A correria em Londres tem sido grande. Todo mundo corre, as coisas acontecem e os jornalistas que se virem.
Vou destacar dois fatos importantes. Posteriormente, falo dos outros.
O primeiro foi a revelação do projeto a ser implementado pelo governo federal para o desenvolvimento do esporte. Em primeira mão, pude revelar no LANCE! que estão previstos investimentos de mais de R$ 1 bilhão. As modalidades serão divididas em três categorias para o recebimento de recursos. O objetivo inicial é o de conquistar 30 medalhas em 2016.
Quem quiser ler mais é só clicar aqui.
E, nesta quinta-feira, em outra matéria, revelo que o governo federal quer construir um centro de treinamento olímpico em cada estado até 2016.
O segundo assunto é a escolha do presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, para ser membro honorário do COI. Como todos sabem, o dirigente admitiu que manobrava para permanecer na entidade, na entrevista publicada no domingo.
Por ter completado 70 anos, Nuzman sairia ao fim de 2012. Mas por ter mais de dez anos a serviço do COI, o nome do dirigente pode ser submetido à votação na assembleia da entidade. Ato que somente o presidente do COI, Jacques Rogge, poderia promover.
Nuzman não poderá participar de comissões ou votar na eleição de cidades-sedes. Mas estará com portas abertas para circular na entidade mundial. Algo que, com sua saída ao fim deste ano, nenhum brasileiro teria.
Em Londres.













Social