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Arquivo da Categoria ‘Contratações’

Conheça o trio do Londrina que interessa ao Palmeiras

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Com a palavra:
Thiago  Mossini
repórter da ‘Folha de Londrina’

O trio apareceu no Iraty-PR. Wendell chegou ao Londrina em 2011 e, mesmo com pouca idade (19 anos atualmente) já foi titular logo de cara. É um jogador muito rápido e habilidoso, que surpreende sempre com suas arrancadas na diagonal da lateral para o meio do campo. Seu ponto fraco é a finalização a gol.

Bruno virou dono do meio do Londrina este ano, após um 2012 inconstante. É o cobrador de faltas e escanteios do time. Antes reserva, Wéverton agarrou chance no ataque com habilidade e velocidade.

Relação com o elenco é a maior qualidade de Kleina

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Gilson Kleina não é um dos principais técnicos do futebol brasileiro e tem até algumas de suas decisões de campo bastante contestadas. Ainda assim, o comandante alviverde ganha muitos pontos por conta de sua boa relação com o elenco.

Ele caiu para a Série B, fez uma reformulação no grupo entre 2012 e 2013, mas nada disso serviu para que ele perdesse seu prestígio. Já no terceiro jogo do ano, ele foi abraçado por Valdivia, um dos principais jogadores do Verdão.

A derrota para o Mirassol o colocou mais uma vez em xeque. Parte do pacto firmado pelos jogadores após os 6 a 2 contava com a intenção de se doar por Kleina.

Felipão, por exemplo, tem um currículo muito mais vitorioso do que o atual treinador, mas o fim de sua passagem pelo clube ficou marcado pela falta de resultados no Brasileiro e o desgaste com o elenco. Kleina não é brilhante, mas a parceria com seus comandados pode render frutos ao time.

Um ‘mesmo’ time quatro meses depois

terça-feira, 19 de março de 2013

A frase é de Paulo Nobre, que recebeu o LANCE! em sua sala, na Academia, na sexta: “Esse grupo vai longe e vai dar muita alegria aos torcedores, pode ter certeza”. O palmeirense fanático da arquibancada, corredor de rali, não diria isso, jamais. O presidente diz pelo óbvio motivo de não desvalorizar e desmotivar o seu elenco.

Presidente mostra acreditar no elenco (Foto: Tom Dib/Lance!PRESS)

Presidente mostra acreditar no elenco que montou (Foto: Tom Dib/Lance!PRESS)

Ninguém esperava que Nobre falasse que o elenco é péssimo. Mas não cobre paciência do torcedor que ouve o presidente dizer que o time “dará muita alegria”.

Bruno, Artur (Obina), Maurício Ramos, Román, Juninho, Márcio Araújo, Correa, Mazinho (Bruno Dybal) e Tiago Real (Vinícius); Maikon Leite e Barcos foram a campo há quatro meses, em 18 de novembro, dia da queda.

Fernando Prass, Weldinho, Henrique, Maurício Ramos e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo, Vilson, Wesley e Patrick Vieira (T. Real); Vinícius (Leandro) e Kleber (Caio) jogaram no domingo.

Há muita diferença entre os dois times? Sim, a equipe rebaixada tinha um ótimo camisa 9, que hoje está no Sul do Brasil.

Pouca coisa mudou no campo. Trocou-se um ótimo Barcos por quatro medianos. Um fraco Luan por dois mais fracos jogadores. A reconstrução pretendida pela diretoria, sem força no campo, será muito mais turbulenta e difícil.

Já há quem peça a cabeça de Gilson Kleina, como se outro treinador fosse fazer mágica. Esse Palmeiras já demonstrou união e raça. Mas apenas isso não será suficiente para grandes resultados. Nem para subir sem sofrimento.

O torcedor já não sabe como protestar

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Desembarque Palmeiras

*Coluna “Papo da Academia desta terça-feira

Mustafá Contursi era o alvo da ira da arquibancada a cada derrota no início do século. Foi o vilão do primeiro rebaixamento do Palmeiras e criticado ferozmente até 2004.

Depois, o “fora Palaia” passou a ser ouvido por inúmeras vezes em 2005 e 2006. Até o folclórico diretor de futebol cair. Que fique claro: os dois dirigentes mereceram, sim, várias críticas em suas “eras”.

Saiu Palaia, veio Cipullo, sucedido pelo “fora, Cipullo”, junto com “fora, Toninho”, fechando o ano de 2010 com alguns “fora, Belluzzo”.

Nos últimos dois anos, ecoaram os “fora, Frizzo” e “fora, Tirone”. O ex-presidente, com toda razão, foi massacrado após o rebaixamento.

Mudou a diretoria outra vez. O futebol continua ruim, e a revolta dos torcedores, organizados ou não, segue grande. O que iriam gritar após a derrota de domingo?

Não cabem mais agressões a nenhum dirigente (veremos até quando resistem Nobre e Brunoro).

Sobrou, em partes, para Valdivia. E, em todas as partes, para Luan. Tudo isso com o famoso grito: “ô, ô, ô, queremos jogador!”.

O palmeirense já não sabe quem xingar. Teve palmeirense xingando até torcida palmeirense. Tudo isso só será resolvido quando o pedido do último coro registrado nesta coluna for atendido: reforços!

Kleina escala o que tem

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Gilson Kleina em ação com o Palmeiras, na concentração em Itu

Gilson Kleina tem poucas opções para escalar o Verdão em 2013

Neste espaço, não cabe análises aprofundadas sobre o time que Gilson Kleina esboça para 2013 pelo simples fato de jornalistas ainda não terem visto a equipe treinar na temporada. Mas cabe a observação sobre a escalação lançada no jogo-treino, domingo.

Não há o que inventar, não há como montar um Palmeiras diferente diante das peças que Kleina tem em mãos. É por aí que o treinador tem de preparar o Verdão.

Fernando Prass foi contratado para ser titular, e assim será neste início de ano. O mesmo acontece com Ayrton, sem concorrente. Zagueiros? Só existem dois, não há condições de trocar Henrique e Maurício Ramos. Juninho já deveria ter uma sombra. Se não há, deve mesmo começar a temporada jogando.

Com relação aos volantes, cabe um mínimo leque de opções. Kleina escalou Márcio Araújo ontem, para o pânico (justificado) de muitos palmeirenses. Só fez isso porque o promissor João Denoni ainda não tem totais condições físicas. É o garoto que deve ficar com vaga em breve.

Souza merece uma chance depois do bom Brasileirão que fez pelo Náutico. Não deveria ser mais do que uma ótima opção de banco num Palmeiras que sonha em se reconstruir. Mas a realidade é essa.

Wesley é titular incontestável. A outra vaga do meio de campo, ocupada ontem por Patrick Vieira, será de Valdivia assim que (ou até que) o seu debilitado físico permita. O ataque é Barcos e mais um. Seja o “um” Luan ou Maikon Leite.

É um time que tem condições de segurar as primeiras rodadas do Paulistão, mas no limite. Qualquer problema com Henrique, Wesley ou Barcos será motivo para caos. Para brigar por algo relevante e fazer uma Série B tranquila, é preciso ao menos mais cinco ótimas peças.

Não há justificativa pelos poucos reforços

terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Tirone já estourou o orçamento

Tirone já estourou o orçamento

Falta de dinheiro, festas de fim de ano, aval do COF, troca na presidência…  Desculpas não faltam para a diretoria palmeirense explicar o fato de apenas dois jogadores terem sido contratados para a temporada. A cada momento, um problema novo aparece. Mas contratar que é bom…

Apesar do rebaixamento e a situação difícil no fim do ano passado, o Palmeiras teve tempo para buscar jogadores. Gilson Kleina entregou uma lista de reforços no fim de novembro. Se a primeira opção não deu certo, os dirigentes tinham de buscar outros nomes.

A diretoria se mostra passiva e conformada. Assim, não dá!

Manter os pilares é o mínimo a ser feito

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Agente do Barcos disse que ele não jogará a Série B

Agente do Barcos disse que ele não jogará a Série B

O Palmeiras poderia prever que Barcos chamaria atenção de clubes brasileiros. Apesar de ele ter chegado ao país ainda desconhecido, a qualidade do Pirata dentro de campo contrastou com a ruindade do time e o interesse de rivais foi consequência.

Se o clube já tem dificuldades para contratar, a preocupação da diretoria deve ser segurar os jogadores que fazem a diferença no elenco, como é o caso de Barcos e também do polivalente Henrique.

Até mesmo os contestáveis Luan e Maikon Leite precisam ser mantidos, já que o Palmeiras não tem condições financeiras de trazer peças de reposição. Se for para perdê-los e não contratar ninguém ou fazer apostas, é melhor que ambos continuem no elenco.

É claro que a venda de jogadores abastece os cofres do clube, mas a diretoria não pode pensar desta maneira com Copa Libertadores e Série B para disputar. É preciso manter seus pilares (atletas importantes) e qualificar o elenco.

A cobiça de outros clubes por palmeirenses costuma tirar o sono dos torcedores. Afinal, a diretoria muito fala e pouco age. A não renovação de contrato de Marcos Assunção é exemplo. E quem não se lembra de Tirone dizendo que renovou com Barcos?

2013 já chegou, mas e os reforços?

terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Gerente de futebol César Sampaio é quem deveria cuidar das negociações do Palmeiras

Gerente de futebol César Sampaio é quem deveria cuidar das negociações do Palmeiras

Dificilmente o Palmeiras contratará algum reforço para temporada antes das eleições presidenciais, que acontecem no dia 21 de janeiro. Em entrevista ao LANCE!Net, o presidente Arnaldo Tirone deixou a responsabilidade nas mãos do futuro mandatário, afinal o orçamento estourou e o clube já não pode contratar nenhum atleta sem ter garantias financeiras ou ajuda de investidores. Mas a verdade é: falta boa vontade (e capacidade) para a diretoria alviverde.

É importante que haja preocupação com gastos do clube para não comprometer as receitas, porém, cabe aos diretores (principalmente ao gerente de futebol César Sampaio) buscar outras opções no mercado e viabilizar negócios sem mesmo precisar mexer nos cofres.

Um bom exemplo é o que faz o Vasco. Mesmo com todos os problemas financeiros que já são públicos (atraso de salários de jogadores por exemplo), o Cruzmaltino mantém boas relações com outros clubes e segue em busca de reforços  sem nenhum custo. Vide a negociação com Dátolo, que estava sem ser aproveitado no Internacional, e os colorados já dizem estar  “abertos para conversar”.

A pergunta que fica é: Por que só o Palmeiras não consegue agir da mesma maneira que os rivais? Falta competência e sobra amadorismo!

Não adianta querer tirar leite de pedra

sábado, 29 de dezembro de 2012
Tirone deixa o cargo no dia 21 de janeiro

Tirone deixa o cargo no dia 21 de janeiro

As limitações financeiras recentes do Palmeiras sempre impediram que o clube contratasse grandes reforços. A situação se repete a cada fim de temporada e, enquanto isso, o Verdão vê os rivais investindo pesado em novos atletas.

A situação promete ser ainda pior na temporada 2012/13. O impasse com as eleições presidenciais interfere diretamente no futebol e restringe ainda mais a movimentação do clube nos bastidores. Isso porque o orçamento é fiscalizado pelo COF e o planejamento fica muito dependente do próximo presidente. Reforços? Só depois do dia 21 (e se chegarem).

O prazo está cada vez mais apertado e o Palmeiras terá de correr contra o tempo se não quiser  passar vergonha.

Incapacidade já foi provada diversas vezes

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Marcos Assunção ainda não teve renovação acertada; Barcos não confirma versão de prorrogação de vínculo dada por Arnaldo Tirone

A atual gestão do Palmeiras já comprovou diversas vezes sua incapacidade quando o assunto é contratação. A demora para fechar os negócios e as dificuldades para competir por jogadores no mercado são provas da falta de profissionalismo que norteiam a administração do clube.

O descaso com a renovação de Marcos Assunção e as indefinições com Barcos e Rodrigo Souto demostram a passividade da diretoria para trabalhar nos bastidores.

Vale lembrar que as eleições presidenciais, marcadas para o dia 21 de janeiro, agravam ainda mais a situação. A incerteza de quem assumirá o cargo faz com que o planejamento para a próxima temporada fique para o segundo plano.

Como Gilson Kleina já passou os jogadores que interessam, cabe à diretoria fazer a sua parte. Porém, o cenário só melhorará quando pessoas especializadas ocuparem cargos que estão à sua altura.