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Posts com a Tag ‘Nuzman’

A mais nova do Complexo Maracanã

quarta-feira, 27 de março de 2013

Na segunda-feira, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) foi surpreendida, com a notícia dada pelo governo do estado, de que teria de abandonar as dependências e suspender as atividades do Parque Aquático Júlio de Lamare até o dia 1º de abril. O presidente da entidade Coaracy Nunes, desesperado, disse que não tinha como se mudar em tão curto espaço de tempo e pediu pelo menos mais dois meses.

Só que o governo do estado foi curto e grosso: não dá. Precisamos do espaço para a realização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo. Vale lembrar que o parque aquático será demolido.

Mas, e tem sempre um mas, fui conversar com o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, que anda bem falante ultimamente e me soltou mais um, digamos, segredinho da organização:

-Apoio o Governador Sergio Cabral. A retirada da piscina faz parte do processo de modernização do estádio e beneficiará as Cerimônias de Abertura e de Encerramento do Rio 2016 – afirmou Nuzman.

E qual a novidade?

Quer dizer que, independentemente de Copa do Mundo ou da Copa das Confederações, o planejamento das Cerimônias dos Jogos Rio-2016 já previa a utilização do espaço do parque aquático. Em resumo: o Júlio de Lamare ia para o chão de qualquer jeito.

A atual área do Parque Aquático será usada como passagem para as delegações internacionais e dos envolvidos na realização das cerimônias. Além de abrigar elementos cenográficos também.

Acabou a novela: rúgbi será em Deodoro

terça-feira, 26 de março de 2013

Passei toda a tarde desta terça-feira na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na Barra da Tijuca, para acompanhar a assembleia anual realizada pela entidade. Ao fim do encontro, em conversa com o presidente do COB e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, soube que a Federação Internacional de Rúgbi bateu o martelo na semana passada e a modalidade será disputada em Deodoro, na Zona Oeste.

A federação internacional aceitou a proposta feita pelo Comitê Rio-2016 e o rúgbi será realizado na arena de pentatlo moderno. Como as disputas do pentatlo ocorrem somente em dois dias e a instalação, que terá capacidade para 20 mil pessoas, é utilizada apenas para o hispismo e a prova combinada (corrida + tiro esportivo), não ocorrerão problemas de logística para a realização das partidas de rúgbi.

Além de Deodoro, a federação internacional tinha por opção escolher por sede do rúgbi o Estádio Olímpico João Havelange. A falta de um local para receber a modalidade ocorreu após a desistência do Vasco em receber os jogos em São Januário.

E com a escolha de Deodoro, o sonho do prefeito do Rio, Eduardo Paes, de levar o rúgbi para o Estádio Moça Bonita, do Bangu, na Zona Oeste, não será realizado.

Rio-2016 e a sucessão papal

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Na terça-feira, à noite, ao término do segundo dia de trabalhos da Comissão de Coordenação do COI para os Jogos Rio-2016, me encontro no hall do hotel onde as reuniões foram realizadas com o presidente do comitê organizador Carlos Arthur Nuzman. E começamos uma conversa que começou nos desfiles das Campeãs do Grupo Especial e logo rumou para a sucessão papal.

Ao fim de um cansativo dia, durante cerca de 30 minutos, debatemos sobre os nomes dos possíveis papas, os rumos da igreja católica. E nenhuma palavra sobre o que estava acontecendo naquele momento. Por instantes, não havia COI, Jogos, organização…

Mas, na verdade, a conversa era um claro sinal: a de que tudo estava bem.

Tanto que durante a quarta-feira, antes da coletiva de imprensa do COI, quando me perguntavam sobre o que iria vir, respondia sem titubear: elogios e mais elogios.

E foi o que aconteceu. Pela primeira vez, o COI foi claro ao dizer que o Rio não está atrasado no cronograma de preparação e muito menos deve ser advertido com qualquer tipo de cartão, seja ele amarelo, vermelho ou de outra cor.

Até a única preocupação demonstrada, o tema Acomodação, onde existe uma lacuna de 700 quartos na Barra da Tijuca foi alvo de elogios. Já que finalmente a prefeitura se fez entender sobre o que pretende fazer.

O único alerta foi para o ano de 2013. O COI lembrou que este foi o momento escolhido pelo Rio-2016 para tirar as obras do papel. É a hora de as instalações esportivas começarem a subir.

Muitas vezes, no exercício desse ofício fascinante que é o jornalismo, a matéria surge não de uma declaração bombástica, mas apenas de um gesto, um olhar do entrevistado. A observação é fundamental, mas só vem com o tempo.

Há 12 anos faço a cobertura de Nuzman, tempo suficiente para entender que uma simples conversa sobre a sucessão papal é um claro sinal de que está tudo em ordem no reino olímpico.

Museu informa: sai o índio e entra o COB

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, confirmou que o antigo prédio do ex-Museu do Índio no entorno do complexo do Maracanã será transformado no Museu do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ao término das obras, o local será entregue à entidade esportiva, que ficará responsável por administrar o espaço.

- A construção do museu é uma decisão tomada a partir de uma sugestão do presidente Carlos Arthur Nuzman que achamos excepecional. A concessionária vencedora da licitação do Maracanã se responsabilizará pelo restauro, pela recuperação e pela preparo do prédio. E todo o conteúdo do prédio será de responsabilidade do COB – destacou Cabral, ao término da reunião com a Comissão de Coordenção do COI para os Jogos Rio-2016.

Como o COB passará a ser o “dono” do prédio, toda a renda obtida com o museu será da entidade, que também não pagará nada pela a utilização do espaço.

Uma foto, mil palavras

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Reunião da presidenta Dilma Rousseff com a Comitiva Rio-2016, nesta quinta-feira (Roberto Stuckert Filho/PR)

Reunião da presidenta Dilma Rousseff com a Comitiva Rio-2016, nesta quinta-feira (Roberto Stuckert Filho/PR)

Quinta-feira tem Dilma

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Enquanto os festejos pela marca de 500 dias para o início da Copa do Mundo de 2014 acontecem sem qualquer participação da presidenta Dilma Rousseff, nesta quinta-feira uma pajelança ocorre em Brasília para tratar assuntos pertinentes aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016. Será a primeira reunião do Conselho dos Jogos em 2013 e terá o comando da mandatária máxima do país.

Do Rio, partirá um ônibus pilotado pelo prefeito Eduardo Paes. Entre os passageiros de primeira classe, com direito a serviço de bordo, o popular lanchinho, estarão a presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Maria Silvia bastos Marques, o presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Marcio Fortes, o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, e o diretor de Operações da entidade, Leonardo Gryner.

Começou 2013…

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Um vídeo de boas-vindas do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, inaugurou na segunda-feira a nova intranet da entidade. Na gravação, o dirigente saúda a todos e reafirma sua confiança no trabalho desenvolvido pelos funcionarios.

Nuzman ainda destaca a certeza de que todos trabalham para que o Brasil celebre Jogos espetaculares e extraordinários.

Veja o vídeo na íntegra:

 

 

Frase Olímpica: Retrospectiva 2012

domingo, 30 de dezembro de 2012

Em tempos de retrospectiva com o fim do ano é chegada a hora de relermos algumas das declarações dadas pelas pessoas envolvidas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016 ao longo de 2012:

“Daqui não saio” (19 de janeiro)

“É interesse de todos que o projeto olímpico aconteça, mas não podemos deixar de ouvir a população. A realização das Olimpíadas é possível, mas sem que os moradores que vivem na Vila Autódromo há 35 anos deixem aquele lugar.”

Coordenador do Núcleo de Terras e Habitação, Francisco Horta Filho, que defende a causa dos moradores da Vila Autódromo contra a remoção das famílias do local para a construção do Parque Olímpicos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016.

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“Mobral” (5 de fevereiro)

“Você tem carência de pessoas. Tenho trabalhando no COB 19 ex-atletas olímpicos. E fazemos cursos para formar outros. Para integrarem nossos quadros ou ser futuros dirigentes. As pessoas não fazem curso, não estudam, não querem melhorar e acham que sabem tudo. Então, o dirigente fica. E no mundo inteiro isso acontece com frequência.”

Presidente dos Comitês Olímpico Brasileiro e Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, ao falar sobre a permanência de dirigentes por um longo tempo em seus cargos.

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“E eu sou bobo?” (21 de fevereiro)

“Imagina se vamos negar um pedido da presidenta. Temos uma tradição de entregar (obras) e ela confia.”

Vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, ao responder se aceitará ou não realizar as obras em Deodoro para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, que eram uma incumbência do governo federal.

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“Fã Olímpica” (30 de março)

“Eu gosto mais da maneira como o COI lida com o Brasil em relação às Olimpíadas. Vem, aqui, discute conosco o andamento, os problemas, as boas situações e trabalha para resolver os problemas. Não fica usando palavras demais.”

Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Miriam Belchior, sobre as diferenças entre o trabalho com a Fifa para a realização da Copa do Mundo de 2014 (que vive a tecer críticas ao Brasil) e o realizado com COI na organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016.

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“Qual a credibilidade do fogueteiro?” (24 de abril)

“Agora posso falar para vocês (jornalistas) que, quando cheguei aqui em janeiro (ao tomar posse do cargo), não acreditei que o Maracanãzinho fosse ficar pronto. Olhava aquilo tudo quebrado e pensava: meu Deus estou falando que isso (Maracanãzinho) vai ficar pronto a tempo. E se não ficar? O que vou falar para eles (jornalistas)? Só que, agora, estou aliviado e tudo estará terminado no dia 16 de junho.”

Prefeito do Rio, Eduardo Paes, quando ocupava o posto de secretário estadual de Turismo, Esporte e Lazer, em 20 de maio de 2007, durante a preparação carioca para os Jogos Pan e Parapan-Americanos.

Postei a frase porque me ocorreu a possibilidade de o prefeito do Rio estar utilizando o mesmo expediente em relação às obras dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016.

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“Fala isso para o COI” (23 de maio)

“A Copa é o maior acontecimento, é o evento mais esperado, o mais visto, o mais acompanhado, o mais universal, o mais apaixonante, aquele que gera mais expectativa. E vamos fazer uma copa dentro das expectativas do Brasil e do mundo.”

Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, durante balanço dos preparativos do Brasil para a Copa do Mundo-2014, em Brasília.

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“Quero meu ingresso VIP” (14 de junho)

“…e vamos ter o principal evento do mundo que é, sem dúvida, os Jogos Olímpicos de 2016, que serão os Jogos mais bonitos de toda a história, com todo o respeito a Pequim, a Atenas, a Londres e a Barcelona. Vamos fazer, aqui, e espero que me convidem para ir na Abertura dos Jogos Olímpicos de 2016, e como cidadão carioca vou assistir aos Jogos mais esfuziantes, mais mobilizadores, mais populares, mais vibrantes da História, onde todas as cidades vão ganhar, onde todo o Brasil vai ganhar.”

Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, na quarta-feira, em discurso durante a cerimônia de assinatura do contrato de empréstimo com o Banco do Brasil, de R$ 3,6 bilhões, para obras de infraestrutura.

P.S. – Cabral fica à frente do estado do Rio até 2014. E ele não poderá concorrer à reeleição porque já está no exercício de seu segundo mandato.

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“Faltam quatro anos” (5 de agosto)

“Os dois maiores desafios é a gente ter o maior número possível de atletas participando da Olimpíada. O segundo maior desafio é o de fazer uma Olimpíada absolutamente perfeita. É o que nós queremos. Desafio é isso: você coloca a meta e corre atrás para conseguir.”

Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff.

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“Para bom entendedor…” (9 de outubro)

“O que os técnicos têm dito é que custa quase a mesma coisa adaptar e fazer um novo. Sob o ponto de vista da disposição do Parque Olímpico é melhor fazer um novo, sob o ponto de vista ético e moral eu preferia adaptar. Aí é uma questão de pesar custos mesmo. Mas quero insistir na tese da manutenção do velódromo, por isso contratamos novo estudo.”

Prefeito do Rio, Eduardo Paes. Agora, vejam o que disse o alcaide no post “Velódromo: uma aula de matemática“, do dia 3 de agosto.

Só para efeito de informação, como já escrevi, o velódromo será novo. Agora, nem no mesmo lugar do atual será erguido. Sua localização foi mudada dentro do dentro do Parque Olímpico dos Jogos Rio-2016.

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“Me ajudem” (7 de novembro)

“Temos de ter mais pedreiros na obra. Por incrível que pareça, o material está na obra, mas estamos com dificuldade em encontrar mão-de-obra. Faltam 200 pedreiros é só ir ao Portão13. Garanto que entrego o estádio em fevereiro mas preciso de gente também.”

Presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop), Ícaro Moreno Júnior, ao fazaer um apelo por causa da escassez de pedreiros nas obras de modernização do Maracanã, palco do futebol e das Cerimônias de Abertura e Encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016.

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“Preciso ser mais clara?” (4 de dezembro)

“Aliás, eu acho que nós temos, junto às pessoas com deficiência, um grande exemplo: é o exemplo dos jovens atletas paraolímpicos. Aliás, nós todos, nós somos muito mais bem sucedidos nos jogos paraolímpicos do que nos jogos olímpicos. É uma coisa que nós vamos ter de falar para o pessoal dos jogos olímpicos: “Vamos nos espelhar nos atletas paraolímpicos e ter o desempenho similar.”

Presidenta Dilma Rousseff, durante seu discurso na 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em Brasília, nesta terça-feira.

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“Me engana que eu gosto” (26 de dezembro)

“Poderemos fazer Olimpíadas sem pegar um tostão com Brasília.”

Prefeito do Rio, Eduardo Paes, após o encontro desta quarta-feira com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em Brasília. Na ocasião, ele foi informado de que poderá iniciar negociações com o Tesouro Nacional para ampliar o limite de endividamento em 120% da receita corrente líquida (RCL) do município, que atualmente é de R$ 6,1 bilhões e pularia para R$ 14 bilhões.

Admitiu lá, o que sempre negou aqui

domingo, 9 de dezembro de 2012

E o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, preferiu admitir lá fora aquilo que sempre negou por aqui: que vai trabalhar para incluir novas modalidades no programa olímpico da competição. O dirigente assegurou que só espera a eleição do novo presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), prevista para ocorrer em setembro de 2013, para iniciar o lobby.

As revelações de Nuzman foram feitas em entrevista ao site Around the Rings, durante a Assembleia Geral da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), em Miami. No Brasil, sempre que indagado sobre o assunto, o presidente do Comitê Rio-2016 afirmou que esse tema era de responsabilidade do COI e das Federações Internacionais.

Acho que passarei a entrevistar o presidente do Comitê Rio-2016 em inglês…Xiiiiii!!!

E o roubo acabou em chá…

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Pelo menos para o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres-2012 (Locog), o assunto do roubo de informações por funcionários do Rio-2016 é coisa do passado.

Faltou comentar esse episódio no blog. Afinal, em meio a tantas coisas acontecendo, coube ao presidente do Locog, Sebastian Coe, sepultar o assunto, durante a transferência de conhecimento realizada até quarta-feira.

- Não é algo (o roubo) para o qual demos muita atenção ou que consideramos ser relevante. Nunca dois comitês trabalharam tão juntos como nós. Carlos (Nuzman) é um grande amigo – afirmou o presidente do Locog.

Para os ingleses o roubo foi mais uma questão disciplinar. Nada de relevante foi baixado entre os arquivos. Mas os brasileiros fizeram sem autorização e a demissão dos funcionários supostamente envolvidos já bastou.

Ao se referir ao presidente do Comitê Organizador dos Jogos Rio-2016, Coe procurou enfatizar a amizade entre eles, porque nutre um sentimento de gratidão. Nuzman foi um dos primeiros  a abraçar a candidatura londrina aos Jogos de 2012 e a trabalhar nos bastidores por ela.