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Arquivo de maio de 2011

Esquema à lá Barça não salva Muricy

domingo, 29 de maio de 2011

Muricy sonha enfrentar o Barcelona (ESP) no Mundial em dezembro, no Japão (Foto: Divulgação/Santos FC)

Optar por poupar os principais jogadores no Brasileirão era “parada obrigatória” para o já cansado Santos. Mas, como para todas as coisas, existe o outro lado da moeda. Se futebol é trabalho, do dia para a noite seria impossível implementar um time alternativo entrosado e competitivo. O preço, além do fim da longa invencibilidade de Muricy Ramalho (14 jogos), foi um futebol burocrático e em ritmo sonolento. Nem o esquema “à lá Barcelona” no segundo tempo foi capaz de melhorar.

Muricy começou com o mesmo 4-4-2 que empatou contra o Inter com Bruno Aguiar, zagueiro de origem, fazendo a de lateral direito e um meio reforçado com a presença do então substituto de Ganso, Alan Patrick. Entre jogadas pouco efetivas e a derrota parcial, Muricy voltou a testar o 4-3-3, utilizado em sua estreia pelo Santos e quase inspirado no Barcelona (ESP) campeão da Liga dos Campeões com também três volantes de origem no meio (Charles, Possebon e Pará) além dos três atacantes (Richely, Maikon Leite e Keirrison). Diferente, muito diferente, era o potencial.

O time melhorou, criou oportunidades claras de gol, mas esbarrou na falta de qualidade para pelo menos empatar. Se na Copa Santander Libertadores tudo está as mil maravilhas, um sinal de alerta já pode ser ligado para o Brasileirão. Muricy é um “expert” quando o assunto é essa competição, mas um mal começo dificultaria o caminho. Esse não é o típico Santos de Muricy.

Por que Santos depende de Neymar?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O ainda maior destaque de Neymar no ataque do Santos se deve a má fase de seus companheiros de posição. Não só de Zé Eduardo.

É evidente que o atacante, que não marca há 15 jogos, vive péssima fase, compromete o rendimento do setor ofensivo e sobrecarrega Neymar, que até agora tem suportado a pressão. Mas não é só esse o problema.

Elano não consegue repetir o futebol que jogou no começo do ano. Ele dizia que deixou de aparecer porque Ganso voltou ao time e o obrigou a jogar mais recuado. No entanto, Paulo Henrique saiu, Elano voltou para a posição que jogava, mas não evoluiu.

Mas o maior problema para o Santos depender de Neymar é a lesão de Ganso. Alan Patrick, substituto natural, não tem a mesma característica e nem a mesma técnica. Ele ainda se machucou e Muricy teve de fazer mais mudanças no meio.

Sentiu a pressão da Liberta, mas reagiu bem

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O Santos sentiu pela primeira vez, sob comando de Muricy Ramalho, a pressão que é uma fase decisiva da Libertadores. Sorte é que ficou nervoso por pouco tempo e, principalmente, porque o rival não soube tirar proveito. Se em vez dos paraguaios do Cerro estivessem lá os argentinos do Velez ou os uruguaios do Peñarol, a coisa ficaria ruim. Mas vencer sem levar gol em casa está bom.

Há de se reconhecer o mérito cerrista, que marcou o Santos no campo de ataque e o obrigou a sair jogando com Pará, Adriano e Léo. Danilo e Elano só pegavam a bola na fogueira, quase sempre para dar suporte a Pará, apavoradíssimo.

O Santos ficava nervoso como há muito tempo não se via. Parecia que o papo de Muricy de que futebol não é guerra ficou esquecido. Até Neymar, caçado mais uma vez, perdia a paciência no Pacaembu.

Mas foi ele também o calmante santista. Com os dribles, era possível deixar a bola e a pressão lá na frente. Aí Arouca conseguiu sair para o jogo, Danilo também, e em vez de sempre correr atrás do Cerro, puderam ajudar Neymar e Elano na frente, que com Zé Eduardo em má fase, ficaram isolados.

O jogo mudou a tal ponto que Edu Dracena foi quem marcou para o Santos. Durval deu passe de gênio para Danilo, que só não marcou porque Zé Eduardo se meteu.

Aí ficou tranquilo de controlar o jogo. Faltou pouco para outro gol, logo de Zé, que poderia “tirar a zica”. Não foi dessa vez, mas valeu!

Torcida do Santos já lota arquibancadas

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os torcedores do Santos começam a encher as arquibancadas faltando menos de 40 minutos para a partida. O estádio estava praticamente vazio há cerca de 30 minutos, mas a torcida chegou e já faz muito barulho. Na entrada dos goleiros do Cerro Porteño (PAR) para o aquecimento, o barulho dos gritos e assobios ensurdecedor.

Santander distribui bexigas para a torcida

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Santander, patrocinador oficial da Copa Libertadores, distribuiu bexigas para todos os torcedores que entravam no Pacaembu. Em todos os portões do estádio, dois representantes davam o mimo para as pessoas que chegava. As crianças que compareceram ao Pacaembu brincaram com as bexigas enquanto a partida desta quarta-feira não começava.

Cambistas agem livremente no Pacaembu

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Como na semana passada, os cambistas agiram livremente em frente ao Pacaembu. Porém, os ingressos estavam sendo vendidos a preços abusivos. À reportagem do LANCENET! foi oferecido uma entrada do tobogã, vendida normalmente a R$20, por R$100. Conversando com o cambista, o preço foi recuado e chegou a R$50. Os comerciantes também vendiam para outros setores com uma margem de lucro um pouco menor.

Vendedores ambulantes correm de policiais

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os vendedores ambulantes correram da Polícia em frente ao Pacaembu. Por conta de uma lei, não é permitido a venda de bebidas alcoólicas em frente à praças esportivas. Mesmo assim, a venda ocorre. Os policiais tentaram coibir a venda e chegaram a apreender alguns produtos. Mas, mesmo assim, enquanto os oficiais estavam de um lado, no outro os ambulantes faziam o comércio livremente. Vendas de camisas alternativas e bandeiras ocorreram sem problema algum.

Policiais multam carros nos arredores do Paca

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Polícia Militar distribuiu multas nos arredores do Pacaembu. Qualquer veículo que estivesse estacionado sobre as calçadas, em frente às residências, em esquinas ou em outros locais proibidos, estavam sendo autuados pelos oficiais. Um torcedor chegou a tentar convencer o policial a não cadastrar a infração, mas o oficial aplicou a multa. O torcedor ainda teve de retirar o carro do local para não ser guinchado.

Bandeirão dá trabalho para torcedores

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Foram necessários 100 torcedores e mais de dez minutos para tirar o bandeirão de dentro do ônibus

O maior bandeirão da torcida santista deu trabalho para chegar ao estádio. Foram necessários cerca de 100 pessoas e mais de dez minutos para tirar o objeto de dentro do ônibus vindo de Santos. De tanto pano, é necessário as quatro últimas poltronas do veículo para transportar. A organizada costuma trazer a bandeira para o Pacaembu pois na Vila Belmiro não há espaço para estende-lo. O bandeirão ocupa toda a arquibancada amarela e quase que a totalidade da verde.

Torcida é pequena em frente ao Pacaembu

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Torcida é pequena em frente ao estádio (Foto: Gustavo Serbonchini)


A torcida santista demora mais para chegar ao estádio nesta quarta-feira. Diferentemente da semana passada, a Praça Charles Miller ainda está praticamente vazia. No mesmo horário do jogo contra o Once Caldas (COL), o local estava praticamente intravsitável. Na partida de hoje, o número é muito menor.