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Reações pela queda de um ‘quase ídolo’

sábado, 18 de maio de 2013
Barcos, Luxa e Vargas em treino do Grêmio

Barcos, Luxa e Vargas em treino do Grêmio

A semana que passou começou com tristeza e frustração dos palmeirenses pela eliminação na Libertadores, na terça. A decepção foi aliviada na quarta, com a queda do maior rival. Na quinta, saborearam a derrota do Grêmio, de Barcos.

A enxurrada de mensagens dos palmeirenses nas redes sociais após a derrota gaúcha expôs de novo uma negociação ainda mal digerida. A bronca de muitos ainda é com a diretoria alviverde, mas a maioria não perde a chance de disparar contra o Pirata. Sentimento legítimo de torcedor, que viu o melhor camisa 9 alviverde dos últimos anos morrer na mesma fase em que caiu o Verdão.

O Palmeiras, talvez, tivesse ido além do Tijuana se tivesse um atacante da qualidade de Barcos. Mas é curioso notar que os números do argentino no Grêmio estão abaixo do que se esperava. O Pirata fez apenas cinco gols no Sul (dois pelo Gauchão e três pela Libertadores). No Verdão, ele tinha três, em fevereiro, antes de sair.

Leandro, que chegou à Academia no polêmico “pacotão”, balançou a rede seis vezes. Detalhe que o garoto só jogou Paulistão (mas não se esqueçam que o bom Leandro ainda é do Grêmio!).

Barcos saiu para ganhar mais, recebeu dinheiro que o Palmeiras lhe devia e foi para um time melhor. Mas não conseguiu, ao menos neste início de trajetória no Sul, resultados expressivos. Caiu exatamente como o Alviverde, que está na rejeitada Série B, mas jamais terá menos visibilidade.

O outro lado da queda do Grêmio: Luxa está ameaçado no cargo. Nobre e Brunoro são fãs de carteirinha do ex-palmeirense, que muita gente no Palestra não quer ver de novo nem pintado.

O irritante e real fantasma do Pirata

sexta-feira, 15 de março de 2013
Kleber perdeu gols e passou mais um jogo em branco contra o Paulista

Kleber perdeu gols e passou mais um jogo em branco contra o Paulista

O torcedor do Palmeiras não quer mais lembrar de Barcos, não gosta de ouvir menções ao atacante do Grêmio e alguns ainda tentam achar que o negócio foi bom (não cabe mais entrar neste mérito). Mas nenhum palmeirense pode esconder que sente saudade quando liga a TV e vê o Pirata no Sul. Por mais que fique irritado com isso.

A irritação vai além graças ao mau início de Kleber, o herdeiro da camisa 9. Já não há paciência no torcedor e resta saber se o atacante, ainda fora de forma, conseguirá desencantar. Hoje, não dá sinais disso. Lento, perde gols. Na última quinta, diante de um Paulista com dois a menos, era jogo para Kleber mudar sua sorte. Teve chances para isso, mas falhou.

Pior do que a falta de gols é o futebol demonstrado pelo atacante nas quatro partidas que já fez com a camisa do Verdão. Barcos, há um ano, iniciou a trajetória contra XV de Piracicaba, Ituano, Guaratinguetá e Oeste. Fez dois gols, sendo um de pênalti. Não brilhou, mas deixou claro já nos primeiros toques na bola que daria conta do recado no clube.

O fantasma do Pirata, que tanto irrita os palmeirenses, só torna a missão de Kleber mais complicada. O atual camisa 9 não tem só a tarefa de se tornar artilheiro num clube pressionado. É o substituto de Barcos. E, não tem jeito, cada gol perdido faz o torcedor lembrar do argentino que partiu.

O Palmeiras passou anos atrás de um grande camisa 9. Conseguiu. Impossível ou possível de segurá-lo na Academia, o fato é que o palmeirense não tem hoje o centroavante que gostaria. Será que Kleber vai tirar esse saco pesando toneladas das costas?

Postura de quem sabe o seu tamanho

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
José Carlos Brunoro esteve na redação do LANCE! nesta semana

José Carlos Brunoro esteve na redação do LANCE! nesta semana

José Carlos Brunoro comentou, bem humorado, em entrevista a este LANCE!, publicada ontem: “Meu analista disse que eu poderia assumir o clube como Messias e terminar como Mártir”. Nem um, nem outro.

O palmeirense não deve olhar para o diretor como um enviado dos céus que chegou para salvar terra arrasada. Como não deve apedrejá-lo em praça pública. Não cabem julgamentos extremados em um mês de trabalho.

Há quem veja em Brunoro o salvador desde o dia de sua apresentação. Como houve apedrejamento no “caso Barcos”. Ainda que se avalie como erro a polêmica negociação (continuo achando falha grave a liberação do Pirata sem o acerto com Moreno), não dá para achar que o mundo acabou e que o ele deva ser decapitado.

Erros e acertos virão, como acontece com qualquer profissional. Os bons erram pouco, e Brunoro, assim como Paulo Nobre, tem ainda dois anos pela frente.

O fato é que, concorde você ou não com as primeiras decisões, Brunoro tem tido uma postura íntegra no início de trabalho. Não foge de questionamentos, dentro do que é possível de responder. Tem discurso claro, sem hipocrisia e ilusão para o torcedor.

Brunoro mostra convicção sobre o que está sendo feito na Academia. Merece tempo. Foi justamente cobrado por explicações no “caso Barcos”. E deu suas respostas. Até admitiu falha por Moreno escapar. Vida que segue.

“A torcida é pura emoção. Pressão faz parte”. Brunoro sabe que não ocupa um cargo qualquer, e nem ganha pouco por isso. Tem, sim, de ser cobrado. É Palmeiras. Mas neste início merece crédito.

Ao torcedor, resta o de sempre: apoiar

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Torcida do Palmeiras sentiu baque com a saída de Barcos, mas a vida continua na arquibancada

Torcida do Palmeiras sentiu baque com a saída de Barcos, mas a vida continua na arquibancada

O torcedor palmeirense passou o Carnaval de cabeça quente. O presidente Paulo Nobre ainda não deu nenhuma declaração sobre a negociação de Barcos. E conforme os dias passam fica cada vez mais claro que houve um grande erro ao liberar o ex-camisa 9 sem acertar com Marcelo Moreno, a principal peça do pacote gremista.

Os outros quatro jogadores do Grêmio e o dinheiro (cerca de R$ 7 milhões) não compensam a perda de Barcos para o Palmeiras. O sangue alviverde esquentou, dentro e fora do clube. Há extremistas pedindo até cabeça de José Carlos Brunoro, em 20 dias de trabalho.

Exagero. É preciso cobrar, sim, os dirigentes. Mas olhar para frente. Barcos não voltará. E nesta quinta o Verdão volta a entrar em campo por uma Libertadores. Os que ficaram e vestirão a camisa do Palmeiras nada têm a ver com as falhas dos seus dirigentes.

Ao torcedor, resta fazer o de sempre no Pacaembu: apoiar. Foi isso que o palmeirense de bem fez nos melhores e piores momentos da história. Terá de fazer outra vez, apesar das mínimas perspectivas de sucesso na competição.

O Palmeiras vai se reerguer apenas com trabalho fora de campo (Nobre & Cia. terão chances para superar o erro) e apoio da arquibancada. A vida continua.

O elenco atual é fraco e terá dificuldades, não apenas na Libertadores. Gilson Kleina começa o torneio sul-americano com somente três atacantes em condições de jogo: Vinícius, Caio e Emerson. Como cobrá-lo assim?

Mas o palmeirense, que vive no limite da paciência há 13 anos, tem de esquecer Barcos. Pedidos de “calma” de dirigentes não colam mais. Só que atitudes extremadas agora só irão piorar as coisas. Quem for ao Pacaembu, amanhã, terá de apoiar os atletas.

Lista fraca não só para a Libertadores

domingo, 10 de fevereiro de 2013
Paulo Nobre apresentou Brunoro na última quinta-feira na Academia

Paulo Nobre e Brunoro terão ainda mais trabalho paa reforçar o elenco do Palmeiras

* Coluna “Papo da Academia” do LANCE! deste domingo

Prass, Ayrton, Maurício Ramos (Vilson), Henrique e Juninho; Márcio Araújo, João Denoni (Souza), Wesley e Valdivia; Maikon Leite e Kleber.

Essa será a base do Palmeiras na fase de grupos da Libertadores, na melhor das hipóteses (nenhum jogador se machucar). Valdivia e Kleber, por exemplo, não devem estar em campo na estreia de quinta-feira, no Pacaembu.

Nem em pesadelo é o time que o palmeirense esperava no retorno à competição sul-americana. Leandro Amaro, que começou 2013 dispensado, ganhou uma vaga diante do momento caótico.

O resultado prático da bomba de sexta para o torneio foi a troca de Barcos, ex-melhor atacante do Palmeiras, por um zagueiro. Sem palavras, a nova diretoria deixou claro ao torcedor que abriu mão da competição sul-americana. E ainda varou a noite em negociações para inscrever a tempo o novo e ótimo camisa 28 do Grêmio.

Barcos não faria do Verdão um candidato ao título da Libertadores. A saída da referência do time e da torcida fazem do clube um candidato ao fiasco, não apenas no torneio sul-americano.

Kleber, o novo 9, só tem contrato até junho com o Palmeiras. O grande objetivo de 2013 é voltar para a Série A. Mas até mesmo para jogar a fraca Série B com tranquilidade é preciso de mais qualidade. O pacotão aberto do Grêmio também não resolverá nada.

O certo é que foi um baque no torcedor

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Barcos não é mais jogador do Palmeiras: um ídolo a menos para o sofrido torcedor

Barcos não é mais jogador do Palmeiras: um ídolo a menos para o sofrido torcedor

Fui xingado por alguns palmeirenses há um mês quando escrevi neste mesmo espaço a coluna com o título: “”Barcos até julho ou até 2016? A ver…”.

O Pirata tinha prorrogado seu contrato, com um ótimo aumento. Ilusão era acreditar que esse contrato, um dia, não seria rompido. Já foi, até antes do que se imaginou.

Barcos, que sempre teve conduta impecável no campo, não queria ficar para a Série B. Só pessoas cegas pela paixão não viram isso. A renovação era só um pretexto para um aumento (leia-se uma grana a mais até uma proposta chegar). Multa rescisória astronômica, quando alguém quer sair, infelizmente não vale nada na prática.

É o primeiro ponto da questão: o Pirata não queria continuar. Os erros de Barcos foram frases do tipo “2013 é nosso” aos iludidos palmeirenses.  Atitude de ídolo pirata.

O segundo ponto: o Palmeiras quer enxugar sua folha, e encher o elenco. Ao estilo “bom e barato” de Mustafá Contursi, que ajudou a eleger o presidente Paulo Nobre. O erro de Brunoro: dizer com todas as letras na noite de quinta que Barcos não sairia. Atitude amadora.

Barcos queria sair, o Palmeiras queria vender, para se livrar de dívidas e arrecadar. Mas que vendesse por um bom negócio, mesmo que o baque por perder um ídolo (ou candidato a ídolo) não tenha preço para o torcedor, já bem castigado.

O negócio feito é horroroso. Seria menos ruim com Marcelo Moreno. Sem, é uma aberração. Aberração do tamanho da atitude da diretoria, que anunciou a venda do Pirata sem fechar com os gremistas envolvidos na troca. O torcedor palmeirense segue sem esperanças, sem time e sem ídolo.

O bom início da gestão de Paulo Nobre e José Carlos Brunoro durou 15 dias. Azar do palmeirense que festejou contratação de dirigente como reforço que veste camisa 10.

Barcos até julho ou até 2016? A ver…

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Barcos é o principal jogador do Palmeiras neste início de temporada

Barcos é o principal jogador do Palmeiras neste início de temporada

* Coluna “Papo da Academia” do LANCE! desta sexta

Depois de idas e vindas e precipitação de Arnaldo Tirone, Barcos, enfim, assinou seu novo vínculo e conseguiu o reajuste que queria. E também merecia, por que não?

Mesmo tendo um contrato anterior até 2015, era justo o reconhecimento por parte do clube depois do grande ano do Pirata. Justo e necessário, para evitar assédio maior de interessados.

Ótimo que a lenga-lenga, ao menos por ora, vai terminar. Por ora. O novo acordo não pode servir de ilusão. A elevada multa e o vínculo até o fim de 2016 não são garantia de que Barcos jogará por mais quatro anos no Palmeiras.

Ficou mais do que claro que o desejo de seu irmão, David Barcos, era conseguir um aumento para o seu cliente, o que, com ética, é normal. Também ficou evidente que a ideia é, sim, arrumar um clube europeu para o camisa 9 depois da Libertadores. Uma boa proposta em julho, quando a janela de transferências é mais quente, pode fazer o filme velho voltar.

“Paga a multa e leva”, alegam os torcedores. Na prática, não é assim que funciona. Toda essa negociação, com multa maior ou menor, teve como objetivo uma só coisa: dar um aumento ao atleta.

Agora, sem propostas, é jogar, algo que Barcos já mostrou que sabe fazer muito bem. O Pirata já deu diversas provas, no campo, de seu comprometimento com a camisa que veste. Sempre respeitou o torcedor. Só ficou fora da equipe por convocações, raras suspensão e uma rara apendicite, em julho.

Hoje, é um grande candidato a ídolo. E referência para os mais jovens. Mas só ele não basta. Barcos precisa de um time. Ou então seus gols valerão para pouca coisa.

Lista, novas saídas e o Verdão de 2013

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Torcedor do Palmeiras está preocupado com a montagem da equipe em ano de Libertadores e Série B

A lista de dispensas divulgada na última quinta pelo Palmeiras não teve surpresas. Dos que vinham sendo “úteis” (atenção às aspas), os oito agora oficialmente fora já estavam em listas antes noticiadas. Leandro, João Vitor, Daniel Carvalho e Obina, com contratos a terminar, Wellington, Patrik e Leandro Amaro, ainda com vínculos, não tinham mesmo condições de continuar.

Mas é bom destacar que essa é apenas a primeira barca a partir da Academia de Futebol. Até dezembro, Román, Artur e Thiago Heleno devem seguir o mesmo caminho. Só o último ainda divide opiniões entre os ilustres dirigentes do Palmeiras. O zagueiro sempre correspondeu em campo. A questão é que vinha entrando pouco em campo e sua conduta disciplinar não agrada Kleina.

Marcos Assunção e Fernandinho devem renovar seus contratos, com justiça. O último merece nova chance. Fez bons jogos antes de sofrer uma grave contusão. O estranho é o Palmeiras querer renovar com Correa. Nada contra o volante, que gosta do clube e se dedica. Mas não há futebol que justifique um novo contrato.

Agora, é preciso contratar. E bem. Do gol ao ataque. Henrique, Wesley, Assunção e Barcos são bons pilares para o início da reconstrução em campo. Mas só eles não vão sustentar a equipe. Quem arma? Quem joga ao lado do Pirata?

Até o dia 21 de janeiro, isso é trabalho para Tirone & Cia. Apertem os cintos!

As lembranças dos grandes camisas 9

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Barcos tem de continuar no Palmeiras em 2013: grande chance de virar um ídolo da torcida

* Coluna “Papo da Academia” do LANCE! desta quinta

Nasci em 1982. As lembranças do futebol começam por volta de 1988, 89… O maior camisa 9 que vi jogar: Romário. Seu nome deveria ser o primeiro a aparecer depois da palavra artilheiro em qualquer dicionário.

Nesses anos, que não são tantos, vendo futebol também não tenho dúvida alguma ao dizer qual foi o maior camisa 9 que vi jogar pelo Palmeiras. O nome dele é Evair.

Barcos nem de longe é Romário. Também ainda está muito distante de Evair, apesar das semelhanças físicas dentro de campo. Os mais eufóricos comparam o argentino com o ídolo. Mas é preciso calma. Evair tem uma coleção de medalhas, é o sexto maior artilheiro da história do Palmeiras, com 127 gols. O Pirata precisa balançar a rede mais 99 vezes para empatar com “El Matador”. No pique de Barcos, daria para chegar perto, sim, em mais dois anos de contrato. Na Série B, então, faria gols, gols e gols…

A distância enorme para Evair não impede que o argentino seja, sim, um dos melhores camisas 9 que vi defender o Alviverde ao longo de mais de 20 anos. É artilheiro e técnico. E tem alma, o que conta muito para o torcedor. Foi um achado. Acerto raro desta direção.

Há tempos o Palmeiras não via um jogador com tamanho potencial para ser ídolo (não se compara a Valdivia). Oséas, um dos bons 9 que vi no Palestra, fez 65 gols em quase três anos, num timaço. Foi um vencedor. Num time rebaixado, Barcos já fez quase metade. Quantos gols ele não faria em 99, aliás?

Segurar o Pirata é obrigação.

Não se trata de ‘moral’ contra ‘imoral’

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Barcos foi centro da polêmica que ainda rende discussõesA polêmica ainda rende. A discussão sobre o que aconteceu no Beira-Rio, no sábado, é justa. Uma pena é que boa parte dela tenha ficado no campo do “pró e contra” o gol de mão de Barcos. Os defensores da “moral” contra os “imorais”. Acho simplista, e esse não é o ponto principal. Qualquer pessoa em pleno juízo não quer ver validado um gol claramente irregular. Parece óbvio.

Diante dos fatos, o que faz o STJD? Vai punir a arbitragem que não conseguiu ver absolutamente nada no lance? Vão apurar as evidências de inteferência da televisão na decisão? Vão investigar, e punir se preciso, o tal delegado?

Deveria. Mas parece ser pouco interessante, afinal, como mostrou o LANCE! nesta terça, árbitros relatam em “off” que usam a televisão de forma ilícita há tempos. Investigar, punir, criar regras, dá trabalho, não é mesmo?

Um precedente já está aberto. O próximo clube que sofrer um gol claramente ilegal e ver o árbitro validá-lo estará no seu direito em se rebelar. E retardar o reinício da partida à espera do “esquema NFL”.

Não sou a favor do pedido de anulação da partida, feito pelo Palmeiras. O que não quer dizer que tudo o que se passou não mereça a devida investigação. Se vamos tornar legal o uso da TV, ótimo. Aliás, não dá mais para a Fifa fazer vistas grossas à tecnologia.

Quem viu o lance na TV achou que houve pênalti em Barcos? Colorados, aliás, dizem que nem escanteio foi. Vira bagunça. Está na hora de se criar regras, e usar as imagens. Nada disso tem a ver com “achar bonito” fazer um gol com a mão.