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Dybal merece ter chances durante o Brasileiro

por Guilherme Cardoso em 15.mai.2012 às 12:00h

É cedo para falar que Bruno Dybal vai se tornar o novo craque do Palmeiras. Até o momento, ele tem brilhado na base. Quantos jogadores viveram situação parecida? Muitos foram bem nos times de baixo e quando subiram ao profissional, nada.

Bruno Dybal se destacou nas categorias de base do Verdão (foto: Célio Messias)

O garoto merece uma chance, é lógico. Principalmente durante o Campeonato Brasileiro quando ter um elenco numero e com potencia faz diferença. Dybal pode disputar vaga com Valdivia e Daniel Carvalho ou até atuar ao lado de um deles. Para saber se vai ter sucesso, é preciso testá-lo.

Felipão é muito criticado por dar poucas chances aos jogadores formados no Alviverde. O último que chegou a ter oportunidades em uma partida foi o atacante Miguel, que jogou pouco e não brilhou (isso sem contar Vinícius e os goleiros, que já estão faz tempo no elenco). Atualmente, o zagueiro Wellington, o volante João Denoni e o atacante Caio treinam entre os profissionais. O último seria o substituto ideal para Barcos, mas está lesionado.

Nos últimos anos, o treinador chegou a dizer que via potencial nos jovens do time sub-17. E Dybal fazia parte daquela equipe.  Resta agora ele ser testado. O Brasileirão já vai começar.

Exagero de Felipão, em hora errada

por Thiago Salata em 10.mai.2012 às 20:54h

Felipão e a diretoria: mais uma confusão para a lista na Academia de Futebol

Luiz Felipe Scolari está a um mês de completar dois anos de Palmeiras. Foram muitas as vezes em que teve razão nos já incontáveis embates públicos com diretores, incompetentes.

Em menos de seis meses, viu a diretoria que o contratou deixar o clube, em janeiro de 2011. Recebeu alguns reforços ridículos, outros razoáveis, hoje titulares (João Vitor, Henrique e Cicinho). Também “se virou” com Fernandão e Ricardo Bueno, e outros tantos que já foram embora.

Felipão não precisa detonar geral para a torcida saber da incompetência administrativa que destrói o Palmeiras há anos. Todos sabem disso. E muito bem.

Mas o técnico, que não custa pouco, errou feio na quarta. Não era hora, e não havia razão. A equipe goleou, Mazinho (aliás, um reforço barato e promissor) brilhou. Era dia de paz, de pensar no Atlético-PR e no título. Sim, dá para ganhar a Copa do Brasil.

Eis que Scolari saiu atirando. Reclamando que a direção não assumiu a falta de recurso. Oras, Sampaio e Tirone repetiram isso várias vezes nos últimos dias

E se agora não dá para gastar, o clube já gastou, e muito, em janeiro, com nomes que ele pediu. O retorno do técnico foi um fim de Paulistão ridículo. São dois anos sem passar do 10 lugar no BR. Vexames para Coxa e Goiás (são máquinas?).

Se Felipão não está mais afim, tenha a hombridade de pedir as contas logo.

Esquerda de Messi e zaga que assusta

por Fabrício Crepaldi em 10.mai.2012 às 11:25h

Para quem sofreu com tantos laterais-esquerdos ruins nos últimos anos, a torcida do Palmeiras deve respirar aliviada pela chegada de Juninho. E ontem ficou claro que ele pode fazer daquele lado, junto com Mazinho, importante opção ofensiva no time do Verdão.

Mazinho comemora com Barcos um de seus dois gols no Paraná (Foto: Tom Dib)

Foi por ali que a equipe criou as principais jogadas. Com o camisa 6 sempre apoiando e se alternando com o Messi Black, os dois confundiram a defesa do Paraná e fizeram da ala digna do apelido do atacante. Nada que se compare ao Barcelona, mas o suficiente para ambos irem bem, sobretudo Mazinho, com dois gols e uma assistência. Já Juninho levou perigo, com dois bons chutes de longe.

Além da dupla, Marcos Assunção apareceu como sempre, com dois passes para gol, um deles em cobrança perfeita de falta.

O esquema foi o de sempre: o 4-2-3-1, com João Vitor pela direita, Valdivia centralizado e Barcos avançado, entre os zagueiros.

O grande problema do Palmeiras novamente foi o setor defensivo. Não fosse a falta de qualidade do adversário, a equipe poderia ter comprometido a vitória.

Houve falhas de posicionamento, deixando os atacantes livres, e erros de marcação, que contra um time com mais força ofensiva não passariam ilesos. A expulsão de Henrique deixou o setor ainda mais exposto e talvez seja o principal problema de Felipão para o primeiro jogo das quartas.

Nessa fase, inclusive, o treinador poderá contar com o retorno de Luan. Nos dois duelos contra o Paraná, principalmente ontem, Mazinho mostrou que merece seguir no time. Bom para o técnico.

Palmeirenses marcam presença em Barueri

por Guilherme Cardoso em 09.mai.2012 às 21:53h

A eliminação no Campeonato Paulista parece já ter sido esquecida pelos palmeirenses. Mesmo com o jogo marcado para as 22h, o torcedor marca boa presença na Arena Barueri. O estádio não vai ficar lotado, mas o público é bom. O Palmeiras colocou à venda um pouco mais de 18 mil ingressos.

Sem um estádio para mandar suas partidas por causa da reforma no Palestra Itália, o Verdão vai jogar pela primeira vez na temporada na Arena Barueri. A diretoria já remarcou seis jogos da equipe no Campeonato Brasileiro para o estádio. O Pacaembu também vai ser utilizado no torneio. Os dirigentes não descartam mandar alguns compromissos no interior de São Paulo.

A torcida do Paraná também marca presença. O curioso é que a maioria dos torcedores está vestida de branco.

Mago vai enfrentar o Paraná de cavanhaque

por Guilherme Cardoso em 09.mai.2012 às 21:46h

Se na primeira partida contra o Paraná, o meia Valdivia inovou e apareceu com um bigode, no duelo desta quarta-feira, na Arena Barueri, não vai ser diferente. O Mago desceu do ônibus da delegação palmeirense de cavanhaque. Isso sem contar um gorro cinza e um fone de ouvido vermelho.

O visual já tinha sido usado por ele no treinamento de terça-feira, na Academia de Futebol.

O camisa 10 está confirmado pelo técnico Luiz Felipe Scolari para enfrentar os paranaenses, na Arena Barueri. O chileno, que ainda não fez gols nessa temporada, espera desencantar no duelo desta quarta.

Felipão mantém equipe com Mazinho no ataque

por Caio Carrieri em 09.mai.2012 às 21:40h

Satisfeito com o desempenho da equipe no jogo de ida contra o Paraná (2 a 1), o técnico Luiz Felipe Scolari manteve a mesma escalação para a partida desta quarta-feira – a da volta -, na Arena Barueri.

Mazinho fará a sua segunda partida pelo Palmeiras e iniciará entre os titulares. Maikon Leite, concorrente que se recuperou de problema no joelho, começará no banco de reservas.

A escalação do Verdão será a seguinte:  Bruno; Cicinho, Mauricio Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor, Valdivia e Mazinho; Barcos.

Vale lembrar que Luan cumpre seu último jogo de suspensão por causa da confusão com corintianos na última rodada do Brasileiro do ano passado.

Por outro lado, o meia Felipe, grande destaque do Mogi Mirim neste Campeonato Paulista, já está à disposição e pode reestrear pelo Alviverde.

 

E lá vai o Verdão para Barueri. Infelizmente…

por Thiago Salata em 07.mai.2012 às 17:50h

Arena Barueri vai receber 60% dos jogos do Palmeiras como mandante no primeiro turno do Brasileirão

Não há estádio que supra a falta do Palestra Itália para o palmeirense. Nem mesmo o Pacaembu. Ponto. Mas é inegável que, na falta do primeiro, é no segundo que o torcedor sofre menos: localização excelente, transporte público fácil. E por mais que não seja a casa alviverde, o Municipal tem históricos laços com o Verdão (clássicos, títulos, decisões).

A diretoria do Palmeiras não pensou nisso e, no primeiro turno do Brasileirão, optou por mandar 60% dos seus jogos na distante Arena Barueri. Vai receber Vasco, Figueirense, São Paulo, Náutico, Inter e Santos fora do município.

Apenas os jogos contra Portuguesa, Atlético-MG, Flamengo e Bahia, na primeira parte do campeonato, estão mantidos para o Pacaembu. Acho um erro, principalmente, mandar clássicos na acanhada Arena. Lugar de clássico é no Pacaembu, no Morumbi. Por respeito à história, por respeito ao torcedor.

É sabido que o aluguel em Barueri é mais barato e o clube passa por situação financeira delicada. Mas se a média de público já não é das melhores em 2012 (11.076 por jogo, em casa), apostaria que tem tudo para cair fora da cidade. A não ser que o time jogue o que não vem jogando há tempos.

Se serve de consolo, na Arena, os resultados são bons. Em 15 jogos, oito vitórias, quatro empates e duas derrotas: 67% de aproveitamento em partidas no estádio, desde 2008.

Marketing abusa no preço da réplica do Palestra

por Caio Carrieri em 04.mai.2012 às 20:38h

Réplica do "velho" Palestra (Foto: Divulgação)

O Palestra Itália desperta paixão no palmeirense. Ali, o torcedor passou inúmeras tardes/noites de alegria, emoção e sofrimento. Foi no jardim suspenso que o palmeirense viu o Verdão faturar a tão cobiçada Libertadores, em1999.

Mas o clube não pode “sugar” esse amor pelo lugar que é tido como templo sagrado para os mais fanáticos. Cobrar R$ 349,90 em uma réplica em miniatura do “velho” Palestra é um absurdo. Mesmo que tenha uma pedra da casa alviverde. Está em pré-venda neste link.

Não tive a oportunidade de ter o produto em mãos, mas pelas imagens que vi me parece muito bem feito, com bons detalhes. Mas isso não justifica o preço abusivo.

Departamento reduzido

Desde que Rubens Reis e Nilton Lavieri deixaram seus cargos de diretores no marketing alviverde, no início do ano, não houve uma reposição à altura de um grande clube como o Palmeiras.

Principalmente o primeiro deles saiu da cúpula muito criticado por falta de resultados efetivos em projetos.  Ligados ao ex-presidente Afonso Della Monica, eles também foram tirados do cargo para enfraquecer o ex-mandatário politicamente.

Francisco Galluci foi promovido de analista (posto mais baixo na hierarquia) a gerente do departamento. Ou seja, nada de um novo diretor com experiência.

Talvez seja por isso que o marketing do Palmeiras seja um dos mais fracos entre os grandes de São Paulo. E olha que a despedida do Marcos vem por aí…

Queda de Barcos tem influenciado o ataque

por Guilherme Cardoso em 01.mai.2012 às 15:32h

Não foi só o ataque do Palmeiras que perdeu o rendimento nas últimas partidas. Todo o time já não tem o mesmo desempenho do início da temporada.

Barcos já não tem feito tantos gols pelo Palmeiras como no início do ano (foto: Eduardo Viana)

No setor ofensivo, particularmente, essa queda está muito relacionada ao desempenho de Barcos, principal atacante e artilheiro da equipe. Se começou o ano muito bem, agora o argentino passa por algumas dificuldades durante as partidas.

Antes desconhecido, o camisa 29 já tem sido mais marcado. Além disso, a bola não tem chegado com tanta qualidade no ataque. Nos últimos jogos, virou costume ele sair da área para buscar o jogo. Isso sem contar o cansaço de 19 compromissos seguidos.

Para recuperar o bom desempenho, o Verdão precisa do ataque afiado. E com gols do Pirata.

Que, do banco, Deola tenha prestado atenção em Bruno

por Caio Carrieri em 26.abr.2012 às 0:54h

Bruno foi bem contra o Paraná (Foto: Felipe Gabriel)

No intervalo da vitória sobre o Paraná, Bruno prometeu: “Vou dar a vida nesse gol para corresponder”. E, de fato, o camisa 1 foi bem.

Tinha tudo contra ele: a má fase do Palmeiras, o tempo de inatividade (não atuava desde o dia 23 de fevereiro, há mais de dois meses), a forte chuva no Durival Britto e a bola e os gramados molhados. Surpreendeu.

Muito mais calmo do que Deola sob a meta, ele não se intimidou com a pressão sobre a equipe e foi peça muito importante na vantagem construída em Curitiba (PR).

Trabalhou mais no primeiro tempo. Logo aos seis minutos, defesa espetacular em insinuante chute de Alex Alves de longe. Neste lance, também tinha como desvantagem não estar tão “aquecido” na partida.

Ainda antes de descer para os vestiários, esteve bem posicionado e fez três boas intervenções em chutes criados pelo lado esquerdo.

Uma delas foi no gol do Paraná. Se não fosse a lentidão da zaga em acompanhar o rebote, Bruno teria voltado para São Paulo sem ter de buscar a bola no fundo da sua rede.

No segundo tempo, os mandantes sentiram o cansaço e diminuíram o ritmo. Os maiores sustos foram a bola no travessão de Douglas Packer e um cruzamento rasteiro de Nilson. Bruno, ao contrário de Deola ante o Guarani, conseguiu cortar o passe.

Outro ponto diferencial do novo titular foi a saída de bola. Diversas vezes na temporada Deola foi afoito ao tentar passar a bola para um companheiro, seja em tiro de meta ou em lançamento curto com a mão.

Bruno, não. Soube a hora certa de arriscar um passe longo e também fez boa escolha ao tocar de lado.

Que, do banco de reservas, Deola tenha tirado alguma lição.