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Posts com a Tag ‘Cruzeiro’

Cruzeiro 2 x 0 Atlético-MG – Cruzeiro campeão MG-11

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Cruzeiro que fez os dois gols do títulos nos últimos 15 minutos: do 4-2-2-2 ao 4-2-1-3, contra o Galo que mudou nomes, mas manteve o 4-2-3-1

* Magno Alves, aos 28 finais, teve a bola do campeonato aos pés. Mas como não há em atividade um goleiro no Brasil que saiba fechar a meta como Fábio (além do palmeirense Marcos), o Magnata não conseguiu driblá-lo, e, num tapa, Fábio evitou o que seria o gol do 41o. título mineiro do Galo.

* Punição das punições, o iluminado Wallyson recebeu pela esquerda, dois minutos depois, onde atuava no segundo tempo no 4-2-1-3 de Cuca, passou por dois e chutou no canto do ótimo Renan Ribeiro, que chegou tarde e viu o título passar por baixo de seus braços. 

* O gol de falta do meia e lateral Gilberto, o melhor da decisão em Sete Lagos, fez o placar largo demais para tamanho equilíbrio. Mas que deixou o título do MG-11 nos melhores pés. Os  cruzeirenses.

* Dorival Júnior perdeu Diego Tardelli, Obina, Diego Souza e Ricardinho desde o ínicio do estadual. Se encontrou em Fillipe Souto (mais) e outros garotos boas respostas, se reencontrou em Mancini um pé de velocidade a alimentar Magno Alves, dentro do 4-2-3-1 da moda, muito mais não poderia fazer além do belo trabalho realizado. Perdeu seu primeiro clássico em Minas. O mais doído, porém.

* Cuca e o Cruzeiro foram mais que infelizes na eliminação para o Once Caldas. Mas ele e o elenco têm muitas soluções. Não é fácil vencer o rival sem Montillo e a necessidade do resultado. E com dois volantes improvisados nas laterais ainda carentes.

Cruzeiro começou no 4-2-2-2 usual, com Roger na função de Montillo, e dois volantes improvisados nas laterals; Galo manteve o 4-2-3-1 dos últimos jogos

 

* Mas Cuca realmente acertou quando abriu o Cruzeiro no segundo tempo com três na frente, Roger armando, e Gilberto reconvertido à lateral? O melhor criador cruzeirense ficou distante da área rival e a Raposa só abriu o placar num belo lance de Wallyson, quando o Galo parecia controlar o jogo e a decisão.

* Não há como criticar Cuca. Na ponta do lápis e da chuteira, ele e o Cruzeiro acertaram. Mas se o famoso Se entrasse em campo, as cornetas roncariam com a mesma força com que Dorival escuta críticas que não merece pelo bom desempenho de um elenco fragilizado e ainda em construção.

Cruzeiro 4 x 0 Guarani do Paraguai

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

 

* Cuca e o cruzeirense têm mais é de ficar felizes com duas goleadas seguidas em casa. Mas todos têm de seguir os pés no chão do treinador, desconfortável com o primeiro tempo de pouca inspiração e movimentação. Porém plenamente compensado por mais um festival de gols no fim da partida.

* Wallyson. Um belo gol de sem-pulo, outro de atacante no passe preciso e precioso de Montillo. A fase é impressionante. A aposta de Cuca justificada. Como os dois armadores alimentando Wallyson e Wellington Paulista (ainda que este amuado e enfiado demais).

* Os primeiros 10 minutos em Sete Lagoas foram do Guarani, que mandou bola na trave e perdeu outras chances. As costas de Pablo e Diego Renan ainda são preocupantes. E até na bola aéra o Cruzeiro teve problemas.

* O terceiro e quarto gols saíram de pés de jogadores que entraram no fim (Dudu, Farías e Thiago Ribeiro). Três que não são titulares por falta de espaço, e que devem seguir ajudando. Com paciência e qualidade.

* O inicio avassalador merece ser louvado. Mas não significa tudo. Em 2009 e 2010, Estudiantes e Inter não começaram bem, trocararam treinadores, e foram campeões. Não é querer agourar. Mas um excelente início, mesmo que num grupo complicado como o do Cruzeiro, precisa ser sempre celebrado. Mas com moderação.

O 4-2-2-2 de Cuca. Quase um 2-4-2-2 pelo avanço dos laterais Pablo e Diego com o recuo do Guarani

Flamengo 1 x 2 Cruzeiro

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

 

O Luxemburgo FC estaria rebaixado no BR-10. O Cuca FC poderia ganhar uma faixa de campeão se, como der a lógica, ganhar o Fluminense que ele recuperou espantosamente ao final do BR-09.

Mas o jogo de Volta Redonda foi decidido pelos jogadores. Especialmente os do  Cruzeiro, que deram uma volta no placar, e ganharam com propriedade uma partida que, desde o início, mesmo com o gol rubro-negro de Diego Maurício, sempre pareceu mais celeste. Até porque pouco rubro-negro parece esse Flamengo, o campeão que menos soube defender o título na era dos pontos corridos.

Flamengo salvo do rebaixamento apenas pela maior incompetência dos rivais. Cruzeiro que não deve ser campeão apenas por poucos detalhes que definem um vencedor. De um jogo ou mesmo de um campeonato. Mais uma vez pareceu faltar zaga ao time mineiro. Só isso. Mais uma vez pareceu faltar tudo ao Flamengo.

Santos 4 x 1 Cruzeiro

domingo, 26 de setembro de 2010

+ O lance de gol mal anulado de Farías, aos 36min, poderia ter mudado a sorte de um jogo equilibrado no primeiro tempo, mas com melhor desempenho mineiro. O pior é que o assistente 2 Aurélio Pessanha estava bem posicionado, e errou. Como em tantos outros lances, para os dois lados.

+ Na segunda etapa, parte do monstruoso Neymar que se forma na Vila apareceu, e até Marcel fez boa partida na grande e inesperada goleada santista. Placar para abater um tanto a Raposa (que era líder do returno) na luta pelo título, e dar ao Santos um mínimo de paz para buscar melhor posição na tabela.

+ REITERANDO – Adoro ver 110% do que faz Neymar com a bola em jogo. Concordo com 90% do 110% que ele faz. E costumo aceitar 10% do que ele tem feito quanto a bola está parada. Em campo e fora dele. Agora, segue o jogo.

+ Zé Eduardo é outro que cresce no Santos. Joga um futebol que honestamente não imaginava que tivesse. Acho que nem ele também acreditava. Mas foi expulso de bobeira, aos 18min, quando já estava 1 x 0 Santos.

Como começaram as equipes o grande clássico em Barueri: Santos no 4-2-3-1 dos tempos de Dorival Júnior; Cruzeiro no 4-3-1-2 parecido com os tempos de Adilson Baptista.

+ Roger entrou quando Marcel já havia aberto o placar no segundo tempo, aos 8 minutos. O Cruzeiro se abriu como já havia começado outros jogos. Foi maior o mérito santista que o demérito celeste a goleada que se construiu.

+ Quando o Cruzeiro se armou para se atirar todo ao ataque, com Robert no lugar de Diego Renan, e o Santos se fechou com Alex Sandro no lugar de Marcel, na primeira bola parada Edu Dracena, ampliou, aos 24. 2 x 0. Mudou toda a mudança.

+ Mas joga bola esse Montillo. Pede, recebe, cria, passa, executa. Não se cansa, e desgasta o rival. Mais um argentino para fazer bonita história no Cruzeiro.

+

O Cruzeiro atacando contra um Santos reduzido a 10. Desse jeito, o time paulista fez 3 gols contra 1 mineiro. A rigor, quando entrou mais um volante, Adriano, é que o time de Marcelo Martelotte fez mais dois gols.

+ O Cruzeiro poderia ter empatado aos 43, numa bela pancada de Roger muito bem defendida por Rafael. Na sequência, um baita contragolpe armado por Neymar (de letra) para arrancada sensacional de Alex Sandro e um toque espetacular, encobrindo Fábio. Um gol para emoldurar. Perdão pela adjetivação exagerada. Mas o terceiro gol santista foi tudo de ótimo.

+ E ainda deu tempo para outro belo gol de Neymar. Em jogada de velocidade, qualidade e ritmo alternado. Coisa de craque

Cruzeiro 2 x 0 Ceará

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

+ Foi sofrido, foi suado, mas foi Cruzeiro. Por méritos defensivos cearenses, o 2 a 0 que parecia um placar natural em Sete Lagoas antes de a bola rolar foi uma partida dificílima, decidida num pênalti discutível (que eu marcaria), num lance de gol de empate cearense mal anulado, e do gol no fim de Farías, em lance de oportunismo.

Botafogo 2 x 2 Cruzeiro

sábado, 18 de setembro de 2010

Os times que começaram o ótimo clássico no Engenhão. Fogão no 3-4-1-2, quase um 3-4-1-2, com o avanço de Maicosuel; Cruzeiro num 4-2-2-2 que variou para um 4-4-2, sem a bola

+ O Botafogo respeitou o Cruzeiro na escalação inicial. O time de Cuca resolveu atacar mais o de Joel. A zaga mais insegura e exposta falhou com Edcarlos, e Alessandro fez um belo gol de atacante – de cordilheira artilheira, aos 4 minutos.

+ Teve um lance aos 20 minutos de saída de bola que Diego Renan cruzou para Farías fazer um belíssimo gol. Mas não valeu o lance. Difícil de discutir. Mas, na dúvida, teria deixado o jogo seguir, diferentemente da interpretação de Héber Roberto Lopes.

+ Depois do belo gol de Alessandro, o Fogão recuou demais. Ainda assim, no contragolpe, com Maicossuel e Renato Cajá dando bom ritmo ao 3-4-2-1 alvinegro, o time carioca teve mais oportunidades que o mineiro, no primeiro tempo.

+ Somália, mais uma vez, jogou e marcou muito. E Jobson continua fazendo falta.

+ Montillo e Roger podem jogar juntos, no 4-2-2-2, por vezes 4-4-2, de Cuca. Ainda mais contra volantes que pouco saíram para a partida, como Leandro Guerreiro (que acompanhou o argentino) e Fahel.

+ Caio é um dos nomes que melhor definem um atleta como o bom meia-atacante alvinegro. Ele sabe jogar. Não precisa se jogar tanto no gramado.

+ Se muitas das faltas marcadas em Caio são discutíveis, também foi discutível o pênalti que teria sido cometido por ele em Diego Renan. Bem discutível. Eu não marcaria o pênalti muito bem cobrado pelo excelente Montillo. Gol que fez justiça ao time que atacou contra o outro que ficou muito atrás.

+ Cruzeiro que seguiu atacando, explorando o Botafogo que enfim tentou jogar. Deu espaço no 4-2-2-2 que Joel armou depois da saída de Danny Morais, e levou o golaço de Montillo. Outro 10 gringo que desequilibra em plagas brasileiras.

+ Pelo que não fez em campo, pelo que retrucou na saída dele, Caio vai ocupando o lugar no panteão de vaias alvinegras que era de Alessandro, Fahel e Lúcio Flávio.

+ Se dá para discutir a bola que saiu-não-saiu no primeiro tempo, se dá para discutir o pênalti do empate do Cruzeiro, dá para ainda mais discutir o pênalti que Heber Roberto Lopes marcou de Diego Renan em Maicossuel. Não sei nem se foi dentro da área. Mas tenho convicção que o ótimo botafoguense se atirou sobre a perna do lateral cruzeirense.

+ Encontro de craques do pênalti no empate. Só Abreu para vencer o excelente Fábio que acertou o canto.

+ Com o Fogão ganhando todas as bolas por cima, Cuca colocou Gil na bateria antiaérea no lugar de Thiago Ribeiro, adiantando Montillo. Um jeito de não perder o grande clássico no Engenhão.

+ O Botafogo segue vivo no BR-10. Mas o Cruzeiro parece mais vivo. Mais pronto para perseguir o Corinthians que dá pinta, hoje, de ser o adversário a ser batido por todos.

P.S.: Dos três lances polêmicos, minhas interpretações: não vi a bola fora; não marcaria nenhum dos pênaltis. Mas o mais marcável era o pênalti a favor do Cruzeiro; o menos marcável era o pênalto a favor do Botafogo; e o lance mais difícil foi o da bola saiu ou não saiu.

Cruzeiro 4 x 2 Guarani

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

+ Cinco vitórias seguidas. Cinco belas vitórias. Em sete jogos, uma vitória sobre o Corinthians, um empate contra o Vasco em que chegou a ser melhor. Uma senhora campanha cruzeirense. Para brigar não só pela Libertadores. Também pelo título.

+ Sem Fábio, Jonathan, Diego Renan, Marquinhos Paraná e Roger, e com apenas 10 minutos de Welllington Paulista. Ainda que com um a mais pela expulsão de Mazola, o Cruzeiro mostroi a força e riqueza de um ótimo elenco.

+ O Guarani buscou o 2 a 2 mesmo com um a menos, em quatro minutos. Levou o terceiro dois minutos depois, num escanteio. Mas segue fazendo campanha muito melhor que a encomenda.

+ O Corinthians, hoje, pinta como o maior favorito ao título. Mas o mais consistente futebol nas últimas rodadas é cruzeirense.

Cruzeiro 1 x 0 Flamengo

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O gol de Robert lembrou muito o gol carambolado do Fluminense, no Maracanã. O Cruzeiro de Cuca lembra cada vez os bons times armados pelo treinador, com boas variações táticas defensivas, e chegada constante ao gol adversário. E o Flamengo, na estreia de Silas, lembrou os momentos mais complicados do Grêmio de Silas, com os momentos mais incertos rubro-negros em 2010.

Tudo que o Cruzeiro criou e poderia ter feito muito mais que o 1 a 0 em Uberlândia o ataque menos efetivo do BR-10 não fez. A saudade do Diogo que mal pôde estrear é imensa como a falta que o Deivid que nem começou faz a um time que cria e finaliza quase nada. Também pelo peso de um meio-campo pouco móvel.

Diferente do Cruzeiro com cada vez mais opções, e que tem um Roger para entrar quase sempre muito bem num meio-campo onde Montillo já dá as caras e as bolas com propriedade e qualidade. O Cruzeiro vai buscar o G-4 e, quem sabe, algo mais. O Flamengo, não sei onde chega. Mas vai melhorar.

Cruzeiro 1 x 0 Corinthians

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cuca usou o 3-4-1-2 que gosta. Mas de um modo menos ofensivo e abusado que o usual. Ou, no caso, com um gol de Montillo logo no início, com a bola passando por baixo de Júlio César, o Cruzeiro recuou, deu a bola e espaço ao Corinthians, e pouco especulou no contragolpe. Ficou muito travado pela boa marcação alvinegra, e não chegou à meta rival com a inspiração e intensidade desejada em Uberlândia – que se dividiu entre o mandante e o visitante.

O Corinthians perdeu pênalti discutível mal batido por Bruno César (sem tirar o mérito do excelente Fábio) logo de cara, mandou bola no travessão, perdeu gols de todos os modos, e pode lamentar mais uma derrota fora de casa.

Porém, um resultado natural num campeonato como este, contra um adversário como este.

ADENDO – De fato, não me expressei devidamente. O Cruzeiro chegou no contragolpe e perdeu algumas boas chances; o Corinthians teve mais a bola e mais números, porém não teve tantas oportunidades agudas.

Cruzeiro 0 x 1 Vitória

domingo, 22 de agosto de 2010

Mais uma grande chance perdida pelo Cruzeiro para chegar ao G-4. Mais um bom resultado do Vitória, que esqueceu o cansaço e a eliminação na Sul-Americana para vencer muito bem em Ipatinga.

O time mineiro teve seus momentos, mas uma vez mais ficou devendo defensivamente. O golaço de Júnior teve muito de uma defesa aberta demais, e de um ataque que não criou o que poderia contra um Vitória que rapidamente saiu da ressaca. E tem bola para crescer no BR-10