Ricardo Gomes tinha razão quando destacou durante a semana que um time que fica sem jogadores como Felipe e Juninho muda muito, independentemente dos substitutos. Contra o Atlético-MG faltou técnica. Faltou um maestro para cadenciar, para pensar o jogo. Mesmo assim, a vitória veio pelos pés, e pela cabeça, de Diego Souza, que, sem batuta, carregou o piano.
O Vasco começou mostrando dificuldade para armar as jogadas. Sem Felipe, suspenso, e Juninho, poupado, o time não conseguia sair jogando. A bola não parava no meio e a ligação era feita com chutões, para tentar aproveitar a correria de Eder Luis ou as trombadas de Alecsandro. Sem muito sucesso.
Com dois volantes em campo (Rômulo e Eduardo Costa), o time teve mais pegada, mas pecou na troca de passes. Estreante, Julinho foi uma boa válvula de escape, saindo pela esquerda. Pena que com Márcio Careca pouco inspirado, o setor não foi tão explorado nas jogadas ofensivas. Tanto é que foi pela direitaque Julinho cruzou para o gol de cabeça de Diego Souza.
Por falar no camisa 10, que voltou ao time titular, ele, mesmo sem a maestria dos ausentes, colocou a bola embaixo do braço e mostrou personalidade. Na força física, buscou espaços na defesa rival, principalmente no segundo tempo, quando o Atlético-MG foi para cima tentando a virada. Ainda foi premiado com um gol de pênalti no fim.












Foi setorista do Fluminense durante três anos. Em 2011, passou a cobrir o Flamengo e esteve presente na Copa América com a Seleção Brasileira. Agora, deixa o Vasco mais perto de você.
No último ano de jornalismo na Facha, Daniel Guimarães iniciou sua carreira na equipe do jornalista Sidney Rezende, onde cobriu jornalismo geral por seis meses no site SRZD.com. Em dezembro de 2012, chegou ao LANCE! e ao LANCE!Net para trabalhar com sua verdadeira paixão: o futebol. Ficou dois meses na equipe de Fut-BR e agora traz as notícias de São Januário para você.
Felipe Lucena é estudante de jornalismo da Facha e depois de escrever para sites de jornalismo cultural, começou no LANCE! em 2012, no núcleo Poliesportivo. Após sete meses, passou a cobrir o Vasco. Felipe acredita que o futebol é mais que um esporte. É uma espécie de arte.
Paulista, começou a carreira no jornalismo esportivo no Rio de Janeiro. No LANCE! desde 2008, ainda como estagiário, trabalhou na cobertura do Botafogo durante um ano e ainda passou pela coluna De Prima. Em 2010, passou a cobrir o dia a dia do Gigante da Colina.
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