“Eu primeiro começo voltando a um tema, ao tema que vocês estão lembrados que há um ano e meio atrás, mais ou menos, ou até um ano atrás, diziam que nós não iríamos construir os estádios, que eles não ficariam prontos. Pois o que nós estamos vendo são estádios construídos e sendo entregues. E não são quaisquer estádios. Ao dizer da beleza desse Estádio Mané Garrincha, eu queria dizer para vocês que em todos eles me deu extremo orgulho de notar primeiro a qualidade das instalações, a modernidade das instalações, o critério de fazer construções sólidas, mas simples, e ao mesmo tempo belas. Isto é algo que é uma demonstração da capacidade de nós brasileiros, juntos, realizarmos aquilo que muitos pessimistas de plantão dizem sempre que nós não somos capazes.”
“É a homenagem a um atleta brasileiro que era um gênio na arte do futebol, um grande improvisador, um grande improvisador que tinha na imensa capacidade de jogar futebol sua arma para demonstrar para o mundo e para o Brasil aquilo que o nosso grande cronista esportivo, Nelson Rodrigues, disse que era algo que o Brasil tinha que superar que era o complexo de vira-lata.
“O Garrincha, na sua simplicidade, era um jogador que demonstrou que o Brasil não era de maneira alguma, nem tinha por que, era um vencedor, e não tinha porque ter esse arraigado complexo de vira-lata que o nosso cronista esportivo Nelson Rodrigues, um dos maiores teatrólogos do nosso país, nas vésperas da Copa do Mundo, da Copa da Suécia, denunciou a existência pela quantidade de gente que previa um fracasso.”
Presidenta Dilma Rousseff, durante seu discurso de inauguração do Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha, uma das instalações do futebol nos jogos Olímpicos Rio 2016, neste sábado.















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