publicidade


Posts com a Tag ‘Cruzeiro; Libertadores-09’

Estudiantes 4 x 0 Cruzeiro

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O atraso do ônibus preso no congestionamento, a troca de roupa no gramado, o bom momento dos Pincharratas, Verón, erros individuais, os desfalques, tudo justica a derrota. Mas não explica os 4 x 0.

* Gritantes erros estruturais e individuais de gente que dificilmente erra (sobretudo Marquinhos Paraná) ajudaram a complicar a noite platina. É um jogo para esquecer o placar. Não os erros.

* Invencibilidade perdida, hora de botar a cabeça no lugar e entender que foi uma baita derrota. Mas nada para desarvorar e desarticular tanto a equipe como aconteceu a partir do terceiro gol.

* Verón jogou como Verón. O Cruzeiro não jogou como Cruzeiro.

Cruzeiro 2 x 0 Universitário de Sucre

quarta-feira, 18 de março de 2009

Sorín quase fez um gol de Sorín, no segundo tempo. Aqueles lances que só o argentino parece capaz de fazer; Aquele jogador que qualquer treinador adoraria ter vestindo a sua camisa. Aquele torcedor-jogador que só faz bem a uma equipe.

Ainda mais um Cruzeiro que não jogava, empacava no Mineirão, repetindo atuações recentes decepcionantes.

Mas veio o segundo tempo, a fragilidade boliviana facilitou a tarefa e Wellington Paulista resolveu decidir. Fazendo mais do que o suficiente para a vitória mais que anunciada.

Universitario de Sucre 0 x 1 Cruzeiro

quinta-feira, 5 de março de 2009

Nada de novo no front celeste:

Kléber criou um par de belos lances até ser tolamente expulso.

Adilson Baptista fez alterações discutíveis.

Fábio fez grandes defesas, mas vai continuar sendo criticado.

Jonathan tem calado cornetas.

Wágner fez alguns bons lançamentos no jogo 200. Como, por vezes, se ausentou e foi burocrático demais contra um rival muito frágil.

Bernardo, a cada dia, está mais próximo de brigar por um lugar no time.

Leonardo Silva, a cada jogo, parece melhor do que é.

Marquinhos Paraná dificilmente é o melhor do time. Mas jamais será o pior.

Ramires chega ao menos uma vez na cara do gol.

E o Cruzeiro segue pouco badalado pelo restante do país.

Mineiramente, melhor assim.

Deportivo Quito 1 x 1 Cruzeiro

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Comeu o pau na linha de baixo do Equador. O time de Quito bateu e o fraco árbitro peruando ficou quieto. Para piorar, dois cruzeirenses expulsos, e apenas um do Deportivo, em lance para abrir B.0. além do cartão vermelho.

Uma pancadaria, mais que um jogo de futebol. Uma pálida partida celeste. Não sei se foi a altitude ou a atitude. Mas o potencial cruzeirense ficou no Brasil.

Fora o habitual gol de Ramires, pouco se viu. Ou se viu até demais um Cruzeiro reagindo mal às provocações. Essa coisa brasileira de tentar responder no pau às pedras. Não é por aí. Normalmente nos perdemos quando nos rebaixamos. Por mais que tenhamos razão.

Em vez de raçudo e viril, o Cruzeiro mais pareceu pueril e juvenil. Que fique o aprendizado para não trocar as bolas por paus.

O resultado foi bom, e o time segue como favorito. Mas é preciso ter mais serenidade. Contar até 11.

Cruzeiro 3 x 0 Estudiantes

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ramires fez muita falta no primeiro tempo. A boa marcação argentina, o afunilamento dos lances de ataque, e a pouca aproximação de Fabrício, Marquinhos Paraná e Henrique deixaram a Raposa encurralada, sem muitas ideias.

Ainda no primeiro tempo a torcida começou a pedir o gladiador Kleber. Jogo de luta e disputa, melhor apostar em quem briga e também joga. Também porque, no contragolpe, pela enésima vez, e mesmo protegida por três volantes, a zaga azul fez água, e quase cedeu o primeiro gol aos pincharratas.

Aos 14, Kleber, enfim, veio ao campo. Saiu Thiago Ribeiro. Melhor seria ter saído Wellington. Mas a fase é ótima. E o Cruzeiro ainda melhor com gente com o espírito guerreiro do atacante. Uma das críticas que podem ser feitas ao Cruzeiro em sua rica história é a ausência de jogadores com esse espírito. Gente como Kleber.

ADENDO POSTADO 14h59 – Sim, cruzeirenses: tantos são os ídolos de chuteiras e corações azuis. Vitórias épicas como as de 1966 contra o Santos (na técnica e na raça e na lama), a de 1976 contra o River e a arbitragem (também com um time técnico), a de 1997 (sobretudo contra o Grêmio), a virada de 2000 na Copa do Brasil, a brilhante tríplice coroa em 2003. Mas é algo que muitos cruzeirenses de campo, banco e arquibancada reclamam: por vezes, falta um espírito mais aguerrido. Competitivo. Um time essencialmente técnico às vezes se perde. Apenas isso. Não é crítica. É constatação. É diferente. Espero ter sido melhor entendido.

SEGUNDO ADENDO – Expressei-me mal ao escrever “ausência de jogadores com esse espírito”. De fato, acaba sendo amplo e vago. E, claro, injusto e incorreto. Perdão a todos, e agradeço aos críticos, mesmo os mais veementes. Mais considerações nos comentários dos comentários…

SEGUE O TEXTO INICIAL.

Em dois minutos, Wellington Paulista foi derrubado na área, e Fernandinho bateu muito bem. A vantagem ajudou. Mas um atacante como Kleber ajuda muito mais. E os dois gols de Kleber, em menos de 15 minutos em campo, saíram com naturalidade para uma equipe muito boa. E, agora, ainda mais forte. Em todos os sentidos.