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Arquivo de agosto de 2011

Publico interage

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Uma repórter do Botafogo entrevistou alguns torcedores na arquibancada. Destaque ficou para duas modelos, que fizeram alguns ensaios sensuais. Quando apareceram no telão, os botafoguenses presentes foram a loucura com as duas musas.

Outros torcedores deram o seu palpite para o jogo de logo. Todos, é claro, apostaram no Fogão.

Som animado no Engenhão

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Enquanto a bola não rola e os shows não começam no Engenhão, o sistema de som do estádio toca um repertório diferenciado de músicas.

Um axé agora anima os poucos torcedores presentes no Engenhão….

A chuva aumenta cada vez mais…..Haja papel toalha!!!!

Chove na área de imprensa

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Boa noite alvinegros!

A equipe do LANCE e LANCENET! já está a postos no Engenhão para a partida de logo mais contra o Palmeira, o clima chuvoso parece ter afastado os torcedores. Por enquanto menos de 15 torcedores dentro do estádio e poucos do lado de fora.

Enquanto isso, na área de imprensa, as condições de trabalho não são das melhores. Com a garoa fina, a parte do Setor Oeste Superior, destinada para os profissionais da imprensa, que é parcialmente coberta, vai sendo castigada pela garoa. Papéis toalha foram entregues para secar os assentos e o equipamento. Muita coisa ainda é preciso melhorar!!!

CBF novamente favorece o Santos. Não dá!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Não posso concordar com o adiamento da partida do Botafogo contra o Santos por conta dos três jogadores convocados para a Seleção Brasileira do time paulista.

Não existe uma explicação da entidade sobre o assunto. Apenas um comunicado e sem nenhum cabimento. O regulamento é claro e não prevê adiamento de jogos por conta de convocação para a Seleção.

Uma competição que fica com jogos atrasados por conta de convocações de jogadores, acaba favorecendo alguns clubes.

Não sou rigorosamente contra o adiamento de jogos, mas não concordo com este modelo. Porém, se é este modelo que a entidade quer, que deixe claro no regulamento e comunique o adiamento dentro do prazo. Só não pode fazer isso na semana do jogo.

A CBF tinha que ter bom senso e adiar o jogo do Vasco desta quarta-feira contra o Ceará. Isso sim é um motivo justo, já que Ricardo Gomes está em situação delicada no hospital. Não é todo dia que um técnico tem um AVC dentro de campo. Será que nesta situação os jogadores tem condições de jogo? Aí sim, vale o bom senso.

Adiar todo jogo do Santos por causa de convocação? Aí não dá…

Solidariedade alvinegra com Ricardo Gomes! Força professor!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Galera alvinegra, independente de qualquer rivalidade, o ser humano tem que estar acima de qualquer coisa!

Sei que este espaço é dedicado aos botafoguenses, para falar sobre a equipe, sobre o time, sobre a torcida…Mas não podemos deixar de transparecer a nossa solidariedade ao Ricardo Gomes. Um profissional sério, humilde e acima de tudo de caráter.

Nunca tive a oportunidade de trabalhar com ele. Mas vejo o que falam. Sempre humilde e solícito, se trata de uma promessa da nova geração. Começou rodando por clubes da França, se destacou no Juventude em 2002 e teve a chance de levar a Seleçao para as Olímpiadas de 2004, em Atenas. Ao lado de Diego, Robinho e cia, Ricardo Gomes fracassou e foi execrado.

Teve chances no Flamengo e no Fluminense e não foi bem. Rodou até 2009 quando chegou ao São Paulo. Assumiu o Tricolor paulista, em momento conturbado. A exigente torcida, acostumada com títulos e com Muricy Ramalho, não perdoou a falta de conquistas, apesar de boas campanhas.

Ficou esquecido até que teve a chance de assumir um Vasco desmantelado. Mudou a cara do rival do Botafogo. Levou o clube à conquista da Copa do Brasil. Faz brilhante campanha no Brasileiro. Na goleada sofrido diante do Alvinegro, teve a humildade de assumir que o rival foi extremamente superior. Tem caráter. Não merece passar por isto.

Por isso, neste momento, a rivalidade tem que ficar em segundo plano. Pois se trata de uma pessoa que tem um brilhante futuro ainda como treinador. Botafoguenses, flamenguistas, tricolores, vascaínos, palmeirenses, corintianos, são paulinos, santistas, gremistas…Todos precisam se unir para passar força ao treinador.

Vamos orar e torcer para ele sair desta. Conto com o apoio de vocês alvinegros!!!

O que falta para lotar o Engenhão?

domingo, 28 de agosto de 2011

Quando este assunto é tratado nas rodas sobre futebol, acaba sempre com uma máxima que não pode ser tratada como verdade absoluta. Falo a respeito da localização do Engenhão. Será mesmo que o estádio está tão mal localizado assim? O bairro do Engenho de Dentro, onde está a arena alvinegra, é uma área bem residencial e que, por si só, já afeta a rotina dos que vivem na região. Afinal, não deve ser fácil conviver com multidões se aglomerando na porta de casa, não é verdade?

Pode ter sido um equívoco a construção em uma área predominantemente residencial? Sim. Mas, como não há possibilidade de demolir o estádio, para devolver aos moradores a tranquilidade de outrora, o jeito é se habituar com a nova casa do futebol. Digo nova porque ainda são apenas quatro anos de uso, um bebê perto do “Sessentão” Maracanã, em obras para a Copa do Mundo de 2014. Aliás, por conta do Maraca, o Engenhão ganhou ainda mais importância no cenário nacional.                                                                                                                                                                                                                                                              

Está sendo nele o espaço utilizado por três grandes do Rio, sem contar os clássicos com o Vasco, dono de São Januário. Ou seja, muitos e muitos jogos ainda serão disputados até que o “Maior do Mundo” seja reaberto. Enfim, quero sugerir um debate (em alto nível, por favor) com os alvinegros deste humilde Blog para, juntos, discutirmos as causas que fazem com que a torcida ainda não compareça em massa ao Engenhão. Localização, time, técnico, clube, violência, horário, tv, falta de dinheiro, preço dos ingressos, transporte, enfim,  deixe seu recado e diga o motivo que você considere fundamental para a pouca presença de público na casa do Botafogo.

Lições para seguir na trilha gloriosa

sábado, 27 de agosto de 2011

Cautela ou ousadia. Essa era a questão que o Botafogo precisava resolver no clássico com o Fluminense. Melhor na tabela do campeonato, mais encorpado que o adversário, o time parecia indecifrável no primeiro tempo. Partir para cima ou esperar o melhor momento para atacar? Esta incógnita permaneceu durante um bom tempo.

O comportamento dúbio teve sua punição. Uma cabeçada certeira de Fred foi um golpe duro. Era preciso responder. Colocar em prática as armas, até então, escondidas no jogo. Mais que isso: mostrar ao oponente a sua força.
Nestas horas,  alguém tinha de tomar as rédeas. Foi quando Elkeson resolveu assumir a responsabilidade. Como um autêntico lutador, o meia chamou o adversário para um duelo particular. O belo gol do jogador era o que faltava para desinibir o time no combate que se anunciava complicado. Tanto que, logo em seguida, Lucas deu nova pancada para abrir ainda mais a ferida do oponente, que, aquela altura, parecia cambaleante em campo.

Ter a iniciativa, jogar sem medo, são lições que o Botafogo deve ter tirado do clássico. Tudo bem que o rival tradicional impõe respeito por tudo o que cerca o confronto. Mas as glórias são sempre reservadas a quem não tem medo de arriscar. A história costuma premiar os arrojados.

Respeitar é preciso, mas ousar é necessário. Se quiser algo maior no campeonato, o Alvinegro tem de entender que o risco faz parte. Portanto, se impor é a receita para seguir brilhando.

Torcida do Bota em maior número no Engenhão

sábado, 27 de agosto de 2011

A torcida do Botafogo jogou a desconfiança para longe e compareceu em peso no clássico contra o Fluminense. Uma hora antes da partida, os alvinegros fizeram filas para comprar os ingressos nas bilheterias do estádio, como há muito tempo não acontecia.
O grande número de torcedores deve-se ao bom momento do Glorioso na temporada, que briga por uma vaga na Libertadores do próximo ano e está nas oitavas de final da Copa Sul-Americana.
Pelo lado do Tricolor, o público foi abaixo do esperado. O motivo é que o atual campeão brasileiro ainda não emplacou na competição, como fez no último ano.

Um clássico de arrepiar

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Trabalho no LANCE! desde dezembro de 2009 e, nesta casa, sempre fiz a cobertura do Botafogo. Em 2010, comecei a ir nos estádios por todo o Brasil para acompanhar o Glorioso e a maior emoção que tive como jornalista foi justamente em um clássico diante do Fluminense, até aqui o único de 2011. Foi um confronto histórico. Virada, revirada, duas expulsões, duas cavadinhas. Senti o Engenhão vivo neste dia.

Em 6 de fevereiro, Botafogo e Fluminense duelaram na primeira fase da Taça Guanabara. O Tricolor vinha embalado pelo título Brasileiro, já o Glorioso ainda tentava encontrar seu esquema ideal. Admito que eu não acreditava muito em uma vitória do Alvinegro, mas tudo conspirou pela Estrela Solitária. E Loco Abreu brilhou.

Primeiro, o camisa 13 bateu pênalti de cavadinha e perdeu. O clima pesou. Porém, três minutos depois, o uruguaio teve outra oportunidade (que caiu do céu) e repetiu a dose na batida, que desta vez entrou, para delírio da massa alvinegra. Era o empate do Bota. Herrera decretou números finais ao jogão: 3 a 2.

O triunfo deu moral ao Botafogo, mas o time não embalou no Estadual. O que ficou foi a lembrança. Para este sábado, creio em mais uma grande partida entre os vovôs do Rio.

Abaixo, coloco o que escrevi sobre o jogo para o jornal de 7 de fevereiro:

Definitivamente, Loco Abreu tem aquilo roxo. Tanto é, que ele faz questão de mostrar isso nas comemorações. De vilão a herói em menos de cinco minutos, ontem o atacante fez História, com H maiúsculo. É daqueles jogadores fora de série, dono de uma estrela do tamanho da que o clube que representa possui. Mágico, frio, de cabeça erguida, El Loco justificou apelido e cavou o nome para sempre no Clássico Vovô.

Não tem como a visão do Botafogo ser diferente, não tem como o olhar alvinegro ir para outro lugar. Quando a camisa 13 do Glorioso vai para a penalidade, as arquibancadas esperam hipnotizadas. Porém, aos sete minutos do segundo tempo, a infalível cavadinha falhou e o maior motivo de orgulho dos alvinegros nos últimos 15 anos virou piada. Diego Cavalieri ficou no meio do gol e Abreu transformou-se em farsa.

De burro para baixo, o uruguaio recebeu adjetivos que jamais havia escutado com a camisa do Botafogo. Seria o fim da idolatria, mas não foi, porque Abreu é um ídolo nato. Na subida seguinte ao ataque, outro pênalti.

Na batida, El Loco. Na rede, finalmente a cavadinha. A jogada voltou ao patamar das maravilhas alvinegras, Loco Abreu recuperou o posto de imortal e o Glorioso empatou em 2 a 2 com o Tricolor.

O lance épico teve como prólogo uma primeira etapa nervosa, na qual o time não entregou-se.

Depois da doce insanidade, a torcida jogou junto e Herrera fez o gol da consagração, do ufa, daquela que foi uma das maiores vitórias que o Botafogo teve no Engenhão. Triunfo de líder, na raça, na vontade, no coração e nos colhões de Loco Abreu. Mítico, utópico, lendário: este é o Botafogo de El Loco, um doido iluminado.

Se clássico tivesse favorito, sábado seria o Fogão

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A histórica frase “Clássico é clássico e vice-versa” joga para escanteio qualquer favoritismo em jogos desse porte. É comum ver times em momentos críticos se recuperarem em partidas contra os rivais.

A verdade é que clássico nunca é previsível. Nada se pode afirmar e cravar favorito para alguma parte pode ser suicídio. Porém, se fosse apostar em alguma equipe no jogo do próximo sábado, apostaria no Botafogo.

O Glorioso vive um momento melhor e se encontrou na competição nacional. Parece que está na direção certa para brigar no pelotão de frente do Brasileirão.

Já o Fluminense não consegue convencer. Vence uma partida de forma excelente e perde outra, queimando qualquer possibilidade de aproximação do G4.

O Botafogo encontrou uma fórmula de atuar sem Loco Abreu. Isso dá força ao time. Além disso, o retorno de Cortês foi importante e fez a equipe crescer pelo lado esquerdo. No Flu, Abel não encontrou a maneira ideal de jogar.

Elenco por elenco, posso dizer que se equivalem. Mas time por time, o do Botafogo é melhor. Time e elenco são duas coisas diferentes.

Time não são apenas os 11 jogadores titulares, é muito mais do que isso. É o padrão de jogo, os resultados que a equipe apresenta, além das possibilidades de mudança da equipe. Um clube pode ter o melhor elenco e o pior time, e vice-versa. Não é o caso de nenhum dos dois.

Mas digo sem medo de errar, que se clássico tivesse favorito, apostaria no Botafogo, no clássico vovô.