Todos sabem que o objetivo do blog é debater assuntos diretamente e indiretamente ligados aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. E, terminado o período eleitoral, acredito caber uma análise sobre o que significaram os resultados para as disputas cariocas.
Quero deixar claro que analiso o caráter técnico dos resultados para os Jogos. Não faço juízo de valor sobre nenhum dos vencedores, se são bons ou ruins.
A questão é que com a reeleição do governador do Rio, Sergio Cabral Filho, e a eleição para a presidência de Dilma Rousseff não poderia ter havido melhor cenário para a organização carioca aos Jogos de 2016.
Ressalto que não quero dizer que, caso outro candidato tivesse ganho, os Jogos deixariam de acontecer ou o eleito não teria capacidade para organizá-los. Me refiro ao tempo que será ganho com a permanência de todos principais atores da vitória do Rio em seus cargos.
Caso outro candidato ganhasse, sem dúvida, por mais competentes que fossem, um tempo precioso seria desperdiçado. Mas deixo claro que isso não inviabilizaria os Jogos.
Com os resultados das eleições ganha-se tempo e a certeza de que todos os compromissos serão cumpridos.
Afinal, Cabral nem preciso explicar os porquês. Já Dilma…também atuou ativamente no processo de candidatura do Rio.
Em abril, durante a visita da Comissão de Avaliação do Comitê Olímpico Internacional (COI) ao Rio, Dilma foi a responsável por apresentar aos avaliadores dois temas: cenário político brasileiro e orçamento não-Cojo.
Quanto ao Ministério do Esporte e a permanência de Orlando Silva Júnior no cargo, isso é uma incógnita até para ele.
Com a presidência da Autoridade Pública Olímpica (APO) assegurada, Orlando Silva que, a princípio, descartava acumular as duas funções, agora está doidinho para continuar ministro…
Será que consegue? Xiiiiii!!!















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