
Muricy sonha enfrentar o Barcelona (ESP) no Mundial em dezembro, no Japão (Foto: Divulgação/Santos FC)
Optar por poupar os principais jogadores no Brasileirão era “parada obrigatória” para o já cansado Santos. Mas, como para todas as coisas, existe o outro lado da moeda. Se futebol é trabalho, do dia para a noite seria impossível implementar um time alternativo entrosado e competitivo. O preço, além do fim da longa invencibilidade de Muricy Ramalho (14 jogos), foi um futebol burocrático e em ritmo sonolento. Nem o esquema “à lá Barcelona” no segundo tempo foi capaz de melhorar.
Muricy começou com o mesmo 4-4-2 que empatou contra o Inter com Bruno Aguiar, zagueiro de origem, fazendo a de lateral direito e um meio reforçado com a presença do então substituto de Ganso, Alan Patrick. Entre jogadas pouco efetivas e a derrota parcial, Muricy voltou a testar o 4-3-3, utilizado em sua estreia pelo Santos e quase inspirado no Barcelona (ESP) campeão da Liga dos Campeões com também três volantes de origem no meio (Charles, Possebon e Pará) além dos três atacantes (Richely, Maikon Leite e Keirrison). Diferente, muito diferente, era o potencial.
O time melhorou, criou oportunidades claras de gol, mas esbarrou na falta de qualidade para pelo menos empatar. Se na Copa Santander Libertadores tudo está as mil maravilhas, um sinal de alerta já pode ser ligado para o Brasileirão. Muricy é um “expert” quando o assunto é essa competição, mas um mal começo dificultaria o caminho. Esse não é o típico Santos de Muricy.














Alyson Gonçalo cursa jornalismo na Universidade Santa Cecília, em Santos, e acumulou experiência no Jornal A Tribuna antes de chegar ao LANCE!, no início de 2012. Apaixonado pela profissão, antenado em torno do mundo do futebol, sabe da responsabilidade de seguir os passos de Neymar & Cia. diariamente.
Formado em Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, está no LANCE desde outubro de 2010. Apaixonado pela profissão que exerce, doente por futebol e ciente da responsabilidade de escrever sobre o Santos.
Cursa o quarto e último ano de jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, começou sua carreira no jornalismo esportivo como repórter do site da Federação Paulista de Futebol, em janeiro de 2012. Em agosto do mesmo ano, entrou no LANCE! para ser editor do Programa Craque do Futuro. A partir de fevereiro, começou a cobrir o dia a dia do Santos.
Marcio Porto tem 24 anos é jornalista formado pela Universidade Paulista desde 2009, ano em que iniciou a cobertura do São Paulo pelo LANCE!. Sua entrada no jornal, no entanto, se deu um ano antes, como estagiário.
Valdomiro Neto é jornalista desde 2000 com passagens por iG, Globo.com e MBPress. Além de esportes, já participou de coberturas de políticas (eleições municipais de 2000 e cotidiano). No LANCE! já exerceu cargos de reportagem e edição e atualmente é coordenador do LANCENET! em São Paulo, além de ter a coluna "Papo da Vila" no jornal e o blog "Futebol e ficção". Acompanha o Santos desde a infância, quando morava na cidade, e cobriu as finais da Libertadores de 2011, quando a equipe alvinegra sagrou-se tricampeã continental, e participou da série especial do centenário do clube. No blog, reproduzirá suas colunas no diário sempre analisando a situação do clube, tanto no momento quanto pela perspectiva histórica.

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