econheço quando um profissional faz um bom trabalho, mas acho que se ele não tem postura, não serve. Esse é o caso do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, que apesar de ter montado um time competitivo e conquistado títulos, reflete uma imagem prejudicial ao clube.
A figura de um presidente, seja em no futebol ou em qualquer empresa, tem de ser impecável, o reflexo de organização e competência. Porém, parece que no Parque São Jorge, o atual mandatário faz questão de passar que é rude e antipático.
Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, Andrés escorregou e rolou em cima das boas maneiras. Usou palavras de baixo calão, pensamentos retrógrados para tentar mostrar que tem pés no chão e, o pior, machismo contra homossexuais.
Sanchez ainda acha que esse jeito bronco é positivo. Mas eu teria vergonha em me associar a alguém assim.
Desde que assumiu o Corinthians, em 2007, com direito a festa em casa noturna de São Paulo que abriga shows de pagode e micareta, ao melhor estilo boleirão, o jeito fanfarrão e truculento de Andrés Sanchez nunca foi novidade. Virou até motivo de piada quando relacionado ao corintiano estereotipado como sofredor. E fica difícil entender a escolha do dirigente como chefe de delegação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, na África do Sul.
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