade  contra ele, feito pelo Ministério Público Federal (MPF).

De acordo com o juiz da 6ª Vara Federal de Brasília, Antonio Claudio Macedo Silva, não há dado concreto ou prova indiciária da “efetiva existência das supostas fraudes relacionadas à execução do contrato em referência”.

Para rejeitar a ação, o juiz ainda ressaltou que o contrato foi aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e a Justiça Federal só deveria ter sido acionada se isso não tivesse ocorrido.

E rodou outro…

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Além do diretor Comercial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Flávio Pestana, outro que deixou a entidade foi o diretor de Segurança Luiz Fernando Corrêa. Mas esse tem um motivo um tanto constrangedor, para dizer o mínimo.

Corrêa passou a responder uma ação civil do Ministério Púbico por supostos desvios de verba, quando era o coordenador de Segurança dos Jogos Pan-Americanos Rio-2007. É acusado de ter assinado contratos sem licitação, além de pagar equipamentos superfaturados em 78%.

Como há muito tempo não escrevo, aí vai: Xiiiiii!!!

 

Em 2016: nada de armas nas ruas

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

E o diretor de Segurança do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, Luiz Fernando Corrêa, finalmente deu as primeiras diretrizes do plano que está sendo montado para a competição carioca. Ele contou o objetivo será o de minimizar a presença de policiais armados nas ruas, com o objetivo de causar o menor impacto ostensivo possível.

– O plano de segurança tem de ser leve. Só tem de ter visibilidade onde for necessário. Aquele tipo de policiamento ostensivo, com grupos armados, trajes de combate é incompatível com o movimento olímpico – disse Corrêa.

O pensamento de Corrêa segue uma política iniciada por ele mesmo, na época dos Jogos Pan e Parapan-Americanos 2007, quando comandou a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e foi o responsável pela montagem do plano de proteção da competição continental.

De acordo com Corrêa, a segurança interna das instalações será feita por empresas privadas contratadas pelo Comitê Organizador Rio 2016. Os agentes policiais públicos cuidarão das áreas além do perímetro das instalações.

Sobre a possibilidade de atentados terroristas, Corrêa explicou que todos os tipos de violência que possam perturbar a ordem pública receberão a mesma atenção. E ressaltou que o Brasil estará pronto para dar uma resposta imediata a qualquer um deles.

– Um tiroteio é tão desgastante para a imagem do País quanto um atentado (terrorista). O Brasil ainda tem o estigma de ser um País inseguro – frisou o diretor de Segurança.

E, aí, gostaram?

Provocação injusta

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O título deste post já diz bem qual o meu sentimento ao abordar o assunto. Mas não é possível deixar passar o fato. Por isso, pergunto:

Já imaginaram se os distúrbios violentos que acontecem há três dias em Londres, a um ano dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, fossem no Rio?

Como dizia a minha avó…vento que venta lá, venta cá! Nesse caso, façam a inversão do ditado.