O lateral uruguaio Fucile não é craque, fora de série, muito menos a solução dos problemas do Santos, mas o seu retorno aos gramados, nesta terça-feira, após longo período de inatividade por conta de uma lesão no tornozelo esquerdo, pode ser essencial para que a equipe do técnico Muricy Ramalho decrete um ponto final no momento delicado em que vive.
A presença do lateral, que tem na marcação o seu ponto forte, no duelo frente ao atacante Emerson Sheik, do Corinthians, na semifinal da Libertadores, poderia ter sido fundamental num resultado positivo do Peixe, na Vila Belmiro e, consequentemente, na vaga para final. Pelo Paulistão, o uruguaio teve ótima atuação diante do rival e ganhou idolatria da torcida após carrinho no melhor estilo uruguaio sobre o atacante Jorge Henrique, que foi anulado naquela ocasião.
Desde a lesão do jogador, em abril, no entanto, o Santos sofre com problemas no setor. No último domingo, no empate por 2 a 2 com o Coritiba, pelo Brasileirão, o problema na lacuna deixada na ala direita ficou ainda mais evidente. Com Henrique improvisado, o setor não traz segurança à zaga alvinegra. Prova disso é que os dois gols marcados pelos paranaenses foram iniciados naquela faixa do campo, ora com Henrique improvisado, ora com o limitado Maranhão, lateral de origem.
A culpa pelos problemas na lateral não deve ser direcionada ao então titular Henrique. Improvisado, ele tem se esforçado no setor, mas sem cacoete, acaba sendo presa fácil aos adversários, que diga Emerson Sheik, que pintou e bordou na semi da Libertadores. O grande problema fica por conta do planejamento do elenco. Como opções, Muricy conta apenas com Maranhão, sem prestígio junto ao treinador, e Crystian, fiel escudeiro do Departamento Médico santista.
Enquanto Fucile não está apto a voltar a atuar – “reestreia” deve acontecer contra o Grêmio, daqui a duas semanas -, o comandante alvinegro segue buscando alternativas. Nesta terça-feira, o lateral Weslley Douglas, 19 anos, foi promovido ao elenco profissional. O jogador teve boa passagem pelas categorias de base do Peixe e tem na marcação, assim como Fucile, o seu ponto forte. Pode ser a solução para os problemas, resta esperar.















Alyson Gonçalo cursa jornalismo na Universidade Santa Cecília, em Santos, e acumulou experiência no Jornal A Tribuna antes de chegar ao LANCE!, no início de 2012. Apaixonado pela profissão, antenado em torno do mundo do futebol, sabe da responsabilidade de seguir os passos de Neymar & Cia. diariamente.
Formado em Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, está no LANCE desde outubro de 2010. Apaixonado pela profissão que exerce, doente por futebol e ciente da responsabilidade de escrever sobre o Santos.
Cursa o quarto e último ano de jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, começou sua carreira no jornalismo esportivo como repórter do site da Federação Paulista de Futebol, em janeiro de 2012. Em agosto do mesmo ano, entrou no LANCE! para ser editor do Programa Craque do Futuro. A partir de fevereiro, começou a cobrir o dia a dia do Santos.
Marcio Porto tem 24 anos é jornalista formado pela Universidade Paulista desde 2009, ano em que iniciou a cobertura do São Paulo pelo LANCE!. Sua entrada no jornal, no entanto, se deu um ano antes, como estagiário.
Valdomiro Neto é jornalista desde 2000 com passagens por iG, Globo.com e MBPress. Além de esportes, já participou de coberturas de políticas (eleições municipais de 2000 e cotidiano). No LANCE! já exerceu cargos de reportagem e edição e atualmente é coordenador do LANCENET! em São Paulo, além de ter a coluna "Papo da Vila" no jornal e o blog "Futebol e ficção". Acompanha o Santos desde a infância, quando morava na cidade, e cobriu as finais da Libertadores de 2011, quando a equipe alvinegra sagrou-se tricampeã continental, e participou da série especial do centenário do clube. No blog, reproduzirá suas colunas no diário sempre analisando a situação do clube, tanto no momento quanto pela perspectiva histórica.

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