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Posts com a Tag ‘Palmeiras’

Que zica, Verdão!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Capa do LANCE! desta quarta fala sobre os constantes desfalques do Palmeiras e a dor que isso causa na torcida:

São Paulo leva vantagem nas quartas do Paulistão

terça-feira, 23 de abril de 2013

Palpites para as quartas de final do Paulistão:

Os LANCE!s da semana no futebol paulista

terça-feira, 16 de abril de 2013

Hangout que fiz com os internautas sobre os assuntos da semana de Palmeiras, Santos, Corinthians e São Paulo:

Palmeiras no limite!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Defesa, que ninguém passa… Linha atacante de raça… Torcida que canta e vibra… Assim o Palmeiras mostrou na vitoria sobre o Libertad, por 1 a 0, no Pacaembu, que o futebol sempre será cheio de surpresas, de heróis movidos a comportamentos nobres. Há quem diga que o Verdão se classificou com uma rodada de antecedência, logo após passar por uma crise, por camisa e tradição. Mas eu defendo que tradição não ganha jogo, superação sim!

Impressionante como depois da goleada sofrida para o Mirassol, por 6 a 2, pelo Paulistão, esse time de Gilson Kleina aprendeu o que é a palavra limite. Jogadores com suas limitações técnicas que chegam ao limite do esforço físico, da concentração no jogo, da aplicação tática e da superação emocional.

Sempre defendi que esse Palmeiras de Kleina tem padrão de jogo, se espalha bem em campo e toca a bola. Faltam mais Leandros, jogadores de qualidade técnica que fazem a diferença quando a partida tiver de ser decidida no detalhe. Por isso que diante do Libertad o gol de Charles saiu quase sem querer, mas saiu por insistência, coisa de quem se arrisca no limite.

O 35 mil torcedores no Pacaembu foram contaminados pela força dos jogadores, quase que um instinto de sobrevivência, e ajudaram do jeito que puderam. Aliás, no Palestra Itália tem sido e tem que ser assim: cada um ajuda do jeito que pode. Quem tende a atrapalhar, quem tem objetivos individualistas, tem que ser expulso do caminho. Seja dentro ou fora de campo.

O Verdão está longe de ser favorito ao título, de ser um esquadrão temido. Porém, vai carregar bem mais que 35 mil pessoas enquanto jogar com essa raça. Coisa bonita de se ver, superação que tem de ser admirada por palmeirenses e rivais. Isso é futebol!

Acredite se quiser!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O Palmeiras foi um dos destaque da rodada no Campeonato Paulista ao vencer o Linense por 2 a 1, no Pacaembu lotado. O placar não resumiu a superioridade do Verdão durante os 90 minutos de jogo, mas o triunfo não foi ameaçado pela equipe do interior em nenhum momento.

Gilson Kleina poupou alguns titulares para o confronto decisivo diante do Tigre, amanhã, pela Libertadores e mostrou que o seu elenco está recheado de boas opções. Se continuar jogando esse futebol vistoso, o Alviverde deve brigar pelos títulos da competição continental e do Estadual, além de conquistar a Série B do Brasileiro com um pé nas costas.

No Morumbi o Corinthians venceu o São Paulo de virada, também por 2 a 1. Rafael Toloi foi um monstro na zaga e justificou a escolha de Ney Franco em manter o experiente Lúcio no banco de reservas. Rogério Ceni foi outro que se destacou, principalmente quando foi exigido para sair com os pés, mas acabou prejudicado pelo árbitro que marcou pênalti em Pato no fim.

Luis Fabiano aprendeu a lição e não foi reclamar após o término da partida, mesmo que os são-paulinos tivessem total razão de colocar a culpa do revés no apito, e não nas oportunidades perdidas pela equipe.

Mais tarde, o Santos entrou em campo contra o Oeste e Neymar – que foi aplaudido durante a semana na Vila Belmiro – mal foi notado em campo. Fez um gol por pura sorte e ficou bem abaixo do decisivo Montillo. A sorte do técnico Muricy Ramalho é que o Peixe jogou bonito mais uma vez e não depende apenas do craque. Também venceu por 2 a 1!

Entre os menores, o Guarani voltou a ser gigante e encheu o bugrino de esperança no Brinco de Ouro. Pena que foi derrotado por 3 a 0 para o Atlético Sorocaba.

Você que não viu os jogos no fim de semana porque estava mais ocupado devorando os ovos de chocolate da Páscoa que ganhou, não acredite em tudo, já que hoje, dia primeiro de abril, é o dia da mentira.

ATENÇÃO: NESSA COLUNA, APENAS OS PLACARES SÃO VERDADEIROS

Fabuloso, Léo e Imperador: viraram personagens!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Depois de tentar escolher um tema recente para escrever no blog cheguei à conclusão: o futebol brasileiro está parado no tempo. E não estou dizendo isso apenas pelo futebol modorrento apresentado pela Seleção, nem pela falta de qualidade do clássico entre Palmeiras e Santos, o resumo do Paulistão. É porque a pauta se repete nas piores coisas!

Luis Fabiano fez gol na vitória contra o Bragantino e não comemorou. Desabafou contra o futebol depois de ter sido suspenso pela Conmebol por quatro jogos por expulsão na Libertadores, contra o Arsenal (ARG). Não é novidade que ele fique suspenso nas horas mais importantes, muito menos que desconte suas frustrações pessoais via imprensa, isentendo sua responsabilidade nos atos. A resposta dentro de campo ainda é muito discreta.

Léo teve a cara de pau de falar depois de um Palmeiras X Santos de dar vergonha. Disse que o titular é ele, apesar de muitos estarem fazendo propaganda do jovem Emerson Palmieri. Mais um dos chilique “contra tudo e contra todos” do veterano. Mas e se tiverem? Ninguém tem o direito de achar que o garoto está melhor que o ex-incansável Guerreiro? A resposta dentro de campo ainda é muito discreta.

O Palmeiras revelou que foi procurado por Adriano no início do ano. Surgem de novo discursos de ajuda humana, de uma nova chance para o ex-jogador, de sonho que mesmo nessas condições o Imperador ainda é melhor do que qualquer centroavante do Palestra Itália. A resposta dentro de campo ainda está muito longe de ser discreta, inexiste faz tempo!

Personagens que já perderam a força diante da repetição de atitudes que não condizem com os ídolos que foram. É fácil colocar a culpa na imprensa, difícil é assumir o erro e mudar de postura.

Enquanto isso o Palistão continua não valendo nada, a arbitragem uma bagunça a ponto de tirar Seedorf do sério – o holandês foi expulso pela segunda vez em sua carreira todo de forma bizarra no jogo do Botafogo contra o Madureira, pelo Carioca, e José Maria Marin intocável na CBF…

Imagine na Copa!

Qual dos paulistas apresenta o melhor ‘padrão de jogo’ ?

sexta-feira, 15 de março de 2013

Termo muito utilizado pelos amantes do futebol, padrão de jogo é difícil de ser analisado de forma criteriosa. Cada um tem sua visão do quanto a tática implantada pelo técnico surte efeito dentro de campo.

Vou tentar nesse post dar a minha visão sobre os três paulistas que jogaram durante a semana: Corinthians, Palmeiras e São Paulo, além de um pitaco sobre o Santos.

Sem dúvida o Corinthians é o time que possui um padrão tático mais sólido, também ajudado pela sequência de Tite no clube. Uma pequena mudança para esse ano foi a saída de Jorge Henrique para a entrada de Renato Augusto. O primeiro chegava como terceiro atacante com a posse de bola e recompunha a marcação sem ela; já o reforço tem mais dinâmica e força física, se espalha por todos os cantos com mais cadência e técnica. Outra alteração foi Pato na vaga de Sheik, mais presença de área, mais retenção da bola no ataque e menos correria. Ou seja, esse Timão tem ainda mais poder de posse de bola e qualidade para esperar a movimentação certa ocorrer antes do último passe para o gol.

O Palmeiras de Gilson Kleina tem problemas, mas tem mais padrão tático do que o time de Felipão – que ganhou uma Copa do Brasil com a bola parada e sorte. O que seria esse padrão? No meu modo de ver a equipe é bem postada em campo, faz a bola passar de pé em pé girando de um lado para o outro. O meio tem se movimentado bastante, tanto na marcação quanto na articulação. O problema do Verdão é a falta de qualidade técnica individual, que faz a diferença na hora do último passe e da finalização. A equipe sempre tem chance de vencer, mas não consegue liquidar quando é preciso.

Durante os jogos do meio de semana quem mais me preocupou foi o São Paulo. Ney Franco tem jogadores técnicos e experientes. Contra o Arsenal, na Argentina, o comandante tentou escalar um 3-5-2 que deixou os atletas completamente perdidos. O esquema 4-3-3 que deu certo no ano passado, já não é o mesmo sem Lucas. Pior, o Tricolor ficou dependente da velocidade de um jogador para levar a bola indivuidualmente do meio ao ataque. Lucas fez isso bem, hoje Osvaldo e Jadson são os responsáveis, mas é pouco. Laterais que sobem desgovernados e não marcam, volantes que erram o primeiro passe e um maestro – Ganso – que se movimenta pouco e some no jogo. O São Paulo talvez seja o mais desorganizado os três, porém, com atletas melhores que o Palmeiras.

O Santos está estagnado taticamente faz tempo com Muricy Ramlho. Porém, com os reforços de 2013 já existe melhora. O losângo que o treinador tanto gosta finalmente funciona com dois volantes pelos lados que sabem sair jogando e chegam para concluir. O cabeça de área, Arouca, desarma bem e sai jogando com técnica, também sobe bastante. Muricy quase colocou tudo a perder quando tentou colocar o parado Marcos Assunção na vaga de Renê Júnior, mas resolveu dar sequência ao padrão desenhado na pré-temporada.

É hora de descontaminar o Palmeiras! Expulsem as facções do clube!

quinta-feira, 7 de março de 2013

Cheguei cedo na redação para escrever um post no blog sobre Kleber e o gol perdido na Argentina, na derrota do Palmeiras para o Tigre. Porém, logo recebi as notícias do repórter Caio Carrieri, outro triste episódio de violência envolvendo uma organizada que afunda cada vez mais o clube.

Jogadores encurralados no aeroporto argentino, agressão, intimação… coisa de bandidos disfarçados de torcedores.
Ao LANCE!, o presidente Paulo Nobre disse recentemente que não ajuda a organizada financeiramente e é linha dura contra esse tipo de prática. Talvez esse seja mais um agravante para desencadear o processo de ebulição contra a diretoria e equipe.

Não aceito qualquer tipo de argumento que amenize a situação dessa máfia organizada. Eles não amam o Palmeiras, mas sim os seus interesses e o que ganham por esses interesses. Se tivessem um pingo de respeito pela grandeza do Verdão, já teriam percebido que esse tipo de atitude acaba com qualquer suspiro de reconstrução.

A saída de Vagner Love, Diego Souza e outros jogadores nos últimos anos apequenou o Alviverde. Prova disso é a rejeição de atletas medianos recentemente, que temem chegar ao Palestra Itália e sofrer com a facção organizada.

Volto a reiterar que a Mancha Alviverde está lotada de gente contaminada. O time foi aplaudido pela garra no clássico contra o Corinthians e agora já não presta?

Torcedores de verdade, salvem o Palmeiras! Expulsem esses bandidos do clube, antes que seja tarde demais!

Barcos fora… mais do mesmo. Foi bom para quem?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A transferência de Barcos para o Grêmio caiu como uma bomba para a torcida do Palmeiras. Se o negócio fosse feito por Arnaldo Tirone, ele estaria frito! Porém, como foi feito por Nobre e Brunoro, dividiu as opiniões dos palestrinos.

O primeiro ponto é a velada vontade de Barcos sair. Já escrevi sobre isso em outra coluna. Acho que faltou honestidade ao argentino em externar de uma vez que não quer defender o clube na Série B em nenhuma hipótese.

Considerada a insatisfação de Barcos e a dívida que o Verdão tem com ele e a LDU (EQU), a negociação teria que ser feita enquanto a janela de transferências para o exterior tivesse aberta, e uma proposta financeira seria muito mais vantajosa.

O pacote com o Grêmio foi um ato de desespero de um clube que sofre para fechar acordo com jogadores medianos tentando matar cinco problemas de uma só vez. Um ato que não condiz com a grandeza da Sociedade Esportiva Palmeiras, e sim de um clube do interior em início de temporada.

Penso cá com meus botões: será que o Grêmio aceitaria Leandro Amaro, Fabinho Capixaba, Márcio Araújo, Patrik e Maikon Leite por Marcelo Moreno? Acho que não! E a liquidação no Palestra Itália segue. Alguém oferece cinco jogadores medianos por Henrique? Dou-lhe uma, dou-lhe duas…

Outro detalhe, se contamos a insatisfação de Barcos como ponto importante, o que dizer de Marcelo Moreno, que não queria sair do Grêmio? Ouvir o pai do boliviano falar que o Palmeiras é um clube fracassado, logo após o anúncio de Brunoro, foi surreal. E sem ele no pacote a transação é ridícula, tal quanto o papelão da diretoria alviverde, que pareceu aquele menininho inocente enganado na troca de figurinhas e só percebeu quando chegou em casa.

Os estusiastas que me desculpem, mas esse pacotão não é a salvação da lavoura. Isso me parece mais uma tentativa de se apequenar para melhorar.

Um time com mais do mesmo, um time comprado em um saldão de garagem. É triste…

Os reinos devastados de Palmeiras e Vasco

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Costumo dizer que se o título do Brasileirão não escapasse das mãos do Palmeiras em 2009, a reestruturação do clube poderia ocorrer por outro caminho, muito menos espinhoso. O mesmo serve para o Vasco.Oque teria acontecido se Diego Souza tivesse marcado o gol diante de Cássio nas quartas-de-final da Libertadores do ano passado, contra o Corinthians?

Vamos tentar tirar o peso apenas das costas do jogador e analisar a derrota do conjunto, mas o clube cruz-maltino, que esboçava estar voltando aos trilhos, não estava preparado para uma derrota tão dura.

Tanto o Palmeiras quanto o Vasco ainda sofrem efeitos de Mustafá Contursi e Eurico Miranda, presidentes que transformaram seus respectivos mandatos em regimes ditatoriais. Os sucessores então não têm culpa por terem assumido após a era obscura? Claro que sim, porém, os seguidos fracassos também servem de índice para mostrar o quanto é uma missão árdua construir um estado democrático em um ambiente que, por anos, foi dominado por um sistema monárquico corrompido pelos interesses de minoria corrupta.

O Verdão começou a sofrer os efeitos da ebulição política em 2002, quando foi rebaixado, ainda com Mustafá. De lá para cá, um título do Paulistão, em 2008, e uma Copa do Brasil, em 2012, ofuscada pelo novo rebaixamento no Brasileiro logo após a conquista. Já o Vasco caiu no Nacional em 2008 e foi campeão da Copa do Brasil em 2011. Ambos deram sinais de reação e poderiam ser impulsionados por vitórias para desencadearem movimentos de reestruturação. Sem sorte, terão de voltar a ser grandes pelo modo mais difícil: nas derrotas.

Os irmãos Gustavo e Murilo, um palmeirense e um vascaíno, me perguntam angustiados sobre as contratações para 2013. Coitados!