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Posts com a Tag ‘Esporte’

Frases Olímpicas: “Tô que tô”

sábado, 18 de maio de 2013

“Eu primeiro começo voltando a um tema, ao tema que vocês estão lembrados que há um ano e meio atrás, mais ou menos, ou até um ano atrás, diziam que nós não iríamos construir os estádios, que eles não ficariam prontos. Pois o que nós estamos vendo são estádios construídos e sendo entregues. E não são quaisquer estádios. Ao dizer da beleza desse Estádio Mané Garrincha, eu queria dizer para vocês que em todos eles me deu extremo orgulho de notar primeiro a qualidade das instalações, a modernidade das instalações, o critério de fazer construções sólidas, mas simples, e ao mesmo tempo belas. Isto é algo que é uma demonstração da capacidade de nós brasileiros, juntos, realizarmos aquilo que muitos pessimistas de plantão dizem sempre que nós não somos capazes.”

“É a homenagem a um atleta brasileiro que era um gênio na arte do futebol, um grande improvisador, um grande improvisador que tinha na imensa capacidade de jogar futebol sua arma para demonstrar para o mundo e para o Brasil aquilo que o nosso grande cronista esportivo, Nelson Rodrigues, disse que era algo que o Brasil tinha que superar que era o complexo de vira-lata.

“O Garrincha, na sua simplicidade, era um jogador que demonstrou que o Brasil não era de maneira alguma, nem tinha por que, era um vencedor, e não tinha porque ter esse arraigado complexo de vira-lata que o nosso cronista esportivo Nelson Rodrigues, um dos maiores teatrólogos do nosso país, nas vésperas da Copa do Mundo, da Copa da Suécia, denunciou a existência pela quantidade de gente que previa um fracasso.”

Presidenta Dilma Rousseff, durante seu discurso de inauguração do Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha, uma das instalações do futebol nos jogos Olímpicos Rio 2016, neste sábado.

Abraço n`água

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Quem desejar demonstrar seu apoio contra a demolição do Parque Aquático Júlio de Lamare terá uma oportunidade no sábado, às 9 horas. Um abraço à instalação será realizado e contará com a participação de atletas, participantes de programas sociais desenvolvidos no local, além dos funcionários da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).

E na reunião realizada na Defensoria Pública da União ficou decidido que na próxima semana, um defensor entrará com uma ação na Justiça contra a demolição do parque aquático.

Vem mais chumbo grosso por aí…

Adeus Júlio de Lamare…

terça-feira, 14 de maio de 2013

Na quarta-feira, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) começa a desocupar suas dependências no Parque Aquático Júlio de Lamare, onde funcionava desde 1995. A nova sede, em um prédio comercial no Centro do Rio, ainda passa por obras e só será totalmente ocupada daqui a 15 dias.

O principal problema foi que, apesar de a CBDA ainda ter um tempo para desocupar as instalações do parque aquático, seus funcionários começaram a sofrer privações: não tinham mais água, luz e telefone.

Para piorar a situação, com a demolição do Centro de Saltos, para entrarem nas salas de trabalho, os profissionais passaram a ter de caminhar sobre escombros. E, no caso, a correr riscos de acidentes.

Com o objetivo de evitar um mal maior, tomou-se a decisão de abandonar o Júlio de Lamare antes do previsto e todos deixarão o local até sábado. Mas alguns funcionários trabalharão por uma semana em suas casas, até que possam ir para a nova sede.

Apesar de sair do parque aquático, a CBDA não abandonou a luta para impedir a demolição do local. Na quinta-feira, o presidente da entidade vai se reunir com defensores públicos da União em busca de apoio.

O encontro ocorrerá no prédio da Defensoria Pública da União, no Centro. Mais precisamente na Rua da Alfândega, 70.

Pode parecer ironia, mas até agosto de 2002, nesse mesmo prédio, funcionava a Confederação Brasileira de Futebol (CBF)…

Ministério do Esporte e marinha trocam tiros

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Exatamente às 10h desta segunda-feira, o Ministério do Esporte e a marinha entraram em rota de colisão.  Tudo porque os militares divulgaram que em parceria com a pasta ergueriam um centro de treinamento de tiro esportivo na Escola Naval, no Centro do Rio.

Só que o Ministério do Esporte negou. Vamos aos detalhes…

A marinha e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) celebraram uma parceria para as modalidades de nado sincronizado, pólo aquático, tiro e vela usarem a escola naval como centro de treinamento até os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Dentre os compromissos firmados está um, anunciado pela marinha: o de ampliar o seu centro de tiro para que tenha nível internacional. Os militares informaram ao COB que fariam as obras e o Ministério do Esporte seria o responsável por equipar o CT, com o fornecimento, por exemplo, de munição e armas.

Em nota, o Ministério do Esporte informou: “a proposta de convênio está em análise, mas não tem previsão se vai ou não ser atendida”.

Já o diretor-comandante da Escola Naval, o contra-almirante Antônio Carlos Soares Guerreiro, disse: “o projeto ainda não foi enviado ao Ministério do Esporte, mas está tudo certo. Ele seguirá na próxima semana para Brasília. Minha assessoria já combinou com eles”.

E agora?

Um disse estar certo, o outro, nega. Xiiiiii!!!

Escândalo envolve exército e Ministério do Esporte

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Avisei que vinha bomba por aí. Nesta quinta-feira, no LANCE! e L!Net, publico uma matéria feita em parceria com Amélia Sabino. Nela, mostramos que R$ 1,1 milhão repassados pelo Ministério do Esporte para o exército construir o novo Centro de Treinamento de Badminton, na Vila Militar, em Deodoro, Zona Oeste do Rio, está com a obra parada há quase dois anos.

Tudo começou quando o Ministério do Esporte repassou o dinheiro para o Comando da Primeira Divisão de Exército executar o projeto. Os militares realizaram uma licitação e contrataram a Landtec Consultoria Ambiental e Serviços de Construção para erguer a instalação.

Durante a obra, o exército e a empresa entraram em litígio e, agora, o dinheiro público, ou melhor, o esqueleto da construção sofre com a ação do tempo e do mato, que já tomou conta do local.

A obra teve início em abril de 2011 mas acabou paralisada no último mês daquele ano, justamente na data que deveria ter sido concluída e entregue para a Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) administrar.

Agora, vamos às explicações…

Ministério do Esporte:

– Temos cobrado do exército uma posição. Fui informado que eles abriram uma sindicância para apurar um problema com a empresa responsável pelas obras – disse o secretário nacional de Alto Rendimento, Ricardo Leyser.

Exército:

- Durante a execução da obra verificaram divergências entre o projeto base, a construção efetuada e as medições. As divergências provocaram a paralisação de sua construção.

- Até a paralisação da obra foram realizados pagamentos totalizando o valor de R$ 401.441,40 (quatrocentos e um mil, quatrocentos e quarenta e um reais e quarenta centavos), referentes à parcela da obra já realizada. O valor restante de R$ 737.403,21 (setecentos e trinta e sete mil, quatrocentos e três reais e vinte e um centavo) encontra-se empenhado e não pago na conta do Tesouro Nacional.

- Para preservar a legalidade e a aplicação dos recursos públicos foi instaurado, pelo Comando da 1ª Divisão de Exército, um processo administrativo, em fase de conclusão, a fim de garantir a lisura do processo, sob responsabilidade do Exército Brasileiro.

O mato já cercou a obra do novo CT de Badminton

O mato já cercou a obra do novo CT de Badminton

Obra está abandonada e já sofre com a ação do tempo

Obra está abandonada e já sofre com a ação do tempo

O novo CT de Badminton tinha por objetivo o desenvolvimento de talentos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Enviamos um total de dez perguntas para o exército. E, na nota encaminhadaenviada por resposta, algumas ficaram sem resposta. Veja se respondê-las não seria importante:

Qual a previsão de término da sindicância?

Por que a sindicância está demorando tanto para ser concluída?

Vai ser preciso fazer nova licitação para retomada e conclusão da obra?

Qual a previsão da retomada da obra e sua conclusão?

Quem responderá por esse aparente desperdício do dinheiro público? Afinal, a obra está parada há quase dois anos, se deteriorando com o tempo, os recursos foram liberados e não há retorno sobre a sua utilização.

O total já repassado vai ser suficiente para a conclusão da obra ou serão necessários mais recursos? Por que?

Por que o exército está demorando dois anos para resolver essa questão?

Quem será o responsável por ressarcir os cofres públicos, caso fique caracterizado o desperdício de recursos, por causa da paralisação da obra?

Olhar para aprender a fazer

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A falta de mão-de-obra especializada no Brasil na questão de organização de grandes eventos sempre foi apontada como um problema pelo próprio Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. E até para qualificar seus profissionais, desde 2011, toda grande competição ocorrida no país tem como observadores uma equipe da entidade.

Todas as áreas funcionais do Comitê Rio-2016 participam desse grupo observador. Durante as visitas, a equipe conhece de perto os desafios que enfrentará durante os Jogos e as particularidades da organização de um grande evento. Afinal, caberá a esses observadores a organização das provas durante os Jogos no Brasil.

Abaixo a relação das competições que contaram com observadores Rio-2016:

Out/2011 – Natação Paralímpica – Aberto Internacional de Natação Paralímpica.

Mar/2012 – Pentatlo Moderno – Etapa da Copa do Mundo de Pentatlo Moderno.

Mar/2012 – Tênis de Mesa – Campeonato Latino Americano e Seletiva Olímpica Londres 2012.

Mar/2012 – Rugby Sevens – Campeonato Sul-Americano.

Abr/2012 – Natação – Campeonato Brasileiro de Natação (Troféu Maria Lenk).

Abr/2012 – Canoagem – Campeonato Pan-Americano de Canoagem Velocidade.

Mai/2012 – Golfe – Circuito Internacional Feminino de Golfe Profissional (LPGA Tour).

Dez/2012 – Volei de Praia – Campeonato Brasileiro (Etapa do Rio de Janeiro).

Fev/2013  – Rugby Sevens – Campeonato Sul-Americano.

Mar/2013 – Pentatlo Moderno – Etapa da Copa do Mundo de Pentatlo Moderno.

Abr/2013 – Remo – Campeonato Sul-Americano.

Abr/2013 – Natação – Campeonato Brasileiro de Natação (Troféu Maria Lenk).

A maquete de R$ 1 milhão

domingo, 5 de maio de 2013

Na semana passada publiquei umas matérias sobre a maquete do Parque Olímpico de Canoagem que, pelo edital publicado, tem previsão de custo de R$ 879,2 mil. Incomodado com o valor do modelo hidráulico, como preferem chamar os técnicos, fui ver quanto custou a de Londres e conversei com o americano Scott Shipley, ex-atleta olímpico e que possui uma empresa especializada neste tipo de construção.

Shipley foi o responsável por erguer o modelo de Londres. Mas chega de enrolar. Quanto custou a maquete inglesa?

Resposta de Shipley: R$ 300 mil.

Assim que publiquei a primeira matéria. Os governos federal e estadual logo se apressaram a dizer que a maquete brasileira não custará R$ 879,2 mil.

Mas o edital de licitação do governo é claro: “Elaboração de maquete: R$ 879,2 mil”. Então qual a diferença?

A diferença é que o edital não explica que, além da elaboração da maquete, esta rubrica inclui todo o planejamento do Parque Olímpico de Canoagem Slalom. E, no caso, só a maquete brasileira está orçada, pelo próprio Shipley, em R$ 200 mil.

Em Londres, Shipley recebeu um projeto pronto para construir a maquete. Pelo projeto carioca, quem for erguer a maquete, terá de fazer todo o projeto da instalação.

BATE-BOLA
Scott Shipley, Presidente da S2O Design and Engineering

Uma maquete desse tipo custa realmente quase R$ 1 milhão?
Sei que há no Rio uma preocupação se vale a pena fazer ou não. A Olympic Delivery Authority (órgão público responsável por erguer as instalações inglesas) economizou cerca de R$ 3 milhões para corrigir o projeto deles, porque construíram o modelo.  E, lá, consegui fazer por cerca de R$ 300 mil. Um gasto bem menor do que o normal. O preço geralmente é maior.

O que ocorreria se o projeto fosse construído sem a maquete?
Além do desperdício de dinheiro, perderiam tempo. O curso elaborado iria, por exemplo, ferir os competidores. Aí, teria-se de refazer tudo de novo, após a instalação pronta.

E o que o senhor acha do local reservado para o parque Rio-2016?
O terreno escolhido é propício e tem potencial para se erguer um grande parque olímpico.

Mas e o lado negativo?
Há pouca ou nenhuma infraestrutura. Por exemplo, acesso, energia, saneamento, estacionamento. Tudo precisará ser criado. E o Rio precisa começar imediatamente.

Veja uma galeria de fotos da montagem maquete de Londres-2012 . Clique AQUI.

Foi um corre-corre

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Após a intervenção da presidente da Comissão de Coordenação do COI, Nawal El Moutawakel, na demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros, uma força-tarefa iniciou a luta para reverter a situação. O secretário estadual da Casa Civil, Regis Fichtner, disse ter esclarecido tudo.

– Quem deu as informações para a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) não as passou corretamente. Não são verdades que há falta de instalações para treinos no Rio e que o estado não está comprometido em construir uma nova pista – enfatizou Fichtner.

Na quinta-feira, o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, ligou para o representante da IAAF na América do Sul, Roberto Gesta de Melo, para tranquilizar o dirigente.

Para quem não se recorda, mostrei na quarta-feira que foi Gesta, em reunião na IAAF, o responsável por pedir a interferência de Nawal na questão.

De acordo com Gesta, o telefonema de Nuzman serviu para deixá-lo tranquilo e confiante de que uma solução será encontrada rapidamente. Mas ele ainda aguarda que o governo do estado apresente todo o planejamento de construção da nova pista.

- Tudo indica que a demolição do Célio de Barros é mesmo irreversível. O governo está irredutível. Mas, pelo menos, agora, após a Nawal ter se envolvido, eles começaram a nos dar explicações, iniciaram um diálogo, algo que não existia – afirmou Gesta.

Um tiro do bem

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Esporte que distribuirá cerca de 40 medalhas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, o tiro esportivo ganhará na noite desta sexta-feira, no hotel Marina, no Leblon, um aliado na busca por mais praticantes e na perpetuação de sua história: o documentário “Alvo Olímpico”.

Com 45 minutos de duração, o documentário conta não só a história do esporte, mas demonstra o que é o tiro esportivo. Tudo isso em uma linguagem de fácil entendimento e com vários depoimentos de atletas brasileiros, como Júlio Almeida, Emerson Duarte, José Carlos Iengo Batista, Ana Luiza Ferrão e Filipe Fuzaro.

O documentário “Alvo Olímpico” foi realizado pela Bruxellas Produções, em parceria com o atleta do tiro esportivo Márcio Garritano.

 

Agenda cheia

domingo, 7 de abril de 2013

As visitas da federações internacionais ao Rio se intensificaram no último mês. Em março, seis entidades estiveram vistoriando a cidade e fazendo sugestões e exigências quanto às futuras instalações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016.

Em março estiveram no Rio representantes das federações internacionais de Ciclismo, Hóquei sobre Grama, Pentatlo Moderno, Tênis de Mesa, Tiro Esportivo e Vela. Para abril, estão agendadas as visitas da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) e da Federação Internacional de Canoagem (ITF).

Para maio são aguardadas as visitas das federações internacionais de Taekwondo e Tênis.