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Posts com a Tag ‘Santos; SP-09’

Santos 1 x 1 Paulista

sexta-feira, 13 de março de 2009

O torcedor santista pode ligar a TV só no segundo tempo. O primeiro tem sido sofrimento. Um pouco mais de apuro na conclusão, era para ter sido 3 a 0 para o time de Jundiaí.

Que não se culpe tanto o esquema com três zagueiros. Nada funcionou tecnicamente. Mas é claro que um talento como Neymar muda um jogo. E ele ajudou a construir o empate numa partida que pintava derrota tão feia quanto a exibição santista.

A marcação opressiva do Paulista ajudou a dificultar o Santos. Talvez uma saída mais qualificada com gente que pense mais e melhor no meio-campo possa ser a alteração premente.

Além do retorno de Kléber Pereira.

Bragantino 2 x 2 Santos

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Malaquias pareceu impedido no primeiro gol bragantino. No segundo, Fábio Costa pareceu truncado ilegalmente antes da cabeçada de Pará.

E tudo começaram segundos antes, quando Kléber Pereira saiu machucado. E Mancini insistiu em manter o 4-3-1-2 mesmo sem a total habilidade e cabimento de Roni no comando do ataque.

Mas veio a segunda etapa, Triguinho foi trocado para não ser expulso, a zaga ficou a três, Luizinho e Madson viraram alas, o Braga amuou e ficou acuado, e o Santos adiantou Robson para trabalhar com Roni. Bingo. Duas bolas levantadas, dois gols. O segundo, pouco depois da expulsão justa de um rival.

Pouco, ainda, para o Santos.

Márcio Fernandes, ex-Santos

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Na 18a. rodada do BR-08, Márcio pegou um Santos desenganado. Era apenas o 18o. colocado. Desde antes de chegada de Cuca, boa parte do elenco alvinegro já o queria no comando. Quando assumiu a bronca e a bucha, o risco de rebaixamento era iminente.

Ele arrumou a casa a partir da cozinha. Trancou a defesa com três volantes, e apostou na velocidade – e nos gols de Kléber Pereira. Deu jogo. Mas ainda não era o tipo de time que ele queria. Márcio gosta de dois meias ofensivos e dois atacantes. Ou de um artilheiro e três meias que chegam. O que tentou fazer em 2009. O que não vinha conseguindo.

Apertado, amuado, largou o barco. Mas ainda há tempo para ele. E, sobretudo, ao Santos. Se Lúcio Flávio não tem o perfil de superação exigido, o restante do time promete mais e melhores coisas e bolas que o de 2008.

Santos 2 x 0 São Caetano

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Robinho acabou com o jogo na Vila.

Melhor: Depois de tanto tentar, o meia-atacante Robson, ex-Mogi, que chegou ao Santos em 2008, fez os dois gols da vitória alvinegra,

Mas, para ele, melhor ser chamado de Robson que Robinho. Para o Santos, melhor chamar as pretensões à terra e seguir por esse caminho. 2002 foi uma linha história, como tantas gloriosas páginas e páginas santistas. 2009 é outra história que começa. Para não virar conto de fadas, é bom se ater aos fatos.

Ainda tem muita bola para rolar e para jogar. E muita gente para ralar.

MELHOR ESCREVE ANDRÉ ROCHA

http://blogs.abril.com.br/futebolearte

O Santos padecia contra um São Caetano forte e ofensivo na Vila Belmiro; Léo corria pela esquerda e tentava criar as jogadas de linha de fundo. E quando tudo parece perdido, com a torcida reclamando do treinador e cobrando um melhor futebol do Alvinegro Praiano, o jovem Robinho surgiu do ocaso de sua meninice e, com dois gols, resolveu a parada para o Peixe.

Poderia ser 2002, com o Azulão vice-campeão da Libertadores, o jovem lateral-esquerdo ainda aparecendo para o futebol e o pequeno Robson ainda hesitante, mas talentoso, entre os profissionais do Peixe. Mas o cenário no atual Paulistão é outro e Márcio Fernandes, que ouviu das arquibancadas os pedidos de Molina na vaga de Lúcio Flávio, teve presença de espírito e sorte ao colocar o jovem meia, ex-Mogi Mirim, que deu mais velocidade à ligação do meio com o ataque santista.

Novamente no 4-2-3-1, com Roni e Madson se alternando pelos lados, os donos da casa começaram imprimindo um ritmo veloz e acertaram as duas traves em um único lance, logo aos dois minutos, em chute de Roni. Mas o São Caetano de Vadão encaixou a marcação no meio-campo e o Santos simplesmente sumiu do jogo na primeira etapa.

No segundo tempo, a entrada de Robinho desarticulou a marcação do Azulão. A movimentação do meia abriu um clarão às costas dos volantes e, por ali, o camisa 16 penetrou e decretou a vitória que anima o Peixe para o clássico contra o Palmeiras no Palestra Itália. Ainda que Márcio Fernandes não tenha lateral-direito para a partida (Luizinho sentiu fisgada na coxa e para por 15 dias e Pará foi expulso no final do jogo), a esperança da torcida santista é que a renovada equipe aproveite as coincidências e reviva a época mágica do time comandado por um outro Robinho de tempos atrás.

ESCREVEU ANDRÉ ROCHA

Ituano 2 x 0 Santos

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Quando um time manda seis bolas na trave, não dá para cornetar muito a zaga reserva, a falta de contundência de Lúcio Flávio, os desacertos de Roni, e a falta de maior ritmo da equipe. O jogo de Itu foi tão estranho que me recuso a fazer coro às enormes cornetas santistas – do tamanho da fama da cidade que viu sete bolas explodirem nas traves do Novelli Júnior.

Reitero, apenas, que uma linha com Madson, Lúcio Flávio e Bolaños, e mais Kléber Pereira como referência ofensiva, é time para fazer um 2009 muito melhor que o pálido 2008.

Santos 1 x 1 Mirassol

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Dois gols estranhos definiram o decepcionante empate santista na Vila.

Pode ser um alerta para as chuteiras se acertarem no Santos. Algo que deve dar liga quando Bolaños puder estrear. Com ele em campo, Márcio Fernandes pode manter a aperfeiçoar o 4-2-3-1 usado: Souto e Brum marcam como volantes; Madson, Lúcio Flávio e Bolaños armam para Kléber Pereira.

Dá time. Só falta reforçar a lateral direita.