*Texto do repórter Bruno Braz a ser publicado no LANCE! desta segunda-feira.
Time voltou a ser sonolento e sem criatividade. Muita coisa precisa mudar
A alegria do bairro de Madureira, com suas peculiaridades suburbanas, contrastou com o desempenho vascaíno em campo. Sonolento e sem criatividade, foi o retrato fiel da campanha vexatória feita na Taça Rio.
Autuori iniciou a partida com algumas novidades: Luan na zaga, Yotún na lateral-esquerda, Fillipe Soutto no meio e Pedro Ken na armação. Com Thiaguinho pelas pontas, o time acabou se tornando mais leve.
O Vasco, porém, encontrava resistência na forte marcação do Madureira somado às dimensões reduzidas do campo de Conselheiro Galvão. Por conta disso, a equipe criava poucas oportunidades e o jogo passou a ficar sonolento.
O trio Yotún, Fillipe Soutto e Pedro Ken vinha bem, principalmente o apoiador, que já devia uma boa atuação há alguns jogos. O desempenho coletivo, porém, era insuficiente para alterar o placar do primeiro tempo.
Nos primeiros minutos da etapa final, parecia que o Vasco voltaria com outro gás. Logo no início, Dakson, o melhor da equipe nas últimas partidas, fez bela jogada e chutou forte, para bela defesa do goleiro do Madureira.
Pouco depois, porém, o apoiador sentiu cãibras e teve de ser substituído. A partir daí, o time voltou a ser o mesmo do primeiro tempo.
Para piorar, Tenório cometeu um pênalti bisonho que o Tricolor Suburbano não perdoou.
A derrota em Conselheiro Galvão fecha com chave de ouro a campanha pífia do Gigante da Colina na Taça Rio.
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