Na quarta-feira, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) começa a desocupar suas dependências no Parque Aquático Júlio de Lamare, onde funcionava desde 1995. A nova sede, em um prédio comercial no Centro do Rio, ainda passa por obras e só será totalmente ocupada daqui a 15 dias.
O principal problema foi que, apesar de a CBDA ainda ter um tempo para desocupar as instalações do parque aquático, seus funcionários começaram a sofrer privações: não tinham mais água, luz e telefone.
Para piorar a situação, com a demolição do Centro de Saltos, para entrarem nas salas de trabalho, os profissionais passaram a ter de caminhar sobre escombros. E, no caso, a correr riscos de acidentes.
Com o objetivo de evitar um mal maior, tomou-se a decisão de abandonar o Júlio de Lamare antes do previsto e todos deixarão o local até sábado. Mas alguns funcionários trabalharão por uma semana em suas casas, até que possam ir para a nova sede.
Apesar de sair do parque aquático, a CBDA não abandonou a luta para impedir a demolição do local. Na quinta-feira, o presidente da entidade vai se reunir com defensores públicos da União em busca de apoio.
O encontro ocorrerá no prédio da Defensoria Pública da União, no Centro. Mais precisamente na Rua da Alfândega, 70.
Pode parecer ironia, mas até agosto de 2002, nesse mesmo prédio, funcionava a Confederação Brasileira de Futebol (CBF)…













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