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Posts com a Tag ‘Vitória’

Atlético Mineiro 2 x 3 Vitória

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

+ Os dois ataques que originaram os gols do Vitória no começo do jogo em Sete Lagoas são erros defensivos de um time que parece abaixo dos sete palmos de terra. Não pode uma defesa estar tão desorganizada e desatenta, atacando como se fosse o fim do mundo, e não o início do jogo.

+ A bola que baeu no travessão depois da cabeçada de Obina é do mesmo tipo. Como a grande defesa de Viáfara antes do empate de Neto Berola, quando o Galo já tinha um a mais desde os 27 minutos.

+ Empatar 2 a 2 e ainda levar o terceiro, do jeito que tomou do bom atacante Henrique, é de perder o equilíbrio, como falou Diego Tardelli, ao sair do gramado.

+ Reencontrar esse equilíbrio tão perdido quanto os jogos e mesmo os discursos de Luxemburgo é tarefa do tamanho do Atlético e da competência do treinador. Ms está parecendo mais possível apenas se o Galo repetir o milagre do Fluminense de Cuca, em 2009.

Vitória 0 x 0 Internacional

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Comente. Cornete o empate chocho no Barradão.

Corinthians 2 x 1 Vitória – AO VIVO

domingo, 29 de agosto de 2010

++ ESCALADO PELO LANCE! PELA RÁDIO BANDEIRANTES, ESTOU NA CABINE DO PACAEMBU ++

Corinthians no 4-2-2-2, Vitória no 4-3-1-2, mais preocupado com o rival.

10min53s – GOL. 1 X 0. CORINTHIANS. IARLEY. CABEÇA. DENTRO DA ÁREA. Lançamento de um milhão de metros de Roberto Carlos para Iarley que cabeceou como poderia, Viáfara, sempre adiantado, não conseguiu chegar. Um belo e estranho gol. Num jogo igual, com uma grande chance para cada lado.

26min – Timão fez o gol e vai sendo pressionado pelo Vitória, que tem a bola, mas nenhuma grande chance. Renato encosta bem nos 2 da frente, mas os volantres, tímidos. Elias e B.César não brilham tecnicamente, mas ajudam no combate no meio-campo. Ronaldo anda em campo. Mas preocupa demais a zaga baiana apenas pela presença.

36min – Henrique manda um canudo no travessão. Corinthians recuado e lento e errando passes. Melhor momento baiano. Falta só soltar um pouco mais os volantes. Ou voltar com Elkesson na segunda etapa. Iarley vai fazendo seu melhor jogo pelo Timão.

47min07s – GOL. PAULINHO. 2 X 0 CORINTHIANS. PÉ DIREITO, DENTRO DA ÁREA. Numa bola carambolada em belo lance de Elias com Paulinho, um toque infeliz de Gabriel para o volante corintiano ampliou um placar grande demais pelo equilíbrio do primeiro tempo.

INTERVALO – Elkeson é uma ótima para o Vitória. O problema paulista será substituir Ronaldo por Souza. Jogo aberto. Mas o gol no fim deve dar a vitória ao quase aniversariante.

SEGUNDO TEMPO –

Soares x Renato. Mais contundente o Vitória. Bida é adiantado e vira quase um meia num 4-2-2-2 que vira 4-3-3 com Soares mais adiantado. Timão recua um tanto Iarley, passando quase para um 4-2-3-1, isolando Ronaldo.

12min – Ronaldo segue andando em campo. Mas, num só lance, deixou Bruno César e Paulinho com boas chances de gol, bem defendidas pro Viáfara. Vitória melhora com o esquema mais ofensivo. Só que o Timão também chega mais no contragolpe. E impressionante como o menino RC corre, do baixo dos seus 37 anos.

++

26min – Jogo à característica para o contragolpe alvinegro. Vitória mais ofensivo, mas sem chegar com perigo.

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Toninho abre todo o Vitória. Num 3-3-2-2, com Gabriel na sobra, Eduardo agora na ala direita, Evandro tentando fazer o mesmo pelo outro lado, só um volante, e dois atacantes pelas meias, e dois centroavantes. Mas o Timão ainda mais perigoso, aos 34 minutos.

37min26s – GOL. 1 X 2 VITÓRIA. KLÉBER PEREIRA. Outro gol difícil de saber de quem foi. Só sei que, agora, a partida que era francamente paulista volta a ficar aberta.

FIM DE JOGO – Corinthians mais feliz quando o jogo era mais equilibrado, e Vitória diminuiu quando a partida era corintiana. Vitória justa e apertada, como o esperado.

VISÃO DE JOGO, PUBLICADA NESTA SEGUNDA-FEIRA, NO LANCE!

Qvi Est Un Bando Di Locvs

Em latim ou em português, um bando de quase 40 mil loucos no Pacaembu ajudou o centenário Corinthians a vencer suado o Vitória por 2 a 1, no retorno de Ronaldo por 62 minutos e do bom futebol a Iarley

Corinthians fez 2 a 0 quando jogo era igual, e levou o gol do Vitória quando dominava a partida no Pacaembu

Ronaldo entrou no Pacaembu pesando uma tonelada. Somando os não poucos quilos deles, e os muitos quilos das crianças que o cercavam, ele mais uma vez valia quanto pesava. Quando teve o nome anunciado no placar eletrônico, parecia um gol corintiano. Enquanto andou mais que jogou, por 62 minutos, mereceu todo o respeito fenomenal que inspira até nos rivais. Puxando a marcação que deixou Iarley cabecear sozinho um lançamento quilométrico e centenário de Roberto Carlos, aos 10 minutos, aceito pelo adiantado Viáfara; chamando a atenção da zaga que deixou Gabriel involuntariamente servir Paulinho para ampliar, aos 47 minutos, depois de bela arrancada de Alessandro.

Ronaldo está longe da forma ideal. Até bolada levou numa falta de Bruno César (um que não tem sido o muito que vinha sendo). Mas com um minuto deixou Iarley (em sua melhor exibição corintiana) na cara do gol. Aos 10 do segundo tempo, com o Vitória mais ofensivo com Soares no lugar de Renato, Ronaldo deixou Bruno César e, logo depois, Paulinho livres para ampliarem. Só não fizeram gol porque Viáfara, desta vez, não deixou. E quando o Fenômeno (não há apelido melhor) pediu para sair, aos 17, substituindo quem seria substituído (Iarley era absurdamente o sacado por Adilson para a entrada de William Morais), Ronaldo deixou o Timão ilhado.

Toninho Cecílio ousou mais. Terminou a equilibrada partida com três na zaga, um só volante, Evandro como ala pela esquerda, dois atacantes pelas pontas, e dois centroavantes. Foi Kléber Pereira quem diminuiu, aos 37, às costas do estreante Thiago Heleno. Num momento paradoxal do jogo: quando a partida era igual, o Corinthians abriu 2 a 0; quando o jogo estava a caráter para o Timão, levou o gol.

Mas leva para casa uma vitória justa. A última antes do centenário. A primeira da última volta de um Fenômeno.

Cruzeiro 0 x 1 Vitória

domingo, 22 de agosto de 2010

Mais uma grande chance perdida pelo Cruzeiro para chegar ao G-4. Mais um bom resultado do Vitória, que esqueceu o cansaço e a eliminação na Sul-Americana para vencer muito bem em Ipatinga.

O time mineiro teve seus momentos, mas uma vez mais ficou devendo defensivamente. O golaço de Júnior teve muito de uma defesa aberta demais, e de um ataque que não criou o que poderia contra um Vitória que rapidamente saiu da ressaca. E tem bola para crescer no BR-10

Marcos 500, Felipão 1999, Palmeiras 3 x 0 Vitória

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Parecia óbvio. 2 x 0 Palmeiras, com um gol doado por Schwenck a Tadeu no fim do primeiro tempo, outro com autoria pouco intelectual do goleiro colombiano (mais colombiano que goleiro) Viáfara entregando o segundo gol a Tadeu.
Era jogo para pênaltis.
O Vitória foi melhor (e está melhor no momento) nos primeiros 30 minutos. O Verdão cresceu a la Felipão no fim da primeira etapa; com o gol aos 12 do segundo tempo, o treinador palmeirense mexeu bem, o Vitória perdeu o cansado Ramón, mas os times se respeitaram. Aguardaram o óbvio: pênaltis.

E, no dia dos 500 jogos de Marcos, as manchetes pareciam feitas. Perfeitas: o homem dos 33 pênaltis que não entraram em 18 anos de Palmeiras (14 efetivos) defenderia muitas cobranças, os palmeirenses que não têm batido bem os pênaltis em 2010 perderiam outros tantos para um Viáfara que vai bem nesse tipo de lance, e a Conmebol teria de criar outro critério de desempate para uma disputa de pênaltis sem gols.

Piada e roteito pronto.

Mas Marcos Assunção foi bater a falta lá da intermediária. Daquelas que Ramón costuma guardar, como fez no Barradão. Daquelas que Assunção, também. E lá foi a bola no ângulo. Na gaveta da meta do tobogã. Na classificação palmeirense contra o bravo Vitória.

Parece que algumas coisas acontecem demais de mal para o time baiano. Ele não merecia isso.

Mas Marcos merecia.
Felipão merecia.
Os mais de 23 mil palmeirenses que atenderam ao chamado e ao treinamento do treinador, também.

Ficaria muito fácil imaginar que Marcos seria pela enésima vez o herói que será até quando for vilão – como foi Viáfara.

E fica ainda mais fácil cogitar que, na última bola, um time de Felipão vai fazer o que fez Assunção. “Uma ação de formular ou escolher uma proposição que funcione como premissa de um raciocínio”, como explica o Dicionário Houaiss. Se é que há como explicar um time de Felipão.

Um treinador que treina até a torcida. Que a convoca e ela comparece. Que cantou aqui no Pacaembu como raras vezes fizera nos últimos tempos. Também porque o time não vinha ajudando. E ainda não ajudou, sem Kléber, Lincoln e Valdivia, e com Rivaldo, Luan e Tadeu.

Sim, Tadeu. Que apanhou da bola mais uma vez, e, pela primeira vez, fez dois gols.

Coisa de Felipão.

E de Marcão.

Aquele que sugeriu a contratação do limitadíssimo atacante.

Aquele que parecia, enfim, ter feito algo indefensável em 18 anos de Palmeiras.

Mas Marcos é santos.

E Felipão é o diabo.
Reclama o que não deve e o que não pode do árbitro. Esbraveja. Corneta. Mas faz.

E fez com que seu time ainda limitado, depois da virada impressionante no astral e no placar agregado, fosse inteiro pular as placas e celebrar com a torcida organizada. Agradecendo a eles e aos milhões de palmeirenses pelo apoio incondicional. O mesmo que a bola dá a quem merece. Como Marcos. Como Felipão.

Dois que refizeram o espírito de 1999, ainda que longe daquele elenco e daquele futebol.

Vitória 4 x 2 Santos

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A ideia de equipe mais ofensiva usada pelo Vitória na última partida da Copa do Brasil foi bem adotada por Toninho Cecílio. Com a movimentação e técnica de Elkeson, fica ainda mais fácil atacar. Com a ótima partida de Henrique, mais ainda.

E com o Santos voltando a se defender como o Santos-10, mas sem o brilho e o ataque do Santos-10, o 4 a 2 para o time baiano foi tão natural quanto mais uma reclamação santista em relação a arbitragem. Há como discutir o pênalti de Edu Dracena e, por tabela, a expulsão. Do mesmo modo como o cartão vermelho a Marquinhos.

Daí o destempero não é o caso. Tanto quanto achar que o maravilhoso Santos do primeiro semestre é apenas uam bela página na história.

Ainda há Ganso.

Neymar, por ora, ainda é Santos. Mas, se continuar, não sei qual a cabeça dele, do pai e a do procurador.

Keirrison deve dar liga. Zé Eduardo tem jogado mais do que sabe. Marquinhos, idem. Ainda há vida e bola na Vila. Uma fase de derrotas não é o fim do mundo. Até porque perdeu para o terceiro colocado do BR-10, na Copa Sul-Americana, e perdeu para um vice-campeão da Copa do Brasil mais que mordido.

Resultados compreensíveis como a queda da guarda da molecada santista.

Vitória atuou num 4-2-2-2 bem ofensivo, com gente que sabe jogar, e laterais que gostam de apoiar. Dorival Júnior usuou o pouco adotado 4-3-1-2 no Santos, e não foi feliz

Vitória 2 x 1 Santos – AO VIVO

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

15 minutos

Vitória veio no 4-2-2-2 esperado, e melhor que o Santos, mais uma vez montado no 4-3-1-2. Chuva forte e pressão baiana criam 3 chances em 15 minutos

25min

Santos aguenta pressão e equilibra decisão. Nino sentiu lesão e saiu de campo, substituído pelo zagueiro Gabriel. Vitória perde saída pela direita e gás com a melhor marcação. Elkeson muito afunillado, pela direita, muito recuado, e Schwenck discreto. Santos ainda muito atrás. E precisa explorar mais Ganso, por dentro

44min13s

GOL. 1 X 0 SANTOS. EDU DRACENA. Neymar passou na cabeça do zagueiro santista. Quando o jogo era igual, a maior qualidade técnica fez a diferença. O Vitória precisa fazer 4 a 1. Já foi. Por mais que o Vitória seja um bom time, por mais que o Santos, por vezes, apague, os meninos já são homens.

11min

GOL. 1 X 1 VITÓRIA. WALLACE. Aos 6min, Júnior perdeu grande chance, em mais uma saída atrapalhada de Rafael. Aos 11, mais um chuveirinho no Barradão, desta vez sem chuva, caiu no pé do zagueiro baiano, e empatou com justiça o jogo. Mas ainda faltam 3 gols. Segue quase impossível. Mas o jogo melhora.

24min – Santos retoma o jogo com Marquinhos no meio-campo. Renato entra no lugar de Ramon para dar mais velocidade.

32min

GOL. 2 X 1 VITÓRIA. JÚNIOR, Belo e justo gol. Foi a 11a. chance baiana, contra 7 santistas. Justa vitória. Mas o título ainda merece estar aos pés paulistas.

23h46 – Parabéns, Santos. Pela primeira vez campeão da Copa do Brasil.
Mas o primeiro pentacampeão da Taça Brasil, a mãe da Copa do Brasil, de 1961 a 1965.

Vitória 40% x 60% Santos

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

VITÓRIA

Com o retorno provável de Nino, o Vitória volta a ter pela direita o mesmo apoio intenso que tem à esquerda com Egídio. O que deve levar Dorival a escalar Robinho e Neymar mais abertos, para puxar os contragolpes às costas dos laterais baianos. Sem Vanderson, Bida garante a boa saída de jogo. Mas não aporta a mesma pegada no meio. Se a opção for por Júnior em vez de Fernando na intermediária, o ótimo Elkeson recua um pouco, e arma com Ramón o perigoso ataque formado por Júnior (que sairá mais) e Schwenk. Do 4-3-1-2 da Vila Belmiro para um mais ousado e necessário 4-2-2-2.

SANTOS

Pela ótima vantagem conquistada na Vila, pela boa fase de Marquinhos, e pelo momento incerto de André, Dorival deve optar por um meio-campo com dois articuladores (Marquinhos, mais atrás, dando um pé aos volantes, e mais à esquerda), e Ganso (com liberdade para chegar por dentro, encostando nos abertos Robinho e Neymar, que devem explorar as costas abertas dos laterais baianos. O esquema não é o usual do Santos, mas deu certo na pálida vitória contra o São Paulo. Wesley sairá menos e dará um pé a Arouca na contenção aos prováveis meias ofensivos rubro-negros.

Vitória 1 x 3 Botafogo

domingo, 1 de agosto de 2010

Uma das melhores notícias para quem gosta de futebol e de histórias de recuperação: o excelente retorno do atacante Jobson. O nome da grande vitória alvinegra, no Barradão. Dois gols, uma assistência. Tudo isso em menos de 4 minutos. Os que valeram de um jogo prejudicado pelo time baiano com apenas três titulares, de um gramado duro de jogar, como foi duro de ver a partida.

Mas bacana de celebrar pelo modo como Jobson se recuperou. E com Maicossuel em melhor forma do que a exibida na reestreia, dá para imaginar um Fogão melhor, e mais veloz.

O Vitória primeiro precisa fazer a dura tarefa de vencer o Santos. Depois precisa repensar o BR-10.

Sabadinho de bola…

sábado, 29 de maio de 2010

 

FLAMENGO 1 X 1 GRÊMIO – Não foi aqueeeeele jogo. O Flamengo pouco melhor no primeiro tempo, Grêmio pouco melhor depois. O bom para o rubro-negro é que Pet não apenas fez um golaço, mas acabou sendo um pouco o muito que foi no BR-09. O ruim é que a bola chegou pouco ao ataque, mesmo com os alas novamente liberados. O bom para o Tricolor é que empatar no Maracanã nunca é mau resultado. Ruim é que Borges fez ainda mais falta pela presença frágil de William.

PALMEIRAS 0 X 0 GRÊMIO PRUDENTE – Já era meio esquisito o Palmeiras jiogando de mandante na ex-casa do rival. Era um jogo sem mandante. Quase que a ex-mulher jantando com o ex-marido. Sei lá. Só sei que o Verdão ainda foi bem no 1o. tempo. Mas, no segundo, bastam dois chutes de Vinícius em menos de 2 minutos para a linha lateral. O Palmeiras ficou sem casa, sem lar, sem rumo, sem time, sem confiança, sem treinador. Sem muito a celebrar a não ser a chegada provável de Kléber.

AVAÍ 0 X 0 VITÓRIA – Bons goleiros garantiram o placar sem gols, tanto quanto os passes errados além da conta.