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Arquivo da Categoria ‘Torcida’

Falta mobilização e força nos bastidores

domingo, 9 de junho de 2013

O Palmeiras foi muito prejudicado contra o Sport. O escanteio, a bola na mão de Nunes e a falta de Magrão em Leandro foram muito claros. Mais uma vez foi contra o Alviverde. Assim como há um mês foi a vez do Corinthians. Assim como acontece com todos os outros.

O problema maior é que os clubes só se importam quando são eles os prejudicados. Já passou da hora de todos se mobilizarem para mudar e tentar melhorar o nível da arbitragem. É o momento de deixar rivalidade de lado e pensar no bem do futebol. Todos já foram prejudicados e ajudados. Enquanto não houver uma atitude por parte das diretorias, nada vai acabar.

Com relação ao Palmeiras, já faz tempo que falta força ao clube nos bastidores. É inadmissível permitir que no jogo mais importante de toda a Série B, dado o tamanho dos dois clubes, um árbitro inexperiente como Wagner Reway seja o comandante. Além disso, a postura de não reclamar publicamente da arbitragem deixa o time mais

Conheça o trio do Londrina que interessa ao Palmeiras

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Com a palavra:
Thiago  Mossini
repórter da ‘Folha de Londrina’

O trio apareceu no Iraty-PR. Wendell chegou ao Londrina em 2011 e, mesmo com pouca idade (19 anos atualmente) já foi titular logo de cara. É um jogador muito rápido e habilidoso, que surpreende sempre com suas arrancadas na diagonal da lateral para o meio do campo. Seu ponto fraco é a finalização a gol.

Bruno virou dono do meio do Londrina este ano, após um 2012 inconstante. É o cobrador de faltas e escanteios do time. Antes reserva, Wéverton agarrou chance no ataque com habilidade e velocidade.

Relação com o elenco é a maior qualidade de Kleina

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Gilson Kleina não é um dos principais técnicos do futebol brasileiro e tem até algumas de suas decisões de campo bastante contestadas. Ainda assim, o comandante alviverde ganha muitos pontos por conta de sua boa relação com o elenco.

Ele caiu para a Série B, fez uma reformulação no grupo entre 2012 e 2013, mas nada disso serviu para que ele perdesse seu prestígio. Já no terceiro jogo do ano, ele foi abraçado por Valdivia, um dos principais jogadores do Verdão.

A derrota para o Mirassol o colocou mais uma vez em xeque. Parte do pacto firmado pelos jogadores após os 6 a 2 contava com a intenção de se doar por Kleina.

Felipão, por exemplo, tem um currículo muito mais vitorioso do que o atual treinador, mas o fim de sua passagem pelo clube ficou marcado pela falta de resultados no Brasileiro e o desgaste com o elenco. Kleina não é brilhante, mas a parceria com seus comandados pode render frutos ao time.

Eterno desafio de fidelizar o torcedor

terça-feira, 7 de maio de 2013
Torcida do Palmeiras vai lotar o Pacaembu mais uma vez na próxima terça

Torcida do Palmeiras vai lotar o Pacaembu mais uma vez na próxima terça

O Palmeiras anunciou na segunda a venda de 14 mil ingressos, todos por meio do programa de sócio-torcedor, para a partida contra o Tijuana. O clube segue seu caminho para melhorar o Avanti e fidelizar os palmeirenses de forma definitiva, por mais lucro.

Não tem jeito, não tem como fugir. É usar modelos que estão dando certo para encher estádios, facilitando a vida do torcedor.

É um exemplo que vem sendo dado pelo arquirrival Corinthians. Não vê quem não quer. O Alvinegro conseguiu algo raro no país: enche estádio até mesmo em jogos sem importância, com times reservas. Pelo simples fato de que a compra de tais ingressos dá benefícios no programa de sócio-torcedor. O modelo do Palmeiras não é idêntico, mas o clube tenta acertar falhas para avançar.

Já são anos e anos tentando fazer um programa que agrade.

A nova diretoria tem meta de reformular, aos poucos, o atual Avanti para chegar em 40 mil sócios-torcedores no fim de 2013 (o Corinthians tem 106 mil, com cerca de 70 mil adimplentes).

Há quase dois meses, o Verdão contabilizava cerca de 10 mil sócios em dia com os pagamentos. Os 13 mil ingressos vendidos de agora, a mais de uma semana do jogo, mostram um acréscimo. O que não pode haver é a “fuga” deles, depois. Muitos só se associam só por causa da importância do jogo. Em 2012, 26 mil sócios-torcedores compraram bilhetes para a final da Copa do Brasil. Depois…

O Avanti já apresenta benefícios reais aos sócios. Há muito o que melhorar. Ainda há reclamações de relacionamento com clientes, etc… Mas é o caminho.

100 jogos e sem público: é preocupante

sexta-feira, 22 de março de 2013
Poucos torcedores foram ao Pacaembu para ver o Verdão na última quarta

Poucos torcedores foram ao Pacaembu para ver o Verdão na última quarta

O pré-jogo na Rua Turiassu, o sentimento de estar em casa, a Turma do Amendoim e o trajeto abaixo dos “jardins suspensos” até o último degrau da arquibancada deixam qualquer palmeirense com saudade. Na última quarta, lá se foram 100 jogos como mandante do Palmeiras em quase três anos longe do Palestra Itália, a única e eterna casa da torcida alviverde.

Ficar sem estádio é um problema, não apenas financeiro. O Verdão passou os primeiros anos sem teto migrando entre Canindé, Barueri e Pacaembu até se firmar de vez, felizmente, no último. Não se esqueçam que houve um clamor dos torcedores pelo Municipal.

Mas o terceiro ano sem casa passa por fase preocupante. Como mostra o L! de hoje, o Palmeiras tem, com sobras, a pior média de público entre os quatro grandes paulistas. Encarar isso com normalidade é se apequenar.

Sim, o Verdão tem o pior elenco entre eles, não tem um ídolo, nem craques. Sim, o Verdão está sem casa. Sim, o Verdão está na Série B. Está frio, chove… Nada disso justifica um clube com a quarta maior torcida do Brasil levar prejuízo (R$ 20 mil) num jogo no Pacaembu, apesar da geral falta de interesse pelo Paulistão. O ingresso não é o mais caro entre os grandes e a campanha é boa.

Onde estão aqueles que pregam o “amor sem divisão”? As incompetentes gestões têm toda culpa pela fase atual do clube, pelas faltas de perspectiva e esperança, o sócio-torcedor não embala… Certo. Mas ficar só arrumando desculpas é esconder o outro lado do problema. Ninguém esperava por 25 mil pessoas na quarta. Mas 4.160 (como os 3 mil de outro dia, os 5 mil de outro) é ridículo.

Chuva e ingresso caro afastam torcida do Anacleto

domingo, 17 de março de 2013
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Anacleto uma hora antes do jogo (FOTO: Fellipe Lucena)

Cerca de uma hora antes de a bola rolar para São Caetano e Palmeiras, às 16h, a movimentação de torcedores é pequena no Anacleto Campanella. A chuva constante que atinge o ABC Paulista neste domingo e o alto preço dos ingressos afastaram o público do estádio.

A entrada mais barata, para as arquibancadas (tanto mandante quanto visitante), custa R$ 80. Nas bilheterias, que continuam abertas, a movimentação é pequena.

A reportagem do LANCE!Net não localizou nenhum cambista nas imediações do local, onde os poucos torcedores presentes se protegem da água embaixo do toldo em uma padaria. O comércio mais agitado é o de capas de chuva, a R$ 5.

Dentro do estádio, por enquanto, há menos de 300 pessoas. A maioria torce para o Palmeiras, mas não há faixas de organizadas.

Nobre não deixou passar a chance

quarta-feira, 13 de março de 2013
Paulo Nobre mostra pulso firme para punir os violentos da torcida

Paulo Nobre mostra pulso firme para punir os violentos da torcida

A diretoria do Palmeiras sabe que, na Justiça, os baderneiros de Buenos Aires não devem ter grandes punições por suas “lesões corporais leves”. Mesmo assim, levou o caso à polícia, contra a Mancha Alviverde, numa atitude rara. Colocou o dedo na ferida, também cortando regalias com transporte e ingressos (talvez seja a “real” punição).

Paulo Nobre tenta resolver um problema. Algo que outras diretorias não fizeram e outros clubes não fazem. Sem entrar nos detalhes do complexo “caso Kevin”, o Corinthians, há dois anos, viu marginais apedrejarem um ônibus da equipe em frente ao CT.

Seria fácil identificar as pessoas pelas imagens. Mas teria de prestar queixa, o que não aconteceu. Enquanto diretoria e muitos torcedores do Palmeiras pedem um basta, no maior rival há uma certa proteção à Gaviões da Fiel por parte do clube e de parte dos torcedores “comuns”. Quem tolera os violentos não pode reclamar quando é vítima da violência.

Paulo Nobre está comprando uma briga e, com certeza, será alvo dos insatisfeitos. Não adianta falar em extinção da Mancha, o que já aconteceu e nada resolveu. É preciso punir quem age como bandido, atrapalha o clube e mancha a imagem daqueles que estão na torcida e se dizem do bem. E não há dúvidas que há pessoas do bem dentro da Mancha. Dizer o contrário é preconceito. Mas quem é do bem e assiste inerte quem é do mal agir não colabora para a melhora da entidade. Terá, sim, de conviver com os rótulos.

Quem sabe um dia as torcidas organizadas não voltem a ser formadas apenas por torcedores. É só um sonho, difícil de se realizar.

As figuras de sempre fazem o de sempre

sexta-feira, 8 de março de 2013
Integrantes da Mancha brigaram com os jogadores do Palmeiras, na quinta

Integrantes da Mancha brigaram com os jogadores do Palmeiras, na quinta

O senso comum após fatos lamentáveis como o de ontem é: “torcidas organizadas têm de acabar”. Resolve? A Mancha Verde já foi fechada, impedida de entrar em estádios. Voltou com outro nome. O que precisa acabar é a impunidade. Não adianta fechar torcidas e soltar os bandidos.

As figuras que aprontam e agridem no Palmeiras são conhecidas. Vivem na Rua Turiassu. Já agrediram, apanharam, foram a delegacias. E estavam livres fazendo turismo e aprontando na Argentina.

Algo drástico precisa acontecer. Paulo Nobre foi muito bem ao admitir que havia regalias. Parece óbvio, mas poucos dirigentes admitem. Foi melhor ainda ao acabar com qualquer benefício (se de fato eles acabarem). Torcedor quer privilégio? Que vire sócio-torcedor.

Mas comprou uma briga, que não é pequena. A Mancha faz parte, inclusive, da vida política do clube. Muitos vão dizer que há “gente do bem” na organizada. Tenho certeza que sim. Mas se os ofendidos querem mudar a imagem ruim precisam colocar para fora e identificar todos os marginais. Isso irá acontecer algum dia? Duvido.

Ontem, cheguei a sugerir que o Palmeiras abandone a competição. Só uma ideia, que não é simples. Haveria multa na Conmebol, e afastamento de futuras Libertadores. Seria loucura pagar tão caro. Mas não seria um marco? O clube diria que não tem mais condições de jogar. Processe a Mancha.

Utopia. O fato é que pessoas realmente de bem não aguentam mais. Não aguentam mais a impunidade, o falatório de sempre das autoridades. Os agressores não têm nem mais vergonha em dizer que queriam mesmo agredir determinado jogador. Mostram a cara e dão nome e sobrenome. É o fim…

Aproximação controlada

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Torcida do Palmeiras fez protesto após a queda contra o presidente Arnaldo Tirone

Mancha fez protesto no fim do ano passado contra a antiga gestão Arnaldo Tirone

A relação entre diretorias e torcidas organizadas sempre foi questão polêmica no futebol. Há questionamentos sobre os limites que se deve dar aos torcedores. Um clube profissional não pode ser refém de torcidas, mas também não pode ignorá-las.

José Carlos Brunoro, que ainda não completou um mês de Palmeiras, é visto por muitos palmeirenses como o “salvador”. Imagem que mudou um pouco depois da criticada venda de Barcos. Mas é inegável que o diretor-executivo tem certa empatia com os palmeirenses, algo que o próprio considera um patrimônio.

Pois Brunoro pretende conversar com torcedores organizados. Conversar, o que não quer dizer dar satisfação. “Pretendo até ter um papo com as torcidas. Explicar o trabalho, não para dar justificativas. Vamos mostrar o que estamos pensando. Aí fica a critério deles apoiar ou não”, comentou o diretor, ao LANCE!.

Já houve uma aproximação por parte da nova diretoria. O presidente Paulo Nobre esteve em um ensaio da Mancha Verde, escola de samba ligada à torcida Mancha Alviverde. “A única coisa que o Paulo fez foi ir ao ensaio da Mancha para o Carnaval. Era para eu ter ido junto, mas não deu tempo”, contou Brunoro.

A Mancha é a principal organizada do Palmeiras. Recentemente, foi criticada por “torcedores comuns” no Pacaembu por causa de xingamentos a Valdivia, na derrota por 3 a 2 para a Penapolense.

Cobrar menos é o mínimo que se espera

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Torcida do Palmeiras vai pagar menos para apoiar o Verdão no Paulistão

Torcida do Palmeiras vai pagar menos para apoiar o Verdão no Paulistão

O Palmeiras agradou o seu torcedor nos dois jogos mais importantes do ano até aqui, contra Sporting Cristal (PER) e Corinthians. Agradou no campo, com bom futebol e empenho. Mas estava devendo fora.

A nova diretoria tomou uma acertada decisão ao pedir para baixar o “piso” da FPF, que exige um ingresso mínimo de R$ 40 no Paulistão. Aproveita um suspiro de reação da equipe para levar mais torcedores ao estádio, cobrando R$ 30 na arquibancada e R$ 20 pela entrada no tobogã.

É um absurdo sem tamanho cobrar R$ 40 para jogos de primeira fase, contra pequenos. A diretoria conserta um erro anterior, que fez torcedores irem desaparecendo a cada rodada do Estadual.

O Palmeiras só irá se levantar, com a força esperada, ao lado do sua apaixonada torcida. A medida deveria valer, inclusive, para a Libertadores, competição em que o clube cobra o mínimo de R$ 50 (e R$ 40, para quem comprou o pacotão dos três jogos no Pacaembu).

No último jogo em casa pelo Paulistão, o Verdão levou apenas 3.709 pagantes ao estádio. Ridículo, por menor que seja o interesse na primeira fase da competição. Isso ligou um alerta na direção.

Cerca de 17 mil foram à estréia na Libertadores. Com certeza, a R$ 30, a casa encheria mais. Diante de um time sem estrelas e que só agora dá a mínima esperança de evolução, é preciso atrair o torcedor. Que a diretoria entenda que seu torcedor é fator fundamental no ano de reconstrução.

O palmeirense já demonstrou em outras ocasiões que, basta lhe dar o mínimo para ele retribuir com o máximo. Veremos como reage a torcida neste domingo.