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Arquivo de abril de 2012

Oswaldo de Oliveira extravasa na comemoração do título

segunda-feira, 30 de abril de 2012

* Por Alexandre Braz
* Eu sou o Alexandre Braz, novo membro do blog Ninguém Cala. Este é meu primeiro post e traz a comemoração do título alvinegro na noite de domingo. É um prazer estar com vocês.

 
Sempre muito contido em suas declarações, o técnico Oswaldo de Oliveira extravasou na noite de domingo, na comemoração do título da Taça Rio. Em um jantar na Barra da Tijuca, os jogadores, comissão técnica e dirigentes comemoraram a conquista sem a presença da imprensa.

Oswaldo, após a grande vitória sobre o Vasco, disse que o Botafogo agora irá buscar o título do Carioca para coroar o grande trabalho que vem sendo feito por todos no clube.

- Nós vamos dentro gente! Vamos conquistar porque temos homens de valores, com determinação e objetivos. Nós vamos chegar lá!

Neste vídeo, postado na internet por uma pessoa que estava no local, o treinador aparece vibrando muito. Logo na chegada, ele abraça Loco Abreu e disse para seu artilheiro:

- Abreu, cinco (gols) em dois jogos! Eles querem o quê? Vem cá, me dá um abraço.

 

Enfim, venceu o ataque!

domingo, 29 de abril de 2012

Um brinde ao futebol ofensivo! Em dias esquisitos no mundo da bola, nos quais até os ousados Barcelona e Real Madrid se deram mal, uma boa surpresa estava guardada para a decisão da Taça Rio. Triunfou um brioso Botafogo, atacante, comprometido com o belo rumo ao gol.

Esquema 4-1-4-1: tática com risco calculado. Fellype Gabriel, meia de ofício, iniciou como volante. Um olhar frio poderia considerar o time desprotegido, mas esse meio de campo povoado era o aviso de marcação sob pressão. Uma blitz implacável e impecável, diga-se de passagem, efetiva com um gol de Loco Abreu aos três minutos de partida.

Enquanto teve fôlego para defender no campo adversário, o Botafogo dominou o rival. Para quê mais um volante, se a zona de marcação pode ser feita mais na frente? Enquanto durou a pressão alvinegra, por cerca de 25 minutos, foi bom de se ver.

Mesmo no segundo tempo, já na frente por 2 a 0, o Glorioso seguiu ao ataque. Cedeu espaços sim, mas contra-atacou com a frieza que o faltou na primeira etapa e ampliou a contagem em corrida fatal de Maicosuel. Coragem digna de aplausos, por se tratar de um ato feito em plena final de turno.

Aos 20 minutos do segundo tempo, Andrezinho deu lugar a Jadson e o elogioso 4-1-4-1 saiu de cena com o dever cumprido. Convenceu.

Promessa de casa cheia! Você vai?

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mais de 30 mil ingressos vendidos até a noite desta sexta-feira! A final da Taça Rio promete casa cheia! Desta vez, olhando os comentários aqui no blog, sinto uma vontade enorme de muita gente ir ao Engenhão. E contra o Vasco o clima nas arquibancadas costuma ser de paz. Você, torcedor alvinegro, vai levar sua família para o clássico?

As melhores respostas vão entrar no Diário LANCE! deste sábado. Espero o comentário de todos!

O que esperar de Jobson na final?

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Jobson jogou seis jogos, fez um gol e está em processo de recuperação para se tornar aquele jogador que encantou a torcida alvinegra. Já fez gols importantes que salvou o Botafogo do rebaixamento, em 2009.

Jobson volta ao time domingo contra o Vasco. Nós queremos saber de você, internauta, se Jobson pode brilhar na final da Taça Rio.

Ele gosta de deciões, será que Jobson pode ser aquele jogador que encantou a torcida alvinegra? Dê sua opinião!

O supersticioso e artilheiro Loco Abreu

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Loco Abreu voltou a ter confiança e marcou três gols em um jogo decisivo.  Lavou a alma mesmo que tenha perdido um pênalti.

O curioso é que ele não deixa a superstição de lado. O uruguaio tem um monte de manias, como não falar no intervalo dos jogos (os repórteres que não sabem até cornetam ele), ser o último a descer do ônibus e até usar a mesma camisa por baixo da do Botafogo.

Será que a superstição ajuda mesmo Loco Abreu?

Haja cabeça! Time não se abate e leva

sábado, 21 de abril de 2012

Jogos decisivos de grandes contra pequenos costumam exigir muito daqueles que defendem o lado maior. Se você ganha, não faz mais do que a obrigação. Se perde, é um lixo. Gigantes com o lado emocional abalado já caíram aos montes diante de franco-atiradores e era chegada a hora de o Botafogo, tão vaiado nos últimos jogos, tão contestado, ser colocado à prova: e se saiu bem.

Os jogadores se impuseram exemplarmente no primeiro tempo. Loco Abreu, em lance de pênalti não dado, pressionou o bandeirinha na dose certa em reclamação de quase um minuto. Tantos outros atletas esbanjaram vontade nas disputas de bola. E nem mesmo a saída de Renato por lesão abalou a postura da equipe. Cabeça boa convertida em 1 a 0.

Para os 45 minutos finais, provações mais fortes, porém todas superadas. Logo quando o Bangu ensaiava partir para o ataque, aos dois minutos, gol do Botafogo. Depois, Lucas fez contra, mas o time não se abateu e teve forças para balançar a rede mais uma vez. Tudo parecia, enfim, na calmaria. Mas Jefferson isolou a bola em péssima saída da área e o Bangu conseguiu descontar. Depois de tantos erros individuais, o Glorioso sentiu o golpe e recuou.

Até os 35, foram dez minutos de pressão adversária. Aí, Loco Abreu teve pênalti para bater e perdeu. Era o estopim mental alvinegro. E quando tudo parecia que iria para os ares… O time se equilibrou e matou o embate! Não se deixar abalar depois disso tudo põe o Botafogo forte pelo título.

 

Galhardo brilha no Bangu. E se voltasse ao Botafogo?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Salve, galera do Ninguém Cala!

Hoje, a redação do LANCE! recebeu o atacante Caio, do Botafogo e o meia Thiago Galhardo, do Bangu. Os dois riram bastante durante a entrevista ao programa LANCE! No Ar, e falaram sobre a velha amizade que fizeram quando atuaram juntos pelo Botafogo, em 2011.

O meia Thiago Galhardo, destaque do Bangu em 2012, falou sobre a frustração por ter feito poucos jogos pelo Alvinegro, mas agradeceu ao clube pela chance que teve. Mais: afirmou que, se fosse procurado pela diretoria, voltaria ao Alvinegro na hora.

Vale lembrar que, no ano passado, o jogador chegou ao Alvinegro como um jogador que serviria para compor elenco, e que poderia ser bastante utilizado. Apesar do belo gol sobre o América-MG, em um amistoso, o jogador atuou pouco. A chegada de Felipe Menezes, em junho, eclipsou o meia, que raramente voltou a jogar. No fim do ano, foi dispensado.

Só que Galhardo voltou à boa fase, e reconduziu, ao lado de Almir e tantos outros, o Bangu a uma semifinal de turno após dez anos, além da fuga do rebaixamento. Você, torcedor: o aceitaria de volta no Fogão? Comente!

Os dois lados da moeda

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Por Raphael Bózeo

O relacionamento entre a torcida e o time do Botafogo não é o de uma bela e doce lua de mel. É algo confuso. Na cabeça dos torcedores, mesmo classificada para as oitavas de final, e invicta no ano, a equipe ainda não convenceu. Já o que se passa na mente dos atletas é diferente. O trabalho está no caminho certo.

Nesta quarta-feira, o baixo público provou mais uma vez a desconfiança que vem das arquibancadas. A surpresa para ambas as partes foi ver Loco no banco, que foi o espectador mais famoso do Engenhão. Botafogo jogou com o regulamento debaixo do braço. Perdeu algumas chances e quase foi surpreendido ainda no primeiro tempo.

A torcida? Apreensiva o jogo inteiro. Ela mesma não sabia se vaiava ou apoiava. No intervalo, um misto dos dois. Na saída de Andrezinho na etapa final, a mesma coisa. O ápice dos aplausos foi na entrada de Maicosuel. O das vaias, foi quando sacou Elkeson e colocou Brinner, para segurar o jogo.

De fato, o Alvinegro jogou um futebol de resultado. Administrou o placar que fez no primeiro jogo. Agora entra na reta final de dois campeonatos. Sem encantar? Sim. Mas um time que não perde precisa ser respeitado. No fim do jogo, aplausos modestos e vaias. Este casamento não é bom se for como uma moeda, cada um de um lado.

Macaco na torcida é atração

quarta-feira, 18 de abril de 2012

No baixo público no Engenhão, uma das poucas atrações na arquibancada foi o aposentado Enoc Pinto, de 63 anos, que se vestiu de macaco e cantava sem parar.

A brincadeira com o animal começou em 1995 e hoje ele tem sete roupas de macaco, todas destinada ao Botafogo. Além disso, são 27 camisas:

- A roupa é fresquinha, eu gosto muito. É uma homenagem ao Botafogo. A gente que ama o time faz com maior carinho – disse o torcedor.

 

Sorteio de camisa nova antes do jogo

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Botafogo fez um sorteio da camisa preta antes do jogo. Um torcedor foi escolhido para responder uma pergunta relacionada ao novo uniforme e foi contemplado. A questão era fácil: qual a cor do número na nova camisa preta do Alvinegro feita pela Puma?

Contra o Boavista, o Glorioso estreou o uniforme branco. Nesta quarta, o preto com números dourados e na semifinal contra o Bangu, será a vez do alvinegro.