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Qual a melhor formação para enfrentar o Corinthians?

por Nelson Lima Neto em 14.mai.2012 às 17:03h

Analisando o time do técnico Tite, a forte marcação e a rápida saída de bola são as principais armas dentro de campo. O Corinthians é formado com a ótima dupla de volante Paulinho e Ralf. Danilo como armador da equipe e três atacantes aberto: Wiliam, Jorge Henrique (Alex) e Emerson.

O combate dos atacantes na saída de bola pode prejudicar a boa traca de passes do Vasco. O importante, nesse momento, será a rápida movimentação dos meias com o passe preciso. Um erro no campo de defesa pode ser fatal.

Cristovão Borges testou duas formações: um com Felipe e Nilton no meio de campo e outra com Fellipe Bastos no lugar do Maestro. Com isso, Juninho pode voltar para o banco, dando lugar a Felipe. Lembrando que Nilton apareceu como titular na atividade desta segunda e deve continuar no time.

A dúvida está na forma como o Vasco irá jogar. Se a preferência será por uma melhor qualidade na troca de passes, com Juninho ou Felipe ou os dois no time. Ou na escolha de um meio de campo mais marcador, sem dar espaços ao Corinthians.

Qual a melhor opção? Opinem!

Qual a avaliação sobre Cristovão?

por Alexandre Araújo em 10.mai.2012 às 20:10h

Vascaínos,

Qual a avaliação que vocês fazem do técnico Cristovão Borges nesta segunda partida das oitavas de final da Libertadores, contra o Lanús (ARG), em que o time de São Januário garantiu a vaga nas cobranças de pênaltis?

Comentem!

As duas caras do Vasco

por Nelson Lima Neto em 10.mai.2012 às 10:27h

Por Rodrigo Ciantar

Um primeiro tempo de tirar o chapéu, com surpresa na escalação, ótima atuação e o golaço de Nilton. Mas, assim como no jogo de São Januário, o Vasco voltou sem o mesmo ímpeto para a segunda etapa e acabou sofrendo uma virada, levando o duelo para as penalidades.

Para o começo do jogo, Cristovão colocou Nilton na vaga de Felipe. Surpresa para a torcida e para o Lanús. Com mais um volante, o Vasco começou fechando melhor os espaços e saindo com tranquilidade. Desta forma, acabou saindo o gol cruz-maltino, com o camisa 19 acertando um chutaço de fora da área. O primeiro tempo foi quase perfeito, tirando um ou outro vacilo defensivo pela direita.

Para o segundo tempo, o time não sofreu alterações no que se refere a escalação. Mas, a atitude, mudou muito. O Vasco errou mais passes, sem conseguir manter a posse de bola, e os espaços, à frente da zaga e nas laterais, começaram a aparecer. Com a pressão dos argentinos, Cristovão mexeu. Primeiro, para dar mais velocidade, colocou Allan. Mas o time não conseguiu encaixar um contra-ataque sequer.

Felipe e Carlos Alberto também entraram, mas o jogo ficou mesmo 2 a 1. Decisão nos pênaltis. Loteria? Três dos mais experientes do Vasco, estrelas do time, começaram batendo e convertendo. E coube a Alecsandro, que desperdiçou os últimos três que tentou, garantir a classificação cruz-maltina.

Diário de viagem: ‘Juninho ainda é temido por aqui’

por Nelson Lima Neto em 09.mai.2012 às 10:14h

Por Rodrigo Ciantar

Nada melhor do que ouvir de um torcedor do River Plate o quanto Juninho ainda é lembrado aqui. Peguei um táxi e o motorista não escondeu o clube do coração.

Com fitinhas nas cores vermelho e branco penduradas no retrovisor do carro, o motorista, Héctor, perguntou se eu era do Vasco. Expliquei que sou jornalista, trabalhando com a cobertura do Cruz-Maltino para um diário do Brasil. Ele começou a mostrar-se muito interessado pelo futebol brasileiro, lembrando dos tempos dourados do Santos, de Pelé & cia., até chegar ao Vasco.

O senhor, de pouco mais de 70 anos de idade, lembrou de Roberto Dinamite, dizendo que tinha um chutaço. Mas, ao falar de 1998… Perguntou se Juninho jogaria contra o Lanús. Disse que ficou muito chateado com aquele jogo de 1998, mas que admirava o Reizinho.

Seu Héctor disse que ele e os familiares sofreram por algum tempo com as gozações dos torcedores do Boca. Após esse bate-papo, não há como negar que Juninho é, realmente, reverenciado e temido pelos argentinos.

Qual a lembrança que o “Gol Monumental” traz?

por Alexandre Araújo em 08.mai.2012 às 19:46h

Vascaínos,

A semifinal da Libertadores de 1998, contra o River Plate, entrou para a História do clube com um “Gol Monumental”. Qual a lembrança que aquela cobrança de falta do Juninho, que garantiu a vaga cruz-maltina na final da competição, traz a vocês?

Comentem!

Allan vai fazer falta ao elenco do Vasco?

por Alexandre Araújo em 05.mai.2012 às 18:17h

Vascaínos,

O polivalente Allan pode deixar o Vasco rumo à Itália. O jogador está perto de fechar com a Udinese (ITA). O negócio, inclusive, poderá ser concretizado no fim da semana que vem.

É um jogador que fará falta ao elenco cruz-maltino?

Opinem!

As críticas sobre Cristovão são justas?

por Nelson Lima Neto em 03.mai.2012 às 16:18h

Galera, o Vasco ganhou, mas a vitória ficou em segundo plano após as vaias sobre o técnico Cristovão Borges. Os jogadores, por sua vez, aguardaram o treino antes da descida para o vestiário, num claro sinal de apoio.

Você acham que as críticas sobre o treinador são justas? As escolhas feitas pelo comandante estão comprometendo o desempenho do time?

Comentem aqui no ‘Resenha’ e no twitter @lance_vasco

Sem Dedé é um ‘Deus nos acuda’

por Nelson Lima Neto em 03.mai.2012 às 10:55h

Por Bruno Braz

A vitória do Vasco não pode maquiar um problema crônico da equipe: sem Dedé, a vulnerabilidade da defesa é algo extremamente preocupante. O gol sofrido não estava nos planos, menos mal que há uma pequena vantagem.

Diferentemente dos últimos dois jogos, Cristovão sacou Fellipe Bastos e colocou Juninho. Nos primeiros minutos, o time demorou a entrar na partida, mas aos poucos, valorizando a posse de bola, foi chegando.

O Reizinho e o Maestro eram os principais articuladores, e com Eder Luis bem disposto, não demorou para o Vasco abrir o placar, quando o atacante, pela direita, cruzou e Alecsandro escorou.

Se o ataque vinha bem, a defesa, sem Dedé, mantinha as más atuações, não se entendendo e dando sustos aos vascaínos.

O Lanús, porém, se complicava em suas fragilidades, e o Vasco se aproveitasse disso. Diego Souza, num de seus lampejos, fez uma obra-prima, chapelando o zagueiro e batendo de primeira. Golaço!

No segundo tempo, um jogo que se encaminhava fácil, se complicou com mais uma falha de Fagner – a segunda consecutiva – que decretou o gol dos argentinos. O gol do Lanús, somado à substituição de Felipe por Fellipe Bastos, irritou os torcedores, que vaiaram bastante Cristovão.

No fim, o Vasco conseguiu manter a vantagem e agora corre para ter Dedé na Argentina.

Dedé faz muita falta a zaga vascaína?

por Nelson Lima Neto em 30.abr.2012 às 17:36h

Galera, na decisão da Taça Rio, ficou claro a carência que existe no setor defensivo vascaíno. No lance do primeiro gol, nenhum dos zagueiros voltou acompanhando a jogada que abriu o placar para o Botafogo.

A presença de Dedé além de encorpar a defesa, além de dar uma qualidade que ela dificilmente apresente sem o Mito, acrescenta força ao time, vontade e raça.

Queremos saber o tamanho da falta que Dedé faz nesses últimos jogos. Se o Vasco sofreria os gols que tomou, se o time se portaria da forma que vem se portando dentro de campo

Comentem aqui e no twitter do Vasco: @lance_vasco

Parecia até filme repetido

por Nelson Lima Neto em 29.abr.2012 às 21:46h

Por Rodrigo Ciantar

As falhas já são conhecidas e até apareceram em outros momentos. Mas o Vasco sempre mostrava um algo a mais e as superava. Foi esse algo a mais que, talvez, tenha faltado.

Esse trecho acima esteve presente logo no início da minha visão do jogo contra o Fluminense, pela final da Taça Guanabara. Não seria exagerado, inclusive, pegar aquela visão inteira e colar aqui. É, ontem parecia até filme repetido. A diferença foi praticamente apenas o adversário e o turno do Carioca.

O Vasco foi irreconhecível! Apagões como o de ontem já aconteceram nesta temporada. Alguns custaram caro, como na final da Taça Guanabara. Outros menos, como na estreia da Libertadores, contra o Nacional (URU). O time conseguiu se recuperar na competição.

A defesa começou falhando. Sem Dedé, a zaga não é a mesma. Perde velocidade, perde segurança. O contra-ataque do Botafogo foi mortal.

Contra o Flamengo, na semifinal, o Vasco também saiu perdendo, mas deu o troco cedo. Foi superior. Eder e Felipe comeram a bola. Ontem, não teve isso. Assim que saiu o primeiro gol, o time até criou alguma coisa. Mas sem força.

Cristovão mudou no segundo tempo. Colocou Juninho, Allan e CA. Saiu um gol, mas parou por aí. Que a nova ressaca vascaína seja curada na Libertadores.