Deixo Medellín nesta tarde de quarta-feira. Como disse no post anterior, por aqui, tudo funcionou perfeitamente e o maior exemplo veio do legado que ficou para a população ao término dos Jogos Sul-Americanos.
Instalações esportivas de baixo custo, confortáveis e funcionais, que poderiam muito bem funcionar como centro de treinamentos no Brasil. E tudo ao custo médio de R$ 8 milhões. Em todas há um ginásio em cima e, sob a quadra, várias salas que clubes, federações e população usarão para desenvolver modalidades esportivas.
A Vila Pan-Americana, construída no topo de um complexo de favelas terá seus 621 apartamentos vendidos ao moradores dos arredores ao custo de R$ 25 e R$ 35 mil, cada um de dois e três quartos, respectivamente. O acabamento das moradias é simples, nada de luxo, mas funcionou perfeitamente.
Os dois exemplos acima serviriam para mostrar aos representantes dos poderes públicos exemplos perfeitamente aplicáveis e necessários no Brasil. Mas, não sei o porquê, não houve um representante das três esferas de governo: municipal, estadual e federal, em Medellín.
Agora, um limbense de alta plumagem me contou que para ir para os Jogos Olímpicos de Inverno, no Canadá, ou a qualquer apresentação europeia da campanha Rio 2016, havia gente saindo no tapa por um lugarzinho no bagageiro do avião.
Coisa feia, hein!?













Apesar do forte esquema de segurança no Canadá, um espertinho conseguiu burlar todo o esquema de segurança e se postar, sem ser importunado, ao lado de personalidades como o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Agora, imaginem o caos que será se um fato desses ocorrer em 2016?
Sob o argumento de facilitar o controle das ruas, o consumo de bebidas alcoólicas à noite foi proibido em Vancouver, com os Jogos já em andamento. Será que uma medida dessas emplacaria em 2016?
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